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Basta estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para que a marca faça serviços que vão da revisão até a hidratação do couro

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A Audi quer deixar a sua vida mais fácil. A montadora começou a oferecer este mês um serviço apelidado de Airport Service, que cuida do seu carro enquanto você viaja. Os benefícios vão desde não ter problemas com bateria arriada no final da viagem a reencontrar seu Audi limpo e com revisão em dia.

Para adquirir o mimo, basta agendá-lo pelo telefone 0800 077 7000. Depois, é só estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para seu Audi receber serviços de manutenção e limpeza, como revisão, polimento e cristalização, hidratação de couro e lavagem ecológica a seco. O preço da revisão é o mesmo cobrado pela concessionária.

O pacote já é oferecido em outros aeroportos pelo mundo, como o de Munique, na Alemanha. Por lá, a área fica aberta 24h por dia, o que facilita caso a sua volta aconteça pela madrugada.

Fotos Flagra Novo Citroën C3

Flagra Fotos Imagens Novo Citroen C3

O lançamento do novo C3 será no segundo semestre do ano que vem, e a Citroën segue em testes intensos das versões pré-série do modelo. Agora, o leitor Leonardo Gonçalves flagrou uma unidade camuflada do compacto rodando no calor de Teresina (PI). As imagens mostram detalhes da traseira da nova geração do modelo e deixam mais claro o tamanho maior do novo C3 em relação à geração atual.

Atualmente , a fábrica da PSA Peugeot-Citroën em Porto Real (RJ) já produz cerca de cinco unidades diárias do novo C3 em regime de treinamento. A versão brasileira do C3, conhecida internamente como Ai51, terá mudanças no desenho dianteiro em relação à versão vendida atualmente na Europa. A grade será igual à do AirCross, com os contornos cromados se juntando para formar o logotipo da marca. Já o para-choque será semelhante ao da versão esportiva DS3.

A PSA já anunciou um investimento de R$ 3,7 bilhões para a expansão de sua fábrica até 2015, voltado para o desenvolvimento e fabricação de novos projetos de veículos e motorização.

Fonte: AutoEsporte

Capas automotivas protegem a pintura?

O assunto divide opiniões, mesmo de especialistas. De acordo com Valéria Oliveira Rosa, gerente de vendas da Bezi Indústria e Comércio, essa proteção extra para o veículo não causa qualquer tipo de problema, desde que o usuário siga as instruções do fabricante.
“A capa não deve ser colocada se estiver com a parte interna molhada, se o veículo estiver com o motor quente ou se ele estiver molhado, por exemplo. O material é impermeável, portanto, não deixa a água penetrar e, em caso de mau uso, também não deixa a água sair. É isso que pode causar manchas”, explica. Segundo Valéria, áreas esbranquiçadas na pintura, que fica opaca, são causadas pelo acúmulo de água, não pelo material do forro.

Além disso, a gerente comenta que a capa com perfurações ou cortes não pode ser usada, justamente porque poderá ocasionar a entrada de água de chuva, por exemplo. Outra instrução nem sempre seguida e evitar seu uso em modelos que foram recém-pintados. “Quem segue as instruções corretamente não enfrenta nenhum problema.”

Já para Daniel Correia, assistente administrativo da oficina SP Center Car, o uso prolongado desse recurso pode, sim, trazer manchas. “Em dias muito quentes, a capa acaba atuando como uma estufa. Por causa disso, o verniz acaba perdendo o brilho com o tempo. Uma boa alternativa é deixar o carro sem ela ao longo do dia. Ou, encerar o modelo a cada semana, isso pode ajudar a proteger a pintura por mais tempo.” Para reparar o problema, o assistente garante que o polimento é suficiente.

Por outro lado, Correia comenta que o uso de capas em garagem coberta, para evitar acúmulo de poeira, não afeta a pintura. O mercado oferece uma série de opções, que começam com materiais permeáveis, passam por películas externas impermeáveis e chegam a opções bem requintadas, com sistema de ventilação e de ancoragem e nove camadas de material para proteger a pintura. A faixa de preços pode variar entre R$ 40 e R$ 230, dependendo do modelo e de suas medidas.

Fonte: AutoEsporte

Cuidados com a carro: Pintura, reparos, riscos, polimento e lavagem

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Reparar a pintura danificada por riscos e pequenas batidas, que não saem apenas com polimento, parte de R$ 150 nas oficinas da capital, segundo apurou a reportagem. Porém, no caso de portas e porta-malas, por exemplo, é preciso recuperar a peça inteira.

“O serviço de repintura apenas de uma área é indicado para riscos de no máximo 20 cm”, explica Eduardo Fernandes, chefe de oficina do Centro de Experimentação Viária (Cesvi).

Mesmo para esses pequenos consertos, é preciso aplicar uma camada de primer, produto que corrige imperfeições na chapa e dá aderência para a próxima camada de tinta.

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“Depois de pintar, deve-se lixar a peça inteira e aplicar uma demão de verniz. Isso garante o acerto de cor”, afirma Fernandes.

Já teto, capô, portas, porta-malas e para-choques precisam ser desmontados e toda a peça receber tinta. “Eles sofrem com a ação do sol e algumas recebem diretamente o calor do motor. Por isso, em três meses aparece mancha no local reparado se o serviço não for bem feito”, diz Fernandes.

Ondulações e lascas na superfície são outras consequências de serviço malfeito ou de produto sem qualidade. “Um verniz ruim pode fazer com que a superfície se descasque”, diz Roliem Barrios, proprietário da New Force Car (2294-6384), na zona leste

Para conseguir a cor exata da pintura original, oficinas trabalham com máquinas que misturam tons de tinta. “Os carros trazem, em etiquetas fixadas na lataria, o código da tinta”, diz Sérgio Moreira, da Performance Martelinho de Ouro , na zona norte. “Mas nem sempre elas batem. Por isso, a tonalidade é testada em chapas de metal.”

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PREÇOS – Na Performance Martelinho de Ouro, repintar porta, para-choque ou porta-malas tem preço a partir de R$ 300. O serviço no capô custa R$ 400 e R$ 600 no teto. Retoques saem por R$ 150.

Na New Force Car, a pintura de cada peça parte de R$ 250. As portas têm acréscimo de R$ 90 e a funilaria, de R$ 150.

Na Alvarenga Lavagem e Pintura (3813-8016), na zona oeste, a pintura de um capô custa R$ 350 e a de um para-lama, R$ 150.

DICAS:
Encerar carro a cada 15 dias: Cera, em spray ou pastosa, protege pintura de fuligem e piche

Polir veículo comprado usado: Depois disso, deve-se encerar o modelo periodicamente

Não passar querosene: Produto ataca borrachas e maçanetas de plástico

Evitar lavagem com cera: A que costuma ser usada em lava-rápido não protege pintura

Fonte ZAP