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CUIDADOS QUE VOCÊ DEVE TER COM SEU CARRO NO FRIO

Com a chegada do inverno e das baixas temperaturas, aparecem os problemas já conhecidos pelos mecânicos. Os mais comuns se relacionam à partida nos carros flex, mas bateria, ar-condicionado e pintura também merecem atenção

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Tanquinho

Se você dirige um carro abastecido com etanol, já deve ter percebido que o motor demora um pouco mais para pegar quando está frio. Isso ocorre porque o poder calorífico do etanol é menor do que o da gasolina. É por isso que muitos automóveis flex são equipados com o famoso tanquinho, um reservatório de gasolina localizado próximo ao motor que auxilia a partida desses veículos. O sistema é acionado quando a temperatura está abaixo dos 15 graus, em média, e é aí que está o problema: como raramente faz esse frio por aqui, os cuidados com o tanquinho ficam em segundo plano e só damos por sua falta quando realmente é necessário. Para não correr maiores riscos, o ideal é trocar a gasolina do reservatório uma vez por ano, antes do inverno chegar. Também é recomendado limpar o tanquinho e verificar se a bomba elétrica está com o eixo quebrado. Além de inútil para o sistema de partida a frio, a gasolina “vencida” pode ressecar algumas peças, o que pode causar vazamentos. Uma boa dica é usar a gasolina premium, que tem maior durabilidade e mais octanagem.

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Bateria

Com as baixas temperaturas, o óleo lubrificante do motor fica mais viscoso e dilata com mais dificuldade, o que exige um pouco mais da bateria para dar a partida no carro. Todo esse esforço pode fazer com que sua carga se esgote mais rapidamente, e é aí que o problema surge. Nesses casos, a manutenção preventiva é a melhor saída. Vá a um mecânico de confiança e faça uma vistoria em todos os componentes, principalmente no alternador, para verificar se ele está recarregando a bateria corretamente. Nos dias mais frios, nunca dê a partida com o rádio ou os faróis ligados, por exemplo, e evite ligar e desligar o carro durante um congestionamento.

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Ar-condicionado

Nós sabemos que a última coisa que você quer fazer neste inverno é ligar o ar-condicionado de seu automóvel, mas aí vai a má notícia: essa providência é necessária – pelo menos por uns 15 minutos por semana, em média. Além de evitar a proliferação de bactérias, esse cuidado faz com que todos os componentes do sistema permaneçam lubrificados, o que reduz o risco de rachaduras e vazamentos nas mangueiras, nos vedadores e nos selos de borracha.

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Pintura

Quem mora na região Sul ou em alguns lugares do Sudeste do Brasil, já deve ter ouvido falar bastante sobre as geadas nas previsões do tempo – e, se bobear, já até pegou alguma por aí. O gelo em si não faz mal algum à pintura do carro, então, basta esperá-lo derreter ou removê-lo com água bem fria. A dica também vale para os veículos parados por muito tempo sob um nevoeiro forte, por exemplo, que pode deixar uma camada grossa de poluição sobre a lataria. Para evitar qualquer problema maior, vale deixar o polimento da pintura em dia.

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Fluido do radiador

É essencial colocar o líquido correto no radiador – a mistura ideal é composta por 50% de água desmineralizada e 50% de aditivo à base de etileno glicol. O líquido correto altera o ponto de ebulição e congelamento da água, o que evita que a ela ferva ou congele. Então, nada de colocar só água da torneira no sistema.

Preciso calibrar os pneus de forma diferente?

As leis da física são categóricas: o aumento ou a redução do calor alteram o volume e a pressão dos gases. No entanto, mesmo nos dias mais frios, essa variação na temperatura não influencia na pressão interna dos pneus, pois a quantidade de ar no interior do componente é muito pequena. Então, nada de calibrar os pneus de forma diferente no inverno. A não ser que o manual do seu carro aconselhe o contrário, continue utilizando a mesma pressão que costuma usar nos outros dias do ano. O ideal é fazer a calibragem dos pneus quando eles estiverem frios, isto é, pouco rodados ou depois de o carro ter parado por algumas horas. E lembre-se: calibrá-los corretamente evita o desgaste e melhora o consumo de combustível do veículo.

Detalhamento e tratamento de pintura automotiva

pintura-fotoDetalhamento trata-se de uma arte, um tratamento de excelência para automóveis, o qual vai de uma minuciosa limpeza até a correção da pintura para remover qualquer defeito e promover sua máxima proteção. É um processo de limpeza e condicionamento completo das partes externas e internas possíveis de serem tratadas, a fim de manter o veículo sempre limpo, protegido e impecável.

O perfeccionismo e a atenção prestada aos detalhes é algo realmente impressionante, envolve a paixão do profissional e sua vontade em fazer o melhor possível. É nessa hora que se diferenciam os trabalhos e os profissionais.

Se o propósito é fazer um trabalho de produção, é muito provável que o objetivo não seja a perfeição e sim a produtividade, repercutindo no acabamento final. Fica evidente que uma concessionária não dedicará atenção exclusiva e respeitando o processo como deve ser feito, pois neste caso que esta em jogo é a produtividade. O funcionário cumpre metas e o cliente geralmente não conhece outros recursos mais específicos para que seu carro seja cuidado como se deve.

Quando se trata de um detalhamento, o valor está no resultado que se pode atingir, ou seja o profissional empregar o máximo de sua paixão e conhecimentos a fim de fazer com que seu cliente seja surpreendido ao buscar seu carro. Neste caso não se está buscando produtividade e sim qualidade. O artesão não faz por dinheiro, e sim por paixão.

Neste ponto cabe ao profissional definir o que irá fazer, um detailer carrega consigo a vontade e a dedicação de fazer sempre o melhor e buscar cada vez mais o conhecimento sobre aquilo que faz. Não quero dizer que não existam bons polidores, porém o foco e o método de trabalho muitas vezes são diferentes.

Talvez o passo mais importante em um detalhamento, é o de avaliar o trabalho necessário, pois ao contrário do que acontece nos trabalhos comuns, não se pode cometer o erro de pensar que existe uma sequencia definida para tudo. Ou seja, em um veículo menos danificado não podemos usar produtos tão agressivos quanto usaríamos em um veículo bastante danificado.

A indústria de tintas e vernizes esta em constante evolução, e não podemos pensar que um mesmo processo e os mesmos produtos surtirão efeitos satisfatórios em uma infinidade de vernizes e tintas diferentes. Apenas com conhecimento e experiência se consegue dosar o material disponível para cada caso diferente. Isso diferencia o Detailing de qualquer outro serviço automotivo tornando este tipo de trabalho uma verdadeira arte.

10 tipos de cuida da pintura do seu carro

foto-imagem-pinturaTem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas
do calcário de goteiras de prédios. Pode?

Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.

Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.

Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.

Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.

Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.

Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.

É verdade que a cor vermelha “queima” com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.

Funilaria e pintura – Volkswagen lança novo conceito de serviço – Centro de Reparo e Pintura

Funilaria-e-PinturaA Volkswagen inaugura no Brasil novo conceito de serviços de funilaria e pintura, que promete oferecer aos clientes da marca atendimento com alta qualidade e tecnologia, além de preço e tempo competitivos. O novo serviço já está disponível em seis concessionárias da rede: Saga, em Brasília (DF); Copava, em Curitiba (PR); Germânica, em Sumaré (SP); Vox, em Florianópolis (SC); Guaibacar, em Porto Alegre (RS); e Amazon, em São Paulo (SP).

O “Centro de Reparo e Pintura Volkswagen”, como é chamado pela empresa, pode ser incorporado em concessionárias já existentes ou pode ainda ser uma unidade separada fisicamente da loja. O objetivo da Volkswagen é incrementar a capacidade do pós-vendas e a lucratividade na prestação de serviços, além de aumentar a as parcerias com as seguradoras e diversificar seu portfólio de atendimento.

A Volkswagen espera abrir mais 50 centros nos próximos quatro anos. “As oficinas do centro de reparo e pintura serão centros de excelência no reparo automotivo, que contarão com o que há de melhor em tecnologias de produtos, fluxo lógico de processos, equipamentos modernos e profissionais capacitados. Nosso objetivo é apresentar uma oferta de serviços eficientes, com mais qualidade e a custos e prazos competitivos”, comenta Jean Philippe Cheverry, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Volkswagen.

VOLKSWAGEN EXPRESS

Em paralelo, a Volks implementa desde dezembro do ano passado o “Volkswagen Express”, outra ação que visa promover mais satisfação ao cliente e fidelização à marca e à concessionária. Este conceito promete mais agilidade nos serviços, como troca de óleo, de pneus, balanceamento e alinhamento, freios, entre outros que podem ser realizados em até uma hora.

O “Volkswagen Express” já é implementado, segundo a empresa, em três concessionárias paulistanas: Sorana, localizada na Zona Norte; Alta Jafet, na Zona Sul; e Original Penha, na Zona Leste. Fora do Estado de São Paulo, a concessionária Servopa, de Curitiba (PR), também já disponibiliza os serviços rápidos. Até o fim de fevereiro, estão previstas as inaugurações de duas novas unidades: Vox, em Florianópolis (SC), e Comasa, em Assis ( SP). O objetivo da empresa é inaugurar mais 100 “Volkswagen Express” nos próximos quatro anos.

O que consertar no carro antes da venda

Investir na aparência e na segurança do veículo compensa, dizem eles.
Porém, conserto mal feito de batida ou raspada pode ‘derrubar’ o carro.

Danos leves na carroceria do carro e as revisões periódicas quase sempre são lembrados pelos proprietários na hora de vender o carro. É quando fica a dúvida sobre se gastar dinheiro com o reparo irá compensar pela valorização do veículo. Para especialistas consultados pelo G1, a regra geral é consertar o veículo. De preferência, assim que ele sofrer a avaria, para que os gastos de reparo não acumulem na hora de deixar o veículo “redondo” para a venda.

“Quem compra o carro dá muita atenção ao aspecto. Pelo cuidado que o proprietário teve com o visual do carro, seja na parte externa como na interna, o comprador associa que a parte mecânica também está bem cuidada”, observa o coordenador de atividades técnicas do Senai, Mauro Alves dos Santos.

O gerente de seminovos da Fiat Paulitália Tatuapé, em São Paulo, Marcio Sciola, explica que o carro é avaliado pela quilometragem e pela conservação. “Batidinhas e raspadas são descontadas do valor”, observa Sciola, que destaca que o veículo naturalmente será adquirido por um valor abaixo do apontado pela tabela Fipe. “O mercado se baseia na Fipe, mas a gente trabalha com valores entre 10% e 15% abaixo para uma troca”, diz. A redução é justificada, segundo ele, pelos gastos com a preparação do carro dentro dos padrões de qualidade e garantia que as concessionárias oferecem, além dos encargos com a documentação.

Cuidado ao reparar pintura
Por isso, o coordenador do Senai recomenda que o dono do veículo tenha o hábito de fazer a manutenção preventiva, tanto da parte estética do carro quanto da mecânica. “Aqueles amassados leves, típicos de quem para em garagens apertadas, podem ser resolvidos no martelinho de ouro”, aconselha.

Se a pintura é comprometida, o trabalho deve ser feito com um profissional que garanta a mesma tonalidade da pintura original, mas com as alterações feitas pelo tempo. “Quando o trabalho não é bem feito, fica muito perceptível o retoque, especialmente nos carros mais velhos”, observa Santos.

O gerente da Dinho Multimarcas, em São Paulo, Alessandro Orlandin acredita que pequenos reparos na lataria às vezes não precisam ser feitos antes de vender o veículo. Segundo ele, se a pessoa levar o carro em qualquer lugar para pagar menos, a loja que adquiriu o carro poderá ter trabalho dobrado para refazer o serviço mal feito. “E refazer sempre fica pior”, observa. Por outro lado, se o dono levar em um lugar bom, pode gastar mais do que se a loja arrumasse o carro. “Nesse caso, é melhor vender do jeito que está”, observa.

Na parte interna do carro, a dica é sempre manter os bancos limpos e os tapetes novos. No caso dos carros mais velhos, o volante acaba se desgastando, o que também desvaloriza o veículo. Nesse caso, o coordenador do Senai recomenda a troca do volante.

Segurança ‘salva’ até aparência ruim
Na parte mecânica merecem atenção especial aos itens de segurança. Fazer as revisões nos períodos corretos valoriza o carro, dizem os especialistas. Mas, se o proprietário não se preocupou com isso, na hora de vender é recomendável investir em itens como pastilhas de freio, pneus, molas e amortecedores. Eles são o que valoriza veículos com a aparência totalmente comprometida.

“Se você não cuidou bem do seu carro e vai tentar vendê-lo, então troque essas peças de segurança e seja sincero com o comprador sobre o que ainda falta fazer. Assim, a desvalorização é menor”, destaca Santos, para os casos em que reformar o automóvel sairia muito caro.

Mas carros com batidas graves, mesmo quando reparados, nem sempre são aceitos nas revendedoras. “Se for uma batida grave, a gente nem compra”, ressalta Orlandin. Mas, na parte mecânica, não tem saída. “Ajustes sempre serão descontados. Tem gente que é muito relaxada, nem troca o óleo do carro”, destaca o gerente da Dinho Multimarcas.

O que vale a pena mexer
Mecânica
Pneus, amortecedores, pastilhas de freio e molas (se não fez revisão)
Estética
Amassados e riscos, troca de volante, tapetes e polimento da pintura

 

Fonte: G1

Capas automotivas protegem a pintura?

O assunto divide opiniões, mesmo de especialistas. De acordo com Valéria Oliveira Rosa, gerente de vendas da Bezi Indústria e Comércio, essa proteção extra para o veículo não causa qualquer tipo de problema, desde que o usuário siga as instruções do fabricante.
“A capa não deve ser colocada se estiver com a parte interna molhada, se o veículo estiver com o motor quente ou se ele estiver molhado, por exemplo. O material é impermeável, portanto, não deixa a água penetrar e, em caso de mau uso, também não deixa a água sair. É isso que pode causar manchas”, explica. Segundo Valéria, áreas esbranquiçadas na pintura, que fica opaca, são causadas pelo acúmulo de água, não pelo material do forro.

Além disso, a gerente comenta que a capa com perfurações ou cortes não pode ser usada, justamente porque poderá ocasionar a entrada de água de chuva, por exemplo. Outra instrução nem sempre seguida e evitar seu uso em modelos que foram recém-pintados. “Quem segue as instruções corretamente não enfrenta nenhum problema.”

Já para Daniel Correia, assistente administrativo da oficina SP Center Car, o uso prolongado desse recurso pode, sim, trazer manchas. “Em dias muito quentes, a capa acaba atuando como uma estufa. Por causa disso, o verniz acaba perdendo o brilho com o tempo. Uma boa alternativa é deixar o carro sem ela ao longo do dia. Ou, encerar o modelo a cada semana, isso pode ajudar a proteger a pintura por mais tempo.” Para reparar o problema, o assistente garante que o polimento é suficiente.

Por outro lado, Correia comenta que o uso de capas em garagem coberta, para evitar acúmulo de poeira, não afeta a pintura. O mercado oferece uma série de opções, que começam com materiais permeáveis, passam por películas externas impermeáveis e chegam a opções bem requintadas, com sistema de ventilação e de ancoragem e nove camadas de material para proteger a pintura. A faixa de preços pode variar entre R$ 40 e R$ 230, dependendo do modelo e de suas medidas.

Fonte: AutoEsporte

Veja como recuperar a pintura do seu carro

Polimento profissional para veículos custa a partir de R$ 200.
Melhor forma de evitar problemas é manter o carro limpo e encerado.

Pintura opaca, cheia de manchas e riscos. É isso que acontece quando a gente deixa de lado os cuidados com a aparência do carro. E os vilões estão no dia a dia de toda cidade. O sol é um dos principais agressores, mas existem outros também bastante prejudiciais para a pintura, como a seiva que escorre de uma árvore, dejetos de pássaros e lavagens utilizando solventes.

Quando a pintura fica opaca, somente ajuda profissional faz o brilho voltar. O procedimento utiliza abrasivos para fazer o polimento e tirar manchas e riscos. O preço pelo serviço de polimento profissional parte de R$ 200 e aumenta conforme o tamanho do veículo. Porém, a cada polimento retira-se verniz e deixa-se a pintura mais exposta, até não ter mais tinta. Quando isso acontece a única saída é pintar outra vez.

Pintura sólida
Nos carros que tem a chamada pintura sólida, os problemas aparecem bem mais rápido. Isso porque o sol reage com a pintura, que neste caso é feita à base de pigmentos orgânicos.
É o caso dos carros vermelhos e amarelos, que apresentam diferença de coloração se ficarem muito expostos ao sol.

Prevenção
O melhor jeito de evitar problemas é manter o carro sempre limpo. Os especialistas recomendam fazer a lavagem com elementos neutros, seja xampu, detergente ou sabão, para simplesmente tirar a sujeira. Além da lavagem constante, é recomendável fazer a proteção com cera. Mas a cera não pode ser abrasiva e nem com polidor. Dessa forma, é possível prolongar a vida útil da pintura do carro.

Dependendo da quantidade de lavagem a cera dura pouco, mas há a opção da cera cristalizadora. Mais forte, ela tem uma camada de proteção maior contra raios ultravioletas e adere melhor à pintura. Assim, possui tempo de vida útil maior do que a ceras comuns: as cristalizadoras duram de quatro a seis meses, enquanto a comum, de dois a três meses.

Fonte: G1

Pintura no carro SMART, da Mercedes-Benz, é criada pela estilista Isabela Capeto

Recém-lançada sua coleção outono-inverno 2010 no último dia de São Paulo Fashion Week, sexta-feira, 22, a estilista Isabela Capeto anuncia uma nova parceria profissional. Ela assina uma linha de estampas para o carro Smart, da Mercedes-Benz. As cinco unidades estampadas por Isabela, a convite da revendedora Ago, serão colocadas à venda.

Essa não é a primeira vez que uma montadora fecha parceria com estilistas. Em 2009, a Renault contratou vários designers para criar uma série especial do Twingo. Estilistas como a francesa Laurène Stein e o alemão Moritz Rogosky se uniram a outros artistas para desenvolver estampas para o estofamento dos automóveis.

Visto no GNT