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O T-Roc é um SUV cupê derivado do Golf. O veículo é comercializado apenas na Europa

O Volkswagen T-Roc, que é um SUV cupê derivado do Golf, ganhou uma nova configuração: Cabriolet.

Isso mesmo, embora seja considerado um SUV, o veículo não perde seus traços esportivos e agora a Volkswagen deu a versão conversível ao modelo, assim como a Land Rover fez com o Evoque.

Para o chefe de projeto do veículo, Klaus Bischoff, “o T-Roc Cabriolet leva no design a experiência de liberdade na condução. Redefinimos a CUV como um produto de estilo de vida emotivo que combina poder e estilo de uma maneira única”, disse.

Pouco conhecido do público brasileiro, o T-Roc é vendido apenas na Europa. O SUV cupê já emplacou cerca de 360 mil unidades desde seu lançamento.

A nova versão é produzida sobre a plataforma do Tiguan. São 4.268 mm de comprimento e uma distância entre eixos de 2.630 mm. São 1.811 mm de largura e 1.522 mm de altura

Embora tenha um design que mistura um SUV com um cupê esportivo, o T-Roc acabou abandonando o lado “família” dos SUVs ao sair de fábrica com um porta-malas de 284 L, sendo menor que o do Golf 1.4 TSi Highline: 313 L. O Tiguan Allspace 1.4 tem um porta-malas de 710 L.

O veículo será disponibilizado em duas versões. A versão mais simples é equipada com motor a gasolina 1.0 turbo de 115 cv e 20,39 mkgf, com câmbio de manual de seis marchas.

Enquanto isso, a outra vem com motor a gasolina 1.5 turbo de 150 cv e 25,49 mkgf, com câmbio automatizado de dupla embreagem e sete velocidades.

Capota, segurança e acessórios

Assim como o Golf e o Beetle Cabriolet, o T-Roc tem capota almofadada correndo em trilhos. A estrutura pode ser acionada enquanto o veículo está em movimento, desde que não ultrapasse os 30 km/h. Após o acionamento, demora nove segundos para concluir a ação, segundo a empresa.

Para a segurança dos usuários, o T-Roc vem equipado com uma proteção contra capotamento que fica atrás dos bancos traseiros.

O sistema é acionado caso o veículo apresente uma velocidade lateral fora do normal, indicando que haverá capotamento. Quando isso acontece, a proteção salta ficando acima da cabeça dos usuários e espera o impacto.

O cabriolet ainda promete ficar o tempo todo conectado. O SUV terá uma nova central de entretenimento disponível com acesso à internet.

Tudo isso ficará disponível em uma tela de até oito polegadas. O T-Roc conversível manteve o painel digital já oferecido como opcional do Golf GTI nacional.

O comprador terá disponível, além da linha convencional, a esportiva: R-Line. Poderá ainda escolher entre rodas de 17? (padrão) ou 19? e as cores do interior, feito em couro.

Nova geração já está em testes no Brasil e chega ainda em 2018; modelo anterior permanecerá à venda

A Hyundai apresentou a terceira geração do Santa Fe na Coreia do Sul, onde o SUV começa a ser vendido nas próximas semanas. Mas não precisa ficar ansioso, pois o modelo está em testes no Brasil desde antes de sua apresentação oficial.

Tem até um toque de Brasil na estratégia de lançamento na Coreia. Por aqui, onde você pode encontrar as três gerações do Tucson (Tucson, Ix35, New Tucson) nas lojas, os sul-coreanos poderão optar entre a segunda e a terceira geração do Santa Fe.

Para não confundir as coisas, a nova geração será chamada apenas de Santa Fe. A geração passada, por sua vez, será vendida como Santa Fe XL – tanto na versão de cinco como na de sete lugares. E olha que a Hyundai já confirmou a versão de sete lugares da nova geração.

Em compensação, não é difícil reconhecer a terceira geração do SUV médio. O Santa Fe é o mais novo carro com faróis divididos em duas partes – como a Fiat Toro e o Citroën C4 Picasso. Segue à risca a tendência iniciada na marca pelo compacto Kona.

O resultado no Santa Fe é mais feliz. A parte superior dos faróis está integrada à barra cromada da grade, enquanto a parte inferior é grande o suficiente para chamar atenção, mas não está perdida na frente do carro.

De perfil, o SUV exibe formas mais marcantes, com direito a vinco que começa nos faróis e termina nas lanternas. O caimento do teto está menos acentuado, deixando a traseira mais elevada, o que será bastante útil na futura versão de sete lugares.

Vale destacar que o Santa Fe está 8 cm mais longo, com total de 4,77 m de comprimento, e tem entre-eixos 6 cm mais longo, com 2,76 m no total. Na largura, cresceu 1 cm, para 1,89 m.

A evolução na traseira é nítida, mas remete aos Infiniti com suas lanternas estreitas que avançam na direção dos para-lamas. O para-choque está mais volumoso e recebeu as luzes de seta traseiras.

Além de painel completamente novo, com tela destacada na parte superior (como manda a moda), o Santa Fe ganhou quadro de instrumentos com parte central digital e capaz de projetar suas informações no para-brisas por meio do head-up display.

Há ainda frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e piloto automático adaptativo.

Serão três as opções de motores disponíveis na Coreia do Sul: o 2.0 turbo com injeção direta de 235 cv e 36 mkgf de torque, o 2.0 turbodiesel de 186 cv e 41 mkgf de torque e o 2.2 turbodiesel de 202 cv e 45 mkgf.

O câmbio é sempre automático de oito marchas, mas a tração integral será opcional por lá.