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Sedã e hatch serão o primeiro modelo no país a contar com a tecnologia. Serviço de concierge OnStar continua a disposição no modelo

A Chevrolet vai remodelar a linha Cruze em 2019 (linha 2020). A novidade terá 4G e Wi-Fi na versão mais cara do médio – o Cruze LTZ. O equipamento estará disponível tanto no três-volumes quanto na configuração hatchback.

Para lançar o Cruze 2019, a General Motors afirma ter investido cerca de 340 milhões de dólares. O sedã faz parte de um plano que prevê o lançamento de 11 modelos no Brasil apenas no ano que vem.

O Cruze irá chegar ao Brasil já com atualizações de estilo, pois o carro remodelado já circula nos Estados Unidos desde abril.

Com a novidade, será possível navegar na internet utilizando a rede nativa do veículo, e não por meio de modem externo ou pelo smartphone de algum dos ocupantes. Esse recurso é comum na Europa e Estados Unidos, pois lá não há impedimento tecno-burocrático que barra a adoção do equipamento.

Por aqui, há um imbróglio técnico envolvendo a Anatel e as empresas de telecomunicações impossibilitava a homologação da internet veicular, apesar de a maioria das fabricantes já dispor desse acessório nos modelos vendidos em outros países.

O lançamento da GM irá permitir que os ocupantes usem o sistema do carro como hotspot e rotear o sinal de internet por meio do Wi-Fi.

Além do 4G, o serviço de concierge OnStar continuará disponível, sem custo adicional no primeiro ano de uso do veículo. Não foram divulgadas informações acerca de mensalidade da nova tecnologia.

O lançamento da Land Rover é mais refinado que o Evoque e mais esportivo que o Range Rover Sport. Estreia no país está prevista para dezembro

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Conheça o irmão maior do Evoque: o novo Land Rover Range Rover Velar. O quarto membro da família Range Rover foi revelado por completo ontem (1), em evento para a imprensa especializada em Londres. Mas o público, assim como a equipe de Autoesporte, só vai poder vê-lo de pertinho na próxima semana, durante o Salão de Genebra, na Suíça.

A boa notícia é que o SUV mais refinado e tecnológico que o Evoque (mas menor e com promessa de ser mais esportivo que o Range Rover Sport) já tem previsão de chegada ao Brasil. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, a estreia ocorrerá no fim do ano; o mais provável é que seja em dezembro. As vendas na Inglaterra começarão em agosto.

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Um típico irmão do meio. Mas, como um membro dessa família, o Velar também vai levar a sério essa história de apelo offroad. Segundo Gerry McGovern, diretor de design da marca, o modelo é um novo tipo de Range Rover, para um novo tipo de consumidor”. Em outras palavras, ele quer roubar os clientes do novo Porsche Macan, SUV de entrada da marca que provou ser um sucesso de vendas no mundo todo. Para isso, ele pegou emprestado do primo Jaguar F-Pace uma série de tecnologias, incluindo a arquitetura de alumínio.

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Com um estilo mais esportivo que o Range Rover Sport e menos “chamativo” que o Evoque, o Velar traz faróis de laser Matrix em led, que podem iluminar até 550 metros. Ele também conta com maçanetas embutidas e a segunda geração do sistema Terrain Response, além da suspensão adaptativa a ar.

Dentro da cabine, o ambiente é elegante e cheio de tecnologia. Mas sem tanta ostentação. Há couro e materiais nobres por todas as partes, mas um dos destaques é o novo sistema de conectividade e entretenimento Touch Pro Duo. Nele, há duas telas de 10 polegadas coloridas e sensíveis ao toque que são complementares. Achou pouco? Atrás do volante, também há um display digital colorido cheio de funções e com 12,3 polegadas.

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Debaixo do capô, o novo Velar será oferecido na Europa com seis opções de motorização. As versões mais baratas poderão vir equipadas com o motor 2.0 turbodiesel da família Ingenium de 180 cv ou com um 2.0 a gasolina de 250 cv. Haverá também duas opções de V6: um movido a diesel e capaz de despejar 300 cv e um supercharged a gasolina de 380 cv. Equipado com esse último trem de força, o Vela será capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 5,3 segundos, segundo a Land Rover. Ah, vale dizer que a tração é sempre integral (claro) e o câmbio automático de oito marchas.

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O modelo fará sua primeira aparição oficial em Los Angeles (EUA), onde deverá chegar apenas em 2018

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Principal ausência no Salão do Automóvel de São Paulo , deixando brilhar os rivais Hyundai Creta e Honda WR-V, o novo EcoSport foi revelado em Los Angeles (EUA), a cerca de 10.000 km de distância do Brasil, sua terra natal.

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A data de lançamento do modelo no Brasil ainda é um mistério, uma vez que, segundo a Ford, ele só começará a ser entregue aos clientes americanos no início de 2018, importado da Romênia.

A matriz americana nutre grandes expectativas: o segmento de SUVs que por lá são chamados de subcompactos – como o Renegade, Juke, HR-V e Trax (nosso Tracker) – cresceu muito dos últimos anos, passando de 70.000 unidades em 2011 para 276.000 em 2015.

Por isso, e pelo fato de o EcoSport ser inédito nos EUA, a prioridade na apresentação foi para a parte norte do continente. Mas ele não deve demorar a dar as caras por aqui.

Por fora, as mudanças do EcoSport foram poucas, mas significativas, mais alinhadas com os modelos americanos (como o Edge) do que com os europeus. A dianteira ficou mais alta com o reposicionamento da grade, agora com duas barras horizontais e o logo da marca ao centro.

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Os faróis remetem aos antigos, mas ganharam novas proporções e iluminação por projetores. Quem também contribui para a elevação da dianteira são os faróis de neblina, maiores e mais altos, além do para-choque com porções inferiores pintadas na cor do carro.

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A traseira segue sem mudanças, com exceção da barra cromada acima do recuo da placa de licença. Não estranhe a ausência do estepe pendurado na traseira: apesar de tradicional no Brasil, o item não agradou aos norte-americanos e europeus, onde o estepe convencional é item cada vez mais raro.

Um projeto brasileiro em suas duas primeiras gerações, o EcoSport começou a ser vendido na Europa em 2014, mas teve de mudar levemente já no ano seguinte, com melhorias no acabamento e a eliminação do estepe traseiro, substituido por um kit de reparos. Os americanos também abriram mão do estepe. A abertura da tampa, porém, continua sendo feita para o lado.

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A maior novidade talvez esteja no interior do jipinho, que não se parece com o de nenhum outro carro da marca. As saídas de ar agora estão em posição mais baixa, logo acima dos controles do ar-condicionado — que, assim como no atual, é digital e de apenas uma zona. O volante e o quadro de instrumentos também são novos, enquanto os comandos dos retrovisores elétricos agora estão próximos aos dos vidros, na porta do motorista.

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No topo do painel, a central multimídia com tela de oito polegadas sensível ao toque pode se conectar aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, além de oferecer GPS e Bluetooth e aposentar inúmeros botões físicos. Há duas saídas USB, duas tomadas de 12V e uma de 110V para os passageiros do banco de trás.

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O esquema de som, para a versão mais cara nos EUA, é um B&O Play da Harman com 10 alto-falantes (incluindo subwoofer no porta-malas) e 675 watts. A marca ainda destaca a presença de 30 porta-trecos, no melhor estilo americano.

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As duas opções de motorização para o mercado americano serão o 1.0 EcoBoost semelhante ao utilizado no New Fiesta e o conhecido 2.0 Duratec de quatro cilindros aspirado, neste caso sempre com tração integral. No Brasil, há a expectativa de que ele também receba o novo 1.5 Dragon de três cilindros, com cerca de 130 cavalos.

O material de divulgação da Ford diz que o câmbio para ambas as configurações é um automático de seis marchas. Pode ser que seja um automático convencional no lugar do Powershift automatizado de dupla embreagem, alvo de críticas por lá ao equipar o New Fiesta e Focus. Mas a Ford americana também costuma chamar o próprio Powershift de automático.

É esperado que a Ford não demore a lançar o EcoSport reestilizado por aqui. Precursor e antigo líder do segmento, o modelo hoje amarga a terceira colocação (com direito a inversões constantes com o quarto colocado, Renault Duster) desde a chegada dos rivais Honda HR-V e Jeep Renegade. Nos próximos meses, chegam os já citados Hyundai Creta e Honda WR-V, além das versões mais acessíveis do Kicks.

Moto resgata nome de sucesso utilizado na alta cilindrada. Modelo CB 160R Hornet foi revelado na Índia e tem motor de 14,5 cavalos.

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A Honda lançou nesta quinta-feira (10), na Índia, a inédita CB Hornet 160R. Apesar de utilizar nome de sucesso no passado na alta cilindrada, essa “nova Hornet” não tem nada a ver com a antiga moto que saiu de linha para a entrada da CB 650F. A CB Hornet Indiana tem uma proposta urbana e utilitária, com um visual agressivo.

Seu motor tem 1 cilindro e 162,7 cc, que rende 14,5 cavalos de potência a 8.000 rpm e câmbio de 5 marchas.

Seu visual lembra o do conceito CX-01, apresentado em 2014 e desenvolvido totalmente na Índia.

A CB Hornet 160R tem freios a disco nas duas rodas e faz uso de sistema combinado de freios, como a CG 160 brasileira. Painel digital e luz de LED na lanterna também estão presentes.

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Sedã puxa a fila da nova linha Chevrolet. Lançamento será em dezembro

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A GM prepara para os próximos meses a renovação de toda a sua linha. Assim como aconteceu na última grande mudança, em 2011, o Cobalt será o primeiro a trazer as novidades: na virada do mês você verá como ele vai encarar o futuro.

Com a proximidade do lançamento, a marca se mexe para ajustar os últimos detalhes. As imagens acima, feitas pelo fiel leitor Walter Yukio, mostram o Cobalt rodando durante testes na Rodovia Anhanguera, próxima da cidade de Jundiaí (SP).

Conforme você pode ver nas projeções feitas por João Kleber Amaral, aqui as mudanças vão além do estilo inspirado no Cruze. Os faróis perderão em altura e serão esticados em direção aos para-lamas. Já a grade não ficará tão larga quanto você viu nas projeções do Onix 2016 – confira aqui as mudanças que o hatch e a picape S10 também vão receber.

Na traseira, saem as lanternas verticais e entra um conjunto semelhante ao do Cruze atual, com dois elementos, um fixado no para-lamas e outro invadindo a tampa do porta-malas. “Ele terá um caráter mais luxuoso. Deixaremos o Prisma com a função de modelo base por enquanto”, diz uma fonte da marca.

Cobalt terá o painel renovado fugindo do estilo da família Onix/Prisma. Será o primeiro a estrear a segunda geração do sistema multimídia My Link.

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Picape média é baseada no Duster, mas traz uma série de modificações e aperfeiçoamentos

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A Renault acaba de divulgar os preços da Duster Oroch, sua picape intermediária derivada do SUV Duster. Os valores começam em R$ 62 290 (Expression 1.6) e chegam a R$ 72 490 (Dynamique 2.0). Ao todo, serão três versões: Expression 1.6 16V e Dynamique 1.6 16V e 2.0 16V. Com motor 1.6, o câmbio será manual de cinco marchas e no 2.0 terá o manual de seis marchas. Por enquanto, não haverá câmbio automático, e a tração será sempre dianteira.

A Dynamique vem equipada com rodas aro 16, piloto automático, sensor de estacionamento e a central multimídia Media NAV. Entre os itens opcionais, há apenas bancos de couro. Mas existem ainda acessórios que serão vendidos na rede de concessionárias, como o kit visual Outsider, que inclui protetor frontal com faróis adicionais, alargador de para-lamas, capota marítima e grade de proteção no vidro traseiro.

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Baseada na plataforma do Duster, a Oroch é quase completamente nova da coluna central para trás. A suspensão traseira agora é multilink, para suportar melhor o peso carregado na caçamba sem prejuízo da dirigibilidade. Com chassis alongados e reforços nas colunas e travessas, o monobloco ganhou robustez e, melhor, ficou 15,5 cm maior na distância entre-eixos. Na nova traseira, há mais espaço para pernas, ombros e cabeça.

Atrás, no lugar do porta-malas, há a caçamba com maior capacidade volumétrica: são 683 contra 475 litros. Com um extensor de caçamba, que permite esticar o espaço útil até o limite da tampa aberta, esse volume sobre para 989 litros.

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Em relação ao acabamento, a Oroch segue o padrão Duster. Há detalhes menos vistosos, como o plástico duro (na parte superior do painel), que revela a localização dos airbags, e o acabamento preto fosco dos raios do volante, que se desgasta com o tempo (e se torna preto polido). Por fim, ela herda ainda falhas do projeto do Duster, como a posição ruim dos botões do ar-condicionado e o puxador interno das portas traseiras, que não dão apoio suficiente.

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Novo Chevrolet Camaro

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O Camaro é um ícone da indústria americana. Desde o seu lançamento, nos anos 60, até hoje, seis gerações depois, ele tem uma grande legião de fãs nos Estados Unidos. Agora, a GM quer usar essa fama para reforçar a imagem da Chevrolet nos mercados internacionais. Dentro de sua estratégia de marketing, a GM elegeu a Chevrolet como marca mundial do grupo, enquanto Opel (Alemanha), Vauxhall (Reino Unido), e Buick (EUA e China), entre outras, ficam com os mercados regionais. E o Camaro tem a missão de associar esportividade à marca da gravatinha.

Para atingir o objetivo, o Camaro precisou mudar sua receita de sucesso, no entanto. Ele teve de abrir mão de algumas das características que agradavam aos consumidores americanos para se adequar a um gosto mais global. Em poucas palavras, ele passou a permitir maior interatividade entre o motorista e a via, coisa que ficava em segundo plano nos projetos anteriores, onde o desempenho era tão importante quanto o conforto.

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Nós não precisamos de muito tempo para notar as diferentes calibragens do novo Camaro em relação às de seu antecessor. Já nos primeiros quilômetros, sentimos a direção mais direta e a suspensão mais sensível. Em alguns momentos, o Camaro fez lembrar o Corvette, esportivo que também se tornou mais bravo e agressivo nas duas últimas gerações.

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Visualmente, o Camaro manteve sua essência. Mas até aí houve mudanças. Por fora, as linhas de cintura e de teto são as mesmas. Os vincos do capô, porém, foram acentuados para deixar o carro mais musculoso. Na dianteira, grade, faróis e para-choques são novos. E no lugar dos faróis de neblina entraram luzes diurnas com leds. Na traseira, lanternas, para- choque e aerofólio foram alterados. O berço da placa, que era retangular, agora é trapezoidal. Por dentro, os designers se desobrigaram de encaixar mostradores redondos em molduras quadradas, como mandava a tradição. Os instrumentos ficaram todos reunidos em uma tela digital e no console inferior, onde antes havia quatro mostradores (pressão do óleo, temperatura do óleo, voltagem da bateria e temperatura do óleo da transmissão), surgiram duas saídas de ar redondas. Fazer muitas referências ao passado foi mais importante na geração anterior que relançou o Camaro (a quarta geração saiu de linha em 2002 e a quinta só chegou em 2010).

CÂMBIO MANUAL

Indo mais fundo nas mudanças, descobre-se que o Camaro tem nova arquitetura. Sai de cena a plataforma Z, que estreou no sedã australiano Holden Commodore em 2006, entra a Alpha, que chegou a bordo do Cadillac ATS, em 2013. Essa troca trouxe como benefício a redução de peso em 60 kg, considerando a estrutura, ou em até 90 kg com o carro inteiramente montado, dependendo da versão. Além disso, a rigidez torcional da carroceria aumentou em 28%, segundo a fábrica. Na prática, isso melhorou a segurança, o rendimento e a dirigibilidade do modelo.

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A nova arquitetura é menor que a antiga, em todas as dimensões. O comprimento foi a medida que mais encolheu: 5,2 cm. Na distância entre-eixos a redução foi de 4,1 cm. Mas o espaço interno não diminuiu, aparentemente. Talvez, no banco de trás, tenha ficado mais apertado. Como o Camaro é um cupê 2+2, no entanto, esse é um lugar onde nunca houve muito espaço.

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Nos Estados Unidos, o Camaro tem três opções de motor: 2.0, de 279 cv; 3.6 V6, de 340 cv; e 6.2 V8, de 460 cv, com a possibilidade de virem com câmbio manual de seis marchas ou automático de oito. Outro sinal dos tempos: motor 2.0 de quatro cilindros e câmbio manual é um conjunto mecânico típico de carro europeu. Em nossa avaliação dirigimos as versões V6, embora o carro das fotos seja o V8. Além do motor, e de alguns recursos exclusivos da versão top de linha, como a opção de amortecedores magneto-reológicos e de um sistema eletrônico Drive Mode Selector, que ajusta as respostas do acelerador, da transmissão e da suspensão, aparentemente não há diferença de acabamento e conteúdo entre as versões V8 (SS) e V6 (RT).

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As duas têm central multimídia, rodas de liga, seis airbags e ESP, entre outros equipamentos. Os bancos são de couro, em duas cores, e o painel tem material emborrachado e detalhes em plástico cromado. Todos materiais têm boa qualidade percebida, com exceção do plástico liso usado nas soleiras das portas e também nas laterais da traseira da cabine. Sem textura, essas peças parecem componentes usados em protótipos como moldes.

Oficialmente o Camaro ainda não tem data para chegar ao Brasil. Mas o mais provável é que o desembarque seja no final de 2016. Ele deve ser um dos destaques da Chevrolet no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá em outubro.

VEREDICTO

Com mudanças milimetricamente calculadas no design, o novo Camaro manteve o carisma de sempre, ao mesmo tempo que evoluiu muito, principalmente no comportamento dinâmico.

 FICHA TÉCNICA

Motor: bloco de alumínio, dianteiro, VVT, injeção direta. 2.0 Turbo (279 cv, 41 mkgf), V6 3.6 (340 cv, 39 mkgf) e V8 6.2 (460 cv, 63 mkgf)
Potência: Potência:
Câmbio: automático, 8 marchas/ manual, seis marchas/ traseira
Dimensões: comprimento, 478,4 cm; altura, 134,8 cm; largura, 189,7 cm; entreeixos, 281,1 cm
Tanque: 70 litros
Suspensão dianteira: McPherson
Suspensão traseira: multilink
Freios: discos vent. nas 4 rodas
Direção: elétrica
Pneus: 275/45 R21
Equipamentos: airbags, ESP, central multimídia, GPS, OnStar, luzes de posição led, rodas de liga-leve e volante multifuncional.

Modelo deve chegar ao país em 2016, assim como a nova Hilux

foto-imagem-novo-toyota-sw4A Toyota mostrou oficialmente o visual final da nova geração do utilitário esportivo SW4. O modelo foi apresentado simultaneamente na Tailândia e Austrália, onde é chamado de Fortune e tem previsão de chegar às lojas em outubro.Baseado sobre a base da nova geração da Hilux, o modelo diferentemente de seu antecessor ganhou um visual bem diferente do irmão de plataforma. O SUV ganhou faróis de led mais estreitos e afilados e uma grade menor. O conjunto conferiu um ar mais moderno ao modelo. Os faróis de neblina, por sua vez, ganharam uma moldura cromada bem acentuada, integrada às saídas de ar do para-choque.

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Com espaço para levar sete passageiros, o novo SW4 cresceu 9 cm no comprimento e 4 cm na largura, mas manteve os atuais 2,74 metros de distância entre-eixos. Além das novas proporções e curvas da carroceria, o utilitário também recebeu um novo coração. Na Austrália, ele será oferecido com o novo motor 2.8 turbodisel com injeção direta, capaz de entregar 177 cv de potência e 45,8 kgfm de torque. O quatro cilindros poderá ser acoplada a uma transmissão manual de seis marchas ou uma caixa automática, também de seis velocidades.

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Além de espaçoso, o novo SW4, segundo a Toyota, conservou o DNA aventureiro. A tração 4×4 associada às habilidades offroad do carro, fazem dele uma opção versátil. De série, o modelo será oferecido com 7 airbags, assistente de partida em rampa, ar-condicionado de quatro zonas,  sistema multimídia com GPS e tela sensível ao toque e rodas de liga leve de 17 polegadas.

No Brasil, o SW4 chegará apenas no ano que vem. Assim como a nova Hilux, ele será produzido na Argentina, na fábrica de Zarate. O conjunto mecânico e os equipamentos, no entanto, ainda não foram confirmados. Mas é esperada a atualização do atual 2.7 flex, para atender às novas regras de emissões do país e tornar a Hilux mais eficiente.

Novidades da Renault devem estrear ainda em 2015

foto-imagem-sandero A Renault colocou em seu site oficial as páginas de Sandero R.S. e Duster Oroch. Atrações da marca no Salão de Buenos Aires, os modelos serão lançados no mercado brasileiro nos próximos meses. O Sandero R.S será movido por um motor 2.0 16V (o mesmo do Duster, mas recalibrado para entregar 150 cv) acoplado ao câmbio manual de seis marchas. Vários componentes foram preparados pela Renault Sport francesa, incluindo sistema de freios a disco nas quatro rodas, suspensão com molas mais rígidas e escapamento duplo com maior capacidade de exaustão de gases. O hatch fabricado em São José dos Pinhais (PR) virá também com o R.S. Drive, sistema de modo de direção com três opções de condução: Normal, Sport e Race. Externamente, o Sandero R.S. se diferencia pelas rodas de liga leve aro 17 e pelo kit aerodinâmico assinado pela Renault Sport, incluindo spoiler dianteiro, saias laterais e novos para-choques. O interior tem bancos com revestimento exclusivo, volante esportivo e saídas de ar-condicionado com detalhes na cor vermelha. foto-imagem-sandero A Duster Oroch também será feita no Brasil, com lançamento previsto para o fim deste ano. Baseado no Duster, a picape terá as mesmas opções de motorização do SUV (1.6 16V e 2.0 16V), mas ainda não se sabe se a Oroch contará com a opção de transmissão automática de quatro marchas – o diretor de marketing da Renault, Bruno Hohmann, afirmou que a marca ainda estuda esta possibilidade. Uma novidade exibida no site oficial é o extensor de caçamba, ampliando a área útil a ponto de permitir o transporte de uma moto.

Modelo conceitual é o mais próximo de produção que chegou o esportivo

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Le Mans – Após anunciar o seu retorno, a Alpine está cada vez mais próxima de apresentar a versão de produção do seu esportivo. A prova disso é a apresentação do conceito realístico Celebration pouco antes da largada das 24 Horas de Le Mans. O modelo foi criado especialmente para o evento, que começa às 10 da manhã desse sábado. O carro que também estará no Festival de Velocidade de Goodwood celebra os 60 anos do fabricante que pertence ao grupo Renault e que, desde o início, focou sua produção em esportivos prazerosos de dirigir. Jean Rédélé, criador da Alpine, dizia que escolheu o nome como algo que “epitomiza o prazer de dirigir em estradinhas montanhosas”.

Embora tenha ficado mais famosa pelo resultado nos ralis, a Alpine retorna ao prestigioso evento na categoria LPM2 com o Signatech-Alpine A450b. A escolha do lugar de debute faz ainda mais sentido se levarmos em consideração a popularidade do evento, que atrai mais de 250 mil fãs do automobilismo e uma audiência conjunto de mais de 800 milhões de telespectadores em 190 países.

Para os brasileiros, o Alpine 108 tem um gostinho especial, pois o modelo foi produzido nacionalmente pela Willys nos anos 60 como Interlagos, nas versões berlinetta, cupê e conversível.

O modelo é todo a respeito de tradição. O azul e laranja foi usado nos protótipos da marca que retornou aos eventos de endurance em 2013, uma decoração que vem desde a participação do Alpine 108 original entre os anos de 1963 e 1969. É um retrô com um toquinho de modernidade, nas palavras do fabricante. O perfil baixinho, a queda do teto característica, a coluna C delgada antecedida por um vidro espia e o óculo traseiro feito em policarbonato envolvente são detalhes advindos do Alpine 108 de 1958.

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Sem falar no capô dianteiro chanfrado e faróis, sendo que os auxiliares usam fitas em X para simular um truque das antigas, em que o adesivo era utilizado para manter as lentes no lugar mesmo que fossem quebradas ao longo da corrida. Claro que há espaço para modernidades visuais, exemplo do painel traseiro, com lanternas em leds, afora o uso de fibra de carbono no difusor traseiro, soleira, entradas de ar traseiras e espelhos.

A marca ainda não falou sobre a mecânica, mas sabemos que o modelo apresentado no circuito francês tem motor central-traseiro, quase que uma reedição do passado, já que o A108 e seus sucessores sempre investiram na posição em motores de popa como no Porsche 911. A estreia da versão de produção se dará em 2016.

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