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Qualidade da gasolina no Brasil – Nova resolução da ANP promete melhorar para atender novos motores e desempenho

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, na última quinta-feira (16), nova resolução que visa a elevar a qualidade da gasolina vendida no Brasil.

A nova deliberação é focada principalmente na fixação de faixa de valores de massa específica da gasolina, o que resultaria em um menor consumo e maior rendimento do produto.

O documento ainda versa sobre os parâmetros de destilação do combustível, que afetam questões como dirigibilidade, desempenho e aquecimento do motor.

O último ponto abordado é a fixação de limites para a octanagem RON.

Isso porque existem dois parâmetros de octanagem, MON e RON. Anteriormente o Brasil só especificava a octanagem MON e o chamado índice de octanagem (IAD), que é a média entre MON e RON.

Agora, de acordo com a ANP, a limitação se faz necessária para atender às novas tecnologias de motores e resultará num melhor desempenho dos novos veículos.

A nova resolução passa a valer assim que for publicada no Diário Oficial da União e substitui a Resolução ANP nº 40, de 2013.

Modelo ficou mais refinado, espaçoso e até ganhou uma versão aventureira. Mas sua chegada ao Brasil é incerta

Acabou o mistério! Finalmente, a Ford revelou a quarta geração do Focus, que promete ser a melhor e mais tecnológica e dinâmica de todas. E não dá para ser diferente depois da atualização do principal concorrente: o Volkswagen Golf.

Dá para ver que o visual foi completamente renovado. As linha ficaram mais arredondadas e a dianteira mais alongada. A carroceria, no entanto, ganhou mais vincos, que deixaram o perfil do carro mais musculoso, apesar de suas dimensões nem terem crescido tanto. Os faróis ganharam uma nova assinatura em LED, a grade mudou, os para-choques foram redesenhados e a traseira também mudou por completo.

Mais seguro e espaçoso

O Focus é o primeiro modelo global da Ford a ser construído sobre a nova plataforma C2. Segundo a marca, essa arquitetura garantiu uma melhoria de 20% na rigidez torcional do carro, que promete continuar a ser referência quando o assunto é comportamento dinâmico. Falando nisso, a suspensão independente pode ganhar ajuste eletrônico para ser configurada segundo os modos de condução.

Além disso, essa nova base permitiu um melhor aproveitamento do espaço da cabine, até então, considerado um dos pontos fracos do carro. Na fita métrica, no entanto, até que o carro não espichou muito. Medindo 4,37 metros de comprimento, ele cresceu apenas 1 cm de uma ponta a outra. Já o entre-eixos teve um incremento de seis centímetros em relação à atual geração vendida no Brasil,e agora mede 2,70 metros.

Motores

O novo Focus continua a oferecer motores turbinados e cheios de tecnologia (como injeção direta, comando duplo de válvulas e até desativação de cilindros). O 1.0 Ecoboost três cilindros é oferecido com 85 cv, 100 cv e 125 cv. Já o 1.5 Ecoboost pode render 150 cv e 182 cv.  Há também duas opções de motores diesel: 1.5 EcoBlue de 95 cv e 120 cv e 2.0 EcoBlue de 150 cv. Dependendo do motor, o câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de oito velocidades. Pois é, nada de câmbio Powershift!

Segurança

O novo Focus também quer ser referência em segurança, por isso ganhou diversos sistemas semi-autônomos de condução. O Ford Co-Pilot360, por exemplo, é um conjunto de sistemas que conta com detecção de pedestres e ciclistas, frenagem automática de emergência e diversos sensores e câmeras para evitar ou mitigar acidentes, além de auxiliar a estacionar o carro (Active Park Assist). O controlador automático de velocidade e frenagem (ACC) que acompanha o fluxo do trânsito, pode também funcionar até 200 km/h. Ele funciona combinado ao sistema de leitor de placas e assistente de permanência em faixa.

Versões

Parece que essa história de versão aventureira não é coisa apenas no mercado brasileiro.  Acredite ou não, a grande novidade na gama do novo Focus é a versão aventureira Activ. Além das molduras plásticas nas caixas de rodas, parachoques emborrachados, o modelo também conta com suspensão 30 mm mais elevada.

Já a versão ST-Line possui um apelo mais esportivo. Além de elementos no visual, nesses caso, a suspensão foi rebaixada em 10 mm.

Vem para o Brasil?

É com pesar que informamos que o futuro do Focus no mercado brasileiro é incerto. A Ford do Brasil desconversa sobre a atualização do modelo por aqui, mas tudo indica que o Focus europeu e o argentino, que hoje pé vendido no Brasil, terão um grande descolamento.  A produção do projeto europeu até chegou a ser cotado na região, mas está paralisado, segundo a nossa apuração.

Injeção de água dentro do motor aumenta a potência e reduz consumo

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Já na Segunda Guerra, alguns aviões de caça alemães tinham injeção de água em seus motores a pistão. Assim, aumentava-se a taxa de compressão e, ao mesmo tempo, resfriava-se as câmaras de combustão.

Mais de 70 anos depois, a Bosch traz o sistema à tona com o objetivo de aumentar a potência e reduzir emissões e consumo em motores modernos e que já sofreram downsizing.

De acordo com a empresa, 20% do combustível injetado no motor em altos regimes é perdido na refrigeração da câmara de combustão. É aí que entra a tecnologia WaterBoost, injetando água destilada no motor antes da combustão.

Isso reduz a temperatura na câmara e, consequentemente, a ocorrência de pré-ignição. Assim, o motor funciona melhor e o turbocompressor pode trabalhar com pressão maior.

Como a água evapora antes da combustão, não há problema com corrosão: seus vapores sairão pelo escape normalmente. Essa água fica em um reservatório de 5 litros. É pouco, mas suficiente para percorrer até 3.000 km. Não há problema em andar sem água, mas o rendimento do motor cairá.

A economia de combustível chega a 13%, com a consequente redução de emissões de 4% (face um aumento de 5% na potência), segundo a Bosch.

A tecnologia já foi aplicada no BMW M4 GTS, com motor 3.0 de 500 cv e cuja produção foi limitada em 700 unidades. Mas a Bosch pretende popularizar essa tecnologia a partir de 2019, quando também será utilizada por outras marcas.

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Injetor de água fica no final do duto de admissão e utiliza a água que fica armazenada em um tanque no porta-malas

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A quantidade de água injetada na câmara de combustão é tão pequena que 5 litros de água destilada são suficientes para rodar até 3.000 km

foto-imagem-motores-combustãoComo esta tecnologia é usada com injeção direta, a gasolina é aplicada no momento certo da ignição e não se mistura com a água

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A função da água é resfriar, mas a câmara de combustão é tão quente que a água injetada evapora quase que de imediato

Potência líquida

Graças à injeção de água, o BMW M4 GTS passou de 430 cv e 56,1 mkgf (números do M4 original) para 500 cv e 61,1 mkgf. O sistema utilizado nele tem reservatório específico no porta-malas, mas a Bosch diz que seria possível reaproveitar a água condensada pelo ar-condicionado.

Veja abaixo um vídeo da BMW mostrando seu funcionamento:

https://www.youtube.com/watch?v=re5QIMaaZFw

 

Carros: veja como decifrar os selos de eficiências dos combustíveis dos motores dos automóveis

Uma das preocupações dos consumidores na hora de comprar um carro é a economia de combustível. Porém, para verificar o quanto um veículo é econômico, o consumidor acaba tendo de procurar informações paralelamente às que são fornecidas pelas concessionárias, por meio dos selos de eficiência. Além disso, os dados sobre o que cada selo significa e como um automóvel pode ser considerado econômico ainda são obscuras ao consumidor.

Selo de eficiência

De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), para saber se o veículo é econômico no consumo de combustíveis, em comparação com outros modelos, o consumidor pode procurar as montadoras que aderiram ao selo Ence (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia) do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), coordenado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

A avaliação feita pelo Inmetro avalia o carro por meio de notas, que vão de A a E, sendo que A quer dizer mais eficiente e E, menos eficiente.

Segundo o Instituto, o programa é semelhante ao selo Procel dos eletroeletrônicos, porém, ainda não é obrigatório no setor automotivo, o que significa que só as montadoras voluntárias são listadas pelo Inmetro.

Outro selo que pode ajudar a saber se o veículo é poluente, chamado de Nota Verde, avalia a emissão de gases pelo carro. A consulta pode ser feita no site do Ibama (www.ibama.gov.br) e a classificação atribui classificação que vai de uma estrela, para os mais poluentes, a cinco estrelas, para os menos poluentes.

Montadoras e projetos

Em setembro desse ano, o Idec realizou uma pesquisa com as 11 montadoras que mais venderam carros no primeiro semestre de 2011, com o objetivo de verificar as informações disponíveis sobre emissão de poluentes, eficiência no consumo de combustível e adesão das empresas ao PBEV.

Com a pesquisa, o Idec constatou que as informações disponíveis ao consumidor em SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente) e no site das montadoras ainda não são claras o suficiente.

No entanto, de acordo com Instituto, a situação tende a mudar, já que existe a possibilidade das duas etiquetas serem unificadas ou até mesmo que se tornem obrigatórias e disponibilizadas em local claro.

Em junho, o Governo Federal divulgou o plano de obrigar a indústria automotiva a adotar um selo que classifica os veículos com base em sua emissão de poluentes e em seu consumo de combustível. Entretanto, a obrigatoriedade não será imediata. A indústria terá um período para se adaptar e a expectativa é que o selo passe a ser usado em 2012.

Fotos do novo Astra GTC – Motores 1.4 e 1.6 turbo a gasolina de 180cv


Opel Astra GTC tem medidas maiores em relação à versão cinco portas

Aos poucos, as novidades do Salão de Frankfurt, na Alemanha – que só acontece em setembro – começam a ser reveladas. Após a BMW revelar seu novo Série 1, a Opel decidiu abrir o jogo sobre o que os consumidores vão encontrar no novo Astra GTC. O mais novo membro da estará à venda em toda a Europa, incluindo o Reino Unido, onde estará disponível sob a marca Vauxhall. O modelo também pode chegar aos Estados Unido pela marca Buick.

De acordo com a Opel, apenas maçanetas e teto serão iguais ao do irmão Astra. Até a distância entreeixos será diferente na versão GTC. Comparado ao Astra de cinco portas, a altura do passeio do GTC é rebaixada em 15 mm, enquanto a distância entreeixos cresce em 10 mm, de 2,68 m a 2,69 m. A traseira está 40 mm mais larga, medindo 1,584 m, e a frente, 30 mm maior, a 1,588 m. Várias alterações no chassi foram feitas para deixar o carro mais esportivo, especialmente na suspensão.

O Astra GTC oferece quatro opções de motores. No entanto, a Opel disse que vai anuciar mais versões perto da estreia mundial em Frankfurt. Por enquanto, as opções a diesel são limitadas a um 2.0 CDTI turbo de 165 cv e 38,7 kgfm de torque em função overboost. Ele é equipado com filtro de partículas diesel e transmissão manual de seis velocidades, além de um novo sistema start/stop. Com este motor, o GTC pode atingir 100 km/h em 8,9 segundos e atingir a velocidade máxima de 210 km/h.


Opel Astra GTC tem, por enquanto, quatro opções de motores

O motor mais potente é o 1.6 turbo a gasolina com 180 cavalos de potência, associado a uma caixa manual de seis marchas que oferece ao GTC velocidade máxima de 220 km/h. Um motor 1.4 turbo de quatro cilindros disponíveis com 120 cv ou 140 cv completa a lista.

Na Grã-Bretanha, os compradores já podem encomendar o modelo, com preços que variam de £ 18.495 (R$ 47.793) a £ 22.430 (R$ 57.961).

Opel Astra GTC já pode ser encomendado na Europa

Fonte: Auto Esporte

Carros Elétricos – Brasil se prapara para chegada da nova tecnologia


As garagens dos imóveis já estão se adaptando a nova tecnologia

Governo anunciará nesta terça-feira (25) plano de estímulo à tecnologia.

Em poucos anos, o consumidor brasileiro – acostumado com motores movidos a etanol, gasolina e GNV – terá mais uma opção: carros elétricos. A novidade movimenta o mercado. Não apenas o automobilístico, mas também os setores que serão beneficiados por esses novos veículos. Embora eles devam começar a chegar em 2015, um empreendimento de alto luxo em Alphaville, na Grande São Paulo, já tem previsto no projeto uma garagem adaptada para receber modelos elétricos.

A construtora do imóvel, a BKO, afirma que esse diferencial é pioneiro no mercado da construção, o que confirma duas realidades. Primeiro, que o setor energético do país viverá uma autêntica revolução muito em breve. Segundo, que a menos de cinco anos de começar a vender automóveis elétricos, as grandes capitais brasileiras estão atrasadas em relação à infraestrutura para receber a tecnologia.

A questão das garagens apropriadas é um mero detalhe perto do que falta em relação a políticas de desenvolvimento. O governo sabe disso. Sob a pressão do setor privado, o governo brasileiro decidiu abrir caminho paralelo ao do etanol. Na próxima terça-feira (25), o Ministério da Fazenda anunciará um plano embrionário de estímulo ao desenvolvimento dessa tecnologia.

De acordo com o diretor de relações institucionais da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Ademar Cantero, há três meses foi criado um grupo de trabalho com governo e setor privado para estudar os estímulos à produção de modelos elétricos. O resultado do que foi levantado durante esse período será o que o Ministério da Fazenda irá apresentar. “Não terá nada específico, mas sim linhas gerais de políticas para a viabilidade da implantação do veículo elétrico no país”, diz o diretor da Anfavea.

Cantero adianta que tais políticas envolvem desenvolvimento de produtos e de tecnologias de motorização, políticas de abastecimento, suprimento e rede de distribuição. “O importante é que isso discuta uma nova fonte de energia veicular, para ver se vai funcionar ou não no país”, diz.
No Brasil, as montadoras que mais investem em veículos elétricos são Fiat, que desenvolve o Palio elétrico em parceria com a Itaipu Binacional — e a Mitsubishi, cujo modelo i-MiEV já roda em São Paulo para testes.

De acordo com o supervisor de engenharia e planejamento da Mitsubishi Motors, Fabio Maggion, a busca da companhia é pela homologação do produto. “O problema é que o assunto é novo, no mundo inteiro, e precisa ter uma adequação na tributação e de homologação desse tipo de carro”, diz Maggion, que também é membro da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).
A Mitsubishi espera poder trabalhar com o modelo em parcerias com empresas a partir de 2013, como já acontece no Japão. A partir desse ponto e em um cenário positivo, a meta é passar a vender para o público comum em 2015, o que não está nada longe ao considerar os gargalos de infraestrutura.

“Por se tratar de um prédio de luxo, a probabilidade de um proprietário ter um carro elétrico é grande”

Tomadas e postos

No projeto imobiliário da BKO, cinco vagas terão estrutura para fiação e relógios de medição de consumo. Segundo o diretor superintendente da construtora e incorporadora de imóveis BKO, Mário Giangrande, a simples medida além de proporcionar a tomada para o carro ser plugado, evitará as intermináveis brigas de condôminos sobre quem irá arcar com o gasto energético.
“Pensamos em como estaria o cotidiano das pessoas em 2017. Por se tratar de um prédio de luxo, a probabilidade de um proprietário ter um carro elétrico é grande”, afirma Giangrande.
Novidade aqui, no Brasil. Segundo o vice-diretor do comitê de veículos de passeio da SAE Brasil (Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade), Jomar Napoleão, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, já está na legislação que as construções novas devem ter adaptações para veículos elétricos, inclusive de shoppings.

Além do relógio para separar o consumo de cada proprietário, a própria tomada é um assunto importante dentro do mundo dos elétricos. O Mitsubishi i-MiEV, por exemplo, pode ser conectado em uma tomada comum. Entretanto, há modelos em desenvolvimento que têm sistema diferenciado. Por esse motivo, o governo em parceria com órgãos de normas técnicas terá de estabelecer um padrão.
“Essas tomadas diferentes vão passar por um tipo de normatização, como acontece no Japão, para haver um padrão convencional. O mesmo acontece com o plug para cargas rápidas, para não se repetir o que aconteceu com os carregadores de celular, em que cada marca tem um tipo diferente”, diz Maggion.

No que se refere à recarga, as fabricantes desenvolveram dois sistemas, um que carrega 100% da bateria durante sete horas, se plugado em uma tomada de 220 v e, outro, que em 30 minutos abastece 80% da capacidade total do veículo. É nesta segunda opção que devem se concentrar os postos de abastecimento. Para Jomar Napoleão, da SAE, estacionamentos de shoppings e de supermercados devem fornecer este tipo de auxílio. “Enquanto você faz uma compra, seu carro recarrega”, ilustra.

“Enquanto você faz uma compra, seu carro recarrega”

O representante da SAE também destaca que outro o setor de recarga de veículos elétricos poderá oferecer também postos de troca de bateria. “Você chega com sua bateria descarregada e troca por uma carregada em poucos minutos, como se fosse trocar o pneu”, explica Napoleão para os casos que o modelo não possua sistema de recarga rápida. Como a bateria corresponde a 40% do valor do veículo elétrico, essa alternativa ainda é estudada para se tornar economicamente vantajosa.
Outro novo conceito de negócio que surgirá com os modelos elétricos é a venda de energia não utilizada, já em estudo na Califórnia. É a chamada rede de energia inteligente ou smart grid. O smart grid é um conceito que permite maior autonomia ao consumidor, que poderá gerar energia e comercializar os excedentes como faz hoje um grande produtor de eletricidade. “Isso será uma revolução na mobilidade”, diz Jomar Napoleão.
Carro X chuveiro

O receio de um novo apagão por conta do aumento do consumo de energia com veículos elétricos é mito, de acordo com empresas ligadas ao setor. O que o brasileiro terá de se acostumar é fazer a recarga total do veículo apenas em casa e de madrugada.
O Brasil é o país do chuveiro elétrico e tem a distribuição superdimensionada para agüentar este consumo. De acordo com Maggion, da Mitsubishi, a corrente do chuveiro é bem parecida com a do carro elétrico, em relação à potência momentânea.

Brasileiro terá de se acostumar a fazer a recarga total do veículo apenas em casa e de madrugada.

De acordo com a Itaipu Binacional, a hidrelétrica tem energia sobrando no período da noite e, por isso, os vertedores ficam abertos. Como não se pode armazenar energia, o reabastecimento do carro elétrico neste período seria a solução para o desperdício.

Quanto à distribuição, empresas como a CPFL – que atende o interior de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais — afirma em seminários sobre o assunto que o investimento será paulatino, já que a aceitação dos modelos elétricos no mercado brasileiro deverá ser lenta. Assim, se em 2020 cerca de 5% da frota nacional for elétrica, haverá energia suficiente para todos.

Fonte Auto Esporte

Ford Edge chega renovado – Novo motor de 359 cavalos

Crossover terá opção de vir com novo motor de 359 cavalos

A tecnologia EcoBoost da Ford – duplo comando variável, turbo e injeção direta – será levada para motores menores. Dois blocos de três cilindros, com 0,9 e 1,2 litro, vão equipar os novos Fiesta e Focus (nesse, só o 1.2). Para motor mais porte, os números esperados são animadores: 135 cv a 18,6 kgfm de torque logo a 1.500 rpm. O 0,9 estreará no Fiesta em 2013, enquanto no Focus o 1.2 vai substituir os atuais 1.6 e 1.8.

A intenção é ter o mesmo desempenho (ou até melhor) com maior autonomia, gerada pela menor massa e atrito dos motores pequenos. Os novos três cilindros terão eixo duplo e contrabalanço para reduzir as vibrações. De resto, vão compartilhar a maioria dos componentes com os de quatro cilindros.

Os Ecoboost estão matando os motores maiores da Ford no mundo todo. O 2.0 da nova linha, por exemplo, gera entre 200 cv e 250 cv, e entrou no lugar dos cinco e seis cilindros que equipavam o Mondeo europeu. Também na Europa, o 1.6 Ecoboost (de esperados 180cv) vai aposentar o Duratec 2.0 no Focus. Mais cedo ou mais tarde (ou mais tarde ainda no caso da Ford Brasil) esses motores chegar por aqui.

Quem vem para cá antes, já no segundo semestre, é o renovado Edge. Com opção do motor EcoBoost 3.6 V6 de 359 cv, o crossover canadense recebeu leves atualizações de estilo, sobretudo na dianteira, que ganhou grade ainda mais robusta.

Fonte Auto Esporte

Fotos do carro Meriva – Visual completamente novo e portas tipo suicida são os grandes destaques

Além de estilo, portas do tipo suicida irão facilitar acesso à cabine do novo Meriva

O Salão de Genebra (Suíça) será palco de grandes lançamentos no mês de março, mas, aos poucos, as imagens dos carros aparecem na internet. Na manhã desta terça-feira (5), foi a vez da Vauxhall revelar as primeiras fotos do novo Meriva. A minivan teve o visual mudado por completo, ganhou portas traseiras com abertura ao contrário e nova motorização.

Desenho é muito parecido com o do conceito mostrado em 2008

Todo o visual segue o novo padrão da montadora, com linhas que lembram o sedã Insignia, marca registrada dessa nova fase visual da GM na Europa. Pouco mudou em relação ao conceito mostrado em 2008. Como o novo sistema de abertura das portas também contribuiu com o visual do carro e também com o acesso ao interior, que ainda não teve imagens divulgadas.

Seis opções de motor vão estar disponíveis, com potências que variam entre entre 75 cavalos e 140 cv. Segundo a Opel, os motores estão 15% mais econômicos, com emissão média de poluentes em 25 g/km.

Fonte Revista Auto Esporte

Carros flex com potência nos motores de até 1.8 poluem menos: Fiat Ideia, Palio, Sienna e Stillo

MELHORES E PIORES – Os mais limpos (todos flex):

Fiat: Idea Adventure Dualogic 1.8; Palio ELX 1.8; Siena HLX 1.8; Stillo (Flex Dualogic 1.8; Blackmotion e Sport Dualogic 1.8)

Ford: Ka 1.0

GM: Prisma Max 1.0; Celta 2 portas (Life 1.0; Spirit 1.0, Super 1.0); Celta 4 portas (Life 1.0; Spirit 1.0 e Super 1.0)

Citroën: C3 (EXCL 1.4; GLX 1.4 e XPL 1.4)

Volkswagen: Fox 1.6 (Plus e Route); SpaceFox (1.6; Sport Line 1.6 e Route 1.6)

Os mais sujos (a gasolina):


Volkswagen: Jetta (2,5 e Variant)

Mitsubishi: Outlander 2.4; Pajero HPE 3.8 e L200 Triton 3.5

Citroën: Berlingo 1.6 furgão; C4 (EXCL BVA; 2.0; PIC GLXA 5l; PIC EXCA 7l); Xsara Picasso (GXA e EXA); Picasso (II 20 EXCA; II 20GLXA e 20 Conf A)

Peugeot: 407 (SD20SA ALL; SW20SA ALL; 2.0; SW 2.0; SSD 2.0)

Brasília – Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são os que possuem motores do tipo flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 a 1.8. O ranking foi divulgado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e incluiu 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados.

Somente os carros com opção pelo etanol tiveram a nota máxima (5), já que a emissão do gás carbônico (CO2) por esse combustível é compensada pela absorção do gás feita pela cana-de-açúcar durante seu processo de crescimento. Assim, considera-se que o veículo movido a álcool, um combustível renovável, tem suas emissões neutralizadas, norma criada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

A primeira divulgação do ranking, feita em setembro, causou polêmica porque indicava que carros movidos a álcool poderiam poluir tanto quanto os que usam gasolina. Ela havia analisado carros fabricados em 2008. Fabricantes de veículos movidos a etanol consideraram o método de avaliação errado porque o Ministério do Meio Ambiente dividiu os carros entre os que mais emitem gases poluentes (monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio) e gases de efeito estufa (dióxido de carbono ou gás carbônico).

Depois da polêmica, o governo criou um grupo de trabalho com membros do MMA, produtores de álcool, Petrobrás e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para estudar a questão. A conclusão foi que a forma mais correta seria mostrar os carros que se saem melhor nos dois aspectos.

“Achamos que o modelo de avaliação ficou bem melhor, porque traduz o que cada carro emite, tanto na parte relativa à poluição, que é prejudicial aos nossos pulmões, tanto na que trata dos gases de efeito estufa, que podem comprometer o futuro do planeta”, disse ontem o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante a divulgação do ranking.

“Os critérios ficaram mais rígidos. Podemos dizer que, depois dos testes, os carros brasileiros podem ser considerados de muito boa qualidade”, avaliou Márcio Veloso, diretor do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama.

Com as mudanças na forma de aferir os veículos que menos poluem e menos emitem gases de efeito estufa, os de motor de potência 1.0 se destacaram. Entre os 22 que tiraram a nota máxima, 8 são 1.0, a menor potência dos veículos fabricados no País. Em segundo lugar apareceram os de potência 1.8, com seis modelos, seguidos de cinco 1.6 e três 1.4.

Somente cinco fabricantes tiveram os carros com a nota máxima: Fiat, Ford, GM, Citroën e Volkswagen.

O ministro avalia que a Nota Verde – como é chamado o ranking -terá reflexos na saúde, no clima e também no bolso do consumidor, que, guiado pela avaliação, poderá optar por adquirir veículos mais eficientes, que consomem menos combustíveis e poluem menos. Ele diz que, em 2010, devem ser feitos mais melhorias ao instrumento, como a inclusão de motos, ônibus e caminhões.

CLIMA – Para a secretária de Mudanças Climáticas do MMA, Suzana Kahn, que também participou da apresentação do novo ranking, a Nota Verde é uma forma de a população se engajar na questão do aquecimento global, que será discutida neste mês em Copenhague, durante a Convenção do Clima da ONU.

Fonte ZAP