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Produto de limpeza e revitalizador Tô Black

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Proprietário cuidadoso gosta de manter todas as partes do carro com pinta de novas. Para isso, alguns compram o silicone para o painel, o pretinho para o pneu e o hidratante para o banco de couro. O rejuvenescedor Tô Black garante que faz tudo isso e ainda não deixa manchas nas superfícies ou marcas de gordura nas mãos ou roupas.

Fabricado no Brasil, ele vem numa embalagem de 120 ml (há ainda um refil de 120 ml), que lembra um daqueles aplicadores para engraxar sapato. Logo no início do nosso teste, percebe-se como é útil a escala na lateral do frasco, que controla a fluxo do líquido. As instruções são claras: puxe a pequena alavanca e pressione o frasco contra a superfície até o pincel ficar úmido. Depois, espalhe na área a ser trabalhada, que deverá estar seca e limpa. Por fim, empurre a tecla para fechar a válvula.

Para ajudar no avaliação, chamamos Márcio Fernandes, dono da Cristalcarve Renovadora de Veículos, especializada em conservação automotiva. “Ele é bem econômico, pois com pouco produto é possível espalhar por uma área bem maior do que o esperado”, diz Fernandes. “E o melhor é que não suja as mãos como outros produtos similares, que exigem uma esponja ou um pincel convencional.”

Numa das etapas do teste, aplicamos o líquido nos bancos de couro cinza de um Ford Taurus 1994. Com uma toalha de microfibra, espalhamos o produto, esperamos 5 minutos e um voluntário sentou no banco usando uma camiseta branca. O resultado surpreendeu. “Ele é fácil de usar, não escorre e não deixou manchas na roupa”, diz o especialista. Além de plásticos, borracha, couro e vinil de qualquer cor, o Tô Black pode ajudar a dar um brilho na pintura. Segundo as instruções, depois de lavar o veículo, jogue quatro tampas do refil em um balde seco. Com o pano úmido de microfibra usado para enxugar o carro, mergulhe-o no balde e, em seguida, espalhe-o pela lataria. No teste com o Taurus, a pintura ficou com jeitão de recém-encerada.

Um único frasco revitalizou bancos, portas, painel e pneus de dois carros, Kia Sorento e Chevrolet Zafira, além de partes do Taurus. O produto custa R$ 47, mas o refil sai por R$ 12, o que melhora ainda mais seu ótimo custo-benefício.

CyberClean – Como limpar aqueles cantinhos do carro mais apertados, onde o bico do aspirador ou a escova não alcançam?

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Quem nunca teve trabalho para limpar aqueles cantinhos do carro mais apertados, onde o bico do aspirador ou a escova não alcançam? Os mais cuidadosos recorrem até a cotonetes para remover a poeira infiltrada nas frestas do painel ou quadro de instrumentos. Para dar um fim a essa tortura, há um produto chamado Cyber Clean. Vendido pela internet em embalagens de 75 ou 145 gramas, ele é uma espécie de geleia que deve ser pressionada em áreas onde a sujeira é de difícil remoção. É aí que entraria o Cyber Clean, que teria ainda a vantagem de ser reutilizado diversas vezes.

Para o teste, compramos a embalagem de 75 g (por R$ 25) e levamos até a Cristal Auto Care, empresa especializada em limpeza especial automotiva, que tem na sua clientela superesportivos como Porsche e Ferrari. Como cobaia, usamos cinco veículos: Hyundai Santa Fe, Land Rover Discovery, Nissan Livina, Honda Civic e VW Jetta, com três tons de acabamento interno (bege, cinza e preto).

A primeira falha foi notada logo ao se verificar a embalagem: não há nenhum tipo de instrução de uso em português, apenas em inglês. Depois chegou a hora de entrar em ação. O produto foi aplicado nos locais em que havia mais sujeira ou pó acumulados, como botões, saídas de ventilação, telas de alto-falante, canaletas de vidros, volante, fechos de cinto de segurança e alavanca do câmbio.

As instruções diziam que era só encostar a geleia na área a ser limpa e depois puxá-la. Só que aí veio outra surpresa: o resultado ficou baixo do esperado. “Nas saídas de ventilação, ele não removeu toda a sujeira.Além disso, é necessário pressionar muito a geleia contra a superfície suja para limpá-la”, explica Zenilto Santos de Oliveira, proprietário da Cristal Auto Care. “Tive que forçar a geleia na grade do duto de ar a ponto de ficar com medo de quebrá-la.”

Nos testes, percebemos também que, ao contrário da promessa, o Cyber Clean deixou resíduos em alguns locais. Quando o puxou das telas dos alto-falantes, por exemplo, o técnico teve de recorrer a um palito de dente para retirar os vestígios que ficaram. Para piorar, o produto levou mais tempo para limpar os carros do que se fosse usado o método tradicional, com cotonetes ou pincéis.