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Dodge Charger ganhou visual agressivo e novas ferramentas para ajudar as forças de segurança

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Combater o crime não é tarefa fácil, então a Dodge resolveu dar uma forcinha para os policiais norte-americanos e criou uma edição especial do Charger. Apelidada de Pursuit, que significa “perseguição”, em inglês, o muscle car ganhou visual mais agressivo e fio adaptado para ajudar as forças de segurança dos Estados Unidos.

Baseado no atual Charger e inspirado na versão produzida em 1960, o modelo ganhou saias laterais e mudanças no capô, nos para-choques, grade frontal, conjunto óptico e até nas portas dianteiras. Além disso, para ajudar em perseguições, o muscle car ganhou duas potentes lanternas, uma de cada lado do carro. A Dodge também explica que posicionou o pilar C mais para a traseira do carro para dar um ar de maior esportividade.

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Dentro da cabine, os policiais contam com uma tela de 7 polegadas que passa as informações do painel de instrumentos, e outra de 5 polegadas que dá acesso à central multimídia do carro, com conexão Bluetooth e outras tecnologias. Também foram incluídos novos espaços para acomodar os equipamentos dos policiais.

Debaixo do capô, as viaturas podem levar ou um motor V6 3.6 de 296 cv de potência e 36 kgfm de torque ou um V8 5.7 de 375 cv e 54 kgfm. Na configuração mais potente, o Charger Pursuit chega a 100 km/h em menos de 6 segundos. Equipado com freios a disco com ABS e controle eletrônico de estabilidade, o carro conta com pneus de alta performance de 18 polegadas. Quando o assunto é segurança, entram em cena sete airbags: dois dianteiros, dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista.

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Em novas versões de GTS, esportivos ganham performance ainda mais agressivas

foto-imagem-porsche-cayman-gtsA Porsche fará o lançamento mundial dos novos Boxster GTS e Cayman GTS no Salão de Pequim, que começa no próximo dia 20, na China. Trata-se das versões mais potentes dos modelos e que ficaram ainda mais nervosos que as versões antecessoras. Ambos serão equipados com motor 3.4, de seis cilindros. No Boxster, o propulsor entrega 334 cv de potência, enquanto o Cayman será capaz de render 344 cv. A dupla poderá embalada por um câmbio manual de seis marchas ou um dupla embreagem de sete velocidades.

Na pista, o Cayman  atinge os 100 km/h em apenas 4,6 segundos, com velocidade máxima 284 km/h. O Boxster tem desempenho similar: leva 4,7 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h e tem máxima de 281 km/h.

Segundo a montadora, o consumo urbano do Boxter GTS e do Cayman GTS são de 7,9 a 8,8 km/l, respectivamente, com gasolina. Na estrada, os números crescem para 14 a 15,9 km/l.

A China foi escolhida como sede do lançamento porque é o segundo mercado maior mercado da Porsche, atrás apenas dos Estados Unidos. A marca alemã levará também 919 Hybrid, de competição, e o 918 Spyder, que ocupa o topo do portfólio da montadora.

Preparado nas oficinas, o motor 1600 fez tanto sucesso nas ruas e pistas que acabou sendo oferecido pela VW

foto-imagem-vw-fuscaSimples e acessível, o Fusca caiu nas graças dos brasileiros logo após o início da produção nacional, em 1959. Seu sucesso promoveu uma indústria de acessórios dedicada aos proprietários que não se contentavam com o visual espartano e com o desempenho modesto do pequeno motor boxer de 1,2 litro e parcos 36 cv. Em busca de mais fôlego, a VW aumentou a cilindrada para 1,3 litro em 1967 (Tigre) e 1,5 em 1970 (Fuscão). Mas era pouco: pilotos comoWilson Fittipaldi preferiam importar kits que a elevavam para 1,6. Outra melhoria comum era a dupla carburação, que proporcionava melhor desempenho e menor consumo.

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Valente, o Fusca 1600 dominava ruas e autódromos, encarando até os temidos Chevrolet Opala. Bem-sucedido, motivou o presidente da VW, Wolfgang Sauer, a anunciar uma categoria de monopostos com esse motor em 1973, a SuperVê. Nos bastidores, a engenharia da VW já trabalhava numa versão oficial deste veneno. Batizado de Super Fuscão 1600 S, foi lançado em 1974: a campanha publicitária repleta de gírias buscava identidade com o público jovem, chamando-o de Bizorrão. Por fora, as novidades eram a tomada de ar preta sobre o capô traseiro e as largas rodas com aro de 14 polegadas, similares às da Brasília.

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O interior oferecia um requinte incomum: forração interna com carpete e, para alegria dos jovens casais, bancos reclináveis. O volante cálice de três raios da Walrod trabalhava em harmonia com a alavanca encurtada do tradicional câmbio preciso. O 1.6 boxer de 65 cv vinha da Brasília, mas com 5 cv a mais graças à dupla carburação. Para monitorá-lo, instrumentação completa: conta-giros, relógio, amperímetro e termômetro de óleo, indispensável em motores a ar de alta performance.

O rádio era opcional, mas não fazia falta: o bom era curtir o ronco do escapamento esportivo de saída única, voltada para a esquerda. A escala final do velocímetro marcava pretensiosos 160 km/h – na melhor das hipóteses, ele não passaria dos 136 km/h. Mas era o bastante para acompanhar o tráfego: indo de 0 a 100 km/h em 16,5 segundos, era mais rápido que os esportivos SP-2 e Karmann-Ghia TC. De fato, este Fusca não levava desaforo para casa: superava Chevrolet Chevette, Dodge 1800, Ford Corcel e seguia no encalço da nova estrela da VW: o Passat.

Os pneus diagonais 175 S14 deixavam a desejar, mas ainda assim sua tocada era rápida e arisca: as rodas mais largas aumentavam as bitolas e a barra compensadora atenuava as saídas de traseira, dando muito prazer a motoristas habilidosos. Os freios dianteiros a disco eram de série. O carro das fotos pertence ao colecionador Cesar Cardoso, que possui mais dois exemplares: “Tenho esse Amarelo Imperial, um Vermelho Rubi e outro Branco Lotus”. Como tudo que é bom dura pouco, ele saiu de cena no primeiro semestre de 1975, dando lugar ao Fuscão 1600. Sucesso de público e crítica, essa versão seguiu firme e forte até o fim da produção em 1986.

Sedã Honda Civic 2.0 é o carro mais rápido da categoria

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HONDA CIVIC 2014 NÃO TRAZ MUITAS NOVIDADES VISUAIS. FOCO É O DESEMPENHO (FOTO: HONDA)

Com motor 1.8 de 140 cavalos, o Civic sempre apresentou desempenho muito bom. O modelo da Honda até mesmo chegava a bater a maioria dos concorrentes com mecânica 2.0. Então, por que adotar o 2.0? Para bater TODOS eles! O Civic 2.0 acaba de receber o motor 2.0 do CR-V, adaptado para flex. Com ele, a potência subiu de 140 para 155 cv. Resultado: na pista, o modelo LXR automático fez 0 a 100 km/h em 9,9 segundos. Até hoje, apenas os sedãs médios equipados com turbo conseguiam chegar a 100 km/h em menos de 10 segundos, caso do Jetta TSI, 408 1.6 THP e Fluence GT.

Isso, claro, com câmbio automático. Alguns modelos com transmissão manual conseguiam alcançar 100 km/h na casa dos “9”, mas também nisso o Civic volta a ser a referência. Na versão LXS (a única a continuar oferecendo o motor 1.8), o sedã da Honda agora faz 0-100 km/h em 9,6 segundos, graças ao novo câmbio manual de seis marchas.

Mais que a melhora em acelerações, o Civic evoluiu sensivelmente nas retomadas de velocidade, tanto nas versões com motor 2.0 e câmbio automático (LXR e EXR), como na LXS, por conta do câmbio com uma marcha a mais e relações mais curtas.

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CIVIC 2.0 ABOLIU TANQUINHO DE PARTIDA A FRIO

Além de ser a nova referência em desempenho, o Civic 2.0 também aboliu o tanque de partida a frio. O modelo (que está chegando às lojas já como linha 2014) utiliza velas aquecedoras. Funciona assim: quando o motorista aciona o destravamento de portas pela nova chave do tipo canivete, o módulo eletrônico envia corrente elétrica às velas aquecedoras (uma para cada cilindro), desde que a temperatura ambiente seja inferior a 20ºC, e o tanque esteja abastecido com etanol. A intensidade da corrente elétrica varia de acordo com a tempeartura: quanto maior o frio, maior será a amperagem. Por isso, a capacidade da bateria no Civic 2.0 é de 60 A/h. O engenheiro Alfredo Guedes Junior, supervisor de relações públicas da Honda, diz que a retirada do subtanque e de todo o sistema de partida a frio resultou em alívio de 50 kg. Isso porque o Civic com tanque auxiliar possui uma espessa chapa de aço entre o reservatório de gasolina e o motor.

Além das mudanças mecânicas, o Civic 2014 traz leves alterações no acabamento. A partir de agora, todas as versões têm revestimento na tampa do porta-malas.

Preços:

LXS 1.8 manual: R$ 66.690
LXS 1.8 automático: R$ 69.900
LXR 2.0 automático: R$ 74.290
EXR 2.0 automático: R$ 83.890

CIVIC LXR 2.0 TEM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE CINCO MARCHAS (FOTO: HONDA)

CIVIC LXR 2.0 TEM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE CINCO MARCHAS (FOTO: HONDA)