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GM – General Motors: Apesar dos lançamentos, previstos para chegarem às lojas entre 2020 e 2021, boa parte dos modelos atuais deverão continuar disponíveis

Após anunciar o investimento de R$ 1,9 bilhão em sua fábrica de motores em Joinville (SC) e 1,4 bilhão em Gravataí (RS), a GM agora afirma que também vai modernizar a unidade produtiva de São Caetano do Sul, em São Paulo. Com o aporte R$ 1,2 bilhão, a capacidade deverá aumentar de 250 mil veículos por ano para 330 mil. Mas não só isso. Novos projetos também deverão sair da linha de montagem, que hoje produz Cobalt, Montana, Onix e Spin.

Segundo Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors no Mercosul, boa parte dos modelos atuais serão mantidos, apesar das novidades. “Vamos popular toda a linha com muitas opções. Então, vamos ter muitos SUVs, muitos sedãs e muitos hatches”, explica. Quanto às picapes? “Só Montana e S10, porque, na nossa visão, não cabe mais que isso”.

Os primeiros lançamentos deverão ser revelados entre 2020 e 2021, de acordo com o executivo. Entretanto, não há planos para veículos menores que o Onix. “Já fizemos vários estudos e, quando você faz essas análises ou olha o segmento, parece que está difícil de fazer sucesso”, afirma. Vale lembrar que, desde o início do ano, tanto o hatch como o sedã Prisma receberam reforços estruturais que já estão disponíveis, inclusive nas opções Advantage.

Em relação às motorizações, a empresa também confirmou novidades para os próximos anos, já que a capacidade produtiva da linha de montagem catarinense saltou de 120 mil unidades anuais para 420 mil. “Hoje, temos alguns motores que produzimos aqui e outros que importamos. Em Joinville (SC), vamos continuar fazendo os propulsores atuais, assim como uma nova família”, diz Munhoz, sem revelar se haverá opções de três cilindros ou turbinadas.

Caixa-preta em carros – Projeto do deputado preve obrigatoriedade de instalação de caixa-preta em automóveis novos a partir de 2014


Projeto prevê que veículos tenham caixa preta a partir de 2014

A Câmara dos Deputados analisa Projeto de Lei que prevê a obrigatoriedade de instalação de caixa-preta em automóveis novos fabricados a partir de 2014. A proposta é do deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS). Segundo o projeto, o equipamento de registro de dados e voz, como ocorre em aviões, vai permitir a ‘análise detalhada da performance do carro no exato momento do acidente’.

De acordo com o projeto, em situação normal apenas os proprietários poderão ter acesso aos dados. Ainda segundo o projeto, a caixa-preta deverá conter um botão que permitirá apagar os dados somente após estacionado o veículo. Esse seria um dispositivo de segurança para evitar a quebra de sigilo.

O projeto de lei remete ao Contran (Conselho Nacional de Trânsito) a padronização do sistema e como as informações podem ser armazenadas e acessadas, ficando também ao Conselho a atribuição de normatizar o uso dos dados pelas autoridades de trânsito. “O Contran baixará as normas de sigilo, padronização, especificação, localização gravação, degravação, resistência, instalação, culpabilidade do fabricante em casos de defeitos causadores de sinistro grave e demais características do dispositivo previsto nesta lei, de maneira a torná-lo padrão e obrigatório”, diz o Projeto.

Justificativa

Segundo a exposição de motivos apresentada pelo deputado Geraldo Resende para justificar a proposta, nos aviões, a caixa-preta permitiu melhoria da segurança, já que foi possível detectar falhas que davam origem a acidentes graves cuja causa não era possível ou muito difícil de determinar.

“Quando um acidente de automóvel acontece, muitas vezes é difícil descrever o que aconteceu ou mesmo provar para a seguradora o que causou a colisão. Hoje já existe tecnologia acessível para resolver mais esse problema”.

Para o deputado, a medida não prevê a instalação do equipamento em carros usados, mas é natural que se ofereça um desconto no seguro aos proprietários que optarem em instalar o dispositivo. Mas o maior benefício é a determinação de causas de acidentes para adoção de medidas preventivas.

Vendas de carros tem queda em março – As vendas de automóveis e comerciais leves novos no Brasil em março caíram 14,4%

As vendas de automóveis e comerciais leves novos no Brasil em março caíram 14,4 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, influenciadas por efeitos de calendário e base forte de comparação, gerada pelo fim do desconto de imposto um ano antes.

Segundo uma fonte do setor com acesso aos dados de licenciamentos, as vendas de março somaram 288.829 unidades, na segunda melhor performance já registrada para o mês após março de 2010, quando a expectativa pelo fim do desconto do IPI causou correria às lojas e vendas de 337.436 automóveis e comerciais leves.

Na comparação com fevereiro, no entanto, as vendas de março foram 11,6 por cento maiores, refletindo ainda o forte movimento da indústria que fechou o primeiro trimestre com um total acumulado de 777.923 automóveis e comerciais leves vendidos, 3,63 por cento acima do registrado um ano antes.

A associação de montadoras de veículos, Anfavea, divulga na próxima semana o fechamento oficial das vendas e produção para março, incluindo também caminhões e ônibus. A entidade estima vendas de 3,69 milhões de veículos em 2011, incluindo ônibus e caminhões, crescimento de 5 por cento sobre 2010.

Em março, a Fiat registrou vendas de 64.553 automóveis e comerciais leves, alta de 6,3 por cento na comparação com fevereiro e queda de 12,3 por cento sobre março de 2010. A Volkswagen apurou emplacamentos de 58.124 unidades, 6,9 por cento a mais que fevereiro, mas 16,3 por cento baixo das vendas de março de 2010, segundo a fonte.

A General Motors registrou alta de 19,3 por cento nos licenciamentos sobre fevereiro, para 55.282 unidades. Na comparação anual, houve queda de 21 por cento.

A Ford vendeu em março 17 por cento a mais que em fevereiro e 23,7 por cento menos que o licenciado um ano antes, com 27.675 automóveis e comerciais leves.

Fonte UOL Economia