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Carro estacionado sozinho – Vídeo do novo Passat dirigindo o sedã sem motorista mexa o volante – Tecnologia Park Assist

Confira o vídeo para ver como funciona

A nova versão do sedã Passat, da Volkswagen chega ao Brasil com a tecnologia Park Assist, que estaciona o carro sozinho. Isso mesmo, ele faz a baliza por você. Confira o vídeo para ver como funciona.

Fonte: Auto Esporte

VW terá subcompacto e Golf mexicano no Brasil

Modelo médio deixará de ser feito no Paraná para dar lugar ao novo hatch pequeno

Quem esperava pela produção do Golf 7 no Paraná, em substituição ao atual Golf 4 (e meio), pode tirar o cavalinho da chuva. Como tem ocorrido com vários projetos de maior valor agregado, o Brasil perdeu a disputa para o México. O consolo é que ele virá de lá com status (e preço) de carro nacional, já que não recolherá os 35% do Imposto de Importação.

A Volkswagen ainda não anunciou a produção do modelo no México, mas o fará em breve, segundo nossas fontes. De lá está chegando o novo Jetta, que usa a mesma plataforma do hatch médio. Outro indicativo de que o próximo Golf será mexicano é que o New Beetle, feito lá até recentemente, muda para os Estados Unidos na próxima geração, na mesma fábrica do novo Passat norte-americano, em Chatanooga. E o Bora está saindo de linha. Logo, a fábrica fica liberada para produzir Golf e Jetta em grande escala.

A saída do Golf do Paraná também ajudará a liberar espaço no Brasil para a produção em altíssimo volume de um subcompacto, de preço inferior ao do Gol, em 2014. O modelo virá para brigar com o Fiat a ser feito em Pernambuco, posicionado abaixo do Uno. E suas linhas serão próximas às do futuro Lupo europeu. Contudo, o acabamento e o conteúdo no Brasil serão inferiores, de forma que seu preço não fique muito acima de R$ 20 mil.

Fonte: Revista AutoEsporte

Fotos Novo SpaceFox 2010

Confira as primeiras fotos da perua sem disfarces

Essas imagens que você está vendo são as primeiras fotos da nova SpaceFox totalmente sem disfarces. Como o carro está pronto, dá até para duvidar que a Volkswagen espere para lançá-la somente em maio ou junho. Ainda mais porque, com os novos Fox e CrossFox rodando por aí, a Space anterior parece ainda mais defasada.

Segundo uma fonte da fábrica, a demora só tem um motivo: como a Space é o único membro da família produzido somente na Argentina, vai ficar um pouco mais na fila por causa da Amarok, primeira picape média da VW. A prioridade absoluta na fábrica de General Pacheco é a picape, que chega às lojas brasileiras em março. Depois é que os argentinos cuidarão de produzir em larga escala a renovada SpaceFox.

As imagens mostram uma surpresa: as lanternas traseiras mudarão mais do que se supunha. Não será só uma alteração na distribuição de luzes, mas uma mudança que implica em novos cortes na tampa traseira e no para-choque. Elas ficaram mais amplas, com cortes mais retilíneos – abandonando totalmente o antigo padrão visual à la Passat. Lembram bastante as lanternas da minivan Dodge Journey. Sensores de ré serão um dos novos opcionais da perua. A placa de identificação continua no centro da tampa. Na dianteira e no interior, a Space seguirá as modificações do Fox.

Outra novidade que havíamos antecipado há alguns meses foi engavetada: o vidro traseiro basculante, como na Peugeot 207 SW. O projeto ficou caro, por conta dos amortecedores, e a VW julgou que já havia gasto muito com as mudanças provocadas pelas novas lanternas traseiras. A solução está pronta e pode até ser usada futuramente, mas não por enquanto.

Fonte: G1

Inmetro ranking de consumo de veículos 2010

Dos 35 modelos avaliados, apenas sete foram nota máxima do Inmetro.
Fiat Uno Mille Economy lidera a lista com a média de 8,8 km/l de álcool.

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O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) divulgou o ranking 2010 que indica o consumo de combustível e eficiência energética de veículos, assim como já é feito com geladeiras e fogões.

A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, um selo com o carimbo do Inmetro, mostra informações sobre o desempenho do automóvel em relação ao gasto médio na cidade e na estrada (em km/l ou km/m3, no caso dos motores a gás natural) e classifica o modelo de acordo com seu nível de consumo.

Para a certificação, o Inmetro dividiu os modelos em 8 categorias: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora-de-estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.

A avaliação atribui nota de A a E, do menor para o maior consumo, respectivamente. Ou seja, A é o veículo mais econômico e E o mais ‘gastão’. Ao todo, foram testadas seis marcas, 35 modelos e 67 versões diferentes.

Em nota, o Inmetro informou que  a adesão dos fabricantes e importadores de automóveis ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Para participar,a montadora deve informar os valores de consumo energético de, no mínimo, 50% de todos os seus modelos previstos para comercialização. Uma fábrica pode participar um ano com determinados modelos e não renovar a inscrição para o ano seguinte, por exemplo.

Os carros flex com nota máxima no ranking são o Fiat Mille Fire Economy 1.0, com 8,8 km/l de álcool (no ciclo urbano), o Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/l, Volkswagen Gol 1.0 e Polo BlueMotion, ambos com 7,4 km/l, e o Honda Civic 1.8 manual com 7,2 km/l. Já os modelos a gasolina mais bem posicionados são o Kia Picanto com a média de 12,4 km/l de gasolina e o Cerato, com 10,1 km/l.

Apesar de ter o veículo mais econômico do ranking, a Fiat é, entre as marcas avaliadas, a que possui o maior número de veículos entre os piores colocados. Palio (1.0 e 1.4), Idea (1.4 e 1.8), Siena (1.4 e 1.8), Stilo (1.8) e 500 ganharam nota E do Inmetro.

A Kia, que teve destaque com o Picanto e Cerato, recebeu nota mínima com o Carens. A Volkswagen também aparece entre os mais poluentes com o Jetta e o Passat.

De acordo com o Inmetro, estes valores são uma referência obtida com testes feitos em laboratórios, em condições comuns de uso, com ar condicionado e direção hidráulica ou elétrica.

Durante os testes, os carros ficam sobre uma espécie de esteira, na qual são simuladas diferentes condições de tráfego. Desta forma, os computadores registram os gastos de combustível. No entanto, o instituto alerta que o consumo percebido pelo motorista poderá variar para mais ou para menos, dependendo da forma como o motorista conduz o veículo.

Fonte: G1