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Kia Soul – Nova geração do hatch com jeito de crossover está em testes de homologação no país

A Kia foi uma das marcas que mais sofreu com as regras de nacionalização do antigo Inovar-Auto. Muitos lançamentos da sul-coreana sequer chegaram ao país. Foi o caso do hatch compacto Rio, que chegou a ser apresentado na última edição do Salão de São Paulo. Mas há um consolo: o novo Kia Soul está em homologação no Brasil e a sua importação é dada como certa.

O Rio sofreria mais com a alta do dólar, sua importação valeria a pena apenas se a cotação da moeda estrangeira estiver em R$ 3,20 — está em R$ 3,88. Concorrer entre os hatches compactos só seria possível se o preço fosse competitivo. Até lá, o Rio continua no telhado.

Mas o Soul tem maiores chances. Com jeito de crossover, a terceira geração do modelo é bem mais moderna em vários quesitos, entre eles, a motorização. Nada do antigo 1.6 aspirado de 128 cv, o novo carro tem opção de motor 1.6 turbo de 203 cv e 26,9 kgfm de torque, emparelhado ao câmbio de dupla embreagem e sete marchas.

Ainda há o 2.0 a gasolina de 147 cv e 18,2 kgfm com CVT ou caixa manual de seis marchas.

O 1.6 turbo combina mais com o visual enfezado, que é acentuado pelas rodas aro 18 das versões GT-Line (acima) e X-Line (foto de abertura). O segundo tem apelo aventureiro, algo que cairia bem para o novo Soul, uma vez que ele deve ter preço semelhante ao de crossovers compactos no Brasil.

Com faróis estreitos, o Soul perdeu aquele ar divertido da primeira e segunda gerações. O novo Kia não está para brincadeira. Atrás, as enormes lanternas de LED quase envolvem toda a carroceria.

O tamanho também deu uma espichada: são 4,19 metros de comprimento (cinco centímetros a mais) e 2,60 metros de distância entre-eixos (três centímetros a mais).

O novo Soul tem um belo pacote de direção semiautônoma. Há controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, sensor de ponto cego e frenagem automática capaz de reconhecer pedestres. A central multimídia de 10,2 polegadas é outro chamariz.

Novos equipamentos e motorização é exatamente o que o Kia precisa para deixar para trás a presença apagada do antigo.

Novo Kia Soul – Imagens mostram crossover com novo visual sendo testado – Estreia deverá acontecer em 2014

Mesmo o visual do Kia Soul não sendo nada convencional, a Kia já está trabalhando para atualizar a “cara” do crossover. Lançado em 2009, o modelo deverá ganhar mudanças em 2014. Mesmo a fabricante coreana não se pronunciando, fotos do modelo rodando camuflado já estão rodando na internet. As imagens do flagra são do site Motor Authority. Olhando as fotos, mesmo com o carro encoberto, é possível perceber que as formas quadradas da carroceria não foram alteradas. Isso indica que as novidades não devem ser gritantes. No Brasil, o irreverente Kia Soul é oferecido em três configurações, todas equipadas com o motor 1.6l flex, apto a entregar 128 cavalos de potência abastecido com etanol. A transmissão pode ser manual ou automática.O crossover parte de R$ 63.900 e pode chegar a R$ 68.900 na versão topo de linha.

Kia Soul esportivo – Kia divulga imagem do novo conceito Track’ster


Versão “superesportiva” do Soul seria produzida com mesmo motor do Veloster Turbo

A Kia divulgou nesta quinta-feira (2) um sketch do conceito que será exibido no Salão de Chicago (EUA), entre os dias 10 e 19 de fevereiro. O Track’ster foi projetado sobre a plataforma do crossover Soul, mas representa uma versão bem mais esportiva do compacto – vide as duas portas.

Caso chegue às linhas de produção da montadora coreana – o que ainda não foi confirmado oficialmente – o Track’ster deve ser equipado com o mesmo motor da recém-lançada versão turbo do Hyundai Veloster. O bloco 1.6 turbo gera fortes 208 cv e um torque pesado de 27 kgfm.

Mais informações sobre o Track’ster, incluindo uma possível confirmação de produção, serão divulgadas apenas no dia 8 de fevereiro, quando os portões do Chicago Auto Show se abrirão à imprensa especializada.

Carros importados mais vendido em novembro – Kia Soul lidera a primeira colocação

Lista reúne marcas que não possuem fábrica no Brasil.
Kia Soul lidera seguido pelo Chery QQ, aponta associação.

As vendas de carros importados por empresas oficiais subiram 13,8% em novembro, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). Segundo a entidade, a alta é justificada pelo fraco mês de outubro, afetado pelo reajuste do Imposto para Produtos Industrializados (IPI) — apesar de adiado para dezembro, o novo IPI chegou a vigorar por um mês, entre setembro e outubro.

Além disso, a entidade aponta para a queda de participação de mercado de de 5,03% em outubro, para 4,95% em novembro. Fazem parte da Abeiva as marcas Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, JAC Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mini, Porsche, Ssangyong, Suzuki e Volvo.

Em novembro, o Kia Soul manteve a liderança já obtida em outros meses do ano. A novidade para o mês foi o Kia Sorento em segundo lugar. O Chery QQ, que aparecia em segundo lugar em outubro, agora ficou na quarta colocação. O JAC J3 permanece na 3ª posição. Veja abaixo o top 10 do mês entre as marcas integrantes da Abeiva, que são as que não possuem fábrica no Brasil.

 

 

Kia Soul reestilizado – Crossover ganhou faróis de dupla parábola e câmbios de seis marchas

Renovado em abril passado, o Kia Soul ganhou motor flex no Brasil no começo do ano e despontou nas vendas

A Kia Motors do Brasil começou a oferecer nesta segunda-feira (7) a linha 2012 do crossover compacto Soul. Esteticamente, é difícil notar as mudanças, mas o utilitário passa a vir reestilizado da Coreia do Sul – os retoques foram revelados em abril passado, no Salão de Nova Iorque . Destacam-se os novos faróis, agora com dupla parábola, e os câmbios manual e automático, que passam a ter seis marchas – como no sedã Cerato.

Traseira exibe novas lanternas e o para-choques redesenhado; nas laterais, apenas as maçanetas mudaram

Na prática, a Kia mudou pouco o Soul. Além dos faróis, a grade frontal está mais moderninha (mas mantém o formato “boca de tigre”) e as lanternas ganharam seções de luz verticalizadas. Os para-choques também foram remodelados. No dianteiro, os faróis de neblina cresceram. E no traseiro, os refletores (popularmente chamados de “olhos de gato”) foram deslocados para as extremidades – deixando a traseira aparentemente mais larga.

Volante ganhou botões, mas a principal novidade no Soul são os câmbios automático e manual com seis marchas

Nas laterais, as maçanetas são novas, os espelhos ganharam repetidores da luz de direção e… é só. A mecânica também segue a mesma, com o motor 1.6 litro 16V flex – o bloco bebe gasolina e etanol desde o iniciozinho do ano. O propulsor de duplo comando variável gera potências de 126 cv (gasolina) e 130 cv (etanol) aos 6.300 giros, e torques de 16 kgfm aos 4.500 rpm e 16,5 kgfm às 5.000 rotações, na mesma ordem.

Faróis não terão fileira de leds no mercado brasileiro; seções de luz das lanternas agora acompanham formato

A Kia informa que os preços são os mesmos de antes e que, por enquanto, o renovado Soul 2012 não sofrerá reajuste por causa do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados – a medida governamental está suspensa até a metade de dezembro pelo Superior Tribunal Federal (leia aqui). O novo Soul flex 2012 já está nas lojas brasileiras da marca sul-coreana.

Fonte: Auto Esporte

Os mesmos carros vendidos no Brasil são mais barato na Argentina, Paraguai e no Chile por que? – Veja o que as empresas falam

O Lucro Brasil não fica só na montadora, mas em toda a cadeia produtiva

A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:

No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.

Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.

Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.

Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.

 

O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço.

A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:

“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.

Questionada, a empresa enviou nova explicação:

“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.

Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.

Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.

O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).

Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.

Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).

A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.

Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.

E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?

“Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.

“Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC – o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa US$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.

“Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro que é caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa US$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil”.

Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.

Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:

“Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.

Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.

“O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.

Carro da Kia modelo Soul 2012 – Kia lança o crossover Soul no Salão de Nova York – Motor ganhou mais potência

Kia Soul 2012 foi apresentado no Salão de Nova York (Foto: DON EMMERT/AFP

Capô, faróis, lanternas e para-choques foram redesenhados.
Motores 1.6 e 2.0 ganharam melhorias de desempenho e consumo.

O Kia Soul ganhou novo desenho e uma série de melhorias no conjunto motor-transmissão para a linha 2012. Esteticamente, as diferenças entre o modelo antigo e a nova versão são os faróis com luzes diurnas em LED, capô redesenhado, pára-choques reestilizados e lanternas em LED. O carro foi apresentado nesta quinta-feira (21) no Salão de Nova York.

Interior do Kia Soul 2012 está mais sofisticado (Foto: Divulgação)

No interior, a Kia atualizou o equipamento de áudio e acrescentou sistemas de entretenimento e de comunicação viva-voz. Há também um novo pacote “premium”, com bancos dianteiros aquecidos, bancos de couro, controle climático automático e um sistema de navegação.
A gama de motores agora tem nova transmissão de seis marchas. Para 2012, o Soul recebe um novo propulsor 1.6 de quatro cilindros que oferece 135 cv de potência, 11% a mais do que a versão anterior. De acordo com a Kia, o motor está 10% mais econômico e faz 11,9 km/l em circuito urbano e 14,4 km/l na estrada.

Para quem optar por potência maior, o modelo também está disponível na versão 2.0 de quatro cilindros que desenvolve 160 cv e 19,7 kgfm de torque. Esse motor também ganha transmissões automática e manual de seis marchas. A Kia afirma que o consumo do carro é de 11,4 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, para os dois tipos de câmbio.

Interior do Kia Soul 2012 está mais sofisticado (Foto: Divulgação)

Edição especial Kia Soul Iginition é inspirado em carros de rali

Modelo será vendido nos EUA por preços a partir de US$ 17,5 mil.
Carro ganha cor laranja, spoiler traseiro e novo sistema de som.

A segunda edição especial do Kia Soul será vendida nos Estados Unidos e trará um visual com inspiração nos carros de rali. Mais esportivo, o Kia Soul Iginition modelo ganhará cor laranja com listras, spoiler traseiro e rodas de liga leve de 18’’. O carro vem ainda com teto solar e faróis de neblina.

O sistema de som do carro também foi incrementado com conexão para iPod, alto-falante central, subwoofer e amplificador.

A edição especial está disponível para encomenda com preços a partir de US$ 17,5 mil para o modelo manual com cinco marchas.

Fonte: G1