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Linha 2019 traz novas opções de rodas, faróis de LED e multimídia com tela de 8,4”, mas preço só baixou na versão Sport

A manutenção do clássico estilo inspirado no novo Wrangler, e a falta de novidades mecânicas, dão o tom ao lançamento da linha 2019 do Renegade, apresentada hoje.

O retoque no estilo é quase imperceptível a quem se acostumou com o SUV na paisagem.

Na dianteira, ele recebeu um novo para-choques, com brasão bem delineado na parte inferior. Na grade, as sete fendas estão mais largas e próximas entre si, e os faróis foram milimetricamente puxados para cima. É isso que você terá como argumentos para identificar a linha 2019 à primeira vista.

Na traseira a marca aplicou uma maçaneta logo abaixo da placa, mas não decorou as lanternas com a nova assinatura de iluminação, vista no modelo europeu.

Sob o capô, nada de novo no front. Os motores Firefly turbo, 1.0 três-cilindros com 120 cv e 1.3 quatro-cilindros com potência entre 150 cv e 180 cv, que já figuram nos Renegade feitos em Melfi, na Itália, ainda não migraram para o Jeep pernambucano. Eles só chegarão em 2020, e o é provável que o Renegade receba o 1.0 turbo.

Por enquanto o Renegade permanece com o 1.8 16V flex, que gera 139 cv de potência e 19,3 mkgf de torque com etanol, e 135 cv e 18,8 mkgf com gasolina, atrelado a um câmbio de 5 marchas manual ou 6 marchas automático. E também o 2.0 turbodiesel, que dispõe de 170 cv e 35,7 mkgf, sempre unido à transmissão ZF de 9 marchas.

 

Na parte, digamos, dinâmica a Jeep reconheceu a gritante falha no ângulo de ataque frontal das versões flex e retirou o desnecessário spoiler dianteiro – que invariavelmente raspava em lombadas, valetas e acessos de garagem mais angulosos, algo indigno para um Jeep. Com isso a medida subiu de 20° para 27° em todas as versões.

A Trailhawk, a topo de linha e mais extrema, manteve-se os 30° de ângulo de ataque. Outra correção de percurso para a linha 2019 está no porta-malas. Com a adoção de estepe de uso temporário como padrão (antes era opcional), o bagageiro ganhou 47 litros, passando de 273 para 320 litros.

O que muda nas versões?

Agora todos os Renegade, inclusive o modelo destinado ao público PCD, vêm com rodas de liga leve.

A versão Sport, com câmbio manual, trocou o rádio AM/FM e porta USB por um multimídia com tela de 5” sensível ao toque. A câmera de ré também está no pacote. Com câmbio automático, além do multimídia, ele traz novas rodas de aro 17”. A linha 2018 que custava R$ 91.990, já era vendida por R$ 85.490 desde setembro. Agora ela vai para a sua garagem por R$ 83.990. A variante com câmbio manual sai por R$ 78.490.

Mas a maior mudança para quem dirige aparece a partir da versão Longitude. Ela vem de série com rodas de 18” e o novo multimídia com tela de 8,4”, herdado das versões mais caras do Jeep Compass. É compatível com Apple CarPlay e Android Auto, e permite que você comande a climatização pela própria tela ou por comandos de voz.

Segundo a FCA, o ar-condicionado foi otimizado e agora consegue resfriar a cabine na temperatura selecionada em um tempo 20% menor, algo que não foi possível comprovar sem um termômetro adequado.

No entanto, não traz mais a opção de GPS integrado. “Para isso as pessoas usam os aplicativos de celular que podem ser espelhados na tela. Foi uma questão de racionalidade e de não cobrar mais por algo que o cliente não precisa”, explica Alexandre Aquino, gerente de brand da Jeep.

Quem optar pela Longitude flex, vendida só com câmbio automático, vai ter de desembolsar R$ 96.990, mesmo valor da linha 2018.

Na Limited, disponível apenas com motor flex, o preço subiu dos R$ 101.990 para R$ 103.490. A versão incorpora os equipamentos da Longitude e vem de série com rodas de 19” e os novos faróis de Full LED de série.

O equipamento muda sensivelmente o efeito visual da dianteira e, segundo a FCA, consegue uma iluminação 50% mais efetiva à noite em comparação com os faróis halógenos. Contudo essa comparação só vale para a versão Longitude, que pode trazer o equipamento como opcional (R$ 2.300), uma vez que a linha Limited 2018 já vinha com iluminação por xenon no modelo base.

Outro destaque fica pelos sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista) agora de série. Antes, as bolsas infláveis vinham no chamado Pack Safety, opcional, ao preço de R$ 3.490. O valor do pacote permanece o mesmo como opcional na Longitude.

Quem quiser um Renegade diesel, continuará podendo optar apenas pelas versões Longitude e Trailhawk. Na versão intermediária que recebeu as mesmas benesses da flex, o preço subiu de R$ 118.490 para R$ 125.490.

Já Trailhawk, que ganhou novas rodas de 17” e incorpora os faróis de Full LED de série, passou de R$ 129.990 para R$136.990. E foi nesta versão que revisitamos os dotes do SUV compacto da Jeep.

Vida a bordo

Para quem já conhece o Renegade Trailhawk, o exercício de reconhecimento não existe. Por dentro ele é praticamente o mesmo carro que estourou a champanhe no réveillon de 2016. O bom torque de 35,7 mkgf a apenas 1.750 rpm continua lá, tal qual a dificuldade de ganhar velocidade quando se passa dos 110 km/h.

Sensorialmente a ausência de modificações continua. Seus bancos de couro bordados com o nome da série, o cluster de TFT colorido com 7” não recebeu nenhuma fonte nova nem funções extras.

Mas quando você encarar algum trecho em que a tração 4×4 se faz necessária ou em modo reduzido, ou em alguma função entre neve, areia, lama ou pedra (exclusivo da Trailhawk) verá que a seleção dos comandos agora se dispõe de maneira horizontal, e não mais vertical. Isso abriu espaço para um pequeno porta-objetos à frente da manopla de câmbio. E o pequeno, neste caso, é literal.

Como manteve as rodas de 17” com pneus de uso misto, na medida 215/60, o Trailhawk continua com um rodar mais suave que seus irmãos de motor flex, que passaram a usar rodas com aros maiores.

É perceptível que a cabine aderna um pouco mais em curvas de alta, tanto pela maior altura do solo (2 cm extras frente ao Longitude diesel) quanto pelos pneus de compostos mais macios. Isso também é sentido na direção que, mesmo mantendo o diâmetro de giro em 10,8 m para todas as versões, se mostra levemente sonolenta aqui.

Outra particularidade do Trailhawk é que seu porta-malas se manteve com 273 litros de capacidade. Como é uma versão específica, destinada a um público que provavelmente seja adepto do off-road, este Renegade não vem com o estepe de uso temporário, e sim com o mesmo conjunto de rodas e pneus externos.

Uma coerência que não pôde ser vista na manutenção do GPS como opcional. Quem já desbravou alguma trilha Brasil afora sabe que em alguns lugares é mais fácil encontrar ouro do que sinal para o celular ou internet.

Personalização de série

Outra novidade, agora no ramo da “perfumaria” fica reservada pata novas cores e personalização de fábrica das versões.

A Limited, por exemplo, quando vem na cor cinza Antique (R$ 1.530) traz as rodas e os contornos da grade dianteira na cor cinza grafite.

Nas outras cores estes detalhes são na cor prata acetinada. Quem optar pela Longitude, flex ou diesel, também terá uma cor exclusiva no catálogo, chamada de Billet Silver (R$ 2.190), uma espécie de branco “sujo”. As demais versões poderão vir na cor Jazz Blue (R$ 2.300), como a do Trailhawk avaliado.

Sedã terá duas versões Comfortline e R-Line. Mas nenhuma se iguala ao antigo 2.0 TSI

Enfim, a nova geração do Volkswagen Jetta chegou. O sedã começa a ser vendido no Brasil em outubro em duas versões: Comfortline 250 TSI, por R$ 109.990, e R-Line 250 TSI, por R$ 119.990.

Desta vez o motor é sempre 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 mkgf de torque (ou 250 Nm, de onde vem o número 250 do nome). E o câmbio é sempre automático de seis marchas.

Por enquanto, nem nos Estados Unidos, nem no México — onde é fabricado — existe uma versão à altura do antigo Jetta 2.0 TSI.

O Jetta 2019 é um exemplar da sétima geração, a primeira a usar a plataforma modular MQB, que serve de base para a maioria dos VW recém-lançados. Por conta da nova plataforma, o Jetta ficou maior.

Ele cresceu 4,3 cm no comprimento; 2,1 cm, na largura, e 1 mm, na altura. Totalizando 4,7 m de comprimento, 1,8 m de largura e 1,47 m de altura. Na distância entre-eixos o aumento foi de 3,7 cm. Agora, o sedã tem 2,69 m.

Cinco ocupantes viajam com conforto. O porta-malas manteve a capacidade em 510 litros.

Visualmente as mudanças também são radicais. O sedã abandonou o design equilibrado da sexta geração em favor de um estilo mais ousado.

Na dianteira, a grade trapezoidal remete ao sedã Arteon (que a VW comercializa na Europa). O capô ganhou um ressalto no centro. E, na lateral, os vincos foram acentuados.

A traseira também é nova, mas nasceu à imagem e semelhança do sedã compacto Virtus.

Por dentro, o parentesco do Jetta com o Virtus também é inegável. Mas as semelhanças podem ser creditadas ao que os designers chamam de family feeling ou identidade de marca.

O Jetta tem um interior mais imponente, na forma e no conteúdo. Seu painel é mais elaborado, com maior variação de níveis e mistura de materiais. Na parte superior, o revestimento é emborrachado.

Desde a versão Comfortline, o Jetta é bem equipado. Ele conta com ar-condicionado, seletor de modos de condução, faróis e luzes diurnas DRL com leds, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags, bancos com revestimento que imita couro e rodas de liga-leve.

A cabine tem iluminação ambiente com a possibilidade do motorista escolher a cor que mais gosta, entre dez opções disponíveis.

No que diz respeito à conectividade, a central multimídia Discovey Media é compatível com os sistemas Apple Carplay e Android Auto, aciona ajustes do carro e de dispositivos como GPS e ainda permite o uso de dois aplicativos.

Um deles é o que permite a consulta ao Manual do Proprietário por meio de digitação ou oralmente.

O outro é o que possibilita controlar as principais funções da central por através do celular. A seleção musical da viagem pode ser controlada pelo passageiro do banco de trás, por exemplo, enquanto o motorista se ocupa da estrada.

Além de todos esses recursos de conforto, o Jetta traz também um pacote de sistemas eletrônicos de segurança.

A  lista inclui auxiliar de partidas em rampas, frenagem de emergência para manobras de ré (se o motorista desobedecer aos alertas do sistema de estacionamento, o sistema freia o carro antes de bater) e bloqueio eletrônico de diferencial (ajuda a contornar as curvas freando a roda interna à trajetória e jogando o torque para a roda externa).

A versão R-Line é ainda mais completa com o acréscimo de recursos como quadro de instrumentos digital, piloto automático adaptativo, alerta de distância do carro à frente, freio de emergência, detector de fadiga, sistema de frenagem pós-colisão (para evitar que o veículo continue em movimento após uma batida vindo a se chocar novamente com outro obstáculo) e farol alto com regulagem automática (para evitar ofuscamento).

SUV será apresentado ao público na próxima semana no Salão de Detroit; nova versão ST terá alguns detalhes exclusivo

A Ford divulgou as primeiras imagens e informações do novo Edge 2019. Reestilizado, o SUV será apresentado ao público na próxima semana no Salão de Detroit com mudanças visuais, mecânicas e uma inédita versão ST.

A sigla ST é conhecida dos Fiesta e Focus, e estampará a versão mais potente do Edge. Será equipada com a nova transmissão automática de oito marchas – que substitui a atual de seis velocidades – combinada com o motor 2.7 V6 Ecoboost, cuja potência saltou de 320 cv para 340 cv.

A versão ST também tem detalhes de design exclusivos. A dianteira tem grade frontal maior que a das demais versões, como a Titanium. Já os faróis foram reestilizados e adotam um visual mais agressivo.

 

Na traseira a principal mudança se estende a todas as configurações: aplique em preto separa as novas lanternas. Na fase anterior um prolongamento das lanternas preenchia a traseira de ponta a ponta.

Por dentro, o novo Edge trocou a manopla do câmbio por um botão giratório. O sistema multimídia é o Sync 3, o mesmo que equipa outros modelos da marca.

Bancos na nova versão ST ganharam revestimento exclusivo

A manopla do câmbio foi substituída por um botão giratório na nova geração do Edge

Para o mercado norte-americano, além da opção de motorização da versão ST, ainda há o 2.0 EcoBoost de 257 cv – um acréscimo de 5 cv em relação a geração anterior .

No Brasil, o Ford Edge é vendido apenas na versão Titanium com o motor 3.5 V6 de 284 cv. Por aqui, o preço do SUV começa em R$ 236.100 e vai até R$ 246.100 com opcionais como teto solar panorâmico e DVD.

Outras informações específicas e preço do novo Edge 2019 serão revelados na próxima semana durante a exibição do modelo em Detroit.

A Ford divulgou um vídeo apresentando a nova versão ST do Edge:

 

 

A picape foi apresentada com a inédita versão LT Trailboss, destinada ao off-road

A Chevrolet mostrou as primeiras imagens da Chevy Silverado. A nova geração da picape chegará ao mercado norte-americano em 2018, já como modelo 2019.

A apresentação aconteceu durante um evento de comemoração dos 100 anos do lançamento da primeira picape da marca. A Silverado 2019 chegou pendurada por um helicóptero e, em seguida, foi levada aos fãs e proprietários de picapes convidados pela Chevrolet.

Para chegar a nova Silverado, a Chevrolet diz ter realizado uma pesquisa com mais de 7 mil pessoas que falaram o que desejavam para a próxima geração da picape.

Diferente da grande rival Ford F-150, que conta com alumínio na carroceria, a Silverado vem com aço ultra resistente, mais leve e com maior rigidez que os tradicionais.

A versão escolhida para a apresentação foi a inédita LT Trailboss. Destinada ao off-road, a picape tem para-coques pretos e suspensão elevada – além dela, a marca prometeu outras 7 versões.

A Chevrolet não revelou preços nem números de desempenho da nova Silverado. A picape será completamente apresentada ao público durante o Salão de Detroit, em janeiro de 2018.

No Estados Unidos, os preços da Silverado começam em US$ 28.285 (R$ 93.057). No Brasil, a Ram 2500 – picape rival – é vendida por R$ 261.990.

Com o pacote de equipamentos mais completo e pintura metálica, Polo Highline 200 TSI chega a R$ 75.940

Os preços do novo Volkswagen Polo são, no mínimo, interessantes. Variam entre R$ 49.990 e R$ 69.190, bem na média de valores cobrados por Hyundai HB20, Fiat Argo e Ford Fiesta. Mas até onde estes valores chegam com todos os pacotes de opcionais?

A versão de entrada, Polo 1.0 MPI, parte dos R$ 49.990 e tem ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, rádio 2 din com Bluetooth, quatro airbags, Isofix, suporte para smartphone, computador de bordo, regulagem de altura do banco do motorista e chave tipo canivete.

Há dois pacotes de opcionais. O primeiro é o Safety Pack, que custa R$ 1.050 e contempla controles de estabilidade e tração e bloqueio eletrônico do diferencial, além de computador de bordo mais completo.

 

O segundo pacote, Connect Pack, custa R$ 2.600 mas a Volks pretende aumentar este valor para R$ 3.340 até o ano que vem. Além dos equipamentos do Safety Pack, ele traz rodas de liga leve aro 15?, central multimídia Composition Touch com App-connect e volante multifuncional.

Completo, o Polo 1.0 MPI sai por R$ 52.590. Mas mesmo assim ele continua sem retrovisores externos com ajuste elétrico, sem regulagem de altura da coluna de direção e sem faróis de neblina.

O Polo 1.6 MSI tem exatamente as mesmas limitações e pacotes de opcionais iguais, inclusive com os mesmos valores. A versão que parte dos R$ 54.990 passa a R$ 57.590 com o Connect Pack.

Por R$ 65.190, o Polo Comfortline é o mais em conta com motor 1.0 TSI de 128 cv. Tem de série controle de estabilidade com bloqueio eletrônico do diferencial, freios a disco nas quatro rodas, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, faróis de neblina com auxílio em curvas, central multimídia Composition Touch, bancos traseiros bipartidos, rodas de liga leve aro 15, retrovisores elétricos, sensores de estacionamento traseiros, descansa braço dianteiro, volante multifuncional e lanternas escurecidas.

O primeiro pacote de opcionais, Tech 1, custa R$ 2.200 (será R$ 2.990 após a fase de lançamento) e soma sistema keyless, retrovisor interno eletrocrômico, sensores de estacionamento dianteiros, aletas para troca de marchas atrás do volante, farol com ajuste automático de intensidade, rodas de 16 polegadas e piloto automático.

O segundo pacote, Tech 2, de R$ 3.500, tem os mesmos equipamentos dos primeiros e ainda soma ar-condicionado digital (de apenas uma zona), câmera de ré, frenagem automática pós-colisão, faróis automáticos, sensores de chuva, detector de fadiga, indicador de pressão dos pneus e detalhes em preto brilhante.

Completo, o Polo Comfortline 200 TSI custa R$ 68.690.

A versão topo de linha Highline parte de R$ 69.190 e, além dos equipamentos da versão Comfortline, tem de série piloto automático, sensores de estacionamento dianteiros, partida do motor por botão, duas portas USB, luzes diurnas em led, ar-condicionado digital, volante revestido de couro e porta-luvas refrigerado.

Para ele, há o pacote Tech High, de R$ 2.800 (R$ 3.585 a partir do final do ano), que soma indicador de pressão dos pneus, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva, faróis automáticos, câmera de ré, detector de fadiga, frenagem automática pós-colisão e central multimídia Discover Media com tela sensível ao toque de 8 polegadas, GPS, comandos de voz, sensor de aproximação, USB, Bluetooth e conexão com Android Auto, Apple CarPlay e Mirror Link.

O Technology Pack, de R$ 4.500 (aumentará para R$ 5.990 no final do ano), tem os mesmos equipamentos do Tech High mais rodas de liga leve de 17 polegadas e o tecnológico quadro de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas de alta definição com todas as informações de condução e navegação dispostas em formato personalizável, além da disponibilidade de visualização 2D ou 3D.

É possível ainda adicionar bancos forrados de couro sintético por mais R$ 800.

Com bancos de couro e o pacote Technology Pack, o Polo Highline chega a R$ 74.490. Mas há como aumentar esse valor com cores. A única gratuita é a preta, mas branco e vermelho sólidos custam R$ 450. As metálicas custam R$ 1.450.

Ou seja: com todos os equipamentos mais pintura metálica (como a Amarelo Curcuma, destaque no lançamento), o novo Polo pode custar até R$ 75.940.

Com tudo a que tem direito, ele deve concorrer com o New Fiesta 1.0 EcoBoost Titanium, por R$ 73.990 (a Ford não trabalha com opcionais), e com o Fiat Argo HGT 1.8 com todos os opcionais (R$ 73.800).

Sedã que pode ser vendido no Brasil parte de US$ 35 mil nos EUA; autonomia pode chegar a 500 km

O lançamento mais importante da história da Tesla Motors. É assim que a própria montadora define o Model 3, o novo modelo de entrada da empresa fundada por Elon Musk.

novo modelo de entrada da marca norte-americana será oferecido em duas configurações.

A versão mais básica parte de US$ 35 mil, sem os incentivos fiscais concedidos em algumas localidades dos EUA. Seus principais rivais serão o Chevrolet Bolt(US$ 29.995) e o Nissan Leaf (US$ 30.680).

A autonomia estimada em 354 quilômetros é um dos diferenciais do carro, assim como a aceleração de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos. A velocidade máxima declarada pela Tesla é de 209 km/h.

Já a versão Long Range (ou Autonomia Estendida) pode rodar até 500 quilômetros sem a necessidade de recarregar as baterias.

Os dados de desempenho são ainda melhores: 0 a 100 km/h em 5,1 segundos e velocidade final de 225 km/h. Seu preço é de US$ 44 mil.

Não é só nos números de autonomia e desempenho que as versões se diferenciam. O tempo de recarga nos carregadores rápidos da Tesla também variam.

Enquanto a versão de entrada carrega 209 quilômetros de sua autonomia total a cada 30 minutos, a configuração Long Range carrega 273 quilômetros no mesmo tempo de recarga.

Se o usuário preferir recarregar seu veículo em uma tomada de 240 volts, a autonomia crescerá 48 quilômetros a cada meia hora na versão “básica” e 59 quilômetros na Long Range.

O design do Model 3 não causa surpresa como nos primeiros modelos da Tesla, mas está longe de ser obsoleto ou mesmo discreto.

A dianteira chama atenção pela ausência de uma grade, ainda que sua função fosse meramente estética, considerando que baterias elétricas não necessitam de tanta refrigeração quanto um motor a combustão.

Falta personalidade à traseira, parecida com diversos sedãs que rodam por aí.

O grande destaque do Model 3 é o interior. Minimalista ao extremo, ele tem apenas o volante e uma grande tela de 15 polegadas bem no centro da cabine.

É por meio dela que o usuário consulta todas as informações necessárias para conduzir o veículo – incluindo os mostradores de velocímetro, conta-giros e alertas de manutenção.

Todos os comandos internos do Model 3 também são exibidos nesta tela, incluindo os controles de climatização, som e modos de condução.

Um detalhe interessante é a falta de uma chave, seja ela convencional ou do tipo presencial. A peça é substituída por um aplicativo de smartphone com tecnologia Bluetooth LE, responsável por destravar as portas e dar a partida no veículo.

Não há motivo para pânico se a bateria do celular acabar: a Tesla oferece ao cliente dois cartões plásticos que realizam as mesmas funções.

Se você gostou do Model 3, saiba que há uma “pegadinha” para vender o Model 3 a US$ 35 mil: a falta de itens de série. Se você quiser fugir da cor preta, acrescente mais US$ 1 mil.

Gostaria de um interior mais aconchegante? Então serão mais US$ 5 mil por apliques de madeira, bancos com aquecimento reforçado, sistema de som mais potente e console central com dois carregadores de smartphone por indução.

No entanto, a ausência mais sentida é a do sistema de condução semiautônoma, justamente o principal diferencial dos Model S e X.

É preciso desembolsar outros US$ 5 mil pelo Autopilot, que assume o controle do veículo, muda de faixas, entra e sai de vias expressas e faz manobras de estacionamento sem intervenção humana.

A fabricante promete oferecer novas funcionalidades ao sistema no futuro, inclusive a condução totalmente autônoma por mais US$ 3 mil.

Mesmo assim, parece que muita gente não se incomodou com os custos para levar um Model 3 completo para casa.

Prova disso é que já há 500 mil reservas no sistema de pré-venda realizado pela Tesla, no qual era necessário dar um sinal de US$ 1 mil para reservar seu veículo.

As primeiras 30 unidades já estão prontas e serão entregues a funcionários da Tesla. Segundo Musk, mais 100 unidades serão produzidas até o fim de agosto e outras 1.500 sairão da linha de montagem em setembro.

Futuramente, a empresa espera atingir um volume de produção de 5 mil unidades semanais ainda neste ano e 10 mil veículos em 2018.

O CEO da Tesla afirmou que a capacidade produtiva da planta em Fremont, no sul da Califórnia, será de 500 mil Model 3, 100 mil Model S e outros 100 mil Model X. Por ora, as primeiras unidades do Model 3 devem ser entregues no início de 2018.

Renault Sandero R.S. Racing Spirit:Com visual mais agressivo, novos pneus e limitada a 1.500 unidades, série especial vai custar R$ 66.400

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Desenvolvido pela divisão Sport da Renault, o Sandero R.S é um dos raros esportivos legítimos no segmento de compactos – a maioria recorre a truques de fachada. Mesmo assim, a marca francesa decidiu lançar mão dessa moda e realçou os dotes de esportividade do modelo com a série Racing Spirit.

Limitada a 1.500 unidades, a versão adotou a fórmula tradicional do raio esportivador das marcas: pinça de freio vermelha, bancos com detalhes no mesmo tom, incluindo a costura dos tecidos e volante. Até o aro dos difusores de ar e do velocímetro ganharam a aparência rúbea.

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O interior continua simples, apesar das costuras e inserções de vermelho. No R.S Racing Spirit, o teto agora conta com forração de tecido preto. Mas o detalhe que merece destaque é a placa numerada instalada sob a alavanca do freio de estacionamento. Cada unidade vem com o número correspondente até o limite de 1.500.

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Por fora, a parte inferior dos para-choques recebeu um aplique (adivinhe a cor?) e laterais da carroceria foram decoradas com um adesivo que traz o nome “Racing Spirit”.

De resto, não há modificações mecânicas. O único atributo que pode ter influência no desempenho é a adoção de pneus Michelin Pilot Sport 4 – calçados em rodas de 17 polegadas. Em relação aos Continental Sport Contact do R.S. normal, ele oferece frenagens reduzidas em até 2 metros, sobretudo no molhado.

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Assim como ocorreu com o Sandero R.S, a edição “esportivada” desse esportivo legítimo foi desenvolvida pela Renault Sport Cars, em parceria com o estúdio de design brasileiro da marca.

Por R$ 66.400, o modelo custa R$ 3.000 a mais que o R.S tradicional, e preserva a lista de equipamentos de série, que inclui controle de estabilidade (ESP), ar-condicionado, direção hidráulica, seletor de modo de condução, sensor de estacionamento traseiro, controle de velocidade de cruzeiro, sistema multimídia com tela touch de 7 pol e GPS.

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Sob o capô, um motor 2.0 16V flex de concepção antiga mas bem adequado aos parcos 1.161 kg do carro (além de um belo ronco), com 150/145 cv (etanol/gasolina) a 5.750 rpm e torque de 20,9/20,2 mkgf a 4.000 giros. A Renault afirma que o modelo vai de 0 a 100 km/h em 8 segundos, com etanol – em nossos testes, com gasolina, a marca foi de 10 s.

No painel, o botão “Sport” controla os modos de condução e modifica o mapa de aceleração. A sensação é que o hatch fica mais arisco, já que as respostas do pedal tornam-se mais imediatas e o giro do motor é mantido em regime elevado.

Já o modo Sport+ desliga as assistências eletrônicas – ou seja, o controle de estabilidade deixa de atuar. A suspensão trabalhada pela Renault Sport é firme sem ser desconfortável, os bancos e volante também agradam e os freios a disco nas quatro rodas trabalham com eficiência.

Todo esse conjunto combinado a transmissão manual de seis velocidades fazem do Sandero R.S. um dos esportivos nacionais mais divertidos do mercado. E agora com detalhes mais chamativos do que nunca. Afinal, pinça de freio vermelha sempre cai bem, aparentemente. É o que dizem…

Com visual shooting brake e mais espaço para passageiros e bagagens, novo Porsche é a coroa da família Panamera

Desde o seu lançamento, em 2009, o Porsche Panamera tornou-se um sucesso de vendas – e um divisor de críticas. Por um lado, sua combinação de performance próxima de um superesportivo com o refinamento e conforto de um sedã de luxo é imbatível.

Por outro, a solução visual de sedã com perfil de cupê não conseguiu criar uma identidade própria, sempre remetendo a um 911 esticado. A Porsche já havia atenuado a questão com a segunda geração do modelo, lançada no ano passado. E agora arrebata elogios do mundo inteiro com o Panamera Sport Turismo, versão de produção do conceito exibido em 2013.

A plataforma é exatamente a mesma do Panamera, com medidas iguais – 5,04 m de comprimento, 1,93 m de largura e entre-eixos de 2,95 m. O design também segue idêntico até a coluna B, entre as portas dianteiras e traseiras. A partir daí, o teto e as janelas perdem o caimento suave, terminando de maneira mais abrupta.

A traseira é arrematada por um spoiler de funcionamento ativo. Até os 170 km/h (ah, esses alemães e suas autobahns…), ele permanece em um ângulo de menos de sete graus, o que reduz o arrasto sem prejudicar o consumo de combustível. Acima de 170 km/h (ou se os modos Sport e Sport Plus de direção estiverem acionados), ele ganha um grau de incidência para gerar até 50 kg de downforce no eixo traseiro.

Uma terceira angulação de 26º pode ser escolhida para que o spoiler minimize o ruído do vento quando o teto solar panorâmico estiver aberto.

O estilo shooting brake deu mais personalidade ao carro, e também mais funcionalidade. Graças à menor inclinação do teto, o espaço para as cabeças de quem vai atrás aumentou, assim como a facilidade de acesso.

O banco traseiro, por sinal, é um 2 +1: ótima comodidade para dois passageiros e espaço um pouco apertado para mais uma pessoa no meio, se necessário. Como opcional, o Sport Turismo pode ter dois bancos individuais ali, com ajustes elétricos.

O porta-malas também aumentou, além de ter seu acesso facilitado pela menor altura da porta em relação ao solo. São 520 litros até o tampão e um volume máximo de 1.390 litros com os bancos traseiros rebatidos. A Porsche ainda oferece trilhos, redes e ganchos para organizar melhor a bagagem.

Para o motorista, tudo permanece como no novo Panamera: o interior tem refinamento impressionante, com materiais e acabamento sempre de bom gosto. Há telas digitais perfeitamente harmonizadas no painel de instrumentos e no console central.

A nova perua terá cinco opções de motorização: Panamera 4 Sport Turismo (330 cv), Panamera 4S Sport Turismo (440 cv), Panamera 4 E-Hybrid Sport Turismo (462 cv combinados), Panamera 4S Diesel Sport Turismo (421 cv) e o top de linha Panamera Turbo Sport Turismo (549 cv). Este último deve manter os dados de desempenho do sedã: de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, com máxima de 306 km/h.

Todas as configurações trazem tração integral e o arsenal completo de recursos dinâmicos presentes no Panamera de 2ª geração: suspensão pneumática ajustável, esterçamento do eixo traseiro, barras estabilizadoras ativas comandadas eletromecanicamente.

O Sport Turismo começará a ser vendido na Europa em outubro, por preços entre 97.557 euros (Panamera 4 Sport Turismo) e 158.604 euros (Panamera Turbo Sport Turismo). Não há previsão de sua chegada ao Brasil, mas não é difícil imaginá-lo fazendo sucesso por aqui.

Picape ganha visual mais distante da linha Gol e chega às lojas em abril

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Quando a Volkswagen disse que a picape Saveiro se distanciaria do Gol, foi difícil de acreditar, mas a surpresa foi positiva ao ver o novo conjunto dianteiro mais agressivo e robusto – com inspirações claras na picape média Amarok. Oferecida em sete configurações, a novidade tem preços entre R$ 43.530 e R$ 69.250.

A verdade é que a vida nunca foi fácil para o modelo, já que a Fiat Strada praticamente dominou a liderança entre os comerciais leves nos últimos anos. Mas desde a chegada das novas Duster Oroch e Fiat Toro, foi preciso repensar o posicionamento da picapinha no mercado – apesar da marca negar qualquer intenção de brigar com as “médias-compactas”.

“Finalmente, temos uma Saveiro com identidade própria. Ela está mais robusta e com uma versão mais voltada ao trabalho [Robust]. Estamos certos de que vamos superar as expectativas dos nossos clientes”, disse Jorge Portugal, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil.

Parece que a Saveiro tomou fermento para crescer? Acredite, não é apenas impressão. A dianteira ficou mais alta e agora o capô está menos inclinado do que nas versões anteriores, enquanto a suspensão elevada da configuração topo de linha Cross foi adotada por toda a gama, o que aumentou em 2 cm a distância em relação ao solo. Na configuração com cabine simples, a caçamba comporta 924 litros, com cabine estendida, leva até 734 litros, enquanto a Saveiro cabine dupla é capaz de transportar até 580 litros na compartimento de carga.

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A lista de equipamentos ficou mais recheada em todas as configurações (confira mais no fim da página), mas sob o capô não há nenhuma novidade: seguem em linha os motores 1.6 8V de 104 cv e 15,6 kgfm e 1.6 16V de 120 cv de potência e 16,8 kgfm de torque – a transmissão é manual de cinco marchas em ambos os casos, mas o propulsor mais potente é oferecido apenas na versão topo de linha Cross.

Confira os preços de toda a linha

Volkswagen Saveiro Robust 1.6 8V Cabine Simples – R$ 43.530
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Simples – R$ 47.970
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Extendida – R$ 52.730
Volkswagen Saveiro Trendline 1.6 8V Cabine Dupla – R$ 52.270
Volkswagen Saveiro Highline 1.6 8V Cabine Dupla – R$ 63.070
Volkswagen Saveiro Cross Cabine 1.6 16V Extendida – R$ 66.110
Volkswagen Saveiro Cross 1.6 16V Cabine Dupla – R$ 69.250

Visual

Os novos faróis, bem maiores do que aqueles empregados no Gol e no Voyage reestilizados, chamam a atenção. Com dupla parábola, o conjunto ficou mais refinado e agora está integrado com a grade, que traz frisos cromados nas versões mais caras Highline e Cross. As lanternas também estão mais modernas e agora têm iluminação com efeito 3D, mas o formato da peça é o mesmo de antes.

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Por dentro, as novidades são as mesmas do restante da família Gol. Ou quase, já que apenas as versões mais caras da picape receberam o painel de linhas mais modernas, enquanto a inédita opção de entrada Robust traz na cabine o mesmo visual de antes – com exceção do volante, que agora tem desenho inspirado na peça utilizada pelo Golf, porém, simplificado.

Oito modelos da BMW são convocados a segunda etapa de recall

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A BMW do Brasil inicia a partir do dia 7 de julho uma campanha de recall direcionada aos próprietários de 16 versões de oito modelo comercializados nos Brasil. São eles: Série 1, Série 3, Série 5, X1, X3, X5, X6 e Z4. Todos deverão passar por uma averiguação para a troca de parafusos do sistema variável de válvulas do motor. No total, devem passar pelo reparo 2.060 unidades de veículos fabricados entre outubro de 2009 a setembro de 2011.

Segundo a montadora, a constatada incosistência dos parafusos presentes no sistema variável de válvulas (batizado de Vanos pela BMW) pode levá-los a se soltar, causando perda de potência do motor e a uma parada inadivertida, o que pode causar acidentes e danos físicos ao condutor, passageiros e terceiros.

Para mais informações, a BMW disponibiliza o telefone 0800 707 3578, com atendimento de segunda à sexta-feira, das 8 às 19 horas, ou o site www.bmw.com.br.

Abaixo, seguem as versões e os números de chassis envolvidos na ação:

Versões Número do chassi
130i EH91193 a EH91492
135i Coupé VM03191 a VM04123
325i Sedan A638851 a A964376
330i Sedan A369259
335i Sedan A743108 a FX56539
335i Cabrio E240893 a E766901
523i C502612
535i C262081 a C949663
535i Gran Turismo C189614 a 904513
X1 xDrive 28i VJ99693 a VR50894 para
X3 xDrive 28i L772929 a LJ54700
X3 xDrive 35i L495031 a LK68473
X5 xDrive 35i L448822 a LL56455
X5 xDrive 30i L258575 a L258650
X6 xDrive 35i L500150 a LN95882
Z4 xDrive  23i E449408 a E737153