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Sedã chega ao Brasil no fim do ano com novo design e cabine com design mais detalhado

O novo Chevrolet Prisma só chega ao Brasil no terceiro trimestre, por volta de setembro — mas já podemos dar uma olhada no interior do veículo. Pelo que as fotos divulgadas pelo site Bit Auto deixam ver, a imagem apela para superfícies de acabamento diferentes e uma faixa emborrachada no painel, mais ou menos como é a atual geração do compacto, que permanece em linha com a chegada do novo.

Não custa lembrar que o novo Prisma  e família são desenvolvidos em conjunto com a chinesa SAIC, daí o fato de quase todas as novidades da gama surgirem por lá antes. Todos são baseados na nova arquitetura GEM (Global Emerging Markets), criada especialmente para mercados emergentes como Brasil e China. Foi um investimento bilionário, segundo a General Motors, o total chega a US$ 3,4 bilhões (cerca de R$ 13 bilhões).

Claro que as imagens são do mercado chinês e, tal como o estilo externo, a parte interna pode sofrer retoques diferentes para o Brasil. Nada que vá revolucionar o que você vê nas fotos.

O acabamento não parece fugir muito da realidade de custo-benefício dos compactos emergentes. Há uma faixa emborrachada que percorre toda a extensão do painel. Ter uma porção sensível ao toque sem ter que investir em material emborrachado por toda a parte é algo normal entre os pequenos, até o Onix e Prisma nacional apelam para isso.

Enxertos do mesmo estilo ficam acima dos puxadores de porta, outra forma de deixar tudo o que o motorista e carona tocam um pouco menos duro. Uma boa notícia são os puxadores de porta. Eles já haviam sido redesenhados no facelift para ficarem mais avançados, mas os novos parecem ser melhores de pega.

Por sua vez, tanto o volante quanto os bancos são revestidos de couro na configuração divulgada pelo Bit Auto. Um ponto que desanima são os botões para trocas de marcha. Eles parecem continuar na manopla de câmbio, uma solução nada intuitiva e que deixa o recurso de lado. Bem que gostaríamos de borboletas no volante.

Embora o segmento traga modelos com painel interamente digital, exemplo do Volkswagen Virtus, o novo Prisma fotografado não chegou a tanto. O painel tem dois mostradores analógicos em copos convencionais e uma tela LCD de 3,5 polegadas (em preto e branco) ao centro.  Apenas uma moldura metalizada dá uma graça.

É um ponto que o brasileiro deve ser mais vistoso, afinal, por aqui os sedãs compactos crescidos estão tomando o lugar dos médios. O novo Prisma tem 2,60 metros e porte parecido com o do atual Cobalt. Nada mais natural do que ele investir mais no acabamento no Brasil.

A central multimídia em posição de destaque continua a ser o maior chamariz. O MyLink é fator decisivo de compras na linha brasileira do Onix e Prisma (entre outros Chevrolet). Os gráficos indicam uma nova geração do sistema, atualmente na sua terceira.

O carro tem grandes chances de inovar novamente no segmento graças ao sistema de conectividade 4G com rede wi-fi, que estreia nesse ano no Cruze e Cruze Sport6 reestilizados.

New Jetta tem base de Golf e painel de Polo

Ano novo, tudo novo. Pelo menos para o Volkswagen Jetta, que trocou tudo na nova geração. Do estilo insosso até a plataforma, que agora é compartilhada com o Golf. Para não dizer que o novo sedã aproveitou nada de seu antecessor, o motor 1.4 TSI de 150 cv e 18,7 kgfm foi mantido, mas há novidades também no conjunto de transmissões. Mas o principal é que para dar um bom salto em refinamento e tecnologia, o Jetta pegou elementos emprestado da Audi. Toda essa renovação está sendo apresentada  no Salão de Detroit (EUA), que abre suas portas hoje (15) para a imprensa especializada. Confira o que esperar do Jetta 2019, já confirmado para o Brasil.

Design

Para abandonar a reputação de sedã sem graça, especialmente no mercado norte-americano, a Volkswagen apostou forte em uma carro de linhas mais esportivas e dianteira robusta. Dá para ver de longe a nova grade cromada, cheia de vincos e integrada aos faróis. As luzes diurnas de led formam uma assinatura semelhante a presente no novo SUV T-Roc.

A traseira também ficou mais curtinha, bem ao estilo fastback, adotado por todos os novos sedãs que querem acentuar o apelo esportivo. Quem desenhou as lanternas do novo Jetta bebeu da mesma fonte que o designer do nosso Virtus: as linhas do Audi A4. Esses três sedãs de categorias diferentes têm praticamente a mesma peça.

Arquitetura

Como a maioria dos carros médios da Volkswagen, o novo Jetta agora é construído sobre a plataforma MQB, a mesma do Golf. Essa mudança permitiu ao sedã não apenas ter um espaço maior na cabine e crescer em outras dimensões, como também se tornar estruturalmente mais seguro. O entre-eixos agora mede 2,68 metros (antes era 2,65 m).

Novo câmbio automático

O motor 1.4 TSI de 150 cv e 18,7 kgfm foi mantido, mas, pela primeira vez no sedã, ele é combinado com câmbio automático de oito marchas – que por si já dá uma bela atualizada no conjunto. Mas isso não excluiu a opção da transmissão manual de seis marchas, que continuará a ser oferecido para o mercado norte-americano.

Mais recheio tecnológico

Mas os pacotes de tecnologias de conforto e assistência ao motorista deram um tremendo salto. Para começar, o sedã pode ser equipado com o cockpit digital, que no Brasil chegou a bordo do novo Polo. Esse painel de instrumentos digital e colorido pode ser personalizado de várias maneiras pelo motorista e ainda faz uma bela dobradinha com a central multimídia.

O carro ainda conta com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos com aquecimento e ventilação, sistema de som BeatsAudio de 400 watts.

No terreno dos sistemas de assistência ao motorista, aviso de colisão dianteira, assistente de frenagem de emergência autônoma (assistência frontal), assistente de ponto cego com alerta de trânsito traseiro, alerta de mudanças de faixa e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).

Vem para o Brasil?

Sim. O novo Jetta será importado do México entre o fim deste ano e começo de 2019. Mesmo que o sedã não venda tanto quanto os concorrente Honda Civic e Toyota Corolla, a Volkswagen não pode abrir mão de ter um produto interessante em um segmento tão importante.

Versão alongada do Argo chega às lojas perto do lançamento de seu principal rival: Volkswagen Virtus; confira o que esperar

A Fiat segue na luta para tentar atualizar a linha de carros que oferece atualmente aos seus clientes. Defasada, recebeu nos últimos tempos apenas Toro e Argo que representam alguma real novidade em termos de tecnologia e visual. Mas, até fevereiro, a montadora vai concluir seu terceiro movimento nesse jogo: lançará no mercado brasileiro o Cronos, a versão sedã do Argo.

Apesar de o modelo ter sido batizado em referência ao deus do tempo na mitologia grega, parece que ele não foi muito fiel às suas origens. Isso porque as primeiras imagens do modelo surgiram na internet horas antes do previsto pela própria montadora e você as confere nesta página.

A data de lançamento não é por acaso e coincidirá com a chegada às lojas de seu principal rival: o recém-apresentado Volkswagen Virtus. Preços ainda são mistério, mas apostamos que a versão básica ficará na casa dos R$ 55 mil, enquanto a topo de linha vai beirar os R$ 70 mil. Confira o que esperar em termos de espaço interno, motorização e, claro, o visual.

As imagens que ilustram esta nota são as primeiras a serem divulgadas oficialmente pela Fiat sem qualquer tipo de artíficio para esconder as linhas do sedã. Apesar da grande semelhança com o Argo, fica claro que a montadora fez alguns retrabalhos para diferenciar o visual dos dois modelos. É o caso, por exemplo, do para-choque dianteiro inédito, que abre mão das entradas de ar laterais e dos faróis de neblina centralizados do hatch.

Já a grade dianteira mistura frisos cromados com peças em preto brilhante, numa clara tentativa de dar um ar ligeiramente mais refinado ao sedã. É um contraponto aos detalhes coloridos que a versão mais esportiva do Argo tem exatamente para reforçar o aspecto de carro jovem. Já na traseira, as lanternas de LED são mais angulosas, enquanto as luzes de neblina têm desenho mais discreto.

Tamanho

O sedã terá entre-eixos na casa dos 2,60 m, ou 8 centímetros a mais do que o irmão menor. Por conta disso, o perfil do carro é diferente a partir da coluna central, já que as portas traseiras tiveram que ser redesenhadas. O porta-malas promete ultrapassar os 500 litros de capacidade total de carga.

A Fiat afirma que o Cronos é baseado na nova plataforma MP-S, modular platform sedan, variante concebida para o modelo. O três volumes foi projetado ao mesmo tempo que o hatch, então a solução para o porta-malas destacado ficou muito bem integrada ao desenho.

Motorização

Ser maior também tornará o Cronos mais pesado, por isso o motor 1.0 aspirado foi descartado. A versão de entrada Drive deve pesar cerca de 1.200 kg, então será equipada com motor 1.3 de 109 cv e 14,2 kgfm com câmbio manual ou automatizado GSR, sempre com cinco marchas

Já a configuração Precision será a mais cara e terá motor 1.8 E.torQ VIS de 139 cv e 19,3 kgfm a 3.750 rpm. O câmbio poderá ser manual de cinco marchas ou automático de seis. Nada de configuração HGT, disponível no Argo.

A Fiat afirma que o lançamento está previsto para o primeiro trimestre e que o Cronos disputará o segundo maior segmento de carros do Brasil, o de sedãs compactos, que deverá absorver em 2017 330 mil carros no Brasil e quase 100 mil na Argentina.

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Mais equipado do que o modelo atual, o sedã ganhou visual inspirado nos modelos da Genesis, mas a motorização ainda é um mistério

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Hoje (27), a Hyundai revelou a nova geração do Azera, que ganhou desenho inspirado nos modelos da Genesis, divisão de luxo da marca – o destaque fica por conta da grade dianteira em formato “cascata”. A partir do próximo mês, terá início a comercialização na Coreia do Sul (onde é chamado de Grandeur), mas a motorização do sedã ainda é um mistério.

  • AVALIAÇÃO: HYUNDAI AZERA 3.0 V6

Fora, é possível ver alguns detalhes que acompanham o modelo desde a primeira encarnação vendida por aqui, como as lanternas traseiras unificadas por uma régua e os para-lamas traseiros ressaltados – as dimensões da carroceria não foram divulgadas pelo fabricante. O caimento suave do teto na parte traseira também se manteve, a exemplo do modelo atual.

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A cabine seguiu a tendência “europeizada” dos últimos lançamentos da Hyundai, como o i30. A lista de itens não foi revelada, mas as fotos indicam que a novidade trará controle de velocidade adaptativo com assistente de permanência na faixa, central multimídia com Apple CarPlay, sistema de som da JBL e bancos dianteiros elétricos com aquecimento e ventilação.

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Nova geração do sedã chega às lojas em agosto

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A Honda colocou hoje (11) no ar um site de lançamento para o novo Honda Civic. O sedã chega às lojas brasileiras em 25 de agosto, segundo já apuramos com concessionários. O evento de apresentação do carro para a imprensa está marcado para o dia 20 do mesmo mês. O site oferece um espaço para cadastro de dados, como email e telefone, para receber futuras informações sobre o lançamento.

A décima geração do Civic chega com um visual mais arrojado, repleta de tecnologia e um novo conjunto mecânico, com direito a motor turbo e câmbio CVT. Ela promete dar trabalho ao líder do segmento de sedãs médiosToyota Corolla e ao recém-lançado novoChevrolet Cruze.

Construído sobre uma nova plataforma, o novo Civic ficou maior e mais robusto. Ele é 5 centímetros mais largo e 2,5 cm mais baixo que a geração atual. O entre eixos também aumentou em 3 centímetros, o que garantiu mais espaço para os ocupantes. Agora, o sedã oferece cinco centímetros a mais para os joelhos dos passageiros traseiros. O porta-malas também cresceu e agora comporta 427 litros.

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Na nova geração, o Civic dará adeus ao motor 1.8, que equipa a atual versão de entrada do sedã. O quatro cilindros 2.0, no entanto, permanece na gama, provavelmente atualizado para equilibrar melhor o consumo, mas com os mesmos 155 cv de potência. No entanto, a grande novidade em termos de motorização é o novo 1.5 turbinado. Além do turbocompressor e da injeção direta, no Brasil ele terá tecnologia bicombustível. O rendimento fica próximo ao do motor a gasolina, que entrega 176 cv de potência e 22,4 kgmf de torque, disponíveis a partir de 1.800 rpm. Já o atual câmbio automático de seis marchas será substituído por uma caixa CVT, para garantir melhor consumo de combustível, que hoje deixa a desejar.

Hatch e sedã se alinham a nova identidade visual da fabricante

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Feito para se integrar ao time dos chamados compactos premium, o Sonic esteve presente como hatch e sedã no Brasil entre 2012 e 2014 – apenas dois anos de mercado. Concorrente do New FIesta, suas vendas não decolaram – e ainda seriam prejudicadas por fogo amigo com o sucesso do Onix. Nos EUA, no entanto, ele permanece na ativa, e acaba de ganhar um facelift para a linha 2017, com novo visual e central multimídia compatível com CarPlay e Android Auto.

Por fora, a linha 2017 do Sonic hatch e sedã adota a atual identidade visual da Chevrolet, que estreou na nova geração do Cruze. As mudanças incluem novo capô, faróis com assinatura em LED (que trazem lente, ao contrário da anterior), grade mais elevada, para-choque frontal com abertura de ar remodelada e traseira com lanternas de visual menos “tunado” que a versão hatch do modelo anterior. O para-choque traseiro adota uma inserção de plástico preto na parte inferior e traz linhas mais retilíneas. As rodas podem ser de 15, 16 ou 17 polegadas.

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Embora não tenha liberado as imagens, a marca diz que o modelo adotou interior com um novo painel de instrumentos com velocímetro analógico, levando a crer que o modelo abandonou o painel inspirado em motos – com visual amado por uns e odiado por outros. A maior novidade mesmo é a nova central multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, que agora possui compatibilidade com Apple CarPaly e Android Auto, além de possuir tecnologia 4G LTE, que transforma o carro numa espécie de “roteador” ao dispor de internet sem fio. Com isso, os ocupantes podem conectar seus smartphones e tablets ao carro.

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Entre os equipamentos, destaque para os bancos e volantes com aquecimento, sistema keyless para abertura das portas e partida do veículo. Já a versão RS, de proposta mais esportiva, traz acabamento em black piano, tapete com emblemas da versão e aplique “RS” no volante. O pacote de segurança é formado por sistema de alerta de colisão frontal, controle de estabilidade e tração, sistema park assist, câmera de ré e até 10 airbags.

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Entre os equipamentos, destaque para os bancos e volantes com aquecimento, sistema keyless para abertura das portas e partida do veículo. Já a versão RS, de proposta mais esportiva, traz acabamento em black piano, tapete com emblemas da versão e aplique “RS” no volante. O pacote de segurança é formado por sistema de alerta de colisão frontal, controle de estabilidade e tração, sistema park assist, câmera de ré e até 10 airbags.

HONDA CITY CHEGA À LINHA 2016 MAIS EQUIPADO E NOVA CENTRAL MULTMIDIA COM NAVEGADOR GPS

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A Honda apresentou a linha 2016 do City, que chega às lojas da marca no próximo mês de fevereiro. Sem qualquer alteração visual, o sedã ficou mais equipado em todas as versões, com destaque para os seis airbags da versão topo de linha EXL. Os preços do modelo ainda não foram divulgados.

Desde a versão mais básica, DX, o City adota chave canivete, para-brisa degradê, ajuste de profundidade da coluna de direção, painel de instrumentos e visor do rádio com iluminação branca e retrovisores na cor da carroceria. Em seguida, a LX ganha comandos de áudio no volante e maçanetas internas cromadas.

As principais novidades, no entanto, estão para as configurações mais caras do sedã. O City EX passa a ter volante revestido em couro e apoio de braço dianteiro com porta-objetos. Já a topo de linha EXL ganha airbags de cortina, totalizando seis bolsas de proteção além das quatro laterais e frontais, e uma nova central multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque com conexões Bluetooth, Wi-Fi, USB, auxiliar e micro SD. O novo sistema reproduz ainda a imagem da câmera de ré e, enfim, adiciona navegador GPS (inexistente na linha 2015).

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No mais, todas as versões são equipadas com acionamento elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos, ar-condicionado (manual para DX e LX e digital touchscreen para EX e EXL), direção elétrica e ancoragem ISOFIX e LATCH para cadeirinhas infantis. O modelo permanece com o mesmo conjunto mecânico. O motor é o 1.5 i-VTEC FlexOne de até 116 cv de potência e 15,3 mkgf de torque, enquanto a transmissão é manual de cinco marchas para a versão DX e automática CVT para as demais – apenas a EX e a EXL têm aletas atrás do volante para trocas manuais.

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Sedã hyundai elantra 2016 ganha mais itens de série, incluindo tela integrada com celulares Android

foto-imagem-hyundai-elantraO Hyundai Elantra chega a linha 2016 no Brasil com algumas atualizações eu seu pacote de itens de série. A principal novidade vai fazer a alegria dos donos de celulares com sistema Android: a nova central multimídia do Elantra tem integração com sistema operacional do Google, e permite utilizar os aplicativos do celular diretamente na tela. O sedã ainda passa a contar com painel de led e Wi-Fi a bordo.

Vendido em versão única, o preço do sedã é de R$ 79.990. As primeiras unidades do Elantra sedão vendidas com cores especiais. Serão 130 carros na cor Cinza Metálico e 40 na cor Vermelho Pérola. Pensando bem, nem tão especiais assim.

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Em dirigibilidade, quem investir quase R$ 80 mil terá a disponsição o sistema de direção elétrica Flex Steer, que oferece três modos de direção: Normal, Comfort e Sport. Em praticidade, os retrovisores agora têm rebatimento elétrico.

Da versão anterior, o Elantra mantém os seis airbags, controle de tração e estabilidade, ar-condicionado duas zonas, freios a disco nas quatro rodas, ABS com assistência de frenagem, controle eletrônico de velocidade e bancos de couro.

O motor do sedã é um 2.0 Flex de 178 cv de potência e 21,5 kgfm, quando abastecido com etanol. O câmbio é automático de seis velocidades.

Nova geração

Mas se você quer saber do Novo Elantra de verdade, pode puxar uma cadeira para esperar. Por enquanto, a Hyundai tem revelado apenas teasers do sedã, que deverá ser lançado oficialmente no próximo mês. Nenhum detalhe técnico do carro foi confirmado até agora, mas o modelo deve perder um pouco da tradicionalidade visual e ganhar ares de cupê.

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HONDA REVELA O NOVO HANDA CIVIC 2016

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O Salão de Nova York foi o palco escolhido pelaHonda para revelar o visual da próxima geração do Civic. Apresentado ainda sob a forma de carro conceito, a décima geração do sedã tenta resgatar o DNA esportivo da marca perdido nas últimas gerações do Civic. Basta olhar para a dianteira agressiva, os parachoques robustos, a carroceria cheia de vincos e o spoiler traseiro para perceber que o modelo de fato voltou às origens.

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Segundo a montadora, além do visual arrojado, o carro terá uma dinâmica ainda mais afiada. Ele será construído sobre uma nova plataforma global e estreará o novo motor 1.5 VTEC, com turbo e injeção direta desenvolvido pela marca. O quatro cilindros será oferecido em conjunto com o câmbio manual de seis marchas ou a caixa CVT, de relações continuamente variáveis. Com isso, a Honda espera melhorar as médias de consumo e emissões do carro, sem abrir mão do desempenho e da esportividade.

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É a primeira vez que o desenvolvimento global do sedã e do coupé são liderados pelo time de engenharia e design da Honda dos Estados Unidos, alocados em Los Angeles e Ohio, respectivamente. O novo Civic deve chegar ao mercado norte-americano no segundo semestre deste ano, com uma linha composta pelo sedã, coupé, hatchback e pelas versões esportivas Si e Type R. No Brasil, a novidade deve chegar um pouco depois, quase na metade do ano que vem.

Por aqui, o motor 1.5 a gasolina será convertido em flex para equipar as versões mais caras do modelo. Esse motor pode gerar até 204 cv, mas a Honda usará um ajuste mais brando. O câmbio CVT também será adotado, inclusive para casar com o motor 1.8, nas configurações de entrada da linha. A dupla acaba de estrear sob o capô do HR-V, tendo um rendimento de 139 cv com etanol e 140 cv com gasolina.

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Aceleramos a versão topo de linha do sedã médio, de R$ 96.900, para conferir se vale levá-lo mesmo com a reestilização prestes a chegar ao país

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Quando chegou ao mercado nacional, no segundo semestre de 2013, a atual geração do Ford Focus Sedan topo de linha custava R$ 89.990. Hoje, o mesmo modelo é tabelado em R$ 96.900. Em maio, a reestilização (já) será apresentada e deixará o design sedã médio finalmente alinhado com o portfólio global da montadora. Após o reajuste de 7,2 % no preço e com o novo visual batendo à porta, será que o Focus vale a compra hoje? Confira em nossa avaliação da versão Titanium Plus 2.0 PowerShift.

Impressões gerais

Ao volante, o Focus se garante como um dos sedãs médios com melhor desempenho na categoria, mas preza mais o conforto do que a diversão. Na pista de testes, ele foi de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos, melhor do que os rivaisToyota Corolla (10,4 s) e Honda Civic (9,9 s). Nesse aspecto, o Volkswagen Jetta Highline ainda leva a briga, com 7 segundos no currículo. Apesar da boa cifra, o Focus peca por dispensar as aletas atrás do volante – segundo da marca, uma imposição da matriz. Há opção de trocas sequenciais por um botão na alavanca do câmbio, mas não é o suficiente para aproveitar os 178 cv que o modelo tem a oferecer, disponíveis a 6.500 rpm. Hoje até alguns veículos de entrada, como o novo Fiat Uno, oferecem esse tipo de dispositivo.

Parece até que a Ford tentou compensar a falta de aletas com o acerto da suspensão independente. Somada à estrutura feita de aço alta resistência, ela é garantia de boa estabilidade. Vale lembrar que o controle de tração e estabilidade são de série no veículo e, segundo a montadora, o pacote será melhorado na reestilização, tornando-se capaz de prever uma derrapagem por meio de sensores.

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Apesar de a suspensão ser um pouco durinha demais para enfrentar a buraqueira, o Focus ainda entrega muita comodidade graças à direção elétrica, que facilita manobras em baixas velocidades, mas enrijece conforme a aceleração aumenta. Com 1.414 kg, o Focus Sedan é mais pesado, por exemplo, do que o Civic, que tem 1.298 kg. Mas é importante ressaltar que o Ford tem mais 28 cv para puxar esses 116 kg de diferença. Falando em peso, o motor 2.0 do modelo tem 22,5 kgfm de torque, o que o faz um carro espertinho, embora as trocas do bom câmbio Powershift de seis velocidades possam ser sentidas.

Custo-benefício

Mercado
Seguro: 4,2%
Cesta de peças: R$ 4.793
Revisões até 30 mil km: R$ 1.128
Garantia: 3 anos
Desvalorização: 8,3% ao ano

Nessa versão, que é a topo de linha, o Focus Sedan esbanja itens de segurança. Há seis airbags, controle de tração e estabilidade, assistente de frenagem, assistente de partida em rampa, fixação Isofix para cadeirinhas infantis, freios ABS com EBD, assistente de emergência, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

Os equipamentos de comodidade também não são poucos. Entre eles, há ar-condicionado digital duas zonas, saídas de ar traseiras, ajuste elétrico para o banco do motorista com seis opções de memorização, volante multifuncional, teto solar, acendimento automático dos faróis, sistema multimídia com tela touchscreen de 8 polegadas e GPS, câmera de ré, piloto automático, sensor de chuva e park assist, que estaciona o carro sozinho (recurso fácil de operar). Todos os apetrechos fazem com que o excesso de comandos na cabine o deixem pouco intuitivo no primeiro contato.

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Em termos de consumo, o três volumes deixa a desejar. Na cidade, cumpriu 6,8 km/l, e na estrada, 11,8 km/l. A média ainda é melhor que a do Civic 2.0, que faz 5,9/ 11,9 km/l nos circuitos urbanos e rodoviários, respectivamente. No espaço, o Focus também não é dos melhores. Com 436 litros (aferidos por AE), seu porta-malas é menor do que os do C4 Lounge e do Corolla. Além disso, a traseira caída deixa quem vai nos bancos de trás um pouco apertado.

Vale a compra?

O novo Focus, que chega ao mercado em meados deste ano, promete inovações interessantes, como o novo Sync e controle eletrônico de estabilidade capaz de prever derrapagens. Por isso, quem puder deve esperar por essa compra. Embora a desvalorização possa aumentar com a renovação do modelo, o Focus Sedan atual vale a compra. O design, tecnologia e segurança embarcados não são o suficiente para deixá-lo defasado. Além disso seus números de manutenção são bons, à parte da cesta de peças salgada.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, comando duplo, flex
Cilindrada: 1.999 cm³
Potência: 170/178 cv a 6.500 rpm
Torque: 21,7/22,5 kgfm a 4.500 rpm
Transmissão/tração: Automatizada de seis marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson na dianteira e independente Multilink na traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira na traseira
Pneus: 215/50 R17
Dimensões: Comprimento 4,534 m; Largura 1,823 m; Altura 1,484 m; Entre-eixos 2,648 m
Capacidades: Tanque 55 l
Peso: 1.414 kg
Porta-malas: 436 litros (aferido por Autoesporte)