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Presidente afirmou que “se gasta muito” com esses equipamentos de fiscalização e reconheceu que existe um “péssimo trabalho” de manutenção de rodovias

Durante uma transmissão ao vivo feita na noite desta quinta-feira (07), o presidente Jair Bolsonaro decretou guerra às lombadas eletrônicas no país. Sem informar números precisos sobre multas e fiscalização por esse tipo de equipamento, ele afirmou: “Não teremos nenhuma nova lombada eletrônica no Brasil. As lombadas que por ventura existam ainda (sic), são muitas, quando for (sic) perdendo a sua validade, não serão renovadas”.

Bolsonaro afirmou que a decisão partiu de conversas com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Dias. “Eu conversei com o Ministro Tarcísio que é uma quantidade enorme de lombadas eletrônicas no Brasil. É quase impossível você viajar sem receber uma multa”, disse. Durante os três minutos da transmissão dedicados ao tema, nem o presidente, nem o porta-voz do governo federal, General Otávio Santana do Rêgo Barros, nem o ministro do gabinete de segurança institucional, General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, citaram dados a respeito da quantidade de multas, gastos ou arrecadação do governo federal com estes radares.

Segundo Bolsonaro, “a gente sabe que no fundo — ou desconfia — que o objetivo não é diminuir acidentes. Hoje se está muito mais preocupado em olhar pro lado e ver se tem uma lombada eletrônica do que para ver a sinuosidade das pistas”. O presidente afirmou que “se gasta muito dinheiro com lombada eletrônica, arrecadado por pedágio — que, no fundo, vai dar mais lucro para quem está explorando aquela lombada eletrônica —, e você fica com um péssimo trabalho no tocante à manutenção das rodovias”.

O Ministério da Infraestrutura e com o DNIT, órgãos citados pelo presidente durante a explicação sobre a decisão de não investir mais em lombadas eletrônicas. Atualizaremos esta nota com as informações assim que os órgãos se manifestarem.

Medida permite acúmulo de mais multas sem que haja a suspensão do documento. Advogado e especialista em medicina do tráfego analisam as novas propostas do presidente

Desde que assumiu o cargo, o Presidente da República Jair Bolsonaro tem anunciado possíveis mudanças relacionadas ao trânsito e a Carteira Nacional de Habilitação.

No final do ano passado, o presidente eleito avisou via Twitter que pretendia aumentar o prazo de validade da CNHde 5 para 10 anos. Nos últimos dias, Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Dória, teriam conversado sobre aumentar o limite dos pontos para suspender a CNH, de 20 pra 40 pontos.

Aumento nos pontos da CNH

Para o Dr. Ricardo Hegele, Diretor Científico da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), dobrar o limite da CNH a 40 pontos é “um tiro no pé”. Na opinião dele, os acidentes de trânsito estão entre as maiores causas de morte no Brasil e a maior parte dos acidentes são causados por infrações.

“Se aumentar o número limite de pontos, teremos mais liberalidade para que as pessoas cometam mais infrações. O nosso trânsito já mata muito e deixa muitas pessoas sequeladas: motoristas, motociclistas e vários pedestres. Vamos aumentar o risco de acidentes e a consequência é irreversível. Esse aumento é um tiro no pé. O risco de termos um aumento de mortes é enorme”, afirma.

Para Ricardo, o SUS também sofreria com a medida. “A fiscalização nas ruas já é difícil e o número de acidentes já é estratosférico. Na realidade, nós só vamos onerar ainda mais o Sistema Único de Saúde. Os acidentes vão aumentar e quem paga esta conta? Todos nós. A gente espera que o governo tenha essa percepção de que é arriscado. Nós trabalhamos pela educação no trânsito e a punição com multa é educativo”.

Segundo dados da Seguradora Líder, de janeiro a outubro de 2018 foram pagas mais de 268 mil indenizações por conta de acidentes de trânsito no Brasil. Do total, 32 mil são relacionadas a casos de mortes, enquanto outras 184 mil estão ligadas a casos de invalidez permanente.

Já a Escola Nacional de Seguros enviou uma carta aos presidenciáveis em setembro de 2018 para sensibilizá-los a respeito do impacto dos acidentes de trânsito na economia nacional. Segundo a entidade, “o trânsito tirou a vida de 41 mil brasileiros e deixou outros 42 mil incapacitados para o mercado de trabalho” em 2017. O levantamento estima que os acidentes custem cerca de R$ 200 bilhões ao ano para o país.

O advogado Armando de Souza, presidente da Comissão de Acompanhamento e Estudo da Legislação do Trânisito da OAB do Rio de Janeiro tem um ponto de vista semelhante ao do representante da ABRAMET.

“A princípio, eu não vejo nada positivo nessas medidas. Isso tende a minimizar a preocupação que se tem com a questão do trânsito. É uma tentativa de agradar ao povo, já que as pessoas que estão com o direito de dirigir suspenso poderiam continuar dirigindo”, afirma.

Segundo o Detran de São Paulo, mais de 348 mil motoristas tiveram o direito de dirigir suspenso até setembro de 2018 por terem somado 20 pontos ou mais na CNH ou por terem cometido infrações autossuspensivas. Em 2017, o número chegou a quase 560 mil CNHs suspensas.

Validade da CNH

Outra possível mudança do governo Jair Bolsonaro é o aumento da validade da CNH de 5 para 10 anos. Neste ponto, mais uma vez, os especialistas concordam: se adiar a exigência do exame médico, as consequências não serão positivas.

“Existem várias doenças que em menos de cinco anos têm chances de se desenvolver, imagina em dez anos: existe uma série de doenças degenerativas. A nossa preocupação é com a questão da saúde, com a capacidade de dirigir mesmo. Neste tempo, a força muscular diminui, a visão, a audição e até doenças cardiovasculares podem aparecer. A Abramet vai se posicionar caso haja a flexibilização do exame médico”, diz Hegele.

Para o advogado, esta é mais uma medida que deixa de lado a preocupação com a segurança no trânsito, já que o exame médico periódico avalia a aptidão física e mental do motorista.

“Se os órgãos não vão ter condições de reexaminar essa pessoa, você está colocando em perigo a questão do trânsito. No nível estadual, sendo presidente da Comissão de Trânsito, eu pretendo levar ao Presidente da Ordem da Seccional do Rio de Janeiro essa preocupação. Vemos com muita preocupação a flexibilização do reexame para a renovação da CNH e também com muita preocupação a ampliação dos pontos na carteira de motorista”, diz Amando de Souza, da OAB.

Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, que costuma se posicionar em campanhas pela segurança do trânsito, mas não recebeu retorno. Atualizaremos esta nota assim que a Anfavea enviar um posicionamento.

Já o Denatran, do Ministério da Infraestrutura, não se manifestou porque o órgão ainda não tem um novo porta-voz nomeado.

Novo CEO da Microsoft poderá ser Alan Mulally, presidente-executivo da Ford

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Com aposentadoria agendada para 2014, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, tem cinco prováveis substitutos. Entre eles, apenas dois executivos de outras empresas: Alan Mulally, presidente-executivo da Ford, e Stephen Elop, ex-líder da Nokia, que foi adquirida pela Microsoft em setembro por US$ 7,2 bilhões.

Citando fontes familiarizadas com o assunto, a agência de notícias Reuters especula ainda que os outros três nomes são soluções caseiras: Tony Bates, CEO do Skype, Satya Nadella, chefe da área de computação na nuvem e de sistemas corporativos — cotado desde o dia em que Ballmer anunciou a aposentadoria – e um terceiro executivo não revelado.

Quando comunicou sua decisão à imprensa, o atual CEO da Microsoft disse o futuro líder deve estar disposto a permanecer no cargo por bastante tempo, já que a companhia anunciou este ano uma grande reestruturação.

Steve Ballmer tem 57 anos e está na gigante de software desde o final da década de 1970, tendo alcançado o posto de CEO em 1998, quando substituiu o fundador Bill Gates. Por causa de sua saída, o Conselho de Administração formou uma comissão especial que tratará do processo de transição, tendo John Thompson (diretor independente do conselho) como presidente.

IPI prorrogado – A presidente Dilma Rousseff diz que governo vai deixar até o fim do ano a taxa do IPI reduzido

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira (24) que o governo vai prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos, que acabaria no dia 31 de outubro, até o final do ano. A declaração foi feita ao final de seu discurso no Salão Internacional do Autómóvel, no Anhembi, em São Paulo.

“Queria fazer um anúncio para vocês antes de encerrar: eu hoje vim aqui também anunciar que nós vamos prorrogar a redução do IPI até 31 de dezembro de 2012”, disse.

É a segunda vez que o governo prorroga a redução do benefício neste ano, que foi anunciada inicialmente em maio. Em agosto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a primeira prorrogação da redução do imposto, que, a princípio, venceria no dia 31 daquele mês.

Desde o início da redução do IPI para o setor, houve aumento significativo na venda de carros novos e redução dos estoques das montadoras. Em agosto, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou que as vendas de veículos tiveram o melhor mês da história da indústria automobilística. A marca recorde é de 420.101 unidades e representa aumento de 15,3% sobre julho e de 28,3% em relação a agosto do ano passado, com 327.360.

Um mês após o recorde, contudo, as vendas caíram 31,5% em setembro sobre agosto. O recuo aconteceu justamente porque, no mês anterior, houve uma “corrida” às concessionárias porque o prazo para o desconto no IPI terminaria no dia 31 daquele mês.

Redução do IPI

O corte do IPI depende da potência do motor e do local em que ele é produzido (se nacional ou importado). Para carros novos com motor de mil cilindradas (1.0) e fabricados no Brasil, que são os mais vendidos, a alíquota normal do imposto foi de 7% para 0%. Já para os importados com o mesmo tipo de motor, a alíquota foi de 37% para 30%.

Discurso da Dima

“Nossa indústria automobilística é sofisticada, representada por grandes empresas mundiais. Somos um mercado extremamente atraente”, disse a presidente no seu discurso no Salão do Automóvel.

A presidente também falou em seu discurso sobre o novo regime automotivo, o Inovar Auto, que vigorará entre 2013 e 2017, acrescentando que sentiu grande força por parte dos empreendedores em criar produtos que são atraentes para o mercado. O objetivo do regime é ter carros melhores, mais eficientes, modernos, com menos emissão de carbono e a preços mais baixos.

Fotos Murciélago LP-670-4 SuperVeloce que chega ao Brasil

Esportivo da Lamborghini atinge 342 km/h e custa R$ 2,7 milhões

A importadora Platinuss anuncia a chegada de apenas uma unidade do Lamborghini Murciélago LP-670-4 SuperVeloce. O único exemplar que dsesembarcou no pais será disputado por endinheirados que estejam dispostos a desembolsar R$ 2,7 milhões pelo superesportivo.

Apresentado no Salão de Genebra (Suíça), em março do ano passado, o carro é um dos mais agressivos já produzidos pela marca italiana. Com carroceria pintada de preto fosco e interior da mesma cor, o cupê vem equipado com motor V12 6.5, que gera 670 cavalos de potência. Segundo a montadora, sua relação peso potência é de meros 2,3 kg por cavalo. Com isso, o SuperVeloce chega aos 100 km/h em 3,2 segundos e pode atingir nada menos que 342 km/h.

Segundo Natalino Bertin Junior, presidente da Platinuss, o modelo é referência em esportividade. “Essas mudanças feitas no  SuperVeloce em relação ao LP-640-4 ‘convencional’ forma uma excepcional combinação de desempenho, precisão, velocidade e estabilidade”.

Fonte: G1

Fotos Chevrolet Agile,Spark e Cruze no Salão de Detroit

Modelo é equipado com rodas de 16 polegadas.
GM quer aumentar produção do carro em fábrica na Argentina.

O hatchback Agile, modelo desenvolvido no Brasil pelo Centro Tecnológico da General Motors do Brasil, foi apresentado pela Chevrolet no Salão Internacional do Automóvel de Detroit, inaugurado oficialmente nesta segunda-feira (11) e que será aberto ao público a partir do próximo sábado (16).

Tim Lee, presidente das Operações Internacionais da General Motors Company, participou da exposição dos modelos, e destacou que a Chevrolet tem registrado um crescimento expressivo nas vendas de veículos no mundo. Em 2009, as vendas totais da Chevrolet totalizaram 1,34 milhão de unidades, das quais o Brasil e a China responderam por participação de 27%.

O Agile exibido é um veículo na cor amarelo Carman, equipado com rodas de 16 polegadas, na versão LTZ, tendo sido 100% desenvolvido pelo Centro Tecnológico da General Motors do Brasil.

A GM programa aumentar a produção do Agile na fábrica de Rosario, na Argentina, para atender a demanda do mercado. O objetivo é ampliar o mais rápido possível a produção de 6 mil para 8 mil unidades mensais neste ano.

Fonte: G1

Suzuki apresenta o novo Alto

Hatch é equipado com motor 660 cc e faz 24,5 km/l de gasolina.
Após três décadas de produção modelo deverá ser substituído em breve.

O presidente da Suzuki Motor, Osamu Suzuki, apresentou nesta quarta-feira (16) o novo Alto em um hotel de Tóquio. O hatch de entrada da marca completou em 2009 três décadas de produção.

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O compacto conquistou vários países pelo baixo custo e versatilidade. Equipado com motor de 660cc, o modelo tem consumo médio de 24,5 km/l de combustível.

Apesar do sucesso, o Alto deverá ser substituído em breve por um novo carro pequeno, fruto da parceria entre a Suzuki e a Volkswagen, que custará entre US$ 4.300 e US$ 5.400 para o mercado indiano.

“Em algum ponto nós precisaremos de um substituto para o Alto. Essa faixa de preço é o patamar de entrada para os clientes indianos hoje, assim não podemos deixar esse segmento aberto”, disse R.C. Bhargava, presidente da Maruti Suzuki, fabricante líder de carros de passageiros na Índia.

Em relação ao acordo anunciado entre a montadora alemã e japonesa, a Volkswagen irá comprar 20% de participação na Suzuki por US$ 2,5 bilhões, assimilando o conhecimento da empresa japonesa em carros pequenos e a dominância na Índia em um esforço da VW de se tornar a maior montadora do mundo.

O Economic Times informou que o novo modelo terá preço entre US$ 4 mil e US$ 5 mil no mercado europeu, bem abaixo dos US$ 8.800 do Up, o carro mais barato atualmente da Volkswagen.

Fonte: G1

BMW investe no automobilismo brasileiro para divulgar a marca MINI

MINI Challenge chega em 2010 com foco nas vendas do MINI Cooper.
Carros serão importados da Inglaterra e atingem 240 km/h.

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A BMW Group Brasil anunciou, neste sábado (5), no autódromo de Interlagos, em São Paulo, a criação da prova de automobilismo MINI Challenge. Essa será a categoria de entrada da Stock Car, a exemplo da extinta Stock Junior.

O MINI Challenge já é disputado em países como Espanha, Alemanha, Austrália e Nova Zelândia. Os carros são importados da Inglaterra. O modelo MINI John Cooper Works CHALLENGE tem motor de 224 cavalos, com quarto cilindros em linha, com turbocompressor, injeção direta de gasolina. Com 1.598 cc, pode atingir 240 km/h. O peso mínimo, incluindo o piloto, é de 1.170 kg.

Ao longo da temporada, a manutenção ficará a cargo da JL Racing, fornecedor exclusivo dos motores, chassis e demais componentes dos carros da Stock Car, que alugará os carros e prestará toda a assistência de pista aos pilotos.

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O evento deste sábado contou com a presença do diretorpresidente da Vicare, Carlos Col, do presidente da CBA, Cleyton Pinteiro, do presidente do BMW Group Brasil, Henning Dornbusch, do diretor da marca Mini, Martin Fritsches, do diretor de Motorsports do Mini, Udo Mark, e do ex-piloto Ingo Hoffmann, padrinho da categoria.

“Quando um campeonato como o MINI Challenge chega ao Brasil, faz-se necessário formar parcerias com marcas que partilham a paixão e valores desportivos intrínsecos da nossa marca. A parceria vai fortalecer o desenvolvimento e a continuidade do campeonato”, afirmou Henning Dornbusch, que aposta na competição devido ao crescimento das vendas do modelo MINI Cooper no país.

Competição

O MINI Challenge terá, num primeiro momento, 15 carros, podendo chegar a 20 já na segunda etapa. A participação poderá ser individual ou em duplas. Serão oito etapas na temporada 2010, sempre acompanhando a Stock Car. O sistema de disputa prevê duas baterias de 25 minutos cada. A pontuação será a mesma da Stock Car.

Fonte: G1