Arquivo da tag: Mercedes Benz

CES 2015 – Alta tecnologia nos carros

Android-Auto
A CES 2015 promete deixar os apaixonados por carro e tecnologia ainda mais alucinados. A promessa do maior evento de tecnologia do mundo, que será realizado em Las Vegas, entre os dias 6 e 9 de janeiro, é trazer uma grande quantidade de carros inteligentes.

Empresas, como BMW, Hyundai e Mercedes-Benz já anunciaram que pretendem revelar novos produtos ou conceitos durante a feira.

Para se ter uma ideia, a novidade preparada pela BMW é um carro capaz de estacionar sozinho. O veículo combina sensores a laser com plantas de estacionamentos a fim de planejar os movimentos e se movimentar
sozinho.

Já um sistema de reprodução de áudio que não envolve CD players ou sistemas de navegação faz parte dos planos da Hyundai. O recurso se comunicará com o Android Auto ou o CarPlay da Apple. Com ele, usando comandos de voz ou pelo display, o usuário poderá fazer chamadas, enviar mensagens, além de acessar outros aplicativos.

Mercedes SL400 ganhou novo motor 3.0 V6, mais potente do que o da versão anterior

foto-imagem-mercedes-benz-sl-400

O Mercedes-Benz SL400 começa a ser vendido no Brasil com novo e mais potente motor por US$ 222.900. O modelo passa a ser equipado com motor 3.0 V6 de 333 cv e é equipado com diversos itens de tecnologia para o conforto e segurança dos passageiros.

O SL400 é mais potente do que seu antecessor, o SL350. Agora, o roadster conta com um motor 3.0 V6 de 333 cv entre 5.250 rpm e 6 mil giros, além de 49 kgfm de torque dersde os 1.600 giros e até os 4 mil rpm. Isso representa um ganho de 27 cv em comparação à versão anterior. O câmbio é automático de sete velocidades e conta com quatro modos de condução: C (eficiência controlada), S (esportivo), S+ (Sport plus) e M (manual). Segundo a montadora, o conjunto leva o modelo a 100 km/h em 5,2 segundos e levam o carro a máximos 250 km/h.

Para contribuir com o bom desempenho e diminuir a emissão de combustíveis, o SL400 tem carroceria feita em alumínio e conta com algumas partes em outros materiais ainda mais leves, como magnésio na cobertura do tanque. No total, o modelo pesa 1.730 kg. Para preservar a segurança dos ocupantes, as colunas dianteiras foram reforçadas com tubos de aço de alta resistência. O SL400 mede 4,61 metros de comprimento, 1,31 metro de altura, 2,09 metros de largura e porta-malas de até 381 litros.

Entre as tecnologias de segurança, há sensores que detectam se o motorista está cansado, além de um sistema que detecta quando um acidente vai acontecer para aumentar a efetividade dos cintos de segurança. Já para a comodidade dos passageiros, o sistema multimídia reúne som, leitor de DVD, acesso à internet e conectividade com Bluetooth. Entre os mimos, há, ainda, sensor que abre o porta-malas somente movimentando o pé próximo ao para-choque traseiro e sensores que estacionam o carro automaticamente em vagas paralelas e perpendiculares.

Novo modelo Mercedes-Benz CLS

foto-imagem-cls

A Mercedes-Benz apresentou nesta quarta-feira, 18 de junho, o primeiro facelift da atual geração do CLS. As mudanças foram bastante sutis, sendo a maior delas a adoção de novos faróis com LED, que trazem 24 LEDs controlados automaticamente para diminuir a intensidade ou a direção dos fachos de luz para não ofuscar motoristas em sentido contrário.

Os faróis conseguem identificar curvas e rotatórias com antecedência, ajustando-os para proporcionar uma melhor iluminação. Além dos novos faróis, o CLS ganhou para-choque redesenhado, nova grade frontal, lanternas escurecidas e interior com tela sensível ao toque de oito polegadas.

Houve mudanças significativas na gama de motorizações, uma vez que todas elas agora atendem às novas normas de emissões de poluentes Euro6. Com isso, o carro será oferecido nas motorizações 2.1 de quatro cilindros em linha a diesel (que entrega 170 cv no CLS 220 BlueTEC e 204 cv no CLS 250 BlueTEC), 3.0 V6 a diesel (258 cv no CLS 350 BlueTEC), 3.0 V6 biturbo a gasolina (333 cv no CLS 400 e 408 cv no CLS 500) e o já conhecido 5.5 V8 biturbo restrito às versões AMG.

As versões CLS 220, CLS 250 e CLS 350 podem ser encomendadas com a transmissão automática de nove velocidades, que promete entregar “trocas de marchas mais ágeis e confortáveis” e maior economia de combustível.

Mercedes-Benz A45 AMG

foto-imagem-mercedes 

O estampido seco na passagem da primeira para a segunda marcha é assustador para o povo que passeia na calçada – para o autor do disparo, porém, é pura diversão. Quando não está atirando, a arma compacta e discreta me permite permite portá-la sem ser notado. Apresento a você o A 45 AMG, a versão diabólica do Classe A e a principal arma da Mercedes-Benz para conquistar o público jovem.

A cor preta da carroceria disfarça o kit aerodinâmico do hatch esportivo, com para-choques, grade e saias diferentes das do Classe A que temos na frota de Longa Duração. O A 45 testado estava com rodas aro 18 com cinco raios duplos, oferecidas como opcionais, mas sem custo – a ideia é compensar o fato de que as rodas que acompanham de série esse esportivo são de 19 polegadas.

Para 2014, está programada a importação de 100 exemplares do modelo, cujo preço sugerido pela marca é de 259 900 reais. A julgar pelo apetite voraz do mercado demonstrado em dezembro de 2013, quando dez unidades (de um lote de 50) foram vendidas antes mesmo da chegada ao Brasil, vai sobrar interessado e faltar carro.

foto-imagem-painel

Controlei a ansiedade de assumir o volante e a primeira volta que dei foi ao redor do carro, não nele. Tinha andado com o A 200 no dia anterior e reparei como a AMG trabalha bem não só a mecânica. Mais que meros apêndices aerodinâmicos colados na carroceria, o kit AMG tem para-choques exclusivos. As entradas de ar são maiores para ordenar o fluxo auxiliar no arrefecimento do motor e do turbo, cuja temperatura ideal de trabalho também é mantida com o auxílio de água. Notei ainda que o A45 é mais baixo que o A “normal”. São só 15 mm no eixo dianteiro e 10 no eixo traseiro, segundo a fábrica, mas a diferença é perceptível.

Hora de entrar. Na cabine, apenas gratas surpresas em relação ao Classe A convencional: o banco abraça o corpo de maneira ainda melhor, o revestimento é escuro (não suja tão facilmente como o bege) e as borboletas atrás do volante (de metal, em vez de plástico) combinam mais com um Mercedes. Mas o melhor de tudo: no A 45, o câmbio está no lugar de onde nunca deveria ter saído – o console. Na coluna, como é a do A 200, sobra espaço entre os bancos e reclamações entre os motoristas pela dificuldade de adaptação.

Afivelo o cinto (vermelho) e acordo o único quatro-cilindros em que a AMG pôs as mãos até hoje – transformando-o no de maior potência específica (cavalos por litro) a equipar um carro de linha. Este 2.0 é um gigante: com auxílio de turbo e injeção direta de gasolina, chega a brutais 360 cv, segundo dados da marca. Ou seja, 180 cv por litro de desloca- mento volumétrico. Se aplicada essa mesma potência específica no V12 6.0 que equipa o Classe S 65 AMG, teríamos na teoria um total de 1 080 cv, quando na vida real o supersedã não passa de 630 cv.

Dado o currículo, dispenso os sistemas economizadores de combustível (capazes de sedar o AMG e fazê-lo andar como um 2.0 qualquer) e ativo os seus sentidos mais agressivos: passo logo o câmbio para a seleção manual de marchas e o controle de estabilidade para o modo Sport Handling, mais permissivo nas curvas e arrancadas. O ronco só não é mais bonito do que o estampido nas trocas de marcha. Dotado de tração integral inteligente, capaz de dosar a distribuição de força entre os eixos em até 50% para cada um deles, o A 45 AMG é grudado na pista. A assistência elétrica alivia o peso do volante sem desconectá-lo do piloto, pois é rápida e com ótima progressividade de carga. É nas sequências de curvas que o A 45 AMG mostra sua capacidade de conversa como poucos com o piloto: é nervoso e ao mesmo tempo obediente aos comandos dos pés e das mãos. Particularmente, não mexe- ria em nada. Nem as rodas de aro 19 eu pegaria.

As suspensões seguem o mesmo conceito do Classe A, com McPherson na dianteira e multilink na traseira. Mas a marca ressalta: “Todos os componentes são diferentes”. O A 45 tem molas, amortecedores, buchas e barras estabilizadoras com especificação exclusiva. No asfalto lunar de São Paulo, como esperado, o monstro enfurecido em pele de cordeiro mostra o lado negro da esportividade, com uma rodagem um tanto dura.

Mais calmo, ativo os tais modos de economia e o A 45 volta a trocar as marchas pouco acima de 1 500 rpm. Civilizado, ele já atende às normas de emissões que só passarão a vigorar na Europa em 2015. Até nisso, ele é capaz de baixar o tempo.


DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Em frenagens longas, a sensibilidade do pedal se altera e sente-se uma pequena vibração.

MOTOR E CÂMBIO
Potência de V8 num quatro-cilindros 2.0 e trocas de marcha num piscar de olhos. Precisa dizer mais alguma coisa?

CARROCERIA
O público jovem que a Mercedes tanto quer talvez recebesse melhor um kit aerodinâmico mais radical. Ele já existe e é original AMG. Mas, por enquanto, não chega por aqui.

VIDA A BORDO
A tela imita um iPad na horizontal, mas, fixa e com área útil mal-aproveitada, com bordas largas, ela destoa do painel. Acabamento e materiais estão acima da média.

SEGURANÇA
O ESP tem três níveis de atuação. Diante do poder de fogo do motor, o melhor é guardar os níveis de pilotagem para utilização na pista.

SEU BOLSO
Obviamente, 259 900 reais estão longe de ser uma pechincha. Ainda assim, é o esportivo de alta potência com uma das melhores relações de custo por cavalo.

OS RIVAIS

Audi RS3

foto-imagem-audi-rs3

 

 

 

 

 

 

A nova geração deverá ser mostrada no início de 2014 e contará com motor turbo de quase 400 cv e tração integral.

BMW M135i

foto-imagem-bmw-m135i

 

 

 

 

 

 

A BMW também vai ter seu foguete compacto. Até 2015, chega o Série 1 M. Por ora, seu hatch mais nervoso é o M 135i.


VEREDICTO

Mais do que o mérito de carregar o motor de maior potência específica do planeta, o 45 AMG é um esportivo nato. Rápido, reativo, poderoso e alinhado à nova realidade global, na qual até os esportivos precisam poluir e consumir pouco.

Mercedes-Benz lança série A 45 AMG

foto-imagem-a45-AMGA Mercedes-Benz apresentou uma série especial do A 45 AMG criada apenas para o Japão. O A 45 AMG Petronas Green Edition faz menção à equipe de Fórmula 1 Mercedes AMG e se baseia na versão Edition1, já lançada no CLA.

Além do kit aerodinâmico assinado pela AMG, o carro tem uma pintura branca (Cirrus White) com detalhes em verde – a cor da Petronas, empresa petrolífera que patrocina a escuderia – e espelhos retrovisores de fibra de carbono.

foto-imagem-a45-AMG

As rodas de liga leve de 19 polegadas têm acabamento preto com detalhes em verde, assim como o spoiler frontal. A cor verde também aparece no volante, bancos, soleiras das portas, paddle-shifts, manopla de câmbio e até nos difusores de ar-condicionado.

Serão produzidas apenas 30 unidades, oferecidas com o mesmo motor 2.0 turbo de 360 cv utilizado no A 45 AMG.

Preço é da versão limitada First Edition, mais equipada. Sedã terá inicialmente motor 1.6 turbo, de 156 cv.

foto-imagem-mercedes-benz-cla-classA Mercedes-Benz confirmou nesta terça-feira (7) que cobrará R$ 147,5 mil pelas primeiras unidades do CLA, um dos principais lançamentos da marca para 2014.

O preço, que chega a ser superior ao de algumas configurações do Classe C (sedã de categoria superior, mas cuja quarta geração surge agora no Salão de Detroit, para ser lançada aqui no 2º semestre), justifica-se pela versão CLA 200 First Edition, limitada e mais completa.

foto-imagem-mercedes-benz-cla-class-painelO lançamento oficial do CLA será no próximo dia 22, quando só então a Mercedes divulgará os elementos de segurança, luxo e conforto que compõem a configuração especial – que serve apenas para marcar a chegada do sedã ao país e estimular suas vendas iniciais. Ainda de acordo com a Mercedes, o CLA 200 com menos equipamentos e mais barato chegará posteriormente.

O CLA 200 First Edition é equipado com motor 1.6 turbo, de 156 cv; opções mais potentes (como o CLA 250, com bloco de 2 litros e 211 cv, e o CLA 45 AMG, de 360 cv) serão lançadas no decorrer do ano.

O modelo foi lançado mundialmente no ano passado e é uma das apostas da montadora para conquistar novos consumidores. Ele se posiciona abaixo do Classe C, o mais vendido da marca. Com preço menor há ainda o Classe A e do Classe B.

foto-imagem-mercedes-benz-cla-class

Mercedes-Benz A 45 AMG motor 2.0 turbo de 360 cv e 46 kgfm de torque.

foto-imagem-mercedes

A Mercedes-Benz anunciou neste domingo (1°), em Indaiatuba, no interior de São Paulo, o lançamento do A 45 AMG no mercado brasileiro. O modelo é uma versão mais esportiva do hatch Classe A e fez sua estreia mundial no Salão de Genebra, em março. Este é o 1º hatch de alta performance da empresa, que traz motor 2.0 turbo, de quatro cilindros e injeção direta de combustível, que desenvolve 360 cv e 46 kgfm de torque. O modelo chega ao país em versão única por R$ 259,9 mil.

foto-imagem-Mercedes Seu câmbio é automatizado de dupla embreagem, de sete marchas. Segundo a marca, o modelo acelera até os 100 km/h em 4,6 segundos e alcança a velocidade máxima de 250 km/h. O A 45 AMG tem tração integral.

Freios e suspensão foram retrabalhados para o A 45 AMG, enquanto o visual foi caracterizado de acordo com a proposta esportiva – com grade, para-choques e rodas (aqui de 18 polegadas) diferenciados. Internamente, os bancos foram substituídos por modelos do tipo concha, mais esportivos. Há detalhes exclusivos da versão, como alterações no painel de instrumentos, saídas do ar-condicionado e alavanca do câmbio.

A expectativa da montadora é vender 100 unidades até o primeiro trimestre de 2014.

Classe A tradicional tem preços variando de R$ 99.900 a R$ 109.900 e motor menos potente que a versão AMG. Sua base é um motor 1.6 turbo de 156 cavalos de potência.

foto-imagem-Mercedes foto-imagem-Mercedes foto-imagem-Mercedes foto-imagem-Mercedes

Mercedes Benz SLK 250 Sport 2012 – SLK 250 Sport é alternativa da Mercedes para contornar novo IPI

SLK 250 Sport é alternativa da Mercedes para contornar novo IPI

Nesta terça-feira (3), enquanto o ministro de desenvolvimento indústria e comércio exterior, Fernando Pimentel, anunciava o novo regime automotivo, em São Paulo, eu acelerava rumo ao litoral, a bordo do novo SLK 250 Sport, da Mercedes-Benz. Você deve estar se perguntando: e o que o pronunciamento do Pimentel tem a ver com o passeio (ops, test-drive)? A resposta tem apenas três letras: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Eu explico. Em setembro do ano passado, o governo elevou para 30% a alíquota do IPI para veículos importados com menos de 65% de conteúdo nacional. O objetivo era frear as importações e equilibrar a balança comercial. E entre as vítimas está o SLK, que vem da Alemanha. Em linhas gerais, as medidas anunciadas na terça visam elevar o conteúdo brasileiro dos veículos estrangeiros e reduzir o IPI, de forma gradual, a partir do ano que vem. Mas enquanto 2013 não chega, os distribuidores traçam estratégias para driblar perdas geradas pelo imposto.

Motor 1.8 de injeção direta entrega 204 cavalos

No caso do conversível, a saída encontrada pela Mercedes foi substituir as versões SLK 350 e SLK 200, disponíveis no País desde meados de 2011, pela intermediária 250 Sport. De acordo com a Fenabrave, associação que reúne os distribuidores de automóveis, a linha SLK acumulou 544 emplacamentos de julho a dezembro do ano passado. Dirlei Dias, gerente de vendas e marketing de produto da Mercedes-Benz, justifica a estratégia. “Mesmo sem o repasse de todo o IPI para o consumidor, com a alíquota atual de 30%, o preço do SLK 200 passaria de R$ 218 mil para perto de R$ 270 mil. Já o SLK 350 saltaria de R$ 265 mil para R$ 350 mil. Ficaria inviável”, explica. Oferecida desde o mês passado, a nova versão é vendida por R$ 249.900. Dirlei Dias espera que o modelo substituto alcance, “pelo menos”, 400 unidades emplacadas em 2012. Mas o 250 Sport não deve ficar por muito tempo só na gama SLK. Em meados deste ano, a marca promete trazer a versão top 55 AMG, com motor de 421 cv.

Receita alemã

Sob o capô, o 250 Sport traz um motor de quatro cilindros, 1.8 litro, a gasolina, e equipado com injeção direta de combustível. De acordo com o fabricante, ele é capaz de entregar 204 cavalos com a ajuda de um turbocompressor. Toda a potência é entregue aos 5.500 rpm. Já o torque máximo, de 31,6 kgfm, surge logo aos 2.000 giros, mantendo-se até os 4.300 rpm. A tração é traseira e o câmbio 7G Tronic Plus tem sete marchas. Essa combinação de atributos faz o SLK 250 alcançar 243 km/h de velocidade máxima e chegar aos 100 km/h em 6,6 segundos. Nada mal para um carro de 1,5 tonelada. Concorrente direto do roadster da Mercedes, o BMW Z4 sDrive23i é mais leve (1.430 kg) e tem os mesmos 204 cv, mas demora 7,3 s para chegar aos 100 km/h. Assim como o rival, o Z4 tem tração traseira e câmbio de sete marchas, porém levaria vantagem já que conta com sistema de dupla embreagem para agilizar as trocas de marcha – o SLK não conta com esse recurso.

Visualmente, o 250 Sport é idêntico às outras variantes. Inspirado no irmão maior SLS AMG, o SL compacto tem como destaques o capô elegante, a grade dianteira saliente e o belo conjunto óptico com fileiras de leds, inclusive para iluminação diurna. As saídas de escape quadradas, posicionadas de cada lado do pára-choque traseiro também dão ao SLK uma pose de V6. A combinação entre acabamentos cromados ou de alumínio escovado e couro garantem sobriedade e requinte à cabine, que também traz as mesmas saídas de ar em X do SLS, no painel. Falando nele, uma tela colorida posicionada no centro exibe mapas de navegação via satélite Garmin e dial digital de rádio.

Revestimento em couro e detalhes em metal fazem estilo do SLK

Segundo a Mercedes, os revestimentos de couro contam com tratamento químico especial para absorver menos calor quando o interior estiver exposto ao sol. Ou seja, no SLK não há risco de queimar a pele em contato com o banco de couro em dias ensolarados. Para cobrir a cabine, basta puxar o botão em forma de U, instalado no console central, segurando-o até que a capota acople no para-brisa. A operação leva cerca de 20 segundos, dois segundos a mais que o movimento inverso. Em ambos os casos, a Mercedes recomenda que eles sejam feitos com o carro parado. Com o teto guardado no porta-malas, ainda sobra 225 litros de espaço para bagagens.

Entre os equipamentos embarcados no conversível estão seis airbags, sistema Neck-Pro, capaz de minimizar o efeito chicote na coluna vertebral em caso de colisão, cintos de segurança com pré-tensionadores, ar-condicionado digital, com regulagem de duas zonas, GPS de alta precisão, farol bi-xenon com lentes direcionais e assistente de estacionamento com sensores que medem o tamanho das vagas e dispositivo Attention Assist, que alerta o motorista por meio de sinais sonoros e visuais em caso de um suposto cochilo na direção.

Acionamento da abertura e fechamento do teto é feito por botão no console central

No primeiro trecho da avaliação, viajei no banco do passageiro, que oferece regulagens elétricas do assento, do encosto e dos apoios de cabeça e lombar. Há espaço de sobra para esticar as pernas, mas a posição inconveniente do extintor de incêndio incomoda o joelho esquerdo. Placas giratórias de acrílico transparente, fixadas logo atrás dos arcos de proteção de cabeça, ajudam a diminuir a turbulência gerada pelo vento quando o carro está acima dos 100 km/h. Fiz o test-drive ao lado de um jornalista com 1,84 de altura e cerca de 100 kg de peso. Perguntei se a posição de dirigir era confortável e ele concordou, apesar de a posição do assento estar no limite da regulagem e a cabeça quase encostar no teto.

Ao volante

Assumi o volante do SLK já na rodovia dos Tamoios, que liga a região de São José dos Campos ao litoral norte do Estado. E nos 111 km do percurso pude sentir o comportamento do conversível em trechos sinuosos, com asfalto de qualidade regular ou ruim. A suspensão, herdada da geração anterior do SLK, trabalha muito bem, mantendo o carro estável. Os pneus largos de 18 polegadas também tem papel importante no bom desempenho do conjunto. Mesmo em curvas fechadas, contornadas em alta velocidade, o roadster transmitiu uma sedutora sensação de segurança.

Com o teto fechado e o câmbio na posição D, o que mais chama a atenção é o silêncio dentro do habitáculo. O motor parece adormecido. Mas é só mudar o modo de condução para Sport, apertando um pequeno botão ao lado da alavanca, para o quatro cilindros despertar. Um dispositivo instalado próximo do corpo de borboleta se encarrega de dar o tom diferenciado aos roncos acima dos 4.000 rpm, atiçando quem estiver ao volante. As trocas de marcha ocorrem automaticamente entre 3.000 e 4.000 giros e de forma mais áspera. Alterando para o modo M (manual), os engates podem ser feitos com ajuda de hastes atrás do volante. E esta é a condução mais prazerosa, principalmente nos trechos de serra. Algumas horas e quilômetros depois, eu estava de volta à capital paulista. E apesar de ter feito uma coisa que muita gente sonha em fazer um dia – desfilar a beira-mar ao volante de um conversível de luxo -, quero esclarecer que eu, assim como os colegas que cobriram a coletiva do ministro, estava trabalhando.

Fonte: Auto Esporte

Maior IPVA de SP é de R$ 104 mil, para Mercedes; menor é de R$ 6,78

SLR Roadster é o veículo de maior valor venal no estado de SP.
Veículo que pagará menos é uma mobilete Hero Puch de 1991.

O proprietário de um Mercedes-Benz SLR MC Roadster, fabricado em 2009, pagará R$ 104.175,16 de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2011. O montante, segundo a Secretaria da Fazenda de SP, é o maior entre todos os veículos relacionados na categoria automóveis e representa 4% do valor venal de R$ 2.604.379,00, que aparece na tabela divulgada pelo governo de SP.

Os valores dos veículos usados para o cálculo do IPVA 2011 são da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apurados em setembro passado.

Para efeito de comparação, somente com o valor que será pago pelo tributo da unidade do superesportivo é possível comprar quatro unidades do Fiat Mille 2010, o carro mais barato do Brasil, comercializado no país a partir de R$ 23.850.

Na outra ponta, o menor valor a ser pago no IPVA 2011 é de R$ 6,78 para a mobilete Hero Puch, fabricada em 1991. O veículo se encaixa na categoria motos e similares e por isso paga 2% de seu valor venal que é de R$ 339. No segmento, o modelo mais caro é uma moto Indian Chief Vintage, de 2010, cujo valor venal é de R$ 116.415 e o preço pago pelo imposto será de R$ 2.328,30.

Entre os utilitários esportivos, o veículo de maior valor venal é uma unidade do Porsche Cayenne Turbo S, ano 2009, tabelado em R$ 414.751. Para rodar com o veículo em 2011, o proprietário terá que desembolsar R$ 16.590,04. Já o modelo de valor mais baixo da categoria é um Suzuki, de 1992, avaliado em R$ 7.732 que irá pagar R$ 115,98 de imposto.

Fonte: G1

Fotos e Imagens do Mercedes CLS

Modelo ganha novo visual e motorização para lançamento no Salão de Paris

Vazaram na internet as imagens do Mercedes–Benz CLS. O novo cupê de quatro portas tem grade dianteira cromada e painel frontal mais agressivo. O design do farol se manteve intacto, mas as luzes de LED de destacam e o diferenciam da versão anterior. É certamente mais elegante que o modelo antigo.

No interior, o CLS continua a utilizar a sua disposição de quatro lugares, com um console central que se estende por toda a extensão da cabine. O modelo tem um novo motor de 3.5 V6 e injeção eletrônica, bem como um V8 twin-turbo de 4.6 litros bom para cerca de 430 cavalos e 71.3 kgfm de torque. A versão AMG não estará muito longe, com o totalmente novo V8 5.5 litros twin-turbo sob o capô.

O novo Mercedes CLS será lançado oficialmente no Salão de Paris, em setembro.

Fonte: AutoEsporte