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Picape compacta da Volkswagen agora tem preços entre R$ 49.440 a R$ 82.180

As concessionárias da Volkswagen já estão vendendo a linha 2019 da Saveiro. Com a atualização de ano/modelo, os preços da picape compacta ficaram um pouco maiores, aumentando até R$ 1.620. Além disso, a gama de versões ficou mais enxuta e agora conta com seis configurações.

A versão de entrada da Saveiro, a Robust de cabine simples, motor 1.6 com 104 cv de potência e câmbio manual de cinco marchas, aumentou R$ 1.050, passando de R$48.390 para R$ 49.440. Tanto ela quanto a opção com cabine dupla receberam calotas com novo design. O modelo 2019 da Saveiro Trendline ganhou o mesmo “mimo”, além do novo valor de R$ 61.190, R$1.300 a mais do que antes.

Já a Saveiro Pepper, com cabide dupla, motor 1.6 de 104 cv de potência e câmbio manual de cinco marchas, teve o maior aumento. Se antes o modelo saia por R$ 73.290, agora passou a custar R$ 74.920. Tanto ela quanto a opção com cabine estendida (agora valendo R$ 71.610) não receberam atualizações.

A última mudança ficou por conta do modelo topo de linha da gama. A Saveiro Cross 2019 agora pode ser equipada com revestimento dos bancos em Native na cor marrom. Com um aumento de R$ 1.490, a picape passou de R$ 80.690 para R$ 82.180.

Todos os preços da Volkswagen Saveiro:

Saveiro Robust Cabine Simples 1.6 – R$ 49.440 (+ R$ 1.050)

Saveiro Trendline Cabine Simples 1.6 – R$ 61.190 (+ R$ 1.300)

Saveiro Robust Cabine Dupla 1.6 – R$ 61.780 ( + 1.330)

Saveiro Pepper Cabine Estendida 1.6 – R$ 71.610 (+ R$ 1620)

Saveiro Peppers Cabine Dupla 1.6 – R$ 74.920 (+ 1.630)

Saveiro Cross Cabine Dupla 1.6 – R$ 82.180 (+ R$ 1.490)

Linha mais enxuta

A gama de versões da Volkswagen Saveiro ficou mais enxuta em 2019. Com a atualização, o modelo perdeu três configurações: a Saveiro Trendline com cabine dupla e motor 1.6, Saveiro Highline com cabine dupla  a Saveiro Cross com cabine estendida.

Nova versão de temática noturna combina robustez da mecânica diesel a um visual invocado por R$ 166.690

Parece até uma nova série especial, mas a partir de agora a inédita S10 Midnight passa a fazer parte da gama de versões da linha 2019 da picape média. O modelo traz como novidade a roupagem preta, que justifica o sobrenome “meia noite”. Faróis usam máscaras negras e as gravatas da Chevrolet (na grade e na tampa traseira) são pretas, tal como as rodas aro 18. A pintura evidentemente é preta, da mesma forma que a cabine, onde bancos, portas e teto são revestidos com tecido preto. Para não dizer que tudo é preto, o volante traz a gravata no clássico dourado. Uma herança compartilhada da versão LT, na qual é baseada.

Lançada ao preço de R$ 166.690, a S10 Midnight usa a mecânica turbodiesel, que entrega toda a valentia que se espera de uma picape do seu porte. O motor 2.8 litros entrega 200 cv e um torque pesado de 51 kgfm a 2.000 giros, sempre associado ao câmbio automático sequencial de seis marchas. A tração 4×4 é bastante simples de operar e pode ser ajustada em movimento, pelo seletor giratório no console entre os bancos. Há três modos possíveis, exatamente como nas demais variantes: 4×2 (tração traseira), 4×4 (integral) e 4×4 reduzida (com bloqueio do diferencial, para um fora de estrada mais severo).

O traje noturno se completa dentro e fora com emblemas que trazem o nome Midnight. Mas foi durante o dia que a picape fez sucesso. Notei muitos olhares vindos das calçadas e no meio do trânsito de São Paulo. As rodas aro 18 pintadas em preto “Ouro Negro” — e calçadas com pneus Bridgestone Dueler II 265/60, mais voltados ao asfalto — de longe foram as campeãs de audiência. Quem olhava, imediatamente as contemplava. Não há como negar que a S10 já chama a atenção pelo porte. São 5,36 m de comprimento por 1,87 m de largura e 1,78 m de altura. Mas o visual invocado definitivamente lhe caiu bem.

Se seduz os olhos, talvez a simplicidade da cabine desaponte alguns interessados. Como nasce da versão LT, a S10 Midnight é modesta por dentro. A lista de série traz o trivial para o preço sugerido. Inclui ar-condicionado, volante revestido de couro com comandos do controle de cruzeiro e ajuste vertical, assistente de descida (para uso no offroad), controles de estabilidade e de tração, airbags frontais, travas e vidros elétricos nas quatro portas com acionamento por um toque, concierge OnStar e a central multimídia MyLink2, com tela touch de sete polegadas, uma USB e as interfaces Android Auto e Carplay.

O acabamento segue a linha espartana, feita para durar, com predomínio de plásticos rígidos de texturas sem muito glamour. Ao menos a parte central do painel é macia ao toque, simulando couro com costura, e as saídas de ar que envolvem a tela multimídia trazem moldura estilizada. De resto, a S10 Midnight repete o estilo e as limitações vistas na picape Chevrolet. O aspecto que mais deixa a desejar é a ergonomia. A posição de dirigir bem alta segue o padrão da classe, mas a ausência de ajuste de profundidade do volante dificulta o motorista a encontrar a melhor posição.

Sua altura também dificulta o acesso, mesmo trazendo estribos laterais. Menos mal que há puxadores na parte interna das colunas dianteiras, que facilitam o embarque. Em espaço, a S10 Midnight se vale da cabine dupla, capaz de levar cinco adultos sem aperto. Outro ponto positivo é a boa quantidade de porta-objetos a bordo. Só a entrada USB que fica mal alocada, no baú que serve de apoio de braço entre os bancos. Aliás, já era hora de a GM colocar outra entrada USB na picape. Mas de todos os equipamentos, o que mais fez falta foi a câmera de ré. Mesmo com retrovisores enormes, é difícil manobrar a S10 “às escuras”.

Em movimento, a versão agrada e até surpreende no conforto. O motor 2.8 enche rápido e logo entrega o torque máximo, que empurra a picape com bastante força. Por outro lado, a S10 ganha velocidade gradualmente. Não há uma tocada esportiva, a despeito da estética enfurecida da Midnight. Mas é notável seu poder de tração ao volante. O câmbio automático não é tão dinâmico nas trocas, mas impressiona o baixo nível de vibrações, obtidas com sistema de pêndulos CPA, que estreou no fim de 2017 com a linha 2018. O dispositivo minimiza o escorregamento do câmbio em baixas rotações, e facilita os engates.

Nos testes de pista, a picape registrou bons números. O zero a 100 km/h foi cumprido em 9,8 segundos, e a retomada de 60 km/h a 100 km/h levou 5,6 segundos, bela marca para o utilitário de duas toneladas. Entretanto, nas frenagens a S10 exige espaço. Para estancar totalmente a 100 km/h foram necessários 48,8 metros. Finalmente, do ponto de vista do consumo, o modelo a diesel tem suas vantagens. Em percurso urbano, foi apenas razoável, com 7,6 km/l de média, mas na estrada fez 12,7 km/l, chegando à média mista de 10,1 km/l. Com o tanque de 76 litros, sua autonomia atinge ótimos 767 km.

Vale a compra?

Depende. Em estilo, a versão Midnight talvez seja a S10 que mais se destaca. Não há como negar que a picape ganhou um toque emocional com a temática noturna e as rodas pretas. Por outro lado, os R$ 166.690 anunciados podem parecer salgados diante do pacote de equipamentos. Bancos revestidos de couro deixariam a cabine mais nobre. Mesmo assim, ainda faltam itens elementares, como câmera de ré, airbags laterais e comandos do som no volante (além de ajuste de profundidade da coluna de direção). Já a mecânica cumpre seu papel, entregando robustez para encarar terrenos mais difíceis e ótima autonomia.

TESTE

Aceleração
0-100 km/h: 9,8 segundos
0-400 m: 16,9 segundos
0-1.000 m: 31,4 segundos
Veloc. a 1.000 m: 161,6 km/h
Vel. real a 100 km/h: 97 km/h

Retomada
40-80 km/h (Drive): 4,2 segundos
60-100 km/h (D): 5,6 segundos
80-120 km/h (D): 7,4 segundos

Frenagem
100-0 km/h: 48,8 metros
80-0 km/h: 29,1 metros
60-0 km/h: 15,4 metros

Consumo
Urbano: 7,6 km/l
Rodoviário: 12,7 km/l
Média: 10,1 km/l
Autonomia em estrada: 767,6 km

FICHA TÉCNICA

Motor: Dianteiro, longitudinal, 4 cil. em linha, 2.8, 16V, injeção direta, turbo diesel
Potência: 200 cv a 3.600 rpm
Torque: 51 kgfm a 2.000 rpm
Câmbio: Automático de 6 marchas, tração integral com reduzida
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente com braços articulados (diant.) e feixe de molas (tras.)
Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)
Pneus e rodas: 265/60 R18 (diant. e tras.)

Dimensões
Comprimento: 5,36 m
Largura: 1,87 m
Altura: 1,78 m
Entre-eixos: 3,09 m
Tanque: 76 litros
Capacidade de carga: 1.134 litros
Peso: 2.016 kg
Central multimídia: 7 pol., sensível ao toque, com Android Auto e Carplay
Garantia: 3 anos
Cesta de peças**: R$ 8.717

Revisões
10 mil km: R$ 336
20 mil km: R$ 928
30 mil km: R$ 1.116

Preço sugerido: R$ 166.690

**Retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro do ar-condicionado (elemento), filtro de ar do motor (elemento), jogo de quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível.

Fiat Toro chega à linha 2019 com várias mudanças na linha

A Fiat ainda não fez o anúncio oficial, mas em seu site já consta várias mudanças na linha 2019 da Toro. Sim,já estamos em 2019, minha gente! A picape encareceu, perdeu as opções com câmbio manual e ganhou uma nova versão de entrada: a Endurance, sugerida por R$ 90.990.

Equipada com motor 1.8 flex e câmbio automático de seis marchas, a Toro Endurance oferece controles eletrônicos de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa (hill holder), sistema start-stop (desligamento/acionamento automático do motor), direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros e traseiros com um toque (antiesmagamento apenas do lado motorista) controlador de velocidade, quadro de instrumentos digital com tela de 3,5 polegadas, revestimento de caçamba e rodas de aço estampado de 16 polegadas.

Já a gama da versão Freedom ficou mais enxuta. A Fiat tirou de linha o câmbio manual e o motor 2.4 flex de 186 cv. Mudanças que também mexeram no preço da picape, que ficou até R$ 11 mil mais cara. Com motor 1.8 flex e caixa automática de seis marchas, ela custa R$ 102.990, mas sobe para R$ 131.590 com o motor 2.0 16V diesel de 170 cv e câmbio automático de nove marchas.  O pacote de equipamentos inclui o sistema multimídia Uconnect Touch, com tela sensível ao toque de 5 polegadas, sistema de navegação, conectividade Bluetooth, comandos de voz, rádio e audio streaming. Há também ar-condicionado digital duas zonas, câmera de ré, retrovisores externos elétricos com memória e rebatimento, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional e alavancas de seleção das marchas tipo borboleta, além das rodas de liga leve de 16 polegadas.

Na versão diesel, que tem uma diferença de R$ 28.600, a picape ainda ganha assistente de descida,  tração 4×4 com seletor e rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus de uso misto.

Se por um lado a versão Freedom deixou de ser oferecida com motor 2.4 flex, por outro, a Volcano ganhou essa nova opção de motorização – combinada à transmissão automática de nove marchas. Sugerida por R$ 115.690, ela oferece capota marítma, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, faróis com DRL, quadro de instrumentos com display de 7 polegadas colorido e partida remota.

Já a opção topo de linha Toro Volcano com o motor 2.0 diesel ficou R$ 8.600 mais cara e agora parte de R$ 142.990.

Confira os preços da Fiat Toro abaixo:

Fiat Toro Endurance 1.8 flex AT6 – R$ 90.990
Fiat Toro Freedom 1.8 flex AT6 – 102.990 (aumento de R$ 11 mil)
Fiat Toro Freedom 2.0 diesel AT9 4×4  – R$ 131.590 (aumento de R$ 9.000)
Fiat Toro Blackjack 2.4 flex AT9 – R$ 117.490 (aumento de R$ 2.200)
Fiat Volcano 2.4 flex AT9 – R$ 115.690
Fiat Toro Volcano 2.0 diesel 4×4 –  R$ 142.990 (aumento de R$ 6.800)

A picape foi apresentada com a inédita versão LT Trailboss, destinada ao off-road

A Chevrolet mostrou as primeiras imagens da Chevy Silverado. A nova geração da picape chegará ao mercado norte-americano em 2018, já como modelo 2019.

A apresentação aconteceu durante um evento de comemoração dos 100 anos do lançamento da primeira picape da marca. A Silverado 2019 chegou pendurada por um helicóptero e, em seguida, foi levada aos fãs e proprietários de picapes convidados pela Chevrolet.

Para chegar a nova Silverado, a Chevrolet diz ter realizado uma pesquisa com mais de 7 mil pessoas que falaram o que desejavam para a próxima geração da picape.

Diferente da grande rival Ford F-150, que conta com alumínio na carroceria, a Silverado vem com aço ultra resistente, mais leve e com maior rigidez que os tradicionais.

A versão escolhida para a apresentação foi a inédita LT Trailboss. Destinada ao off-road, a picape tem para-coques pretos e suspensão elevada – além dela, a marca prometeu outras 7 versões.

A Chevrolet não revelou preços nem números de desempenho da nova Silverado. A picape será completamente apresentada ao público durante o Salão de Detroit, em janeiro de 2018.

No Estados Unidos, os preços da Silverado começam em US$ 28.285 (R$ 93.057). No Brasil, a Ram 2500 – picape rival – é vendida por R$ 261.990.

Picape ganha visual mais distante da linha Gol e chega às lojas em abril

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Quando a Volkswagen disse que a picape Saveiro se distanciaria do Gol, foi difícil de acreditar, mas a surpresa foi positiva ao ver o novo conjunto dianteiro mais agressivo e robusto – com inspirações claras na picape média Amarok. Oferecida em sete configurações, a novidade tem preços entre R$ 43.530 e R$ 69.250.

A verdade é que a vida nunca foi fácil para o modelo, já que a Fiat Strada praticamente dominou a liderança entre os comerciais leves nos últimos anos. Mas desde a chegada das novas Duster Oroch e Fiat Toro, foi preciso repensar o posicionamento da picapinha no mercado – apesar da marca negar qualquer intenção de brigar com as “médias-compactas”.

“Finalmente, temos uma Saveiro com identidade própria. Ela está mais robusta e com uma versão mais voltada ao trabalho [Robust]. Estamos certos de que vamos superar as expectativas dos nossos clientes”, disse Jorge Portugal, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil.

Parece que a Saveiro tomou fermento para crescer? Acredite, não é apenas impressão. A dianteira ficou mais alta e agora o capô está menos inclinado do que nas versões anteriores, enquanto a suspensão elevada da configuração topo de linha Cross foi adotada por toda a gama, o que aumentou em 2 cm a distância em relação ao solo. Na configuração com cabine simples, a caçamba comporta 924 litros, com cabine estendida, leva até 734 litros, enquanto a Saveiro cabine dupla é capaz de transportar até 580 litros na compartimento de carga.

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A lista de equipamentos ficou mais recheada em todas as configurações (confira mais no fim da página), mas sob o capô não há nenhuma novidade: seguem em linha os motores 1.6 8V de 104 cv e 15,6 kgfm e 1.6 16V de 120 cv de potência e 16,8 kgfm de torque – a transmissão é manual de cinco marchas em ambos os casos, mas o propulsor mais potente é oferecido apenas na versão topo de linha Cross.

Confira os preços de toda a linha

Volkswagen Saveiro Robust 1.6 8V Cabine Simples – R$ 43.530
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Simples – R$ 47.970
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Extendida – R$ 52.730
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Dupla – R$ 52.270
Volkswagen Saveiro Highline 1.6 8V Cabine Dupla – R$ 63.070
Volkswagen Saveiro Cross Cabine 1.6 16V Extendida – R$ 66.110
Volkswagen Saveiro Cross 1.6 16V Cabine Dupla – R$ 69.250

Visual

Os novos faróis, bem maiores do que aqueles empregados no Gol e no Voyage reestilizados, chamam a atenção. Com dupla parábola, o conjunto ficou mais refinado e agora está integrado com a grade, que traz frisos cromados nas versões mais caras Highline e Cross. As lanternas também estão mais modernas e agora têm iluminação com efeito 3D, mas o formato da peça é o mesmo de antes.

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Por dentro, as novidades são as mesmas do restante da família Gol. Ou quase, já que apenas as versões mais caras da picape receberam o painel de linhas mais modernas, enquanto a inédita opção de entrada Robust traz na cabine o mesmo visual de antes – com exceção do volante, que agora tem desenho inspirado na peça utilizada pelo Golf, porém, simplificado.

Aceleramos a nova picape na estrada e no off-road para conferir seus pontos positivos e negativos; confira o que esperar da topo de linha

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A picape Fiat Toro quer ser um veículo essencialmente urbano, mas promete também não fazer feio em trechos offroad. A opção que tem mais atributos para ir bem nesses dois cenários é a topo de linha Volcano, que elegemos para ser a primeira a passar pela nossa avaliação. Tabelada em salgados R$ 116.500, ela conta com motor 2.0 turbodiesel de 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm. Mas a Toro tem outras versões a diesel mais em conta, incluindo uma com caixa manual de seis marchas e tração 4X4. Na top, o câmbio é automático de nove velocidades e a tração é integral. Confira como ela se saiu na nossa avaliação na estrada e na areia.

Impressões ao volante

Dirigimos a Toro em trechos de estrada entre Natal (RN) e a praia da Pipa (que serviu de cenário para as fotos desta página), e também em trechos de offroad leve nesse mesmo destino turístico. O que confirmamos por lá é que ela é uma picape com diribilidade de SUV, superior à das rivais. Isso porque, o novo modelo da Fiat tem por baixo do visual de veículo de carga, uma estrutura de utilitário esportivo, mais especificamente a do Jeep Renegade.

Isso faz com que a dirigibilidade seja a mesma com a caçamba vazia ou cheia. Nas outras picapes, especialmente as maiores e com cabines simples, a caçamba vazia prejudica a estabilidade, ainda mais em altas velocidades.Quem já dirigiu as picapes menores e maiores contra as quais a Fiat quer brigar, vai se sentir bem mais confortável a bordo da Toro. A posição de dirigir é alta, mas seu porte não faz com que a tarefa dirigir no trânsito das grandes cidades seja um sufoco. Na prática, a nova picape é do tamanho de um utilitário mais parrudo.

No asfalto, o conjunto de suspensão filtra muito bem as irregularidades e mantém a Toroestável em curvas. Na terra, os trancos são suavizados pela suspensão multilink na traseira, uma opção mais reforçada do que o esquema McPherson adotado pelo Renegade no mesmo eixo. Por sua vez, a tração integral (com opção de 4×4 reduzida) dá conta do recado para ultrapassar terrenos rochosos e dunas de areia, como os das falésias da região que visitamos. Adaptativo, o sistema é menos pesado do que os convencionais usados pelas picapes médias.

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O motor turbodiesel tem ótimo fôlego para carregar os 1.672 kg da picape graças ao torque máximo entregue desde baixas rotações.Assim, contribui para que a Toro não sofra ao rodar, a não ser em saídas, quando poderia ser mais ágil. O câmbio faz trocas bastante suaves, mas não espere ânimo nas retomadas de velocidade. Segundo a Fiat, esta versão chega a 100 km/h em 10 segundos e tem velocidade máxima de 188 km/h, números que Autoesporte ainda vai aferir e publicar em breve.

Outro ponto positivo é que a distância entre-eixos de bons 2,99 metros garante espaço suficiente para dois passageiros viajarem sem aperto no banco de trás. A direção elétrica guarda o principal ponto negativo do modelo, já que é leve para manobrar, mas deveria ser mais direta em altas velocidades. A área envidraçada agrada, mas a coluna B é larga e dificulta a visão do motorista. A visibilidade traseira também é boa e não é prejudicada pela caçamba.

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Ao contrário da versão de entrada Freedom, que é básica demais, a topo de linha Volcano que avaliamos tem recheio para justificar o preço. De série, oferece ar-condicionado digital de duas zonas, vidros, retrovisores e travas elétricas, volante multifuncional, computador de bordo, farol de neblina e sensor de ré. A tela multimídia de 5,5 polegadas com GPS também vem de fábrica, mas decepciona por ser pequena demais e ter funções simples para um carro desta faixa de preço.

O pacote de itens de segurança também é elogiável: há os obrigatórios freios ABS, airbag duplo, assistente de partida em rampa, controle de tração e estabilidade e Isofix. A picape promete alcançar nota máxima à proteção de ocupantes graças aos sete airbags que, infelizmente, são vendidos como opcionais mesmo na versão topo de linha. O kit sai por R$ 4.140 e inclui regulagem elétrica do banco do motorista e sensor de pressão dos pneus. Além disso, bem que os bancos revestidos de couro poderiam ser de série nesta versão topo de linha. A Fiat oferece esse opcional por R$ 2.070.

Vale a compra?

Sim. A Toro Volcano promete ser a melhor alternativa para quem quer ter uma picape na garagem, mas não encontrava espaço suficiente para quatro pessoas nos modelos menores ou vaga de garagem que comportasse as picapes maiores. Barata ela não é, mas entrega bons itens de série e desempenho, tanto no asfalto quanto no fora de estrada. De quebra, seu porte pode ser o suficiente mesmo para os compradores interessados em médias convencionais. Pelo diesel e câmbio automático, as rivais de porte maior cobram muito mais caro – e perdem em conforto, dirigibilidade e estilo.

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Ficha técnica

Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo, turbo, injeção direta de diesel

Cilindrada: 1.956 cm³

Potência: 170 cv a 3.750 rpm

Torque: 35,7 kgfm a 1.750 rpm

Câmbio: Automático de nove velocidades, tração integral

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 255/65 R17

Comprimento: 4,91 m

Largura: 1,84 m

Altura: 1,74 m

Entre-eixos: 2,99 m

Tanque: 60 l

Caçamba: 1.000 kg de carga e 820 litros de volume (fabricante)

Peso: 1.672 kg

Números de teste (montadora)

0 a 100 km/h: 10 s

Velocidade máxima: 188 km/h

Consumo urbano: 9,4 km/l

Consumo rodoviário: 12,9 km/l

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Fiat lança Modelo Fullback, picape média baseada na Mitsubishi L200 Triton vendido apenas no Oriente Médio e alguns mercados europeus

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Parece que a Fiat tomou gosto pelas picapes. Depois de oficializar o lançamento da Toro para o começo de 2016, a marca apresentou nesta terça-feira, 10 de novembro, a Fullback, sua primeira picape média para as regiões da Europa, África e Oriente Médio.

Essencialmente uma Mitsubishi L200 Triton com logotipos Fiat, a Fullback é fruto de uma parceria firmada em 2014 para produção da picape em conjunto com a Fiat-Chrysler na Tailândia. Na ocasião, a Mitsubishi afirmou que o veículo poderia ser vendido com o emblema Fiat em mercados como Ásia, Europa, África e América Latina. Alguns dias depois, porém, a MMCB, representante local da Mitsubishi no Brasil, divulgou um comunicado oficial informando que as medidas “não contemplam o mercado brasileiro, no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição”, descartando, assim, sua possível comercialização no mercado brasileiro.

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A Fullback será equipada com duas versões do motor 2.4 turbodiesel, entregando 150 ou 180 cv, e podendo vir com transmissão manual de seis marchas ou automática de cinco velocidades, ambas com tração nas quatro rodas.

A nós, resta esperar pela Toro. A picape média será construída sob a plataforma do Renegade, embora seja inteiramente nova da coluna central para trás. Com comprimento de aproximadamente 4,9 metros, ela terá as mesmas opções de motorização do SUV da Jeep (embora o 1.8 flex seja modificado para entregar melhor desempenho) e capacidade de carga para uma tonelada.

Vazam novas fotos da Picape Fiat Toro na internet; será lançada no início de 2016

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Uma das grandes novidades da semana foi a confirmação por parte da Fiat do lançamento da picape Toro para o início de 2016 em todo o mercado latino-americano. Eis que, poucos dias depois do anúncio, o modelo foi flagrado sem qualquer tipo de camuflagem dentro da fábrica da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) em Goiana, Pernambuco.

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As imagens foram divulgadas nas redes sociais e, conforme adiantado por QUATRO RODAS, mostram uma das características mais marcantes da Toro: a caçamba com tampa dividida em duas partes (divididas por um grande logotipo da Fiat), mecanismo muito pouco utilizado pela indústria automotiva ao longo dos tempos.

Na parte dianteira da Sport Utility Pick-up – termo utilizado pela própria Fiat para se referir ao modelo, destaque para o conjunto óptico, que parece bastante moderno, para uma discreta grade superior cromada e para grandes entradas de ar – dependendo da versão, podem ser inteiramente de plástico ou contar com detalhes cromados também.

Ainda não há informações oficiais a respeito do trem de força da picape, mas a tendência é de que as opções de motorização sejam as mesmas do Jeep Renegade, uma vez que a plataforma da Toro será derivada do SUV. Assim, são esperadas versões com propulsores 1.8 flex e 2.0 a diesel, com opções de cambio manual e automático.

Picape Oroch Duster, modelo terá tração 4×4 e motor flex

foto-imagem-renault-duster-orochEm 2014, a Renault anunciou o desenvolvimento de dois novos modelos. E, de lá para cá, muito se especulou sobre quais seriam esses veículos. Agora já se sabe que os eleitos foram uma picape média e um novo compacto.

A picape foi mostrada em forma de conceito no Salão do Automóvel de São Paulo, batizada de Oroch. O compacto ainda não foi revelado, mas já está rodando no país. O lançamento das novidades só acontece no segundo semestre. No Salão, a picape parecia pronta. Mas, por baixo dos exageros típicos dos show cars, havia um Duster 4×4.

A capacidade de carga do Duster é de 493 kg e, segundo fontes, a da picape deve chegar a 800 kg (isso indica que não haverá opção diesel, porque, pela legislação do Brasil, veículos diesel devem ter capacidade de 1 tonelada). O compacto é um projeto inédito, que usa a plataforma do Datsun Go e motor 1.0 de três cilindros, o mesmo que debuta no Nissan March, este ano.


Linha FIAT 2014 da picape tem caçamba maior e seis versões, a partir de R$ 33.750

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A Fiat lança hoje a nova Strada 2014. Conforme a própria marca já havia adiantado, a principal novidade desta geração está na terceira porta, criada para facilitar o acesso de passageiros ao banco traseiro da picape. Com seis versões disponíveis, a nova Strada tem preços que partem de R$ 33.750 no modelo cabine simples, mas para adquitir a Strada com três portas é preciso desembolsar um mínimo de R$ 42.330 na opção de cabine dupla. As vendas começam em novembro. Confira a tabela completa com todos os detalhes das versões no final do texto.

Outra novidade importante para a Strada foi o aumento de capacidade de carga. A caçamba ficou maior na versão cabine curta, que agora oferece um espaço de 1.220 litros (ganho de 120 l); na cabine estendida, que passou a 910 l (incremento de 110 l) e na cabine dupla, que agora tem capacidade para 680 l (100 l a mais). O ganho foi alcançado ao adicionar 8 centímetros na altura das caçambas.

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Melhor para passageiros

“A nova Strada conta com 300 novos componentes de design e de engenharia. O grande destaque é a porta traseira com abertura reversa, que ampliou o espaço de acesso ao banco de passageiros de 0,5 m² para 1 m²”, comenta Claudio Demaria, diretor de desenvolvimento e design da montadora. Dos números para a prática, isso significa que o acesso ao banco traseiro mudou da água para o vinho.

Ficou muito melhor, exatamente por conta da posição invertida da nova porta, que só pode ser movimentada quando a porta dianteira direita está aberta – o que garante a segurança dos passageiros – e também porque não há uma coluna central. Falando nisso, a picape ganhou reforços estruturais no teto e no assoalho (no lado direito), que mantêm a rigidez da carroceria.

Sem maçaneta aparente, a mudança ficou visualmente bem discreta. Na moldura interna da nova porta, o mecanismo de abertura pode ser puxado ou empurrado para liberar a trava. Todas essas soluções, bem pensadas, foram patenteadas pela Fiat – não a porta reversa, que já foi utilizada em vários modelos ao longo dos anos.

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As lanternas redesenhadas, enfim, deram à Strada a beleza que faltava. Em posição elevada, elas acompanham os contornos sinuosos da nova caçamba. Já a identificação de cada versão (Working, Trekking e Adventure) ganhou novo grafismo na traseira.

Outros retoques estéticos podem ser vistos nas molduras das caixas de rodas e da tampa da caçamba, no para-choque de trás e no conjunto porta-escada/grade de proteção do vidro traseiro. A versão de entrada, a Working, traz novo para-choque dianteiro (de cor preta), que a deixa parecida com as demais opções da gama.

Novos itens

A linha 2014 da Strada também chega com novos itens. Abertura elétrica para a tampa do tanque de combustível, volante redesenhado para as versões Trekking e Adventure, alavancas do câmbio e do freio de estacionamento de cor preta e quatro novos porta-objetos para a Strada cabine dupla são os destaques. A Adventure, equipada de série com rodas de liga leve aro 16, ganhou ainda quadro de instrumentos com novo grafismo e opção de câmbio Dualogic Plus com mudanças de marchas por meio de alavancas – alojadas no volante multifuncional.

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Já a gama foi reformulada. A Working, com três opções de cabine (simples, estendida e dupla), oferece o motor Fire 1.4 de 86 cavalos. Intermediária, a Trekking (apenas com cabine dupla) conta com propulsor E-torQ 1.6 16V de 117 cv. A topo de linha Adventure (com cabine estendida ou dupla) traz o E-torQ 1.8 16V de 132 cv. A transmissão pode ser manual ou automatizada.

Pelos caminhos de terra da Reserva do Ibitipoca, integrada ao Parque Estadual do Ibitipoca, o bem conhecido motor da Adventure, com transmissão manual de cinco marchas, fez a lição de casa com tranquilidade – nem foi preciso acionar o bloqueio do diferencial dianteiro (Locker). Sem mudanças mecânicas, o bom desempenho do modelo está mantido na nova linha, que tem como ponto forte as novidades estéticas e, claro, a bem-vinda funcionalidade da terceira porta.

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Acessórios Mopar

Antenada ao rentável filão da personalização, a Fiat passa a oferecer cerca de 40 acessórios para a Strada, todos assinados pela Mopar – nome intimamente ligado à marca americana Chrysler, hoje controlada pelo Grupo Fiat. Os mais interessantes são o extensor de caçamba com rampa de acesso (ideal para motocicletas) e a central multimídia, que reúne GPS, TV, câmera de marcha à ré, DVD player, reprodutor de MP3 e Bluetooth. A nova linha é uma boa alternativa para quem gosta de equipar o carro sem correr o risco de perder a garantia da montadora.

Versão Preços Itens de série
Fiat Strada Working 1.4 8V Cabine Simples
R$ 33.750 Airbag duplo, freios ABS
Fiat Strada Working 1.4 8V Cabine Estendida
R$ 36.870 Airbag duplo, freios ABS
Fiat Strada Working 1.4 8V Cabine Dupla 3 portas R$ 42.330 Airbag duplo, freios ABS, abertura elétrica do tanque de combustível, novo volante
Fiat Strada Trekking 1.6 16V CD 3 portas R$ 48.360 Airbag duplo, freios ABS, abertura elétrica do tanque de combustível, novo volante, ar-condicionado, novo quadro de instrumentos
Fiat Strada Adventure 1.8 16V CE
R$ 49.480 Airbag duplo, freios ABS, abertura elétrica do tanque de combustível, novo volante, ar-condicionado, novo quadro de instrumentos, rodas de liga leve 16″, pneus de uso misto, banco do motorista com regulagem de altura, chave canivete com telecomando
Fiat Strada Adventure 1.8 16V CD 3 portas R$ 54.360 Airbag duplo, freios ABS, abertura elétrica do tanque de combustível, novo volante, ar-condicionado, novo quadro de instrumentos, rodas de liga leve 16″, pneus de uso misto, banco do motorista com regulagem de altura, chave canivete com telecomando