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Novo Toyota Corolla

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Um modelo completamente novo para tentar recuperar a liderança dos sedãs. Este é o novo Corolla, que começa a ser produzido em Indaiatuba (SP) com o objetivo de desbancar seu arquirrival Honda Civic do topo das vendas.

O carro será oferecido em quatro versões: GLi 1.8 com transmissões manual ou automática, XEi e Altis. Estas duas últimas opções serão vendidas somente com a transmissão automática continuamente variável (CVT), simulando sete marchas no modo Drive com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas.

O novo Corolla cresceu em todos os sentidos. São 4,62 metros de comprimento, 1,77 metro de largura e 1,47 metro de altura. Com isso, o sedã ficou oito centímetros mais longo, oito centímetros mais largo e cinco centímetros mais baixo frente ao seu antecessor. A distância entre-eixos é de 2,70 metros, representando um aumento de 10 centímetros. O espaço para os joelhos e pés dos passageiros de trás também melhorou.

O design também evoluiu, deixando o conservadorismo um pouco de lado. Com linhas praticamente idênticas ao do modelo europeu, o Corolla tem faróis mais espichados (com LEDs na versão Altis), capô rebaixado e grade frontal com três filetes. Na traseira, as lanternas invadem as laterais e a tampa do porta-malas, sendo unidas por uma régua acima da placa, criando uma forte associação visual com o Camry.

A lista de equipamentos de série é compatível com a concorrência. Desde a versão de entrada GLi o sedã traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, cinco airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e um para proteger os joelhos do motorista), computador de bordo com seis funções, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, painel com apliques em preto brilhante, sistema de som com entradas USB e para iPod, Bluetooth, faróis de neblina, vidros e retrovisores elétricos e volante multifuncional, entre outros itens.

A versão XEi traz sistema multimídia com tela de 6,1 polegadas, DVD Player, câmera de ré, revestimento interno em couro cinza, ar-condicionado digital, computador de bordo com velocidade instantânea, vidros elétricos com acionamento um-toque nas quatro portas, banco traseiro bipartido com descanso de braço central e porta-copos, piloto automático, retrovisor interno fotocrômico e apliques simulando fibra de carbono.

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A opção Altis agrega banco do motorista com regulagens elétricas, iluminação diurna por LEDs, destravamento das portas sem chave, partida do motor no botão, banco do motorista com regulagens elétricas, acendimento automático dos faróis, retrovisores externos com rebatimento elétrico e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para proteção dos joelhos do motorista).

Nenhuma mudança foi realizada nas duas opções de motorização. O motor 1.8 16V Dual VVT-i rende 144 cv com etanol e 139 cv com gasolina, sempre a 6.000 rpm, e torque máximo de até 18,4 mkgf, se abastecido com etanol. As versões mais caras usam o 2.0 16V VVT-i, que entrega até 154 cv com etanol a 5.800 rpm e torque máximo de 20,3 mkgf a 4.800 rpm. Ambos dispensam o tanquinho de partida a frio.

Veja a tabela de preços do Novo Corolla:

Corolla GLi 1.8 (manual): R$ 66.570
Corolla GLi 1.8 (automático): R$ 69.990
Corolla XEi 2.0 (automático): R$ 79.990
Corolla Altis 2.0 (automático): R$ 92.990

Novo Veloster Temporariamente

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Para quem aguardava o lançamento do Veloster com motor 1.6 turbo com mais de 200 cv em terras brasileiras, uma dica: segure a ansiedade. A Hyundai-Caoa informou hoje que o modelo não estreará tão cedo por aqui. Além disso, a atual versão equipada com motor aspirado de 128 cv também deixará de ser importada temporarariamente.

A interrupção é consequência direta da baixa procura do modelo, que, conforme afirmam lojistas, ainda há um considerável estoque da linha 2013 do carro nas revendas. Tanto é assim que, para atrair a clientela, o cupê de três portas estava sendo negociado com até R$ 7 mil de desconto.

Antonio Maciel, presidente do Grupo Caoa, disse que a suspensão não é definitiva, mas foi necessária enquanto a marca estuda a vinda de novos produtos para o mercado brasileiro. “Estamos inclusive avaliando a importação das versões turbo e GDI do Veloster”, afirmou o executivo. Lembrando que a versão 1.6 com injeção eletrônica rendia 128 cv, longe do alegado oficialmente (140 cv) que, curiosamente, é a potência do 1.6 GDI aspirado com injeção direta na câmara de combustão. Já o Turbo eleva esse rendimento de maneira mais que considerável, são 204 cv, o que permitiria ao misto de hatch e cupê lutar em uma fatia de preço premium de maneira mais competitiva – além de escapar do anedotário virtual.

Maciel afirma que a decisão será tomada nos próximos dias e a expectativa é que o Veloster com motor turbo chegue até o fim do ano – a confirmação dificultaria a tarefa de desencalhar com descontos os modelos antigos. Caso o Veloster vitaminado não venha, a marca deve optar pela versão de injeção direta a gasolina (GDI). Tudo será uma questão de equilibrar melhor a equação de preço e margem de lucro, dada a alta recente do dólar. Além disso, a troca seria uma maneira da Hyundai se antecipar ao que será exigido pelo Inovar-Auto, que a partir de 2016 tornarão mais rígidas as regras de eficiência energética – lembrando que, como fabricante instalado no Brasil, a marca também vai se antecipar a esses critérios.

Sonata

O presidente da Caoa disse que a importação do Sonata também foi interrompida, pois o posicionamento entre Elantra ( R$ 81.900) e Azera ( R$ 124 mil) não estava adequada. Tal como aconteceu com o Veloster, o modelo teve a importação interrompida, adiantada na época em primeira mão por Autoesporte. Até então, a tabela do modelo começava em R$ 107 mil. Não há previsão para a volta das vendas do sedã de luxo no país. O caso, contudo, é bem diferente, dada a canibalização inevitável de vendas, principalmente em relação ao Azera, mais potente e melhor equipado, porém próximo demais da tabela do médio-grande Sonata.