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Sucessor do atual modelo March da Nissan será bem parecido com o conceito Sway, apresentado no início deste ano na Suíça

foto-imagem-nissan-marchA próxima geração do Nissan Micra, conhecido no Brasil como March, ganhará mais qualidade no interior do carro e promete reconquistar os clientes, segundo o vice-presidente executivo da empresa japonesa, Trevor Mann.O sucessor do atual modelo será fortemente baseado no conceito Sway, que foi apresentado este ano no Salão de Genebra, na Suíça. Mann disse que esse será mais digno ao nome “Micra” e, embora a produção possa ser feita no Reino Unido, ele defendeu sua base atual na Índia.

Como visto no conceito Sway da Nissan, espera-se mais modernidade na lanterna traseira de led e nas curvas laterais, que o deixa também mais parecido com modelos esportivos. Além disso, teto solar panorâmico e escapamentos traseiros em formato trapezoidal fazem parte das novidades.

A expectativa para uma grande diferença na próxima versão do carro é grande, principalmente para a marca, que também afirma ser possível abrir espaço para um Nissan novo e ainda menor, já que, nesse segmento, não há grandes volumes na Europa. Por enquanto, eles estudam as possibilidades e preparam o novo March para ganhar a atenção do público.

Modelo em questão pode ser a nova Frontier

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A Nissan divulgou nesta segunda-feira (2) um teaser relativo a uma picape. A imagem traz o veículo coberto por um véu translúcido, sendo possível visualizar os faróis, a grade frontal e o para-choque dianteiro do modelo. Junto à foto, um recado, mencionando a data em que o carro será revelado: 11 de junho.

Alguns sites internacionais já estão especulando sobre a identidade do modelo em questão. Por estar inserida na página global da Nissan, a picape em questão pode ser a renovada Frontier. Outra possibilidade ventilada é de que seja a atualização da Titan, cuja apresentação ao público já está confirmada para o Salão de Detroit de 2015.

Nissan – O carro que nunca fica sujo – Nanorevestimentos

carro-nissan-nanorevestimentos-foto-imagemImagine uma situação em que, mesmo enfrentando lama, depois da chuva, você ainda olha para o carro e o vê perfeitamente limpinho, como se tivesse acabado de ser lavado. De acordo com a montadora Nissan, isso pode se tornar realidade num futuro próximo, utilizando o nanorevestimento.A tecnologia não é nova, visto que há spray de produtos comerciais que aplicam camadas hidrofóbica e oleofóbica em itens comuns, como roupas e recipientes. A novidade agora é permitir o uso em grande escala na indústria automobilística. Os testes com o produto, da companhia UltraTech, são realizados no modelo Nissan Note, fazendo-o passar por situações de chuva, lama e granizo.

Embora não seja de interesse da montadora tornar o produto parte dos itens de série de seus veículos, a empresa japonesa disse “considerar o revestimento uma possibilidade como opcional”. Veja como funciona, na prática, no vídeo abaixo.

Crossover Qashqai compacto será lançado em 2014

qashqai-2O novo Qashqai será produzido na planta da Nissan em Sunderland, na Inglaterra. Inicialmente, o crossover terá apenas uma motorização a gasolina (1.2 DiG com 113 cv) e duas a diesel – 1.5 dCi com 108 cv e 1.6 dCi, que rende 128 cv. Seu lançamento acontecerá em 2014.

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Bastante inspirado no novo X-Trail (conhecido em alguns mercados como Rogue), o Qashqai tem estilo moderno, seguindo a nova identidade visual da Nissan. A grade frontal dividida em três partes é típica dos utilitários da marca e a traseira tem lanternas que começam na tampa do porta-malas e vão até as laterais, lembrando um pouco o visual do Hyundai ix35.

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A Nissan revelou as primeiras imagens oficiais da nova geração do Qashqai, o modelo que colocou a marca no segmento de crossovers compactos na Europa.

Carros que se dirigem sozinhos? Como será o mundo com esses veículos

foto-carro-do-google-dirige-sozinhoOs veículos autônomos, capazes de se dirigirem sozinhos, são uma aposta conjunta da indústria tecnológica e automobilística. O Google já testa amplamente o seu próprio carro inteligente, enquanto a Nissan promete que seu modelo já estará nas ruas em 2020. Mas como deve ser este futuro, em que chips e processadores tomarão o lugar dos motoristas no volante?

Para os membros do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), este futuro não está distante. Até 2025, 60% dos carros em ruas e estradas estarão conectados.

“A adoção generalizada de carros conectados permitirá aos consumidores tratar seus veículos como apenas mais um de seus dispositivos. Hospedagem de sistemas operacionais móveis e compra de pacotes de dados de provedores wireless será comum no futuro”, afirma Jeffrey Miller, membro do IEEE e professor da Universidade de Alasca Anchorage.

Com isso, também será necessário incluir sistemas de segurança como firewall para evitar a disseminação de ataques de hackers. Os especialistas preveem que pessoas mal-intencionadas poderão afetar recursos de áudio, desativar a ignição do veículos, substituir sistemas de travagem e infectar o software com vírus. Kevin Curran, professor da Universidade de Ulster no Reino Unido imagina que as fabricantes deverão investir em segurança digital. “Há uma forte presença de interconexão entre as redes de veículos, e portanto, uma violação de uma rede pode causar estragos em outra”, ele afirma.

Mesmo assim, os carros conectados também terão seus pontos positivos em relação à segurança. Com os automóveis interconectados e se controlando sozinhos, a variável humana e os erros de pessoas ao volante estarão eliminados. Os veículos poderão se reprogramar para evitar áreas perigosas ou congestionadas. A experiência de deslocamento tende a ficar mais segura e agradável, sem o stress do trânsito, prevê Christoph Stiller, professor do Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha.

Mesmo assim, ainda há o problema da confiança na inteligência artificial. É natural que os consumidores fiquem receosos num primeiro momento a confiar sua segurança a um computador. Contudo, os sistemas automatizados deverão ganhar popularidade e alcançar 75% dos carros até 2040, prevê o Instituto.

“É incrível pensar que há apenas seis anos, os smartphones não existiam e agora as pessoas não podem viver sem eles. Esta dependência que os consumidores têm adquirido será o catalisador para veículos autônomos, levando as pessoas a confiar na tecnologia automatizada. Dentro dos próximos cinco anos teremos pistas nas ruas e estradas dedicadas para o uso específico de veículos autônomos”, prevê Alberto Broggi, professor da Universidade de Parma, na Itália.

Contudo, quem tem prazer em dirigir os carros manualmente ainda terá espaço, embora ele seja reduzido. “As pessoas irão pagar para dirigir carros manualmente, como os karts”, prevê Broggi.

Carro sem motorista – Nissan promete veículo que dispensa motorista para 2020

foto-nissan-carro-sem-motoristaO Google que se cuide, pois não é a única empresa pensando em carros que dirigem sozinhos. A japonesa Nissan, uma das gigantes do mercado automobilístico, anunciou hoje que até 2020 estará pronta para colocar modelos no mercado.

A companhia informou que há anos seus engenheiros trabalham lado a lado com pesquisadores das principais universidades do mundo – como MIT, Stanford, Oxford, Carnegie Mellon e a de Tóquio – para desenvolver a tecnologia. Já há um campo de testes em construção no Japão que ficará pronto em 2014.

“Em 2007 eu prometi que – até 2010 – a Nissan comercializaria em massa um carro sem emissões. Hoje, o Nissan LEAF é o carro elétrico mais vendido da história”, lembrou o CEO Carlos Ghosn, em nota. “Agora estou me comprometendo a estar pronto para introduzir uma tecnologia inovadora, Autonomus Drive [direção autônoma], até 2020, e estamos no caminho certo para fazê-lo.”

A tecnologia será mostrada publicamente pela primeira vez durante o Nissan 360, evento de test-drives que será realizado na Califórnia. Trata-se de uma extensão do Escudo de Segurança da marca, que monitora o veículo por todos os ângulos e envia alertas ao condutor em casos de risco. Scanners a laser, câmeras, inteligência artificial e outros apetrechos foram instalados num LEAF para a demonstração.

A empresa ainda garantiu que seus carros que dirigem sozinhos terão “preços realistas para os consumidores”.

Carros autônomos – Veículos que dirigem sozinho estarão no mercado até 2019

Daqui a apenas sete anos, as pessoas não precisarão mais controlar os volantes dos próprios veículos, pois os carros autodirigíveis – nos quais você define uma rota e se recosta confortavelmente no banco, sem precisar fazer nada – já estarão no mercado. A previsão consta em uma pesquisa da consultoria KPMG e do Center for Automotive Research, e diz respeito ao mercado norte-americano.

Recentemente, inovações importantes como as realizadas pelo Google – que testou um carro do tipo com um deficiente visual – fizeram o conceito de um carro que dirige sozinho soar mais palpável e tecnicamente viável. Pesquisados a serviço da companhia norte-americano já fizeram o protótipo autônomo rodar mais de 370 mil km.

Todos os grandes nomes do mercado automotivo – Toyota, Nissan, Volvo, Honda, Hyundai e outras – estudam recursos semelhantes.

“No começo do século21, a indústria parece estar à beira de uma mudança revolucionária. A revolução, quando vier, será movida pelos carros autônomos, que dirigem sozinhos. E isso pode acontecer antes do que você espera”, dizem os autores do estudo.

Porém, para que isso aconteça serão necessárias algumas mudanças na atual tecnologia, alerta o estudo, afirmando que as ferramentas baseadas em sensores terão que evoluir e se fundir com as já disponíveis nos protótipos autodirigíveis.

A pesquisa completa pode ser lida aqui.

Recall Nissan Frontier 2007

Recall Nissan Frontier 2007

Parafusos da coluna de direção e da trava do capô serão inspecionados.
Defeito pode causar falha mecânica da direção de 35.280 veículos.

A Nissan do Brasil anuncia nesta quarta-feira (22) a convocação de 35.280 proprietários da picape Frontier para inspecionar o torque do parafuso da junta da coluna de direção e também dos parafusos da trava do capô. As unidades convocadas para o recall foram produzidas a partir de 2007.

Confira as séries de chassis
De 94DVDUD409J030319 a 94DVCUD40CJ991448
De 94DVDUD409J030319 a 94DVCUD40CJ877692
De MNTVCUD4086000002 a MNTVCUD4086004932.

De acordo com o comunicado da montadora, recentemente foi detectado mau funcionamento na junção da coluna e da caixa de direção, que pode levar ao desgaste do encaixe estriado e, assim, diminuir a sua durabilidade com o uso em condições severas.

Em casos raros, segundo a Nissan, pode ocorrer uma falha mecânica da direção, podendo causar a perda do controle do veículo e, consequentemente, eventual acidente. Após a inspeção, a Nissan trocará a junta da coluna e, se necessário, a caixa de direção.

Em relação ao parafuso da trava do capô, a Nissan identificou que não houve a aplicação do torque necessário em algumas unidades o que, em alguns casos, pode ocasionar a abertura do capô com o veículo em movimento. “A inspeção irá verificar se há necessidade de aplicação do torque correto ou se os parafusos deverão ser substituídos.”

As inspeções e trocas das peças serão realizadas sem nenhum custo, e o serviço deve ser agendado a partir desta quarta-feira em qualquer loja da rede de concessionárias Nissan.

Além da campanha nos principais meios de comunicação, como TV, rádio e jornais do país, todos os proprietários com veículos envolvidos no recall serão contatados pela empresa por meio de carta. Mais informações poderão ser obtidas pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800 011 1090 ou ainda pelo site www.nissan.com.br.

Fonte: G1

Lista das montadoras livres do aumento do IPI – Governo divulga 18 empresas que cumprem as regras necessárias para ter o benefício

Para ter menos imposto, 65% das peças devem ser
nacionais

Ao todo, 18 empresas cumprem as regras necessárias para ter benefício.
Marcas fora dos requisitos exigidos terão alíquotas entre 37% e 55%.

O governo divulgou nesta terça-feira (31) a lista das 18 montadoras instaladas no Brasil que estão livres do pagamento de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) mais alto na produção de veículos no país até dezembro deste ano. Conforme estudo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), elas cumprem as regras de produção nacional e de investimento em inovação, o que inclui ter 65% de peças nacionais na montagem do veículo.

A lista é a definitiva e foi publicada no “Diário Oficial da União” (veja aqui a nota oficial) — a lista anterior que vigora desde dezembro era provisória e só garantia o benefício fiscal até esta quarta-feira (1º). As montadoras são as seguintes: Agrale, Caoa (Hyundai), Fiat, Ford, GM, Honda, Iveco, MAN, Mercedes-Benz do Brasil (caminhões), MMC Automotores (Mitsubishi), Nissan, Peugeot, Renault, Scania, Toyota, Volkswagen, Volvo (caminhões) e International Indústria Automotiva da América do Sul.

Só carros ‘nacionais’

O benefício dessas montadoras engloba apenas os modelos fabricados no país ou importados de regiões com acordos comerciais, como Mercosul, México e Uruguai. De acordo com a portaria, as montadoras habilitadas ainda estão sujeitas à verificação do cumprimento dos requisitos exigidos, bem como ao cancelamento da habilitação definitiva. As empresas fora da lista, a maioria sul-coreanas, chinesas e marcas de luxo, pagam IPI reajustado em 30 pontos porcentuais. O aumento começou a valer em dezembro passado.

‘Brasil maior’

Para pagar imposto menor, além 65% de índice de nacionalização de peças (inclui gastos com ações de marketing), as montadoras são obrigadas a realizar ao menos 6 de 11 etapas da fabricação de veículos em território brasileiro e investir 0,5% do faturamento líquido em pesquisa e desenvolvimento. Assim, as alíquotas de IPI para veículos variam de 7% a 25%, dependendo da cilindrada do veículo e do segmento.

Já para as montadoras que estão fora dos requisitos exigidos, o imposto vai variar de 37% a 55%. De acordo com a portaria, o aumento do tributo vale até dezembro de 2012 e faz parte do plano de estímulo à indústria “Brasil Maior”. No entanto, empresas importadoras ligadas a Associação Brasileira de Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), temem que a mudança torne algo permanente.

Barreira à tecnologia

A Abeiva — formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mini, Porsche, SsangYong, Suzuki e Volvo — reiterou nesta segunda-feira (30) o pedido já formalizado ao MDIC para o governo rever o Decreto 7.567.

A postura da entidade foi tomada a após o Banco Central divulgar, na semana passada, que a indústria automobilística no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, superando bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

“Quem vive fase de necessidade de proteção governamental não envia lucros exorbitantes às suas matrizes”, argumenta o presidente da entidade, José Luiz Gandini. A Abeiva protocolou no início de dezembro – em 3 ministérios – carta com proposta de importações autorizadas até o limite de 200 mil unidades por ano, com igual alíquota de IPI em relação aos carros montados localmente.

“Esse volume significa apenas 5,6% do mercado brasileiro, levando em consideração a projeção inicial de 3,52 milhões de unidades em 2012”, afirma Gandini. “Com a participação dos veículos importados, é possível inibir inclusive essa remessa exorbitante de lucros às matrizes das montadoras, forçando a pratica no Brasil de preços balizados pelos preços praticados internacionalmente, pelas marcas ainda sem fábrica no país, já penalizadas com a alíquota máxima de imposto de importação, que é de 35%”, avalia em nota o presidente da Abeiva.

No início deste mês, Gandini anunciou que os preços dos carros importados vão subir entre 15% e 28% por causa do aumento do imposto. A Abeiva acredita que, neste ano, a demanda por importados que estão fora dos acordos do Mercosul e do México deva cair 20%. “Nossas primeiras estimativas são de 160 mil unidades para 2012”, afirma o presidente da Abeiva e da Kia Motors do Brasil.

Outro argumento das associadas é que esta postura em relação aos importados somente inibe a entrada de novas tecnologias no país, normalmente presentes em carros considerados “premium”.

Recall – Nissan Sentra tem problema no conector da bateira e pode afetar 2.984 unidades – Possível pane no motor


A Nissan anunciou hoje o recall de 2.984 unidades do sedã Sentra fabricadas entre 11 e 22 de maio de 2010 e entre 8 de julho e 25 de outubro de 2010. A convocação é motivada por um revestimento impróprio no parafuso do terminal da bateria, que pode causar queda de tensão, danos no módulo de controle eletrônico (ECM) e, em casos raros, pane no motor.

A empresa se comprometeu a fazer a substituição do conector do terminal da bateria das unidades envolvidas no recall, que possuem numeração de chassis entre 3N1AB6AD0BL600545 e 3N1AB6AD3BL636990. O serviço pode ser agendado em qualquer concessionária da marca a partir de hoje (19), sem qualquer custo ao proprietário.

Para obter mais informações, a Nissan oferece o site www.nissan.com.br.