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Qual o melhor BMW X6 M e LAND ROVER RANGE ROVER SPORT

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Um alemão e um inglês marcaram encontro pela internet para fazer barulho. Mas nada de arruaça, simplesmente agito sonoro com seus motores com mais de 500 cv e força acima dos 60 kgfm, além de exibicionismo de uma letra e uma palavra que, incorporadas em seus nomes, fizeram toda a diferença no rolezinho.

A sigla M, de Motorsport, muda tudo no X6. Na versão normal, o “ve-oitão” entrega 412 cv. Com o M na história, surge o X6 M com expressivos 562 cv. No caso do Range Rover Sport, a palavrinha Dynamic faz o jipão britânico deixar de lado o bloco V6 de 340 cv e assumir o V8 de 510 cv.

Estilosos e com pinta de malvados, esses brutamontes “envenenados” se assemelham também no preço. É preciso desembolsar centenas de milhares de reais para tê-los na garagem. O BMW tem tabela inicial mais cara, R$ 524.950. São R$ 28.450 a mais que o cobrado pelo Land Rover, que parte de R$ 496.500. Completinho, na versão Autobiography, com direito a interior nas cores rubronegras, o Range Rover sai por R$ 539.900.

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Não foi pela diferença de cifras, contudo, queo SUV inglês venceu o rolezinho. O Range Rover Sport triunfou por questões como o projeto mais atual, maior espaço interno, lista de  componentes de comodidade superior e suspensão mais acertada entre conforto e esportividade.

O porte avantajado e imponente do Land Rover também merece destaque por fazer o parrudo BMW parecer pequeno ao ficar lado a lado com o oponente. Uma sensação que deve mudar até a metade do ano, com a chegada da segunda geração do utilitário alemão. Mas, por enquanto, é o inglês que mais desperta olhares curiosos.

Ao pisar forte no pedal do acelerador, tanto o motor 4.4 V8 do X6 M quanto o 5.0 V8 do Range Rover Sport arrancam sorrisos de quem curte velocidade. O ronco emitido pelas saídas de escapamento é metalizado, estridente e invade a cabine com facilidade, mesmo com o ótimo isolamento acústico. Um detalhe que dá para compreender quão forte é o berro.

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Em termos de força, quem dá as cartas é o BMW. Seu propulsor entrega 562 cv e 69,3 kgfm de torque a partir das 1.500 rpm, em curva plana. O arrojo impressiona mesmo com a transmissão automática de seis marchas (a próxima geração terá caixa de oito velocidades), que efetua trocas eficientes e compreende com rapidez as necessidades do motorista. Não que o Land Rover fique muito atrás, mas os números de seu “proletário” V8, de origem Ford, são inferiores: 510 cv às 6.000 rpm (mesma faixa de giro do rival) e 63,7 kgfm com 2.500 rotações. Nos testes de aceleração de 0 a 100 km/h, a vantagem do jipão germânico foi de 0,6 segundo. O X6 M, que fica ainda mais monstruoso ao pressionar o botão M no volante, registrou 4,9 segundos, enquanto o Range Rover Sport cravou 5,5 s. Marcas muito expressivas para modelos
de mais de duas toneladas.

As retomadas de velocidade também foram marcantes. De 40 a 80 km/h, por exemplo, o BMW gastou 2,5 segundos. Já o Land Rover precisou de 2,7 s. O desempenho mais próximo ao do adversário alemão se justifica por dois motivos: pe-sar 70 kg a menos e dispor de transmissão automática de oito marchas de respostas mais ágeis.

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Toda essa aptidão esportiva dos utilitários, porém, reflete no consumo de combustível. Acelerando na rua de maneira moderada (com algumas pisadas vigorosas em certos momentos, pois não somos de ferro), o computador de bordo do X6M e do Range Rover registraram 3,2 e 3,3 km/l, respectivamente. Na estrada, o câmbio do Land Rover o ajudou a ser mais econômico, com média de 9,1 km/l ante os 7,8 km/l do oponente.

Mas se você, endinheirado de plantão, não se importa com o gasto de gasolina, certamente dá valor para o quesito conforto. Nesse aspecto, o jipão britânico se sobressai com uma cabine mais espaçosa e aconchegante. A distância entre-eixos de ambos é praticamente a mesma, mas o espaço interno é mais bem aproveitado no Land Rover. Quem viaja no banco de trás, além de contar com telas multimídia integradas no encosto de cabeça do banco dianteiro, dispõe de melhor área livre para a cabeça. NoBMW, o perfil mais baixo do teto prejudica os mais altos.

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No porta-malas, novo triunfo do Range Rover, que oferece 784 litros para acomodar a bagagem de toda a família. No X6 M, o volume é de 570 l. Em comum, os dois disponibilizam um botão para fechar eletricamente a tampa traseira; um mimo muito bem-vindo em veículos de meio milhão de reais. Outros recursos de comodidade em comum nesses SUVs são os ajustes elétricos dos bancos dianteiros, sistema de aquecimento dos assentos, tela multimídia com TV integrada e tocador de DVD, som de alta qualidade, dispositivo que corrige o fechamento da porta quando não é efetuado 100% e até geladeira no caso do Range Rover Sport – localizada no console central.

O X6 M tem como diferencial um botão que faz massagem na “poupança” do motorista e o prático head-up display, que projeta no pára-brisas informações como velocidade do carro e de navegação GPS. No Land Rover há extras como o Park Assist, que estaciona o modelo sozinho, e um botão para aquecimento do volante – que dificilmente será usado no Brasil.

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Ao volante, o prazer de dirigir é aguçado nos dois utilitários. Há amplo campo de visão,  retrovisores laterais enormes para observar tudo e a todos e sensação de que os carros ao redor são minúsculos. No BMW, a única crítica vai para o pequeno retrovisor central, que dificulta a visualização do campo traseiro.

Em curvas, a estabilidade é fora de série. Parecem karts de tão colados no chão. Para ratificar ainda mais sua vitória, o Land Rover ataca com suspensões a ar adaptativas e a oferta de controle pneumático para o condutor, por meio de um botão no console, aumentar ou diminuir a altura em relação ao solo. Nas imperfeições das ruas brasileiras, os impactos são bem absorvidos, mas o X6 M, com suspensão a ar só na traseira transmite um certo desconforto em buracos do tipo “cratera”, mesmo tendo pneus calçados em rodas menores que as do Range Rover Sport (20” ante 22”).

Infelizmente, não tivemos tempo de levá-los para o fora de estrada. Mas por toda a tradição da marca inglesa, que tem lama em seu DNA, e recursos disponíveis por meio de um seletor no console, é de se imaginar que o Land Rover também se saia melhor no rolezinho off-road.

Land Rover Discovery 2014 tem novo design e mais equipamentos

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A Land Rover anunciou nesta segunda-feira, 10 de março, o lançamento da linha 2014 do Discovery. O utilitário esportivo traz leves mudanças visuais e melhorias no interior.

Por fora, o SUV tem um novo conjunto de faróis com iluminação diurna por LEDs, nova grade e para-choque redesenhado. As rodas de liga leve de 19 e 20 polegadas foram redesenhadas e o capô trocou o logotipo “Land Rover” por “Discovery”, logo acima da grade frontal.

O interior ganhou um novo tipo de revestimento em couro chamado Windsor, até então oferecido somente na linha Range Rover. O sistema de som de alta qualidade fabricado pela Meridian traz até 17 alto-falantes e 825 watts de potência. Os ocupantes do banco traseiro contam com duas telas de oito polegadas, que funcionam de forma independente e com fones de ouvido sem fio. Assim, é possível também assistir um filme em DVD e sintonizar um canal da TV digital simultaneamente.

O Discovery 2014 conta com duas opções de motorização a diesel, ambas V6 de 3,0 litros. A versão para cinco passageiros tem 211 cv e 53,03 mkgf de torque, enquanto as opções com capacidade para sete pessoas têm 256 cv e torque máximo de 61,18 mkgf. Ambas as versões têm câmbio automático de oito velocidades com opção de trocas sequenciais.

A lista de itens de série inclui monitoramento dos pontos cegos, alerta de presença de veículos em um raio de 90 graus nas diagonais, GPS com layout em três dimensões e até um sistema que calcula a profundidade da água durante uma travessia de área alagada. Os preços variam entre 254 mil e 354.200 reais.

Range Rover Sport quebra recorde em Pikes Peak

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Com 12min35s61, é o mais rápido SUV de produção

A Subida de Montanha de Pikes Peak acontece apenas no dia 30, mas recordes já estão caindo. Ao menos é o que afirma a Land Rover, que, em comunicado emitido nessa sexta-feira (7), revelou que o Range Rover Sport se tornou o SUV de produção a completar o famoso percurso de 20 km no menor tempo.

Segundo a nota, o modelo marcou o tempo de 12min35s61, numa velocidade média de 95,2 km/h. A versão utilizada foi aquela equipada com o motor 5.0 V8 sobrealimentado, de 517 cavalos de potência. Quem conduziu o veículo foi o norte-americano Paul Dallenbach, vencedor geral em Pikes Peak em três oportunidades.

A cronometragem foi feita de modo independente, mas a organização do evento, após checar os dados, sancionou a marca.

Carros importados mais vendidos em julho 2012 – Kia Sportage lidera a lista pelo segundo mês seguido

A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) divulgou nesta terça-feira (14) o resultado de vendas de veículos importados em julho, reunindo as marcas que não possuem fábrica no Brasil. No mês, os emplacamentos chegaram a 10.739 unidades, queda de 4,1% frente a junho, quando 11.202 veículos foram comercializados. Na comparação com igual período do ano passado, a queda é de 41,5%. Desde dezembro passado, os carros vindos de fora do Mercosul e do México tiveram o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aumentado em 30 pontos percentuais.

A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, Rolls Royce, SsangYong, Suzuki e Volvo.

VEÍCULOS IMPORTADOS MAIS VENDIDOS EM JULHO PELA ABEIVA

Fábricas de carros no Brasil – Montadora Land Rover mantém plano de construção de fábrica no país

A Land Rover lança na próxima semana os novos Discovery 4 e Range Rover Sport 2012 3.0 Diesel SDV6, que trazem como principal novidade o novo câmbio automático de 8 velocidades. De acordo com o presidente da montadora do Brasil, Flávio Padovan, a meta é aumentar cada vez mais a presença da marca no mercado brasileiro, que deve receber dois modelos totalmente novos até o fim do ano. A consolidação no mercado brasileiro das atividades da marca britânica, sob administração da indiana Tata, vai culminar na construção de uma fábrica no país.

“O plano da construção da fábrica no Brasil continua, nós estamos em constante negociação com o governo”, afirma Padovan, que ressalta a necessidade de estabilização da situação no país após as impactantes mudanças do mercado com o novo regime automotivo.

“Sob o chapéu da Land Rover, negocio a fábrica com o governo. Sob o chapéu da Abeiva, negocio uma medida que alivie o peso do IPI”, afirma Padovan, que também é presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores. Segundo Padovan, a promessa do governo é de que até o fim do mês seja anunciado um pacote de ajuda para os importados. De acordo com o presidente da Land Rover, nenhuma empresa está repassando ao consumidor o reajuste total do IPI.

Por causa das dificuldades em reajustar os preços de acordo com o IPI atual, especialmente pelo impacto negativo na percepção do consumidor, a Land Rover afirma que só divulgará os preços do Discovery 4 e do Range Rover Sport 2012 na semana que vem.

BMW também conversa, Mazda adia

Outra montadora que precisou adiar os planos de instalação de fábrica no país por causa das incertezas geradas pelo novo regime automotivo foi a BMW. O CEO da BMW, Norbert Reithofer, afirmou no início deste mês, no entanto, que a planta deverá ser construída, mas não arrisca uma data.
A unidade fabril ficará em Curitiba, no Paraná. Pelo novo regime automotivo, a partir de 2013 apenas os veículos produzidos no Brasil terão descontos no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A fábrica brasileira da BMW faz parte da meta global de vendas de 2 milhões de veículos por ano a partir de 2016. No ano passado, o grupo conseguiu vender 1,67 milhão de unidades.

A japonesa Mazda também adiou os planos de comercialização de veículos no país. Mas não foi somente o novo regime automotivo brasileiro e a mudança do acordo com o México que influenciaram a decisão: a crise na Europa e os desastres naturais que aconteceram no ano passado – terremoto e tsunami no Japão e enchentes na Tailândia — também influenciaram. No caso da Mazda, a fábrica será instalada no México para fornecer veículos para toda a América do Sul.

Mesmo sem ter iniciado as operações no país, há mais de um ano a Mazda já faz parte da Abeiva. A estreia do primeiro carro no Brasil estava prevista para o início de 2013, como havia afirmado ao G1, durante o Salão de Tóquio do ano passado, Kotaro Minagawa, do departamento de planejamento global da montadora japonesa.

Sem fábrica, Porsche defende cotas

Por atender a um nicho de mercado e, assim, ter baixo volume de vendas, a Porsche não pretende construir fábrica no país. No entanto, a empresa é fortemente afetada pela alta do IPI, de acordo com Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche. Segundo ele, o ritmo de vendas vai diminuir neste ano.

“No ano passado tivemos um recorde histórico de vendas, de 1.134 unidades. Esperamos queda para este ano”, diz Visconde. Segundo ele, a solução para o problema, já que não compensa a instalação de uma fábrica no Brasil, seria a criação de cotas para as marcas de nicho. “Hoje, o nome do jogo é fazer fábrica aqui”, lamenta o empresário.

Fila de espera para o Range Rover Evoque – Centenas de clientes fazem fila para comprar carro de R$ 200 mil reais


O novo Range Rover Evoque, lançado no final do ano passado, tem sido responsável por uma situação pouco comum: clientes endinheirados que precisam enfrentar longas e demoradas filas para comprar o que desejam. Cerca de trezentos clientes estão em listas de espera para adquirir o carro, que custa R$ 174 mil no modelo mais básico e R$ 200 mil na opção mais vendida.

Na rede Caltabiano, uma das três revendedoras autorizadas da Land Rover no País, existem 270 pessoas na espera para comprar o modelo. Quem entrar na fila agora, deve demorar até 120 dias para retirar o veículo. “É um modelo de enorme sucesso, com um design revolucionário, que deve responder por 40% a 50% das vendas da montadora no Brasil em 2012”, diz Denis Cicuto, diretor comercial da Caltabiano.

Apesar da colocação de itens opcionais atrasar a entregas de alguns carros premium, Cicuto deixa claro que o caso do Evoque é provocado por excesso de demanda. A Caltabiano tem 20 lojas e 85% das vendas do grupo estão ancoradas no setor de luxo.

“Isso é um sinal da mudança econômica pela qual está passando o País”, afirma Silvio Laban, professor de marketing e coordenador dos programas de MBA Executivo do Insper. “Não acredito que seja algo negativo para as empresas envolvidas, porque significa que existe uma porção de pessoas com disposição de esperar e pagar por um valor que elas reconhecem no produto”, diz.

Na definição dos especialistas do iG, o Evoque é mesmo um carro inovador e com desenho transgressor. “Meio SUV, meio crossover, o termo para o ‘jipe urbano’, o novo veículo da Land Rover é tão diferente a ponto de não ter concorrentes diretos”. De qualquer forma, confira abaixo alguns modelos que poderiam substituir o Evoque, para clientes que não queriam esperar na fila:

Audi Q3: o crossover de menor porte da Audi acaba de ser lançado e custa R$ 150 mil

O BMW X1 é um crossover médio que sai por até R$ 175 mil

O Hyundai ix35 foi lançado em 2010 e é o sucessor natural do Tucson; sai por até R$ 113 mil

O Toyota Hilux SW4 é um automático 4×4 que não sai por menos de R$ 160 mil

Por R$ 114 mil, dá para comprar também um Kia Sportage 2012, outro crossover médio

Ainda que indique a alta procura por um carro, o segmento de revenda de veículos normalmente evita falar em filas. Quando uma rede admite o fato, pode passar a impressão de que não tem mercadoria suficiente para abastecer a clientela. “A fila não é necessariamente boa, pode fazer a pessoa desistir da compra”, diz Guilherme Passsalacqua, diretor de operações da Eurobike em Ribeirão Preto (SP).

“As filas vêm existindo nos últimos dois anos, quando houve aumento de demanda por carros mais caros, mas passamos a solicitar maiores remessas de produtos para as montadoras”, explica o diretor, cuja unidade vendeu 1.300 veículos de luxo novos – “tudo de R$ 100 mil para cima”, diz ele – no interior paulista em 2011, alta de 30% em relação ao ano anterior.

“Agora as montadoras começaram a abastecer melhor o mercado brasileiro”, acredita Cicuto. “Aconteceu uma mudança de postura. Nos últimos meses, por exemplo, os quatro vice-presidentes da Mercedes vieram ao Brasil. Antes, as montadoras mais importantes só mandavam o terceiro escalão para cá”, afirma.

Para Laban, do Insper, o risco que um consumidor poderia ter ao entrar numa fila é apenas cambial. “Se houver uma variação significativa do dólar no período de espera, o preço final do bem pode se alterar”, explica.

As outras duas redes de concessionárias autorizadas da Land Rover, a Itavema e a Autostar, não comentaram o assunto, embora funcionários admitam que existe alguma fila pelo modelo. A Land Rover do Brasil também foi procurada diversas vezes e não atendeu à reportagem.

Filas imaginárias

Outros modelos consagrados que serão relançados em novas versões também provocam filas de compradores. Mas são “filas imaginárias”: como ainda não chegaram ao mercado, ninguém sabe se a lista de espera vai mesmo se converter em compras.

O novo Porsche 911 ainda não chegou ao Brasil e pelo menos 20 pessoas formam fila para comprá-lo, na Eurobike de Ribeirão Preto. O preço não está definido, mas o antecessor saía por R$ 495 mil. “Quem entrar na lista agora, vai aguardar até 90 dias para pegar o carro, após a chegada dele”, diz Passsalacqua.

A sequência do Porsche Boxter, cujo modelo anterior custava R$ 330 mil, também tem 30 interessados na espera. É um modelo de R$ 330 mil. Outro exemplo é a picape Dodge Ram, que a Chrysler deve relançar no Brasil, por preço em torno de R$ 150 mil. Na Caltabiano, 70 pessoas já estão cadastradas na espera.

Land Rover pode lançar mais um Range Rover

Modelo deve ser mais barato que o Evoque, segundo publicação inglesa

A Land Rover está perto de decidir se irá adicionar um quarto modelo para a linha Range Rover, segundo a publicação inglesa Autocar. A linha de luxo já é composta pelos modelos Vogue, Sport e Evoque.

Agora a marca pretende lançar uma espécie de “Grand Evoque”, que deve ficar entre as duas últimas linhas e custará mais barato que o Evoque, modelo que chega ao Brasil em outubro por cerca de R$ 200 mil.

Segundo a revista, o novo SUV poderia assumir um posicionamento de mercado semelhante ao do BMW X6. Ele utilizará uma versão alongada da mesma plataforma LR-MS do Evoque. A possibilidade é que o carro seja equipado com motores 2.2 SD4 turbodiesel e 2.0 a gasolina. Ainda segundo a reportagem, a motivação da montadora em investir em mais um carro se deve à crescente procura por esse tipo de veículo no mercado chinês e norte-americano.

Fonte: Autoesporte

Recall da Freelander 2

São 2.019 unidades envolvidas no recall para verificar conexão elétrica do airbag

A Land Rover do Brasil convoca 2019 unidades do utilitário esportivo Freelander 2 para verificação e possível instalação de um espaçador no conector do airbag do motorista. No comunicado divulgado pela marca consta que uma falha elétrica faz com que a luz de advertência do air bag fique acesa e que, em caso de colisão, o equipamento pode não funcionar.

Não há prazo para atendimento à campanha e se o consumidor tiver qualquer qualquer dificuldade efetuar o reparo/substituição, deve procurar um órgão de defesa do consumidor. Confira abaixo os números de chassi envolvidos na convocação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-012-2733 ou pelo site www.landrover.com.br.

Modelos 2010
SALFA2BA2AH174205 a SALFA2BA1AH214189
Modelos 2011
SALFA2BA2BH206104 a SALFA2BD7BH204181.

Fonte: Revista AutoEsporte

Fotos Land Rover Freelander 2 Versão Limitada

Apenas 900 unidades do Sport Limited Edition serão produzidas.
Modelo está mais esportivo e vem com motor 3.2 de 233 cavalos.

A Land Rover apresentou nesta quinta-feira (2), durante o Salão do Automóvel de Bolonha, na Itália, o Freelander 2 Sport Limited Edition. A série limitada a 900 unidades vem com interior atualizado e design exterior mais esportivo.

Por fora, o veículo ganhou detalhes como grade dianteira na cor preta, saídas de ar laterais e três diferentes opções de cores para carroceria, que pode vir em branco, preto ou no exclusivo Vermelho Firenze, tom nunca antes disponibilizada pela Land Rover. Maçanetas e espelhos retrovisores são nas cores da carroceria e um aerofólio traseiro e rodas de 19 polegadas trazem mais esportividade ao modelo.

O Freelander 2 Sport Limited Edition vem com bancos em couro com duas cores, sendo a tonalidade preta predominante, com detalhes em marfim ou em tons avermelhados. Para reforçar a exclusividade do veículo, o painel ganhou acabamento em preto e os tapetes pretos têm detalhes em marfim ou em tons de vermelho, para combinar com os bancos.

Sob o capô
O Freelander 2 Sport Limited Edition é equipado com motor de 3.2  i6 a gasolina, que consegue combinar alta potência e performance com eficiência por causa do comando variável de válvulas e pelo sistema CPS (Cam Profile Switching) — ele aumenta ou reduz a abertura das válvulas de acordo com as rotações do motor, para uma melhor eficiência no consumo.

O propulsor desenvolve 233 cavalos de potência e torque de 317 Nm, chegando 0 a 100 km/h em apenas 8,4 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h.

O motor i6 foi desenvolvido pela equipe de engenheiros da Land Rover, para suportar as condições mais extremas possíveis como a incidência de lama, poeira e água, bem como funcionamento em ângulos agudos de operação.

Atualmente, o Freelander 2 é o veículo mais vendido da Land Rover em todo o mundo, com mais de 215 mil unidades comercializadas desde seu lançamento em 2006. No Brasil, o modelo representou cerca de 50% do total de vendas da marca até outubro deste ano.

Fonte: G1

Land Rover apresenta Evoque, que chega ao Brasil no ano que vem

SUV é o modelo mais leve e econômico da marca.
Utilitário é o primeiro a oferecer tração na dianteira.

O mais leve e econômico carro produzido pela Land Rover, o modelo Range Rover Evoque, é resultado do desenvolvimento do protótipo LRX e o único da linha que conta com a opção de tração dianteira e tem apenas duas portas, o que reduz o preço do modelo e abre caminho para a Land Rover trabalhar em outro nicho de mercado. Há também a opção de tração integral.

Para a Land Rover, este é um lançamento de renovação da marca. O Evoque foi desenvolvido para ser o carro mais “ecológico” da marca, com emissões de 145g/km de CO2 e consumo de combustível de 21,26 km/l de diesel em uso misto.

O modelo foi apresentado nesta quinta-feira (30) em Paris, durante o Salão do Automóvel da cidade e despertou a curiosidade dos jornalistas especializados, especialmente por se tratar de um carro “global”. Ele será produzido na fábrica de Halewood, na cidade de Merseyside, no interior da Inglaterra, e exportado para 160 países. O carro chegará ao mercado brasileiro em 2011, mas o preço ainda não foi divulgado.

Para a cidade e para a terra
Sob o capô estão disponíveis duas opções de propulsores a diesel (não oferecidos no Brasil por questões de homologação) 2.2 litros de 150 cv até 190cv e o novo propulsor 2.0 litros Si4 gasolina de 240 cv de potência com injeção direta de combustível.

Como todos os modelos da marca, o Evoque também terá o sistema que adapta todas as configurações de tração, motor, suspensão e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega por meio de um botão.

No visual, o destaque é o teto panorâmico. Outros itens de série são sistema de ajuda em manobras, tela retrátil de 8 polegadas, revestimento interior de couro em dois tons, opções de rodas de liga leve nos aros 19” e 20” e sistema de som com 17 auto-falantes e 825W de potência.

O visual do Evoque é bem moderno, mas pode não agradar os “trilheiros” mais tradicionais, que compram um Land Rover para mergulhar na lama. A impressão é de que o carro é muito “sofisticado” para isso.

Fonte: G1