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Reajustes chegam a R$ 260 e atingem todas as versões; modelo agora parte de R$ 33.520 e chega a R$ 43.290

foto-imagem-palio-attractiveUm mês depois de ter anunciado a chegada da linha 2015 do novo Palio, a Fiat já encareceu o modelo. Os reajustes variam de R$ 160 a R$ 260 e atingem todas as versões vendidas atualmente.A versão de entrada (Attractive) encareceu R$ 200 quando equipada com motor 1.0 e passou de R$ 33.520 para R$ 33.720. A opção com motor 1.4 saiu de R$ 37.030 e agora custa R$ 37.180, um aumento de R$ 150.Já a configuração intermediária Essence, vendida exclusivamente com motor 1.6, custava R$ 41.010 e agora é tabelada em R$ 41.170 (R$ 160 a mais do que anteriormente). O maior reajuste foi sentido na versão topo de linha, batizada de Sporting e equipada com motor 1.6. Há um mês vendida por R$ 43.030, ela passa a custar R$ 43.290, o que representa um acréscimo de R$ 260.foto-imagem-palio

Brutale 1090RR ABS, F4 RR ABS, Brutale 800, F3 800 e Rivale 800 estarão expostas no Salão Duas Rodas

A MV Agusta Brasil confirmou o lançamento de cinco motocicletas no País, sendo que duas delas já estarão disponíveis a partir de outubro. Os modelos Brutale 1090 RR ABS, F4 RR ABS, Brutale 800, F3 800 e Rivale 800 ficarão expostos no Salão Duas Rodas, que acontece entre os dias 8 e 13 de outubro, em São Paulo.

“Para nós este é um momento muito importante, pois iniciaremos uma sequência forte de lançamentos, atualizando toda a linha MV disponível no País, o que significa não só novidades em design, mas em tecnologia, novos atributos e equipamentos de segurança”, explicou Marcus Vinícius S. Santos, gerente de operações da MV AGUSTA Brasil.

Tanto a Brutale 1090 RR ABS quanto a F4 RR ABS Ride by Wire, importada, estarão disponíveis na rede de concessionárias já neste, sendo acompanhadas pela Brutale 800 em março, a esportiva F3 800 em abril e a Rivale 800 em julho. A nova F4 RR ABS será produzida em Manaus a partir de março de 2014.

Exceto a Brutale 1090RR ABS e a F4 RR ABS, que terão seus preços divulgados no Salão Duas Rodas, os valores das demais motocicletas serão informados apenas à época dos respectivos lançamentos.

F4 RR ABS Ride by Wire:

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Brutale 1090 RR ABS:

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F3 800 2014:

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Brutale 800 2014:

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Rivale 800 2014:

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Fotos dos carros que saíram de linha em 2012

Adeus, ano velho… Meriva, Zafira, Parati e Omega foram alguns dos carros que se despediram do mercado este ano

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A CHEVROLET FOI A MARCA QUE PROMOVEU A MAIOR RENOVAÇÃO EM SEU PORTFÓLIO. O SEDÃ PRISMA VENDEU 34.838 UNIDADES ANTES DE SE DESPEDIR DO MERCADO, ESTE ANO.

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PEUGEOT 307 SAIU DE CENA PARA A ENTRADA DO IRMÃO 308. EM 2012, A VERSÃO SEDÃ VENDEU 1.016, ENQUANTO O HATCH VENDEU 1.613 UNIDADES.

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O MONOVOLUME XSARA PICASSO PAROU DE SER PRODUZIDO EM MARÇO, DEPOIS DE 11 ANOS NA ATIVA. A MINIVAN MÉDIA DA CITROËN VENDEU 2.471 UNIDADES EM 2012.

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MERIVA E ZAFIRA SAÍRAM DE LINHA AO MESMO TEMPO PARA ABRIR CAMINHO PARA O SPIN. A MINIVAN SE DESPEDIU DE 2012 COM 11.520 UNIDADES VENDIDAS NO ANO.

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JÁ A IRMÃ ZAFIRA VENDEU 4.189 UNIDADES ANTES DO ADEUS DEFINITIVO. NÃO É POSSÍVEL ENCONTRAR MAIS NENHUM MODELO ZERO QUILÔMETRO.

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A HISTÓRICA VOLKSWAGEN PARATI VAI DEIXAR SAUDADE. A PERUA VENDEU 3.459 UNIDADES EM 2012.

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O SEDÃ PREMIUM OMEGA DEIXOU DEFINITIVAMENTE DE SER IMPORTANDO PARA O BRASIL. A VERSÃO FITTIPALDI QUE AINDA ERA COMERCIALIZADA JÁ NÃO PODE MAIS SER ENCONTRADA NAS REVENDAS. ESTE ANO FORAM VENDIDAS 360 UNIDADES.

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O MODELO DE ENTRADA NA VOLVO NO PAÍS SE DESEPEDE AGORA EM DEZEMBRO. AINDA HÁ UNIDADES À VENDA. APENAS 78 MODELOS EMPLACARAM EM 2012.

Carro elétrico da KIA – O primeiro modelo da marca sul-coreana será baseado no Soul, devendo ser lançado em 2014

A Kia anunciou ter planos para lançar o seu primeiro modelo 100% elétrico em 2014, tendo como base a próxima geração do Soul, que será revelada na próxima Primavera em Nova Iorque ou Chicago.

O construtor sul-coreano avançou ainda que a sua garantia de sete anos, atualmente oferecida em todos os seus modelos, será também válida para o futuro veículo elétrico, algo que os responsáveis da Kia consideram ser uma vantagem decisiva em termos de competitividade no mercado.

Além do anúncio do futuro modelo elétrico, a Kia adiantou ainda a informação de que a gama cee’d vai receber uma nova carroçaria, que se prevê ser um modelo descapotável, baseado no recentemente revelado pro_cee’d.

Ainda em termos de novidades do fabricante asiático, ficou-se a saber que no próximo Salão Automóvel de Genebra, na Suíça, será dada a conhecer uma sub-marca da Kia destinada a modelos performantes.

Teste de segurança – Carros modelos Veloster e Freemont têm 5 estrelas na avalliação do EuroNCAP

Fiat Freemont recebe 5 estrelas do EuroNCAP

A última rodada de testes do EuroNCAP, tradicional órgão europeu que avalia o nível de segurança dos lançamentos da indústria automotiva, concedeu nota máxima a 12 novos carros, sendo que metade tem ligação com o Brasil. Recém-lançado no mercado nacional, o Fiat Freemont oferece, segundo a entidade, 83% de proteção a adultos, 82% a crianças, 50% a pedestres e atinge 71% dos requisitos em segurança assistida. Também recente no país, o Hyundai Veloster tem índices de 96%, 89%, 49% e 71%.

Outros modelos que conseguiram nota máxima nas provas do EuroNCAP foram o Audi Q3 – crossover que chega ao Brasil no 1º trimestre de 2012, por cerca de R$ 140.000 – e as novas gerações de BMW Série 1, Ford Ranger e Mercedes-Benz Classe M, que também desembarcam por aqui no início do próximo ano. No caso da Ranger, trata-se da primeira picape na história da EuroNCAP a conquistar 5 estrelas.

A entidade divulga, de tempos em tempos, rodadas de testes com os últimos lançamentos da indústria automotiva. Em outubro do ano passado, foi apresentada em São Paulo a 1ª edição do LatinNCAP, criado pela Proteste para classificar as novidades comercializadas na América Latina. Na ocasião, o pior resultado ficou com o Peugeot 207, que recebeu apenas duas estrelas. O outros carros avaliados foram VW Gol, Fiat Palio, Chevrolet Meriva – que receberam três estrelas – e Toyota Corolla, com quatro estrelas.

Hyundai Veloster tem nota máxima em segurança

Recall nos carros da Honda – No Brasil empresa anuncia recall de mais de 100 mil unidades do New Civic Flex – Veja os números do chassis

Modelos envolvidos foram fabricados entre os anos de 2008 e 2011.
Polia da bomba d’água do motor pode se soltar.

A Honda do Brasil anunciou nesta quinta-feira (28) o recall de 101.693 unidades do modelo New Civic Flex fabricadas entre os anos de 2008 e 2011. De acordo com a montadora, esses veículos podem apresentar o desprendimento da polia da bomba d’água do motor, “o que poderá acarretar no aumento do esforço de esterçamento do volante, além de outros sintomas como, por exemplo, o superaquecimento do motor. Em casos extremos, também poderá ocorrer o desligamento do motor em movimento, dificultando o controle do veículo com risco de colisão”.

Os veículos deverão ser levados a partir do dia 3 de agosto a uma das concessionárias da Honda em todo o Brasil para a substituição dos parafusos deste componente. A marca do sedã recomenda que os proprietários das unidades envolvidas no recall façam um agendamento prévio do serviço por meio do site www.honda.com.br/recall. Em caso de dúvidas, a Honda pede que os interessados entrem em contato pelo telefone 0800-775-5346 de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Na segunda-feira (25), a montadora japonesa anunciou um recall mundial de aproximadamente 200 mil veículos. Na ocasião, a Honda do Brasil divulgou uma nota curta explicando que estava “analisando a situação das unidades do modelo New Civic produzidas em território nacional. A empresa informará tão logo tenha uma posição”. No Japão foram chamadas 50.122 carros dos modelos Stream, Civic e Crossroad. Já na Europa, o número de unidades envolvidas no recall é de cerca de 6.800.

Apesar de passar das 100 mil carros, este recall do Honda New Civic não é o maior do ano. Em janeiro, a Ford convocou 300.860 unidades dos EcoSport e Fiesta fabricados entre os anos de 2007 e 2009 para arrumar um problema na fechadura da porta traseira. Em fevereiro, a Toyota chamou 145.466 unidades do Corolla produzidos entre 2008 e 2010 para reparar o sistema de partida a frio do carro.

Confira os chassis das unidades envolvidas:

Ano/modelo 2008: De 8Z240866 a 8Z606861
Ano/modelo 2009: De 9Z100005 a 9Z501862
Ano/modelo 2010: De AZ100001 a AZ600480
Ano/modelo 2011: De BZ100003 a BZ106840

Fotos dos 10 carros mais feios do mundo – Confira os modelos mais mal sucedidos da história

Design sempre foi um quesito de grande importância para o sucesso de um carro. Ao longo dos anos da história dos automóveis existiram modelos que marcaram pelas formas bem sucedidas.

Grande clássicos como a Ferrari F450, Volkswagen Fusca, Ford Mustang e o DeLorean são exemplos de que um bom design é a receita quase certa para o sucesso de um carro.

Por outro lado, grandes montadoras também erram ao inovar demais nas formas de seus carros e lançam modelos que marcam justamente pelo oposto pretendido. Mas afinal, o que seria do belo se não fosse o feio?

Seguindo esse critério, acompanhe a lista com os 10 carros que marcaram por sua extrema falta de beleza.

1) Fiat Multipla:

Veículo que foi comercializado por incríveis 12 anos no mercado europeu ( de 1998 à 2010). As janelas desproporcionalmente grandes, os faróis altos e o formato dos espelhos retrovisores deixam o carro mais parecido com obra de aliens do que de humanos.

 

2) Pontiak Aztek:

Talvez o utilitário mais feio já fabricado, o modelo controlado pela GM só permaneceu nas linhas de montagem de 2001 à 2005.

 

3) Suzuki X-90:

A Suzuki provou que jamais se deve tentar misturar um jipe com conversível. O mini-jipe-conversível-esportivo-sedã ficou apenas 3 anos nas linhas de montagem, de 1995 à 1998.

 

4) Aston Martin Lagonda:

Até mesmo a tradicional montadora britânica Aston Martin já errou no visual de seus carros. O modelo extremamente sem curvas que mais lembra uma caixa sobre rodas foi produzido durante os anos de 1974 à 1989.

 

5) Lancia Thesis:

Os faróis pequenos e uma faixa central de outra cor certamente não foram as melhores escolhas do designer do Lancia Thesis.

 

6) AMC Gremilin:

Capô muito alongado e janelas traseiras muito pequenas. A AMC errou nesses fundamentos do Gremilin, que foi produzido de 1970 à 1978.

 

7) AMC Pacer:

Montado de 1975 à 1980, o modelo tem janelas traseiras desproporcionalmente grandes e faróis que mais parecem entradas de ar. Aparentemente a AMC tentou corrigir, sem sucesso, o que deu errado no Gremilin.

 

8) Ford Edsel:

Modelo que foi produzido entre 1958 à 1960, é exageradamente grande e de visual nada agradável.

 

9) Marcos Mantis:

Modelo futurista da década de 70 foi muito mal sucedido na sua missão de agradar o público. Fracasso de vendas e só foi produzido durante dois anos, 1970 e 1972.

 

10) Gurgel G15:

Carros brasileiros nunca tiveram destaque mundial, mas pela falta de formas o Gurgel G15 merece a devida atenção. A caminhonete é muito quadrada e com dimensões desproporcionais.

Fonte: 4Carros.com

Carros verdes – Montadoras apostam em carros mais leves para reconquistar consumidor

Com crise, clientes passaram a priorizar carros mais baratos e econômicos.
Novo Fiat Uno entra na geração de modelos com materiais alternativos.

A crise econômica mundial trouxe à indústria automobilística um duplo desafio, o de manter o lucro mesmo com as vendas em queda e o de resgatar antigos clientes, perdidos com a reviravolta da economia global. No pós-crise, é consenso entre as montadoras que os clientes passaram a priorizar carros mais baratos na hora da compra e mais econômicos na hora de abastecer. Para as fabricantes, a saída está na redução do peso dos automóveis, que começam a receber materiais mais leves.
A necessidade de desenvolver carros economicamente viáveis e ambientalmente atrativos dominou os debates do seminário organizado pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), em São Paulo, nesta semana. A conclusão dos especialistas é que, para se adaptar às novas exigências do mercado e às necessidades dos projetos de engenharia, a grande mudança nos carros começará pela troca de materiais – alterações que também atingirão os carros híbridos e elétricos, que sofrem sobrecarga com o peso das baterias.

Não por acaso, hoje fazem parte das linhas de produção matérias-primas que há pouco tempo eram raras: fibras naturais, plásticos e borrachas produzidas por meio de nanotecnologia, alumínio no lugar do aço, adesivos em substituição a soldas, além de cada vez mais compostos reciclados.

No topo da lista de novos recursos está a nanotecnologia (manipulação da matéria em dimensões de 1 a 100 nanômetros), que abre um leque extenso no setor automobilístico, do estofado do carro à limpeza do ar-condicionado. No quesito “peso”, a principal ajuda da revolucionária ciência está nos plásticos. A espessura do pára-choque, por exemplo, pode ser reduzida de 4 mm para até 1,8 mm. Apesar da mudança milimétrica, de acordo com o gerente de engenharia avançada e de materiais da Plascar, Marcio Tiraboschi, a redução de peso é significativa e o custo com materiais diminui bastante.

E quem questiona se a alteração da espessura afetará a qualidade do plástico, a nanotecnologia também traz a resposta. O plástico é manipulado com nanopartículas de argila, que aumentam em até 45% a resistência das peças, inclusive a riscos. Devido a essa propriedade, o “novo” plástico tem sido aplicado no acabamento interno do veículo, como em painéis e consoles. Outra vantagem, é que a alteração garante aspecto mais refinado ao material.

Os pneus ganham papel fundamental na redução do consumo. Com recursos da nanotecnologia é possível diminuir o peso dos pneus e possibilitar menor resistência aos rolamentos, o que também colabora com a economia de combustível. É esse pneu mais “leve” que equipa o Novo Uno, da Fiat.

A inovação na larga aplicação de materiais feitos a partir da borracha e do plástico reduziu o seu peso. O Uno tem 895 kg, sendo que um automóvel médio pesa 1.200 kg. Com a ajuda de alterações também no motor, o modelo chega a fazer 15 km/l de combustível em trechos urbanos e 20 km/l na estrada, de acordo com a fabricante. “É um conjunto de elementos. Estudamos mais para frente a aplicação de fibras naturais nos painéis, entre outras tecnologias”, afirma o gerente de engenharia da Fiat Automóveis, Robson Cotta.

Materiais verdes

Paralelo à nanotecnologia, o uso de materiais verdes têm conquistado espaço nos centros de desenvolvimento de produtos das fabricantes de autopeças. A nova tendência é reduzir a dependência em relação ao petróleo como matéria-prima e partir para recursos “mais verdes”, como o óleo de mamona e as fibras de cana e sisal. Plástico reciclado, como o de garrafa PET, já é transformado em teto para carros. A pintura também pode se tornar menos poluente com o uso de solventes naturais, derivados da cana-de-açúcar.

Solventes naturais, fibra de sisal, materiais reciclados e “bioplásticos” são as principais apostas do grupo PSA Peugeot Citroën. De acordo com o diretor de engenharia industrial e técnica do grupo PSA no Brasil e Mercosul, Luis Zamora, a meta da companhia para 2011 é ter 20% de seus carros composto por materiais verdes. A porcentagem deve passar para 30% em 2015. “O Peugeot 208 terá 35 kg de materiais verdes. Hoje, nosso carro mais ecológico tem 15 kg. É uma tendência”, ressalta Zamora.

A era do aço

Apesar de todos esses materiais substituírem cada vez mais os metais, o carro continuará sendo feito, principalmente, de aço. Por isso, a espessura da lataria começa a diminuir para ajudar na redução de peso. Novas ligas de aço e o maior uso do alumínio, especialmente no cabeçote dos motores, também são alternativas já adotadas por muitas fabricantes, inclusive no Brasil. No caso do alumínio, embora mais leve, ainda é um material caro. Por esse motivo, o uso do metal em maior escala será somente nos carros de luxo. Nos outros segmentos, o material deverá substituir o ferro fundido no cabeçote dos motores.

Outra solução para tornar os veículos mais leves é a substituição dos pontos de solda na carroceria pelos chamados adesivos estruturais de epóxi. Com a mesma propriedade da solda, eles colam as partes de aço ou alumínio, mas não agregam peso ao conjunto. “Outra propriedade positiva do produto é a alta resistência a impactos. Os adesivos também têm custo menor”, afirma o gerente de indústria da Dow Automotive Systems, Pedro de Lima.

Apesar da nova onda tecnológica e de o Brasil ter matéria-prima suficiente para inovar neste campo de materiais alternativos, o país ainda sofre com as barreiras de falta de escala de produção — que barateariam custos com novas tecnologias — e pouco investimentos em pesquisa. O que as fabricantes mais reclamam é da ausência de incentivos para viabilizar a pareceria com centros de pesquisa e universidades.

Fabricantes reclamam da ausência de incentivos para viabilizar a pareceria com centros de pesquisa e universidades

Um exemplo da dificuldade do acesso a recursos, em 2008, o governo brasileiro disponibilizou R$ 70 milhões em crédito para pesquisas na área de nanotecnologia. Em 2009, o valor investido caiu para o patamar de R$ 40 milhões, de acordo com o coordenador geral de micro e nanotecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia, Mário Baibich. A redução da verba foi justificada pela crise mundial, a mesma que, mais tarde, virou argumento para mais investimento tecnológico no resto do mundo.

Novo Uno – Fotos do carro da Fiat – Modelos Way e Vivace

Versão de entrada parte de R$ 25.550 e agrada, enquanto Way 1.4 é para quem deseja ser visto.

O Dia Uno foi decretado pela Fiat nesta terça-feira (4). E, acredite, essa pode ser uma data de virada no mercado da indústria automobilística brasileira, já que a montadora está disposta a tirar a consolidada liderança do Gol. O modelo escolhido para essa disputa acirrada? A nova geração do Uno, que chega para conviver com seu antecessor, com um conceito forte de customização e apostando na inovação e qualidade do produto. “Por que carros de massa não podem ser bonitos e ter qualidade?”, indagou Cledorvino Bellini, presidente da Fiat no Brasil, durante a apresentação do carro.

Disponível em três versões diferentes, o modelo parte de R$ 25.550 na configuração Vivace 1.0, aquele que deve corresponder ao maior número de vendas entre as versões. Esta foi avaliada por Autoesporte, porém, com quatro portas, para-choques pintados, travas e vidros elétricos, direção hidráulica, limpador e desembaçador traseiro.

De cara, o visual do Uno agrada e é diferente de tudo que estamos acostumados a ver, isso devido ao grande investimento por parte da montadora em relação ao projeto, que consumiu um investimento de aproximadamente R$ 1,3 bilhões, além de 6,5 milhões de quilômetros rodados. O design aposta no conceito “round square”, ou quadrado arrendondado. Isso pode ser visto em sua carroceria de linhas retas, mas com quinas suaves. Chega a lembrar o Kia Soul, modelo sulcoreano famoso pelo design arrojado. Destaque para a falsa grade com três retângulos ao lado do logotipo dianteiro, uma marca registrada do novo Uno.

A bordo

Embora superior ao do seu antecessor, a posição de dirigir do Uno não é muito alta, mas permite um bom ângulo de visão. O banco não possui regulagem de altura nesta versão, mas traz em todos os modelos um pino nos trilhos de regulagem de comprimento, que permitem aumentar o espaço em 2 centímetros, o que pode ser bom para motorista ou passageiro do banco traseiro. O espaço atrás também surpreende e, mesmo com 1,85 m de altura, consegui me acomodar bem, sem bater a cabeça. Não é um show de conforto, mas tem tudo para se tornar referência entre os compactos.

A boa ergonomia do interior, que segundo a Fiat foi pensada do zero, permite fácil manuseio dos botões do ar e do som, ao centro do painel. Diferente disso, são os comandos do desembaçador e faróis de milha, à esquerda do volante. Este que tem uma ótima pegada e um visual agradável com três raios. Ele e o painel nos faz sentir a bordo de um de um Fiat 500, graças as linhas arredondadas. Nesta versão não há conta-giros. O acabamento é bom, mas os adesivos de customização deixam a desejar. Dois deles, que vão colados na bola de câmbio se soltaram após quase 1 hora de avaliação do hatch.

Mãos ao volante

Ao dar a partida no Novo Uno, lembro de seu antecessor, já que a chave é a mesma. O motor é um Fire 1.0 Evo, que ganhou mudanças em busca de um melhor consumo de combustível, rende 74 cv com gasolina e 75 cv com álcool. O torque fica em 9,5 kgfm com gasolina e 9,9 kgfm com álcool, ambos a 3.850 rpm. Isso faz com que sua saída seja muito parecida com a do Uno Mille, com uma sensível melhora entre a segunda e terceira marcha.

VERSÃO ITENS DE SÉRIE

Vivace 1.0 Para-choques sem pintura, tomada 12V, brake-light, pneus 165/70 R13, porta-luvas com tampa, econômetro

Attractive 1.4 Way + Para-choques pintados, pneus 175/65 R14, console de teto, comando interno de retrovisores, volante com regulagem de altura

Way 1.0 Para-choques sem pintura, tomada 12V, brake-light, pneu 175/70 R14, rack de teto, conta-giros, porta-luvas iluminado

Way 1.4 Attractive + para-choque sem pintura, pneus 175/65 R14 de uso misto, rack de teto, lanternas traseiras fumê

A quinta marcha, por sua vez, foi alongada para contribuir com o consumo. Segundo a Fiat, o modelo faz 15,6 km/l com gasolina na cidade e 10,5 km/l com álcool. Na estrada, os números sobem para 20,1 km/l e 12,9 km/l, respectivamente. Ainda em quinta, rodando a 120 km/h com giro em 4.000 rpm, o ruído do motor começa ficar alto, mas o sistema de som ameniza o problema e ainda pode ganhar entrada para MP3.

Com a carroceria mais rígida e as novas suspensões (tipo McPherson na frente e eixo de torção atrás), o modelo se tornou mais justo. Apesar da inclinação da carroceria nas curvas, o carro mostra boa estabilidade. Chega a ser divertido guiar o popular. Nas ultrapassagens, o modelo exige certo cuidado, assim como qualquer modelo com motor 1.0, que tem pouca força.

No entanto, a versão 1.0 pareceu mais interessante se comparada ao 1.4. Nossa reportagem guiou a versão Way 1.4 (com 85 cv a gasolina e 88 cv com etanol), que apresenta pouca diferença em relação de desempenho ao 1.0, diferente do consumo, com considerável aumento. Segundo a Fiat, o Uno 1.4 faz 13,2 km/l (gas.) e 9,1 km/l (álc.) na cidade e 17,7 km/l e 12,2 km/l, respectivamente, na estrada.

……………..2 portas…. 4 portas

Vivace 1.0 R$ 25.550 R$ 27.530

Attractive 1.4 R$ 29.280 R$ 31.080

Way 1.0 R$ 26.690 R$ 28.490

Way 1.4 R$ 30.070 R$ 31.870

Elevado ao quadrado

Totalmente novo, o modelo é uma verdadeira evolução do seu antecessor, com grau de revolução similar ou maior ao primeiro modelo, lançado em 1984. Embora não comente sobre, a Fiat espera ultrapassar as vendas do Gol, somando os números da nova e da geração anterior (que agora parte de R$ 24.570). E tem tudo para isso, principalmente com a chegada da versão de duas portas, em julho. “O novo Uno é um carro diferente, mas para todos”, afirmou Bellini. E desde já, a concorrência deve começar a se mexer, pois o Uno vai dar o que falar.

Fonte Auto Esporte

Recall nos carros da Peugeot – Citroën – C4 hatch e C4 Pallas por problemas na direção


Modelos podem apresentar problemas no sistema de direção.
Solução é a atualização do programa no módulo de controle.

A montadora PSA Peugeot-Citroën anunciou nesta segunda-feira (12) o recall dos modelos Citroën C4 hatch e C4 Pallas, ano/modelo 2009 e 2010 por eventual problema no sistema de direção assistida.

Os chassis envolvidos no recall estão no intervalo de 9G533889 a AG518279.

De acordo com a empresa, há veículos do intervalo que não estão incluídos no recall. Para confirmação, o proprietário deve consultar o serviço de atendimento ao cliente no telefone 0800 011 8088.

Segundo a montadora, os carros podem apresentar endurecimento da direção em manobras rápidas, que pode causar acidentes. A solução para isso é a atualização do programa no módulo de controle. Os proprietários devem agendar o serviço em uma concessionária da Citroën.

Fonte G1