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Top 10 – O ranking dos carros mais vendidos em 2013

1º VOLKSWAGEN GOL: 253.915 UNIDADES

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2º FIAT UNO: 183.877 UNIDADES

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3º FIAT PALIO: 176.392 UNIDADES

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4º FORD FIESTA E NEW FIESTA: 136.131 UNIDADES

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5º VOLKSWAGEN FOX E CROSSFOX: 129.120 UNIDADES

 

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6º FIAT GRAND SIENA E SIENA: 129.120 UNIDADES

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7º FIAT STRADA: 122.496 UNIDADES

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8º CHEVROLET ONIX: 121.929 UNIDADES

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9º HYUNDAI HB20: 121.868 UNIDADES

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10º RENAULT SANDERO:102.046 UNIDADES

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Gol – Veja os carros mais roubados do Brasil

Gol, o campeão nacional. 35.636 unidades roubadas ou furtadas entre janeiro e setembro de 2011, segundo a central de erviços da CNSEG

O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é quase o dobro do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano. Os dados são da CNSEG (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e foram obtidos por Época NEGÓCIOS.

A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. “O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas atraente para os ladrões”, diz Neival Rodrigues Freitas, diretor executivo da Fenseg (Federação de Seguros Gerais).

Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados, o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Chevrolet. Mais uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.

Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. Segundo a CNSeg nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 casos de roubo ou furto. Veja a galeria abaixo com os dez modelos “preferidos” do bandidos.

Fiat Uno – 16.978 casos de furto/roubo nos 10 primeiros meses do ano

Fiat Palio – 13.906 registro de roubo

Corsa da Chevrolet, 9.144 casos

Celta da GM, 7.382 CASOS – Quinta colocação

Fiesta da Ford, 5.353 – Sexta colocação

Parati da Volkswagen, 4.695 – Sétima colocação

Fusca, ainda entre os preferidos do ladrão, o carro teve 4.608 registros de roubo ou furto este ano – Oitava colocação

 Monza, outro “vintage” visado pelos ladrões – 4.483 furtos/roubos nos primeiros dez meses deste ano – Nona colocação

Siena da Fiat – 3.870 – Décima colocação

Envelopamento de Carros

Você já viu um i30 branco rodando por aí? Difícil, pois a Hyundai traz o hatch ao Brasil apenas nas cores prata, preta e raríssimas unidades em azul. Mas isso pode mudar com o uso de películas adesivas. “Tudo começou com a moda do preto fosco, mas a tendência agora é o branco fosco”, conta Daniel Lopes, da loja paulistana H3 Customs.

Encapar um carro parte de R$ 1.800 no caso de um hatch como o i30. “Há películas mais baratas, mas de baixa qualidade. O ideal são os materiais importados, que suportam chuva e outros efeitos climáticos”, conta Lopes. A película passa três anos sem desbotar, embora exija cuidados. Um esbarrão com chave ou calça jeans pode ocasionar uma manutenção precoce. “Tem que tomar cuidado, como se fosse uma carroceria normal.”

As opções de cores e acabamentos são infinitas, podendo elevar o preço do trabalho às alturas. “Existem películas que imitam cromado, aço escovado e até mármore, mas ainda não peguei nenhum trabalho desse tipo”, explica o customizador. Para deixar o carro com acabamento semelhante à tinta cromada, são necessários R$ 5 mil. Também há quem use a fita para cobrir peças de carros antigos, como os para-choques. Já no teto é muito usada a película que imita fibra de carbono.

Após a cobertura adesiva, é preciso alterar o documento (caso a cor escolhida seja diferente do tom da pintura original) e não se pode lavar o carro por três dias. Mas a grande vantagem em relação à tinta é que gasta-se menos e, se enjoar, é só voltar ao normal, com a pintura original intacta.

Direto da concessionária
A onda dos adesivos anda tão em alta que você já pode sair da loja com seu carro 0 km personalizado. A Fiat entrou nessa desde que lançou o novo Uno, com cinco kits. Segundo Renata Pirangeli, vendedora de acessórios da concessionária Paulitália, de São Paulo, até 40% dos Unos saem com ao menos um adesivo. O preço varia de R$ 56 para um autocolante pequeno até R$ 1.900 o pacote completo. “O público é mesclado entre homens e mulheres, na faixa de 18 aos 35 anos”, conta ela.

Os campões de venda são os temas Tribal, “para os jovens surfistas”, e o Arabesco, entre o público feminino. Uma boa tática da marca foi a instalação de displays nas lojas, onde o consumidor testa os adesivos no carro por meio de ímãs. A Kia também oferece a personalização em algumas concessionárias, como a Acta, de Osasco (SP). Para Soul e Picanto, faixas duplas são as mais pedidas, por R$ 350. Cerato e Sportage podem ganhar o teto na cor preta ou semelhante à fibra de carbono, por cerca de R$ 500. Bandeiras de países no teto também são pedidas, como as utilizadas no Mini Cooper, outro modelo com boas opções de adesivos. Envelopamento de Carros no Brasil já é moda.

Fonte: G1

VW terá subcompacto e Golf mexicano no Brasil

Modelo médio deixará de ser feito no Paraná para dar lugar ao novo hatch pequeno

Quem esperava pela produção do Golf 7 no Paraná, em substituição ao atual Golf 4 (e meio), pode tirar o cavalinho da chuva. Como tem ocorrido com vários projetos de maior valor agregado, o Brasil perdeu a disputa para o México. O consolo é que ele virá de lá com status (e preço) de carro nacional, já que não recolherá os 35% do Imposto de Importação.

A Volkswagen ainda não anunciou a produção do modelo no México, mas o fará em breve, segundo nossas fontes. De lá está chegando o novo Jetta, que usa a mesma plataforma do hatch médio. Outro indicativo de que o próximo Golf será mexicano é que o New Beetle, feito lá até recentemente, muda para os Estados Unidos na próxima geração, na mesma fábrica do novo Passat norte-americano, em Chatanooga. E o Bora está saindo de linha. Logo, a fábrica fica liberada para produzir Golf e Jetta em grande escala.

A saída do Golf do Paraná também ajudará a liberar espaço no Brasil para a produção em altíssimo volume de um subcompacto, de preço inferior ao do Gol, em 2014. O modelo virá para brigar com o Fiat a ser feito em Pernambuco, posicionado abaixo do Uno. E suas linhas serão próximas às do futuro Lupo europeu. Contudo, o acabamento e o conteúdo no Brasil serão inferiores, de forma que seu preço não fique muito acima de R$ 20 mil.

Fonte: Revista AutoEsporte

Flagra do Honda Brio em testes na Tailândia

Hatch será fabricado no Brasil a partir de 2013 para brigar com Gol, Uno e companhia

Eis que aparece pela primeira vez a imagem da versão definitiva do pequeno Honda Brio em testes. O carro foi flagrado na Tailândia, como mostra o site tailandês Pantip. Será o modelo mais em conta japonesa no mercado brasileiro, onde chegará em 2013 fabricado em Sumaré (SP). Entrará num segmento em que a Honda não atua no Brasil, o dos hatches populares, liderado pelo Gol e com Uno sem segundo lugar.

Conhecido pelo código Sub-GSP 2CV, o modelo é feito sobre a mesma plataforma do Fit/City. O uso de componentes em comum é mais do que justificado, já que o Brio é feito para ter preço competitivo e para isso precisa usar itens de baixo custo de fabricação.

Seguindo a filosofia da marca japonesa de fabricar os mesmos modelos em todo o mundo, o carro que será feito no Brasil deverá ser igual ao que começará a ser montado na Tailândia no mês que vem, e logo em seguida da Índia. Entre suas qualidades está o centro de gravidade baixo e o bom espaço interno, suficiente para levar cinco ocupantes.

Fonte: AutoEsporte

Fotos Novo Siena 2011

Nova projeção mostra sedã que chega ao mercado em novembro

Protótipos da nova geração do Fiat Siena rodam nas cercanias da fábrica de Betim (MG). Por enquanto, o modelo usa a carroceria do modelo atual encobrindo a nova plataforma, como denunciam as bitolas mais largas e o painel do novo Uno – a futura linha Palio vai usar uma derivação da base do Uno. Conhecido internamente como projeto 326 3V (três volumes), o novo Siena deverá ser lançado em novembro com opções de motores 1.4 Fire Evo, 1.4 Tetrafuel e 1.6 16V E.torQ. De acordo com o nosso colaborador mineiro Marlos Ney Vidal, o E.torQ também terá opção Tetrafuel a partir de julho de 2012.

De posse de mais algumas informações de quem já viu o carro, refinamos a projeção publicada na edição de junho de 2010 (que revelou também o Palio). Agora você confere como será a lateral definitiva, com um vinco que atravessa a carroceria na altura das maçanetas, dos para-lamas até as lanternas. Como havíamos comentado anteriormente, o Siena terá personalidade própria: dianteira e portas traseiras serão diferentes das do Palio. A frente continua sendo o maior mistério. Segundo Vidal, um informante garante que as linhas lembrarão as do novo Idea (nos faróis e grade) e do Bravo (parte inferior do para-choque).

A traseira continuará a remeter aos modelos da Alfa Romeo, com tampa elevada e lanternas estreitas que invadem as laterais. A diferença é que as lanternas terão formato irregular, sendo mais finas na parte que fica na tampa. Nas laterais, a novidade fica por conta da janelinha na coluna C, que o sedã nuca teve. Além de contribuir para diferenciar o Siena do Palio, o recurso visa melhorias na visibilidade.

Fonte: Revista AutoEsporte

 

 

Novo Palio não terá versão duas portas

Nova geração do hatch da Fiat chega em meados deste ano

O martelo já foi batido na Fiat: não haverá  carroceria duas portas do novo Palio. Essa opção ficará restrita ao Uno, modelo de entrada da marca. Mas isso não significa que não haverá versão “popular”. O motor Fire 1.0 Evo (75 cv) estará disponível, assim como o 1.4 Evo (88cv) e o E.torQ 1.6 16V (117 cv). Além da unidade de Betim (MG), a nova linha Palio será fabricada também em Córdoba, Argentina, com início dos trabalhos em março.

Fonte: Revista Auto Esporte

Flagra Novo Uno duas portas em Belo Horizonte

Carro foi fotografado na Avenida Afonso Pena, na capital mineira.
Nova geração foi lançada em maio, apenas na versão quatro portas.

A nova geração do carro mais popular da marca italiana foi lançada, em maio passado, apenas na versão quatro portas, com preços a partir de R$ 27.350. Segundo a Fiat, a opção duas portas terá preço sugerido a partir de R$ 25.550 e é esperada para o início do ano que vem. A previsão inicial era de que o modelo fosse comercializado a partir de setembro deste ano, no entanto, a Fiat diz que precisará adequar a capacidade de produção devido às vendas da versão quatro portas, que ultrapassam 70 mil unidades, sendo que há 20 mil em espera. A partir deste mês, a fábrica irá aumentar a produção de 12 mil unidades/mês para 15 mil unidades/mês.

Fonte: G1

Fotos Uno Sporting sem camuflagem

Versão esportiva do Uno estará no Salão, com mesmo motor 1.4 do Attractive

O Uno vai se juntar aos esportivos da fechada da linha Sporting no Salão do Automóvel, quando será apresentado o modelo que você vê agora, antecipado pelo blog Novidades Automotivas.

Como pode ser observado nas imagens, que foram obtidas de registros no INPI, as modificações externas do Uno não chegam a ser novidade, uma vez que já são oferecidas como acessório. Temos faróis de máscara negra, spoilers dianteiro e traseiro, saias laterais e rodas aro 15 – essas, pelo menos, com desenho inédito.

Por dentro, haverá detalhes em vermelho, tecido exclusivo nos bancos e aplique alusivo à versão no painel. O motor será o mesmo 1.4 Fire Evo usado na versão Attractive, com 88 cv e 12,5 kgfm de torque, mas a suspensão receberá calibragem específica, certamente mais firme. Os pneus serão 185/60 R15.

Vale registrar também que o Uno Sporting estará disponível nas carrocerias de quatro e duas portas, esta última com lançamento previsto para novembro.

Fonte: Revista AutoEsporte

Uno e Gol: eles quebram os postos

Reunimos as duas gerações dos veículos flex mais econômicos do Brasil para um desafio de centenas de quilômetros e poucos litros de combustível

No que dependesse dos quatro carros desta reportagem, vender combustível não seria um bom negócio. Afinal, esse quarteto tem pouca sede. Para descobrir qual é o carro mais econômico do Brasil (com gasolina e com etanol), levamos para um longo passeio as duas gerações do Fiat Uno e as duas do VW Gol – todos com motor 1.0 flex. O quarteto saiu de São Paulo, foi até o Paraná e depois voltou ao ponto de partida. No total, foram 870 quilômetros.

Por que eles? A seleção desse quadrangular final reuniu os dois vencedores do teste realizado em dezembro de 2008, além de dois novos desafiantes. Na primeira edição de nosso roteiro da economia, 11 carros participaram, e dois voltaram para São Paulo como destaques, exatamente o Mille e o novo Gol 1.0. O modelo da Fiat foi o mais econômico com etanol, seguido do Volkswagen. Com gasolina, eles empataram em terceiro lugar, mas no balanço entre combustível fóssil e renovável eles se sobressaíram. O Kia Picanto foi o campeão com gasolina, mas não aceita etanol.

De lá para cá, no entanto, algumas coisas mudaram. A Volkswagen apresentou um “novo velho Gol”. E a Fiat lançou um novo Uno. Explicando: na família Gol, o modelo novo (G5) é que era a referência em baixo consumo. Mas a empresa alemã lançou a versão Ecomotion do veterano Gol G4. No caso do Uno, o novo modelo recebeu motor com alterações (o que justifica o sobrenome “Evo”). Assim, só o quadrangular resolveria a questão.

A metodologia foi a mesma do primeiro teste. A viagem de ida foi feita com etanol. Depois que o tanque secasse, seria reabastecido com gasolina. Assim, após o bate-e-volta teríamos a média de consumo com os dois combustíveis. O trabalho começou na véspera. Na noite anterior, nosso auxiliar de testes, Alexandre Silvestre, o Careca, abasteceu os quatro veículos com etanol, calibrou os pneus e conferiu o nível dos líquidos (água de radiador, limpador e óleo do motor). Depois, colocou os carros para dormir, porque o dia seria puxado.

Saímos da Editora Globo às 6 horas da manhã. Para começar, escolhi o Gol Ecomotion – garantia para não dormir ao volante (torto). Isso porque no Gol G4 o som do motor invade a cabine sem cerimônia. O volante (sem opção de regulagem) é levemente torto, e o câmbio está longe de oferecer os melhores engates. Mas eu sabia que estava ao volante de um forte candidato ao título de mais econômico. A gente já havia feito o teste de pista com ele, e, além de andar muito (acelerou de 0 a 100 km/h em 13 segundos!), ele havia gasto pouco combustível. Faltava a comprovação.

Antes de encarar a longa reta da rodovia Castelo Branco rumo ao interior, vale um esclarecimento sobre o Gol Ecomotion: esqueça qualquer ligação com o Polo BlueMotion. Para ser mais econômico, o Polo recebeu tecnologia na direção (eletro-hidráulica) e no ar-condicionado (digital). Além disso, as marchas foram alongadas e a carroceria passou por alterações aerodinâmicas (grade mais fechada na frente, spoiler e aerofólio na traseira). Os pneus são especiais. No Gol, a receita foi o inverso: a completa exclusão da tecnologia e do conforto. Disponível apenas com duas portas, tem direção mecânica e o ar… bom, o ar é o que vem das janelas (esses equipamentos estão na lista de opcionais).

A maior novidade fica por conta do econômetro digital no painel, mas não se empolgue muito: ele é bem pequeno, e de visualização ruim. Os pneus Bridgestone B250 165/70 R13 (também empregados no Uno e no Mille) são de baixa resistência à rodagem, mas no VW eles recebem calibração bem mais alta, para diminuir ainda mais o atrito com o solo. Para se ter uma ideia, a pressão na dianteira foi de 27 para 39 libras! Como resultado, a direção fica bem leve, mesmo sem assistência hidráulica. E o bolso fica bem vazio: mesmo não oferecendo nada em termos de conforto, o Gol Ecomotion custa R$ 27.530. Dá para levar o novo Uno de quatro portas – meu segundo carro na rota da economia.

Fonte: AutoEsporte