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Falha que permite destravar 100 milhões de carros da Volkswagen sem chave

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Em 2013, um grupo de pesquisadores da Universidade de Birmingham anunciou que revelaria uma vulnerabilidade dos carros Volkswagen. De acordo com seu líder, o cientista de computação Flavio Garcia, eles seriam capazes de dar a partida em milhões de veículos da marca e conduzi-los sem uma chave.

Um processo judicial iniciado pela própria montadora atrasou a entrega dos resultados da pesquisa em questão por dois anos. No entanto, enganam-se aqueles que pensam que isso fez com que os pesquisadores parassem de cavar ainda mais este buraco referente às falhas dos veículos da Volks.

Garcia, com um novo time de pesquisadores, revelou um outro documento no qual afirma que o sistema de travamento do veículo também é vulnerável. De acordo com ele, a falha se aplica a quase todos os veículos Volkswagen produzidos desde 1995. Isso representa cerca de 100 milhões de carros.

A tecnologia sem fio desenvolvida pelos pesquisadores seria capaz de destravar praticamente todos os veículos desenvolvidos pelo Grupo Volkswagen nas últimas duas décadas, incluindo modelos das marcas Audi e Skoda. No entanto, a falha não é exclusiva desta companhia, aparentemente. O estudo afirma que Alfa Romeo, Citroën, Fiat, Ford, Mitsubishi,Nissan, Opel e Peugeot também apresentam a mesma vulnerabilidade.

Uma das tecnologias utiliza um hardware de rádio que consegue interceptar os sinais do chaveiro do proprietário do carro. A captação destes sinais permite uma clonagem da chave. O preocupante, segundo os pesquisadores, é o baixo custo que se tem para desenvolver o sistema de invasão, apesar de ter um difícil desenvolvimento.

Apesar de outras marcas compartilharem do mesmo problema, o caso da Volkswagen parece ser o mais complicado. No estudo, foi descoberto que, dentro da rede interna do grupo, é possível encontrar uma chave criptográfica presente na maioria de seus veículos. O acesso a esta informação facilita ainda mais a clonagem de chaves. O pior: neste caso, o proprietário do carro não recebe nenhum aviso de que sua segurança foi comprometida.

Os pesquisadores decidiram não divulgar os componentes extraídos das chaves, justamente para evitar a invasão dos carros. No entanto, também alertaram que alguns engenheiros possuem o conhecimento necessário para descobrir estas informações e, consequentemente, a vulnerabilidade de, pelo menos, dez milhões de veículos.

Uma outra técnica que pode ser utilizada para destravar os carros usa um esquema criptográfico chamado HiTag2. Nele, o hacker precisaria novamente de um hardware de rádio para interceptar oito códigos do chaveiro do veículo. Em modelos mais novos, um desses números muda a cada aperto no botão da chave. Neste caso, o equipamento de rádio deve ficar ligado a todo momento para que o hacker consiga captar o número assim que ele mude.

No estudo, os pesquisadores também falam sobre a repercussão do caso dentro da própria Volkswagen. De acordo com eles, a montadora reconheceu a vulnerabilidade encontrada e a empresa responsável pelo sistema HiTag2, NXP, falou mais sobre o assunto. Um representante da companhia falou que esta vem incentivando seus consumidores a atualizarem o sistema há muitos anos. Segundo ele, o HiTag2 já foi substituído por esquemas mais modernos.

Carro blindado – Vendas aumentam – O número de carros blindados no país bateu recorde pelo quarto ano consecutivo

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Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) revela que o número de carros blindados no país bateu recorde pelo quarto ano consecutivo. Em 2013, 10.156 veículos receberam a proteção. O número é 21,13% maior que em 2012, quando 8.384 carros foram blindados. Em 2011 e em 2010 foram blindados, respectivamente, 8.106 e 7.332 carros. A pesquisa contou com a participação de 31 blindadoras associadas à entidade e que representam 70% da produção total de veículos blindados no país.Para o presidente da Abrablin, Laudenir Bracciali, “a sensação de insegurança cada vez maior em todo o país é o fator principal que explica o aumento da procura pelo serviço. Com medo diante da violência urbana, muitos cidadãos, inclusive, substituem o investimento em um modelo de carro mais luxuoso por um modelo um pouco mais simples, mas com a segurança da blindagem”, afirma.Empresários do setor concordam e ressaltam a necessidade de o cidadão buscar alternativas de proteção. “A blindagem automotiva cresceu consideravelmente no país porque tem ocupado o buraco na segurança deixado pela falta de ações efetivas de combate à criminalidade por parte do setor público”, afirma Fábio Rovêdo de Mello, diretor da Concept Blindagens, sediada em São Paulo. “A estabilidade no preço do serviço ao longo dos últimos dez anos também foi mais um fator que impulsionou o setor”, diz o executivo da empresa que blindou cerca de 750 carros em 2013.No ranking divulgado pelo levantamento com os estados que mais blindaram veículos em 2013, São Paulo lidera, com pouco mais de 63,04%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 12,18%. Os outros três estados que compõem o “Top 5” são do Nordeste: Pernambuco (6,37%), Ceará (5,94%) e Bahia (2,84%).

Os quase 10% restantes do universo blindado estão distribuídos por estados de todas as regiões brasileiras: Amazonas, Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba.

“Essa distribuição ilustra que a insegurança é um sentimento geral, não mais regionalizado, como acontecia há alguns anos”, diz Bracciali.

Perfil de quem blinda

A pesquisa da Abrablin, que também traz o perfil do usuário de blindagem, mostra que cresce a participação das mulheres no setor. O sexo masculino predomina com 57% do total de usuários, mas as mulheres aumentaram sua participação. Em 2013, elas representaram 43%. Em 2012, somavam 42,5% do setor e em 2011, 35%.

“Elas estão assumindo cada vez mais o seu papel de destaque no ambiente profissional e corporativo, o que lhes garante condição financeira para investir em segurança por meio da blindagem ou até receber o blindado como benefício pelo cargo que ocupa”, explica o diretor da Concept. No ano passado, 38% dos carros blindados na empresa foram para o público feminino.

Por faixa etária, os homens que mais recorreram à blindagem automotiva (23%) foram os que tinham de 30 a 39 anos, mesma faixa e porcentagem percebida no público feminino. Em 2012, a faixa etária masculina foi a mesma, mas, entre as mulheres, a blindagem se concentrava mais na faixa entre 40 e 49 anos.

Do universo total dos usuários, 70% é formado por executivos/empresários; 15% artistas/cantores; 8% juízes; e 7% políticos.

Carro elétrico brasileiro – O “Obvio! 828E” tem produção prevista para 2015

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Após várias tentativas malsucedidas desde 2002, o empresário Ricardo Machado (foto) tentará novamente criar um carro elétrico brasileiro, que será chamado Obvio! (exclamação inclusa) e não será vendido para consumidores finais.O modelo de negócios envolverá uma união com a fabricante paranaense de buggies de luxo Wake Motors, o que resultou na criação da empresa DirijaJa. Curiosamente, o Obvio! 828E (nome completo do modelo) não será posto à venda, o que faz com que não seja afetado pelos impostos IPI e ICMS, que encarecem o veículo. Todos os Obvio! farão parte da frota da própria DirijaJa e serão alugados para empresas de estacionamentos.Após investimento de R$ 44 milhões, o veículo deverá começar a ser produzido no final de 2015 e alugado para empresas que quiserem utilizar os veículos em suas frotas ou para estacionamentos que aluguem os carros para usuários comuns, que poderão devolver os veículos em quaisquer estacionamentos conveniados, de forma similar ao que ocorre na Europa. A reserva e checagem da disponibilidade de veículos poderá ser feita por meio de apps para smartphones.

Este programa de car sharing será implantado, inicialmente, em Curitiba e no Rio de Janeiro. Eventualmente o programa será expandido para São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Caxias do Sul.

Sinais inteligentes – Semáforos em Fortaleza serão acionados pelo fluxo de carros

google-maps-imperador-com-pedro-pereira-fortalezaRuas do Centro de Fortaleza terão “semáforos inteligentes” a partir da noite desta segunda-feira (17), segundo a Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC). Os semáforos alternam entre verde e vermelho de acordo com o fluxo em cada sentido, com o objetivo de dar mais celeridade às vias com maior fluxo de veículos.A mudança ocorrerá nas esquinas da Avenida Imperador com a rua Pedro Pereira, e da Avenida Tristão Gonçalves com a rua Pedro Pereira. A mudança faz parte do Plano Diretor de Semáforos de Fortaleza, que visa melhorar a fluidez na região central.

Com a alteração, os semáforos passarão a ser centralizados e terão os tempos de verde otimizados em tempo real, de acordo com o fluxo de veículos contabilizado pelos laços detectores instalados no asfalto. Desta maneira, as vias de maior volume são priorizadas, sendo atribuído maior tempo de verde para elas. Uma outra vantagem é a possibilidade de se comunicar diretamente com a central, o que permite a detecção de falhas de forma imediata e otimiza os serviços de manutenção.

Com esta mudança, Fortaleza passará a contar com um total de 672 semáforos, sendo 387 (58%) centralizados e 285 (42%) convencionais. Agentes de trânsito estarão presentes nos cruzamentos controlando o tráfego durante a intervenção, prevista para ser iniciada às 20h de hoje.

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – Ministro Mantega confirma imposto maior para veículos em 2014

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os veículos voltará a subir em 2014, confirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele rejeitou a possibilidade de o imposto reduzido ser mantido no próximo ano, apesar dos pedidos das montadoras e do impacto sobre os preços.

“Posso antecipar que o IPI [para os automóveis] vai subir mesmo em 2014. Não haverá volta atrás na redução do IPI”, declarou o ministro após reunião com representantes da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), metalúrgicos e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.

Apesar de ter reiterado que o imposto voltará a subir no próximo ano, Mantega não detalhou como ocorrerá o reajuste. No entanto, na semana retrasada, em São Paulo, o ministro informou que as alíquotas serão recompostas de forma gradual ao longo de 2014. Originalmente, o IPI para os veículos estava previsto para subir a partir de abril, mas o governo estendeu o benefício fiscal até o fim de 2013.

Na reunião, foi discutida a manutenção da obrigatoriedade do air bag e do freio ABS para o próximo ano. Alguns representantes das montadoras pediram que o governo estendesse o IPI reduzido para compensar os aumentos de custos com a introdução dos itens de segurança. O ministro, no entanto, descartou a medida. “O imposto vai subir mesmo. Esta não é uma solução para o setor”, declarou Mantega.

De acordo com o ministro, um grupo de trabalho discutirá outras soluções para o setor, como a redução temporária do Imposto de Importação para peças e componentes de veículos sem similar nacional. Em relação ao fabricante de autopeças, que será o principal prejudicado pela exigência dos itens de segurança, Mantega informou que o governo estuda a implementação da rastreabilidade, medida presente no Inovar-Auto, regime tributário especial que estimula o investimento em pesquisa e tecnologia pelas montadoras.

Por meio da rastreabilidade, cada peça pode ter a origem rastreada. Dessa forma, será possível identificar quanto de conteúdo nacional existe em cada componente e sistema dos veículos e cobrar IPI menor apenas sobre essas partes. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, concordou com a necessidade de acelerar a implementação da rastreabilidade nas autopeças.

“A Anfavea tem defendido fortemente indústria de autopeças forte no Brasil. Com isso, estamos apoiando desde sempre a adoção da rastreabilidade. Precisamos identificar quanto conteúdo nacional tem em cada equipamento, cada sistema para abatermos o IPI somente essa parte”, explicou Moan.

Carros mais caros em 2014 – 40% dos veículos nacionais podem aumentar de valor – Airbags e freios ABS encarecem os modelos de entrada

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Em 2014, pelo menos 40% dos carros nacionais poderão sofrer aumento de preços. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), esse é o percentual de carros produzidos no Brasil hoje que ainda não vêm com freios ABS de fábrica, item que passará a ser obrigatório como item de série nos modelos fabricados a partir do ano que vem. A inclusão do item nesses veículos pode encarecer seus preços.

Além dos freios ABS, o airbag frontal duplo de fábrica também passará a ser obrigatório. O item já estava presente em 100% dos modelos fabricados no Brasil lançados em 2013, e em 60% do total de carros zero quilômetro nacionais deste ano. Contudo, 40% dos modelos nacionais ano 2013 não vieram com este item de fábrica, e também podem encarecer com a nova obrigatoriedade a partir de 2014.

“O custo para o conjunto ABS e airbag é de aproximadamente 1.100 reais para as montadoras, podendo ser reduzido com o aumento dos ganhos de escala de produção”, afirma Milad Kalume Neto, especialista em mercado automotivo e gerente de desenvolvimento de negócios da Jato Dynamics.

Os modelos de entrada devem ser os principais afetados, uma vez que em categorias superiores a maior parte dos carros já costuma trazer os itens de segurança de fábrica.

Dos carros da Volkswagen, por exemplo, atualmente não trazem os itens de série o Gol G4, o Novo Gol 1.0, o Novo Voyage 1.0 e a Nova Saveiro, que traz os itens de série só a partir da versão Trooper.

De acordo com informações passadas pela assessoria de imprensa da Fiat, apenas os modelos Siena EL e Doblò Cargo ainda não são comercializados com ABS e airbag. Segundo a montadora, o preço médio praticado para inclusão dos itens varia de acordo com o modelo, mas costuma custar entre 700 e 1.000 reais.

A obrigatoriedade dos freios ABS, sistema antitravamento dos freios nas quatro rodas, e do airbag duplo frontal foi determinada pelas resoluções 311 e 312 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Ainda que os aumentos de preços possam ser uma má notícia para os consumidores, a exigência dos airbags e dos freios ABS é uma medida bastante benéfica do ponto de vista da segurança.

Os freios ABS são considerados mais seguros do que os convencionais pois evitam o travamento das rodas. O sistema impede que o carro perca o atrito com o solo, permitindo aos condutores ter um controle maior sobre o veículo quando os freios são acionados, tanto em pistas secas como molhadas.

Já o airbag é uma bolsa inflável que é acionada quando ocorre uma colisão. Ela amortece o impacto da batida, amenizando as consequências do acidente para os passageiros do carro.

Para o gerente da Jato Dynamics, a adoção do ABS e do airbag é extremamente positiva para o mercado. “As montadoras justificavam a não utilização desses equipamentos de série pois os custos dos veículos aumentariam e perderiam a competitividade no segmento. Estávamos qualificando-os em um nível baixo de equipamentos e, principalmente, segurança. As resoluções do Contran foram, neste sentido extremamente positivas”, avalia Kalume

Enxergar através dos carros, é possível? – See Through System

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Um sistema pensado por pesquisadores da Universidade de Porto, em Portugal, pode ser uma saída para diminuir os acidentes causados em estradas por conta de ultrapassagens perigosas.

O See-Through System, como explica a NewScientist, agrupa informações de vários veículos para tornar as viagens mais seguras. Uma câmera posicionada na parte frontal do carro capta o trajeto em tempo real. Em outro veículo um software reconhece o carro que estiver à frente e substitui, no para-brisa, a imagem de sua traseira pela que está sendo transmitida em vídeo.

Dessa forma, se o motorista de trás precisar fazer uma ultrapassagem ele consegue ver se vem outro carro na direção oposta, porque tem a visão do motorista à frente.

As imagens chegam com um atraso de 200 milissegundos, por isso, elas mostram o carro 10 metros mais longe do que realmente está, considerando que o motorista esteja trafegando a 90 km/h. Ou seja, não dá pra confiar só no sistema.

Os 10 carros importados mais vendidos no 1º semestre de 2013 pela Abeiva – Kia se destaca com o seu Sportage

As vendas de carros importados no Brasil caíram 23,2% no primeiro semestre, na comparação com o mês passado, segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). De acordo com a entidade, foram emplacadas 54.506 unidades contra 70.963 de janeiro a junho de 2012.

A Kia segue com a maior fatia, 27,89%, seguida por Jac Motors (16,40%) e BMW (11,08%). A importadora dos veículos da Chery deixou a associação em abril passado. A marca chinesa constrói sua primeira fábrica no Brasil.

A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chrysler, DFSK, Dodge, Ferrari, Geelym Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, RAM, Rolls Royce, SsangYong, Suzuki e Volvo.

Veja os 10 importados mais vendidos no 1º semestre, segundo a Abeiva:

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Testamos o Sonax Flexi Blade, que promete secar a uso de pano

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Quantas horas você já perdeu secando seu carro, espremendo o pano, enxugando de novo… para no fim ver que a lataria ainda estava meio molhada? A situação pode piorar quando se usa para isso o mesmo pano da lavagem, já que há que a possibilidade de impurezas ficarem grudadas no tecido e riscarem a pintura.

Mas há um novo método que consegue ser mais rápido e prático para enxugar a carroceria sem precisar torcer panos. Produzido pela alemã Sonax, o Flexi Blade é uma espécie de rodo de silicone que promete deixar a lataria sequinha com rapidez e sem esforço. Para comprovar se ele é tudo isso mesmo, fizemos o teste em três diferentes perfis de lataria: um Chevrolet Astra, com vincos e cortes retos, um Chevrolet Corsa, de linhas arredondadas, e um Renault Logan, com estilo intermediário. Comandando a avaliação estava o especialista Erivan Prado Cerqueira, 39 anos, que trabalha no Cesvi Brasil testando produtos automotivos e tem 22 anos de experiência na área de pintura.

O uso é bem simples, mas exige alguns minutos de prática para pegar a manha, a fim de não deixar linhas de água pelo caminho. O segredo é fazer movimentos suaves com a lâmina de silicone. Quanto mais o Flexi Blade é pressionado contra a carroceria, melhor o resultado, mesmo em superfícies irregulares, como uma lateral com frisos ou um para-choque com desníveis. Percebemos que, em veículos que foram recentemente encerados, o produto tem desempenho ligeiramente menor que em uma lataria sem enceramento.

Nos três automóveis, o resultado foi ótimo. O Flexi Blade conseguiu secar a carroceria em pelo menos metade do tempo que seria gasto com um pano comum. “O Flexi Blade realmente funciona e garante conforto ao usuário”, diz Erivan Cerqueira. “Com uma simples aplicação, o produto remove totalmente a água, inclusive em cantos ou vincos mais complexos.” Vendido no Brasil pela loja virtual da Miromi, o Flexi Blade custa 49,90 reais.

Carros conectados – Previsão é que 60 milhões de veículos estarão conectados nas ruas até 2018

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Daqui a cinco anos, haverá 59,86 milhões de carros conectados circulando por estradas do mundo todo, segundo previsão da consultoria MarketsandMarkets (M&M).

Dados divulgados nesta quinta-feira, 14, estimam que a indústria passará por um crescimento anual de 41,2% entre 2013 e 2018. O que deve gerar US$ 98,42 bilhões ao setor.

Segundo a M&M, essa alta ocorrerá graças ao desenvolvimento de tecnologias móveis como LTE, Wi-Fi, entre outras.

Mercados maduros já introduziram recursos de conectividade aos veículos. Nos Estados Unidos é onde mais existem carros conectados, seguidos pela Ásia, enquanto Brasil, Alemanha e Rússia apresentam potencial para crescimento.

Dentre as companhias que mais investem nisso atualmente estão General Motors, BMW, Ford, Audi, TomTom, Apple, AT&T, Alcatel Lucent, Verizon, China Mobile, Microsoft e Intel.