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Genesis G70 tem visual mais ousado do que o que já foi vendido no nosso mercado

A Hyundai registrou o desenho da nova geração do Genesis G70 no Brasil. Para aqueles que não se lembram, a Genesis é a marca de luxo da sul-coreana e virou divisão em 2015. Lançado no ano passado na Coréia do Sul, o sedã apareceu no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), mas ainda não há posicionamento oficial do grupo Hyundai CAOA sobre a possível importação. Vale lembrar que o Genesis chegou a ser lançado no Brasil em 2012.

Ao contrário do original, o novo Genesis G70 é um sedã menor. A sua concorrência é formada por medalhões como o Audi A4, BMW Série 3 e Mercedes-Benz Classe C, entre outros. Uma missão nada fácil.

Para conseguir estabelecer seu próprio espaço, o G70 aposta na esportividade. O modelo tem duas opções de motorização a gasolina: um 2.0 turbo de 252 cv e um V6 3.3 biturbo de 365 cv, as mesmas opções do primo Kia Stinger. O seis cilindros leva o Hyundai de zero a 100 km/h em 4,7 segundos. A tração pode ser traseira ou integral.

Somado ao desempenho, o G70 também tem o desenho agressivo como uma das suas armas. O estilo remete aos maiores Genesis G80 e G90, com direito a um capô largo e traseira curta. O desenho foi assinado pelo próprio Peter Schreyer, chefe de estilo do grupo Hyundai e também responsável pelas linhas finais do Stinger.

Por dentro, muito luxo. Há couro de verdade sobre o painel e portas, com opções de cores claras. Além dos revestimentos premium, o Hyundai conta com tela multimídia de oito polegadas, sistema de som com 15 alto-falantes e controle de cruzeiro adaptativo.

 

BMW 528i adota motor menor, mas mantém reputação intacta

BMW 528i (Foto: Flavio Moraes / G1)

Assim como a China e as mulheres, os motores de 2 litros turbinados vão dominar o mundo. Quase todas as fabricantes têm um. Volkswagen e Audi animam donos de hatches médios, sedãs, peruas e até SUVs com seu 2.0 TFSI, de 211 cavalos – a Volvo faz o mesmo, mas com um propulsor de 240 cv. O Land Rover Evoque, atual queridinho dos endinheirados descolados, encanta ingleses, alemães e brasileiros graças, além do design, a um 2.0 sobrealimentado (240 cv). Já a Mercedes-Benz escolheu para o CLA, principal lançamento da marca nos últimos anos, justamente um 2 litros turbo, de 211 cv.

Por ora, tal combinação é a que tem se revelado como mais certeira na sonhada (e agora mais realista) tarefa de aliar desempenho a economia de combustível – o já bem conhecido downsizing.

A BMW também tem o seu, e usa e abusa do bloco de 1.997 cm³. O versátil motor, apoiado na tecnologia Twin Scroll (com turbina única de geometria variável e saída dupla) e gerador de 184 a 245 cv, presta seus serviços ao compacto Série 1, aos SUVs X1 e X3 e ao sedã Série 3. Supunha-se que este último fosse o limite: um sedã médio, de 4,62 m, é o máximo que um motor de 4 cilindros pode empurrar satisfatoriamente.

Só que o Série 5, com seus 4,90 m, 2,97m de entre eixos e uma carreira consolidada sobre blocos de 6 e 8 cilindros, mostra que sedãs executivos não serão penalizados ou esquecidos por conta da era do downsizing – irreversível, certamente –, mas sim beneficiados por ela. Uma amostra disso está nos números: o 528i atual, com o 2.0 16V de 245 cv e 35,7 kgfm de torque, substitui o antigo, dotado de um 3.0 de 6 cilindros de 230 cv e 27,6 kgfm, com mais potência e menor consumo.

Não que seja a primeira vez que o Série 5 leva sob o capô um bloco de 4 cilindros. Desde a 1ª geração, de 1972, a marca oferece uma opção mais comedida do sedã, que invariavelmente sempre exerceu o papel de coadjuvante. Dessa vez, no entanto, a chance de assumir o papel de protagonista é grande.

Consumo x status
A aposta num motor menor, universalmente, tem como propósito a redução do consumo de combustível. No segmento premium do mercado brasileiro, porém, consumir menos gasolina não é um objetivo, e sim uma consequência de pouca relevância. Donos de Série 5, que desembolsam R$ 224.950 pela versão 528i, não se importam com a conta alta do posto. Se importam, sim, com o status de ter um sedã executivo que esbofeteia a cara de admiradores, deixando claro que aqui tem dinheiro, classe e poder.

Nisso, o intermediário Série 5 (há ainda o presidenciável Série 7), seja com motor de um, dois, três ou quatro litros, com ou sem turbo, continua mestre. Desde o trânsito até à porta do restaurante, o respeito e admiração por quem está dentro do carro são notórios.

E a adoção de um motor menor não significa que o luxo interno também diminui. Dos tapetes de veludo, passando pelo banco do motorista com ajustes elétricos e memória até o sistema de som de alta definição, tudo remete a altos níveis de requinte. Alguém que apelide o 528i de “Série 5 de pobre” estará provando que não entende de automóveis e, logicamente, que nunca entrou no carro.

A BMW pode não ser a mais brilhante na hora de elaborar um interior impactante, onde seu maior lampejo de criatividade é a alavanca de câmbio; ou ter adotado uma alternativa previsível e conservadora ao oferecer praticamente a mesma cabine para todos os modelos. Mas é uma das marcas mais competentes em conceber uma posição de guiar perfeita, com a relação entre volante, pedais e banco incorrigível.

Atrás, conforto e espaço em grau condizente com os anseios dos executivos que optarem por ter motorista e lá fizerem a maioria dos seus trajetos. Quanto ao visual, praticamente não há prejuízo em relação às versões mais caras. As rodas, de 18 polegadas, poderiam bem servir ao 535i, este montado num conjunto de 19 polegadas. Há quem diga que a atual geração tem estilo menos ousado que a anterior.

Como anda
245 cavalos de potência com média de 11,8 km/l sempre pareceu uma combinação quase utópica – sobretudo num carro desse porte. Pois unir números teoricamente antagônicos acaba sendo rotineiro para o 528i. A média combinada (estrada e cidade) alcançada pelo G1está longe dos otimistas 14,7 km/l divulgados pela BMW, mas ainda assim satisfaz quem espera um consumo mais comedido.

Têm responsabilidade nesse número o Start/Stop e o sistema Eco Pro, que muda os parâmetros de condução do veículo. Mas se este último recurso funciona de forma suave – embora o condutor sinta que perdeu o tempero do modo Sport tanto no volante quanto na suspensão e no acelerador –, o primeiro vibra expressivamente a cada vez que desliga e religa o motor no anda e para do insano trânsito urbano (paulistano, no caso). Basta uma hora ao volante para que o motorista desligue o sistema e se sinta aliviado (muito mais do que culpado por abrir mão de uma economia extra que, no fim das contas, representa pouco no cômputo total).

Bom moço na hora de beber gasolina, o 528i não se esquece de andar forte, mesmo com dois cilindros a menos. A oferta total dos 35,7 kgfm de torque aparece cedo, em 1.250 rpm. Há uma leve perda de força em altos giros na comparação com o 6 cilindros, mas o primoroso câmbio de oito marchas faz trocas rápidas e devolve o motor à rotação mais vigorosa.

Outra perda em relação ao “6 em linha” é o ronco, de muito mais personalidade e sedução no propulsor maior.

Apesar do tamanho, o 528i também sabe fazer curvas. Mas desligar seus controles é assumir que haverá “braço” o bastante para domar uma traseira que não se intimidará em sair do trilho. A direção de respostas afiadas também dá o tom numa tocada mais esportiva.

Portanto, há, além de economia, prazer ao volante. Ainda que vergonhosamente o 528i não ofereça paddle shifts atrás do volante. Se tal equipamento já faz falta no 118i, a ausência num automóvel de R$ 224.950 é ainda mais decepcionante.

Família democrática
A estreia do novo 528i levou a família a um rearranjo por aqui. O 550i, que começava em R$ 464,5 mil, sai de cena. Para os puristas que ainda preferirem um motor de 6 cilindros, o 535i, de 306 cv, 40,8 kgfm de torque e custando R$ 284.950, foi mantido. E o M5 segue como topo de gama, com seu V8 de 560 cv e etiqueta de R$ 529.950.

E assim fica a oferta do Série 5: do mais comedido ao mais brutal sem manchas na reputação.

BMW 528i (Foto: Flavio Moraes / G1)

O melhor carro do ano no Salão de Detroit – Cadillac esportivo ATS, sedã compacto de luxo

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O Cadillac esportivo ATS, um sedã compacto de luxo, ganhou o prêmio “carro do ano” nesta segunda-feira na tradicional abertura do salão anual do automóvel de Detroit.

Os jornalistas-jurados do maior e mais importante salão de carros dos Estados Unidos também elegeram a picape Chrysler’s Ram 1500 como sua favorita na categoria de caminhonetes e carros esportivos.

Ambos lideraram a lista com cerca de 40 modelos de 2013, incluindo as listas separadas que contavam com modelos de Honda, Ford e Mazda.

Os prêmios foram anunciados em meio a um ambiente de confiança recuperada dos Estados Unidos na indústria automobilística, após quatro anos de luta para evitar o colapso devido à recessão americana e à crise financeira.

Os analistas preveem em 2013 outro bom ano, pois espera-se que os consumidores que adiaram suas compras de carros durante estes anos substituam seus carros velhos por novos modelos.

Conquest Knight XV – Carro de luxo blindado – Apenas 100 unidades – Preço, mais de 1 milhão de reais

Trunfo do motor não é a potência, mas o torque para mover a carroceria de cinco toneladas (Foto: Divulgação)

Construído sobre o chassi de um caminhão Ford F-550, o Conquest Knight XV mistura luxo com robustez num veículo de quase 7 metros de comprimento e motor V10 bi-combustível de 6.8 litros, responsável por mover a carroceria blindada de mais de cinco toneladas. O preço é de quase RS$ 1.150 milhão. O carro é tão exclusivo que apenas 100 unidades serão produzidas.

Knight XV tem interior de luxo e blindagem externa (Foto: Divulgação)

Os custos de produção do carro são tão altos que a Conquest resolveu esperar e medir a reação dos seus seletos consumidores. Caso o retorno do mercado seja bom, a companhia canadense não descarta começar a produzi-lo em série.

Interior tem espaço e conforto para os seletos proprietários do Knight XV (Foto: Divulgação)

As opções de motorização do Knight XV ficam com potência próxima a 300 cavalos, o que pode soar pouco para um carro deste preço. Mas oferecem torque abundante para mover a pesada carroceria blindada e garantir alguma agilidade ao carro. Em termos de combustível, são 263 litros no tanque.

Destinado a autoridades, empresários e celebridades, o veículo foi desenvolvido para garantir o maior conforto e segurança possíveis. Baseado nos conceitos e desenhos dos veículos militares norte-americanos, o Knight 15 oferece blindagem para a maior parte dos calibres de armas menores, como o 44. Os pneus são especiais e podem suportar tiros e continuar operacionais por alguns quilômetros.

No interior, luxo e sofisticação, que criam um contraste com o exterior de ares belicosos do modelo. Revestimentos em couro, bastante espaço e estofamento de qualidade prometem agradar aos 100 compradores do Knight XV. A central de entretenimento do carro, por exemplo, conta com TV e Xbox 360.

Carros dos ricos e famosos – Veja fotos e preços dos veículos de luxo


David Beckham comprou um carro avaliado em 407 mil dólares. Listamos os automóveis mais caros das celebridades

Na última semana, a imprensa internacional noticiou que o jogador de futebol David Beckham, notório proprietário de carros luxuosos, comprou um Rolls-Royce Phantom Drophe, cujo modelo básico, excluindo-se portanto rodas personalizadas e acessórios, é avaliado em cerca de US$ 407 mil, ou mais de R$ 720 mil.

Beckham, no entanto, não é o único que não hesita em gastar milhares de dólares em um único veículo. Listamos outras celebridades proprietárias de carros de luxo. Saiba mais!

Paris Hilton

A socialite tem entre seus veículos um Bentley GT Continental cor de rosa, com um painel com diamantes incrustados avaliado em US$ 285 mil. Paris deu de presente para si mesma o exótico carro durante o Natal de 2008.

“Sempre quis ter um carro rosa. Quando você é criança e tem o Corvette da Barbie, fica imaginando que um dia teria um carro como o da boneca. E eu fui fã da Barbie por tanto tempo que achei que valia a pena”, afirmou Paris.

Nicolas Cage

O ator é proprietário de uma Ferrari Enzo, avaliada em cerca de US$ 670 mil. O veículo é tão exclusivo que só foram produzidas 399 unidades. A Ferrari Enzo foi construída com tecnologia usada na Fórmula 1 e um sistema de aerodinâmica que levanta um pequeno spoiler e flaps quando em alta velocidade, criando sustentação para que ele não decole.

Simon Cowell

O produtor e jurado do “X-Factor” gastou nada menos do que US$ 1,7 milhão em um Bugatti Veyron. O veículo, considerado o segundo carro de rua mais rápido do mundo, pode alcançar cerca de 433 km por hora.

Além do Bugatti, Simon também é dono de uma Ferrari, de um Rolls Royce Phantom, e está na lista de espera de um 100EX Cabriolet.

Jay-Z

Perto do Maybach Exelero do rapper, os carros aqui listados parecem até baratos. O marido de Beyoncé arrematou o modelo por cerca de US$ 8 milhões. O veículo aparece no videoclipe de “Lost One”. Considerado um dos cinco carros mais caros do mundo, o Maybach Exelero chega a uma velocidade equivalente a 350km/h, e vai de 0 a 100 km em 4,4 segundos.

GM apresenta sedã Malibu

Lançamento faz parte dos investimentos de R$ 5 bilhões no país.
Na próxima semana, GM anunciará destino de últimos R$ 630 milhões.

Há mais de um ano, a General Motors fala em investir no segmento de luxo. Nesta terça-feira (18), o primeiro modelo na categoria é lançado no mercado brasileiro, o Chevrolet Malibu.

O volume importado dos Estados Unidos, por enquanto, é conservador, 200 unidades por mês. No entanto, mais do que números, a GM do Brasil quer investir na imagem da marca. O sedã chega por preços a partir de R$ 89,9 mil. O carro ficará posicionado entre o Vectra e o Omega – que volta para o Brasil.

“O brasileiro está ficando cada vez mais exigente, então resolvemos oferecer um sedã prêmio, de alta qualidade. Além disso, o Malibu traz a cara nova da Chevrolet”, afirma o presidente da GM do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila.

O lançamento faz parte dos investimentos de R$ 5 bilhões no país. De acordo com o vice-presidente da companhia, José Carlos Pinheiro Neto, restam R$ 630 milhões. Segundo ele, na próxima semana a GM anunciará qual será o último passo desse plano.

O Chevrolet Malibu será comercializado no mercado brasileiro na versão LTZ, equipado com motor 2.4 litros, da família Ecotec. O propulsor desenvolve 171 cavalos de potência a 6.400 rpm

Resultados financeiros

“Tivemos crescimento positivo na receita da empresa, de 40%. Embora comparado com um momento muito fraco, o primeiro trimestre de 2009, foi um desempenho muito bom. É a primeira vez nos últimos três anos tivemos um lucro positivo nos EUA ( US$ 900 milhões, lucro líquido). Conseguimos o resultado antes do que esperávamos”, comemora Ardila.

De acordo com Artdila, até o fim do ano a GM vai emitir ações para compra (IPO), o que pode significar a venda das ações que pertencem aos governos dos Estados Unidos e Canadá. “É importante dizer que operamos com lucro em um mercado que ainda não se recuperou”, ressalta Ardila sobre a situação dos EUA.

Fonte: AutoEsporte