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Basta estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para que a marca faça serviços que vão da revisão até a hidratação do couro

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A Audi quer deixar a sua vida mais fácil. A montadora começou a oferecer este mês um serviço apelidado de Airport Service, que cuida do seu carro enquanto você viaja. Os benefícios vão desde não ter problemas com bateria arriada no final da viagem a reencontrar seu Audi limpo e com revisão em dia.

Para adquirir o mimo, basta agendá-lo pelo telefone 0800 077 7000. Depois, é só estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para seu Audi receber serviços de manutenção e limpeza, como revisão, polimento e cristalização, hidratação de couro e lavagem ecológica a seco. O preço da revisão é o mesmo cobrado pela concessionária.

O pacote já é oferecido em outros aeroportos pelo mundo, como o de Munique, na Alemanha. Por lá, a área fica aberta 24h por dia, o que facilita caso a sua volta aconteça pela madrugada.

As principais dúvidas sobre lubrificantes automotivos

foto-imagem-lubrificantes-automotivosAs dúvidas sobre lubrificantes automotivos são bem comuns, normalmente deixamos tudo na mão do mecânico e está resolvido. Mas você já parou para pensar que pode não ser tão complicado? Você sabe a diferença entre óleo mineral e sintético? O que faz a diferença na hora de escolher o óleo? Listamos essas e outras das principais dúvidas sobre o assunto, para Otávio Campos, Supervisor Técnico da Shell Lubrificantes responder para você.

Confira: Vale a pena trocar o lubrificante durante sua vida útil?
Otávio Campos – De maneira geral, não. A maior parte dos fabricantes já especificam diferentes intervalos de troca em função da severidade das situações de uso. Esses períodos são determinados após muitos estudos.  Há exceção quando, por exemplo, ocorre vazamento de óleo ou alguma outra anormalidade no motor.

Qual o lubrificante ideal para motores muito rodados?
Veículos com muitos quilômetros rodados tendem a ter um desgaste muito maior no motor, o que causa folgas (espaços entre os componentes). No entanto, isso não está relacionado necessariamente à idade do veículo. O histórico de manutenção faz toda a diferença. Mas claro, existem os lubrificantes recomendados para veículos que apresentem ruídos, por exemplo, que pode ser um sinal desse desgaste. Nesse caso o lubrificante deve ser mais espesso, de maior viscosidade, pra que ele preencha essas folgas.
Mineral, semisintético ou sintético: o que muda além da recomendação?
O que muda é a base do lubrificante. Apesar da base ser mineral para os três, a diferença é que o mineral é obtido diretamente através do refino do petróleo. O sintético passa por um processo industrial, e as moléculas que compõe os óleos são mais uniformes, o que promove benefícios como resistência à oxidação, melhor viscosidade, maior poder de limpeza, muda a qualidade. O semi é a mistura dos dois. Todas essas características fazem com que eles preservem mais o equipamento, conferindo maior durabilidade. A recomendação é sempre seguir o manual do carro, alguns restringem o uso do óleo sintético, mas se não houver nenhuma restrição, o sintético tende a ser melhor opção.
Além da viscosidade, o que mais o proprietário deve prestar atenção?
A viscosidade é, definitivamente, a propriedade mais importante a ser observada. Ela é definida pelo fabricante do veículo de acordo com o acabamento do motor, são eles que conhecem o material usado, os níveis de folga, etc. Outro ponto importante é o desempenho. Essa característica é aferida pela tabela API, eles agrupam os óleos por classificações, e atualmente tem como nível mais avançado o tipo SN. Com a evolução de motores e lubrificantes, as exigências também aumentam, e cada nível de qualidade que surge cobre o anterior.
Dá para levar a sério o método “digital” de verificação do óleo, quando o frentista ou mecânico afere com os dedos se o lubrificante ainda está bom?
Sabemos que acontece, mas não é seguro. Avaliamos o desempenho em diversas esferas, e muitas propriedades devem ser consideradas, como alcalinidade, durabilidade, viscosidade, entre outros. Equipamentos específicos aferem a qualidade do produto. No dedo, por experiência, a pessoa pode até perceber algumas características, mas isso não significa que é confiável. A coloração também é um fator que as mecânicas entendem como motivo para troca, mas o óleo fica escuro com o tempo, e é apenas um sinal de que ele está fazendo seu trabalho de forma correta.e o motorista roda apenas na cidade, o prazo de troca tem que ser menor que o indicado?
A resposta é seguir o manual. As pessoas têm muitas dúvidas a respeito do que pode ser considerado um regime severo ou não. Rodar na cidade é abrangente, mas normalmente se associa ao “anda e para” no trânsito intenso e trechos curtos. Ambas são condições severas. Na primeira o veiculo também trabalha a uma temperatura muito elevada, o que força o motor e o lubrificante. Na segunda, o carro não atinge uma temperatura ideal de trabalho, o que também pode prejudicar o motor.

Há algum lubrificante específico para motores flex?
Sim. As classificações mais atuais já preveem a utilização dos óleos em carros flex. Mas existem alguns que são desenhados especificamente para esses veículos. São óleos que protegem o motor da água que se forma com o uso do etanol. Essa água pode corroer o metal, portanto o lubrificante deve se misturar a ela para proteger o motor.

E os carros antigos cujos motores foram projetados para óleos de outra era, eles tem óleo específico?
Os motores mais antigos não tinham acabamento tão bom como os atuais, as folgas eram maiores, por exemplo. Ao longo dos anos, a viscosidade dos lubrificantes foi diminuindo para atender a evolução dos motores, e normalmente, motores mais antigos pedem tipos de óleo mais espesso. Fora a viscosidade, do ponto de vista tecnológico, a especificação mais moderna do produto atende todas as anteriores.

Os lubrificantes que ajudam a remover a borra são seguros? Será que os resíduos soltos não podem fazer mal ao sistema de injeção?
Todo lubrificante tem poder de limpeza. No entanto, existem alguns tipos, como Premium e sintéticos, que tem uma capacidade de limpeza bem maior. Se o histórico de manutenção do carro é bom, teoricamente, a limpeza constantemente que ele proporciona é positiva, porque a formação de borra será menor. Caso a manutenção do carro não seja adequada, a formação de borra vai ocorrer, e a limpeza que o lubrificante proporciona pode fazer com quem alguma via do motor seja entupida. Se comprar um carro usado, e suspeitar que a manutenção não foi bem feita pelo outro dono, por exemplo, a recomendação é que se faça um intervalo reduzido de troca do óleo lubrificante na primeira vez, para que ele faça a limpeza. Após esse período, já pode seguir o intervalo de troca normal.

O filtro precisa ser substituído a cada troca de óleo?
É recomendável. Como o lubrificante tem, entre outras funções, a capacidade de limpeza, acaba por acumular sujeira. O filtro retém essas impurezas e tende a saturar durante o período de utilização do óleo.

Posso completar o óleo com algum de outra marca?
Sempre que se faz uma mistura de dois produtos, você forma um terceiro produto que é desconhecido. Dessa forma, não é possível precisar o desempenho e o período de troca. A recomendação é utilizar sempre a mesma marca. Outra dica importante: completar o óleo também não é recomendável. Salvo exceções como vazamento e outras anormalidades, pois a quantidade colocada no momento da troca deve ser suficiente, sempre.

O Silêncio do Hyundai HB20

foto-imagem-Hyundai-HB20Uma volta de menos de 30 km foi suficiente para que o diretor de redação Sérgio Berezovsky se impressionasse com a silenciosa cabine do nosso HB20 de Longa Duração. “Em ponto morto, a ausência de ruído e o baixo índice de vibração se destacam”, disse. Assim como defeitos, elogios também servem de ponto de partida para uma apuração mais aprofundada de sua origem.Solicitamos um HB 1.6 à Hyundai e rumamos para o campo de provas, em Limeira (SP) – nosso HB de Longa foi junto. Submetemos ambos ao nosso teste de ruído padrão, com medições em ponto morto, rotação máxima, a 80 km/h (em quarta marcha) e 120 km/h (em quinta). Primeiro a ser medido, o HB de fábrica apontou, respectivamente, 34,5/69/63,3 e 68,4 dBA. Confirmando a boa impressão do diretor de redação de QUATRO RODAS, o HB20 de Longa registrou, na mesma ordem, <34/68,2/62,1 e 67,2 dBA. Ou seja, nosso HB é mais silencioso que o da Hyundai, com um nível de ruído em marcha lenta abaixo do mínimo detectável pelo nosso decibelímetro, 34 dBA. O resultado é surpreendente, pois o modelo cedido pela Hyundai faz parte de uma frota de imprensa, que costuma ser atendida por uma manutenção especialmente caprichada.

A análise também incluiu algumas passagens pela pista de paralelepípedos. Cercada por paredes, ela permite a detecção de ruídos não apenas provenientes da própria cabine, mas especialmente da suspensão. Novamente, o carro de Longa teve vantagem.“O modelo emprestado pela Hyundai apresentou um ruído na suspensão. Era algo muito sutil, como uma pequena folga de bucha de bandeja. Nas passagens com os vidros fechados, para avaliação do ruído interno, os dois HB20 se mostraram bem silenciosos”, disse o editor Péricles Malheiros, responsável pelo teste.

O designer Gabriel Caetano, que fez uma viagem até o Rio de Janeiro (RJ), elogiou a boa dirigibilidade e, assim como a maioria, o baixo nível de ruído.

Consumo

No mês (24,9% na cidade) – Etanol 9,4 km/l

Desde dez/12 (25,6% na cidade) – Etanol 8,5 km/l

Principais Ocorrências

8 597 km – Trepidação da palheta do limpador de para-brisa esquerdo
10 067 km – Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol

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Revisão do carro após viagem – Após percorrer grandes distâncias, desgastes podem afetar o veículo e prejudicar rotina diária


Feriadão de Semana Santa chega ao fim amanhã e, na segunda-feira, todos retornam às suas atividades. Muitos aproveitaram esses dias para realizar viagens ao interior do Estado ou mesmo fora, para visitar parentes, amigos ou mesmo para relaxar, enfrentando chuvas, barro e mesmo poeira em determinados locais. Assim como para viajar é importante algumas precauções, no retorno, o proprietário do veículo não deve se descuidar de alguns detalhes, como dar uma boa lavada no carro.

De acordo com o engenheiro André Vieira, gerente de Serviços Regulamentados da Dekra, é importante fazer uma inspeção de diagnóstico no veículo após transitar longas distâncias, atitude preventiva que pode poupar dinheiro e aumentar a segurança.

Com o ano recheado de feriados, oportunidades não faltarão para aproveitar o período de folga para viajar. Como de costume, é essencial antes de qualquer viagem fazer uma revisão no carro. Mas outro ponto importante e, às vezes ignorado, é fazer uma revisão no veículo após as viagens.

Depois de grandes distâncias trafegadas, desgastes podem afetar o carro e trazer avarias. Pensando nisso, André Vieira, gerente de Serviços Regulamentados da Dekra, fornecedor internacional de serviços para o setor automobilístico, aponta algumas dicas para manter o veículo em ordem. As irregularidades das vias e autopistas podem prejudicar a condição dos pneus, das rodas e da suspensão do carro. Por isso, após uma viagem é importante checar o estado dos amortecedores, molas, bandejas e sistema de direção (alinhamento).

Alinhamento

Manter o alinhamento em dia é necessário, pois um carro desalinhado perde estabilidade e aumenta o espaço necessário para frenagens, acarretando riscos ao motorista. Realizar um rodízio entre os pneus compensa o desgaste e ainda preserva a durabilidade do produto.

Freios

Os freios merecem uma atenção especial, já que são itens imprescindíveis para a segurança do motorista. Pastilhas, sapatas, discos e tambores de freio também devem ser verificados, principalmente pelos motoristas que viajaram pelas serras e enfrentaram subidas e descidas, acionando constantemente o freio, gerando um desgaste maior dessas peças. É preciso estar atento ainda ao nível do fluido de freio, que deve ser substituído a cada dez mil quilômetros rodados ou a cada ano. A estrutura do escapamento também deve ser verificada, pois pode sofrer danos ao se chocar com pedras e buracos.

Catalisador

Vale averiguar as condições do catalisador, já que danos a essa parte podem ocorrer sem que o motorista perceba. Quebrado, causa o aumento da emissão de poluentes, que além de prejudicar a atmosfera, levam à reprovação na inspeção ambiental. Além do catalisador, é importante verificar outros sistemas do automóvel que influenciam na exaustão de gases poluentes, como o de ignição, que engloba velas, cabos e bobinas; o de arrefecimento do motor e, finalmente, o sistema de alimentação de ar e combustível. Por fim, mas não menos importante, é preciso checar os itens de segurança como palhetas de limpador de vidros, que podem ressecar e perder a qualidade, e as luzes de freios e faróis, itens de funcionamento obrigatório, que podem queimar sem que o motorista perceba.

Garantia estendida – Vale a pena comprar um carro com garantia de 5 anos?


Será que vale a pena comprar um carro com uma garantia muito longa? Esta é uma dúvida que vem em minha cabeça sempre que vejo as fábricas anunciando garantias longas de 5 anos, ou até mesmo 12 anos como a garantia de carroceria da Volkswagen.

Poucas pessoas sabem que a esta garantia quase eterna está atrelada uma lista de revisões caras e muitas vezes desnecessárias para o veículo e que na “escola da garantia de fábrica”, com 1 falta perde-se o ano.

Algumas pessoas caem na besteira de achar que garantia resolve tudo, porém a história não é bem assim, pois muitas vezes a fábrica nega ajudar o cliente alegando mal uso do veículo, utilização de combustível adulterado, ou simplesmente, acreditem se quiserem, alegam que é uma característica do produto.

São histórias que só acreditamos quando acontecem conosco ou com algum amigo próximo. Um amigo pessoal teve que gastar 15 mil reais para consertar o motor do seu Honda Civic 2007, com apenas 6 meses de uso. Na hora que aconteceu este problema a garantia não serviu para nada.

A fábrica apenas alegou que o carro foi submetido a condições severas de uso e que foi abastecido com combustível fora das especificações. O estranho é que esta pessoa só abastece o carro no mesmo posto há anos, já teve vários carros e nunca teve problema.

O carro chegou guinchado a concessionária, pois o motor simplesmente trancou após apresentar um barulho estranho, similar a “batidas de tucho” quando o carro estava frio. Não estou dizendo que o Honda Civic não presta, antes que algum leitor engraçadinho venha comentar que estou dizendo isso porque não posso ter um.

Hoje recebi do nosso amigo e editor Henrique uma tabela que contém os valores das revisões do Hyundai i30 até 100 mil quilômetros. Se você for um fiel consumidor, que nunca faz manutenção fora da concessionária, saiba que gastará em média 1/4 do valor do carro, cerca de 15 mil reais neste período.

A lista de peças trocadas nesta revisão é meio absurda. Aos 2500 quilômetros, o feliz proprietário do Hyundai i30 terá que visitar a concessionária para trocar o óleo do motor. Gastará 121,19 reais + a gasolina para ir e voltar ao local (coisa de estudante calcular isso, mas não deixa de ser um gasto).

Pode parecer pouco, porém o óleo é um 10w40 comum, especificação SL, hoje não utilizada mais por quase nenhum fabricante nacional e que em qualquer posto BR a troca completa custa 49,90 com filtro de óleo incluso. (Preços em Salvador – BA)

Aos 10 mil kilometros, o proprietário do i30 será surpreendido pelo valor do filtro de anti-polem do ar-condicionado, que custa 181 reais. Além disso é cobrado 18 reais por um produto chamado de limpa freio, que deve ser um desengripante genérico que não custa mais do que 3 reais e é cobrado 18 ao cliente. Custo desta revisão? 617,79 reais!

O mais absurdo é o custo do aditivo para gasolina, que custa 42 reais. A geometria da suspensão dianteira e traseira custa 80 reais, nada fora do padrão, porém o filtro de ar custa 67,00 reais.

Na revisão de 20 mil quilômetros, o cliente será surpreendido por uma lista de peças ainda mais inesperadas como palheta dos limpadores de para brisa, ao custo de 210 reais cada uma. Isso mesmo, é vendida separadamente.

Só o valor da mão de obra custa quase 400 reais. O valor total da revisão? Prepare-se para o susto: 1.620,88 reais! Nessa hora o cara deve estar pensando que a garantia de 5 anos esta saindo mais caro do que o esperado, e que a revisão de 30 mil quilômetros deve ser mais salgada ainda.

Porém o valor é menor, “apenas” 1.149,00 reais. Agora um item me deixou curioso na lista de peças desta revisão. 8 litros de fluído de transmissão. Com apenas 30 mil quilômetros é necessário realmente isso? Se você questionar, saiba que fazem parte da lista de revisão básica do carro.

Quanto você roda com um carro por ano? Será que é vantagem pagar em 30 mil quilômetros mais de 3 mil reais somente com manutenção. O i30, ao contrário do que sugere a propaganda não é carro para gente rica, é o carro que a classe média, endividada e apertada compra quando melhora um pouco de vida, ou não como diria Caetano Veloso.

O Grupo Caoa continua me surpreendendo mais a cada informação que aparece. Será que vale a pena confiar em um grupo que mente em propagandas, divulga preços e lista de opcionais e não mantém ao lançar o carro e tem uma lista de revisão tão descarada como esta?

Só para ilustrar o tópico com muito texto e poucas fotos, vejam abaixo quanto custa a revisão de 60 mil quilômetros. Isso porque é tabelada, Os consultores com certeza ainda vão achar mais coisas a serem trocadas, como bandejas de suspensão, bieletas que elevarão esta conta para 4 mil reais.

Fonte Motor Pasion