Arquivo da tag: Jetta

Os mesmos carros vendidos no Brasil são mais barato na Argentina, Paraguai e no Chile por que? – Veja o que as empresas falam

O Lucro Brasil não fica só na montadora, mas em toda a cadeia produtiva

A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:

No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.

Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.

Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.

Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.

 

O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço.

A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:

“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.

Questionada, a empresa enviou nova explicação:

“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.

Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.

Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.

O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).

Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.

Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).

A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.

Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.

E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?

“Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.

“Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC – o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa US$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.

“Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro que é caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa US$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil”.

Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.

Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:

“Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.

Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.

“O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.

Recall do VW Jetta nos EUA

A Volkswagen da América, unidade norte-americana da montadora alemã, anunciou nesta segunda-feira (28) um recall voluntário de 71.043 automóveis Jetta para reconfigurar a rede elétrica do sistema de alarme contra roubo e da buzina.

A porta-voz da empresa informou que uma falta de energia elétrica na buzina pode, em casos raros, desconectar a eletricidade para a caixa de conversão. Esta desconexão, em caso extremo, pode levar o motor a parar.

O recall atinge veículos Jetta sedã fabricados entre março de 2010 e março de 2011 e não há relatos de acidentes ocasionados pelo problema, disse a empresa.

Fonte: R7

VW terá subcompacto e Golf mexicano no Brasil

Modelo médio deixará de ser feito no Paraná para dar lugar ao novo hatch pequeno

Quem esperava pela produção do Golf 7 no Paraná, em substituição ao atual Golf 4 (e meio), pode tirar o cavalinho da chuva. Como tem ocorrido com vários projetos de maior valor agregado, o Brasil perdeu a disputa para o México. O consolo é que ele virá de lá com status (e preço) de carro nacional, já que não recolherá os 35% do Imposto de Importação.

A Volkswagen ainda não anunciou a produção do modelo no México, mas o fará em breve, segundo nossas fontes. De lá está chegando o novo Jetta, que usa a mesma plataforma do hatch médio. Outro indicativo de que o próximo Golf será mexicano é que o New Beetle, feito lá até recentemente, muda para os Estados Unidos na próxima geração, na mesma fábrica do novo Passat norte-americano, em Chatanooga. E o Bora está saindo de linha. Logo, a fábrica fica liberada para produzir Golf e Jetta em grande escala.

A saída do Golf do Paraná também ajudará a liberar espaço no Brasil para a produção em altíssimo volume de um subcompacto, de preço inferior ao do Gol, em 2014. O modelo virá para brigar com o Fiat a ser feito em Pernambuco, posicionado abaixo do Uno. E suas linhas serão próximas às do futuro Lupo europeu. Contudo, o acabamento e o conteúdo no Brasil serão inferiores, de forma que seu preço não fique muito acima de R$ 20 mil.

Fonte: Revista AutoEsporte

Carros flex com potência nos motores de até 1.8 poluem menos: Fiat Ideia, Palio, Sienna e Stillo

MELHORES E PIORES – Os mais limpos (todos flex):

Fiat: Idea Adventure Dualogic 1.8; Palio ELX 1.8; Siena HLX 1.8; Stillo (Flex Dualogic 1.8; Blackmotion e Sport Dualogic 1.8)

Ford: Ka 1.0

GM: Prisma Max 1.0; Celta 2 portas (Life 1.0; Spirit 1.0, Super 1.0); Celta 4 portas (Life 1.0; Spirit 1.0 e Super 1.0)

Citroën: C3 (EXCL 1.4; GLX 1.4 e XPL 1.4)

Volkswagen: Fox 1.6 (Plus e Route); SpaceFox (1.6; Sport Line 1.6 e Route 1.6)

Os mais sujos (a gasolina):


Volkswagen: Jetta (2,5 e Variant)

Mitsubishi: Outlander 2.4; Pajero HPE 3.8 e L200 Triton 3.5

Citroën: Berlingo 1.6 furgão; C4 (EXCL BVA; 2.0; PIC GLXA 5l; PIC EXCA 7l); Xsara Picasso (GXA e EXA); Picasso (II 20 EXCA; II 20GLXA e 20 Conf A)

Peugeot: 407 (SD20SA ALL; SW20SA ALL; 2.0; SW 2.0; SSD 2.0)

Brasília – Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são os que possuem motores do tipo flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 a 1.8. O ranking foi divulgado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e incluiu 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados.

Somente os carros com opção pelo etanol tiveram a nota máxima (5), já que a emissão do gás carbônico (CO2) por esse combustível é compensada pela absorção do gás feita pela cana-de-açúcar durante seu processo de crescimento. Assim, considera-se que o veículo movido a álcool, um combustível renovável, tem suas emissões neutralizadas, norma criada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

A primeira divulgação do ranking, feita em setembro, causou polêmica porque indicava que carros movidos a álcool poderiam poluir tanto quanto os que usam gasolina. Ela havia analisado carros fabricados em 2008. Fabricantes de veículos movidos a etanol consideraram o método de avaliação errado porque o Ministério do Meio Ambiente dividiu os carros entre os que mais emitem gases poluentes (monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio) e gases de efeito estufa (dióxido de carbono ou gás carbônico).

Depois da polêmica, o governo criou um grupo de trabalho com membros do MMA, produtores de álcool, Petrobrás e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para estudar a questão. A conclusão foi que a forma mais correta seria mostrar os carros que se saem melhor nos dois aspectos.

“Achamos que o modelo de avaliação ficou bem melhor, porque traduz o que cada carro emite, tanto na parte relativa à poluição, que é prejudicial aos nossos pulmões, tanto na que trata dos gases de efeito estufa, que podem comprometer o futuro do planeta”, disse ontem o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante a divulgação do ranking.

“Os critérios ficaram mais rígidos. Podemos dizer que, depois dos testes, os carros brasileiros podem ser considerados de muito boa qualidade”, avaliou Márcio Veloso, diretor do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama.

Com as mudanças na forma de aferir os veículos que menos poluem e menos emitem gases de efeito estufa, os de motor de potência 1.0 se destacaram. Entre os 22 que tiraram a nota máxima, 8 são 1.0, a menor potência dos veículos fabricados no País. Em segundo lugar apareceram os de potência 1.8, com seis modelos, seguidos de cinco 1.6 e três 1.4.

Somente cinco fabricantes tiveram os carros com a nota máxima: Fiat, Ford, GM, Citroën e Volkswagen.

O ministro avalia que a Nota Verde – como é chamado o ranking -terá reflexos na saúde, no clima e também no bolso do consumidor, que, guiado pela avaliação, poderá optar por adquirir veículos mais eficientes, que consomem menos combustíveis e poluem menos. Ele diz que, em 2010, devem ser feitos mais melhorias ao instrumento, como a inclusão de motos, ônibus e caminhões.

CLIMA – Para a secretária de Mudanças Climáticas do MMA, Suzana Kahn, que também participou da apresentação do novo ranking, a Nota Verde é uma forma de a população se engajar na questão do aquecimento global, que será discutida neste mês em Copenhague, durante a Convenção do Clima da ONU.

Fonte ZAP

Inmetro ranking de consumo de veículos 2010

Dos 35 modelos avaliados, apenas sete foram nota máxima do Inmetro.
Fiat Uno Mille Economy lidera a lista com a média de 8,8 km/l de álcool.

inmetro-ranking-de-consumo-de-combustivel-foto-imagem

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) divulgou o ranking 2010 que indica o consumo de combustível e eficiência energética de veículos, assim como já é feito com geladeiras e fogões.

A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, um selo com o carimbo do Inmetro, mostra informações sobre o desempenho do automóvel em relação ao gasto médio na cidade e na estrada (em km/l ou km/m3, no caso dos motores a gás natural) e classifica o modelo de acordo com seu nível de consumo.

Para a certificação, o Inmetro dividiu os modelos em 8 categorias: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora-de-estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.

A avaliação atribui nota de A a E, do menor para o maior consumo, respectivamente. Ou seja, A é o veículo mais econômico e E o mais ‘gastão’. Ao todo, foram testadas seis marcas, 35 modelos e 67 versões diferentes.

Em nota, o Inmetro informou que  a adesão dos fabricantes e importadores de automóveis ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Para participar,a montadora deve informar os valores de consumo energético de, no mínimo, 50% de todos os seus modelos previstos para comercialização. Uma fábrica pode participar um ano com determinados modelos e não renovar a inscrição para o ano seguinte, por exemplo.

Os carros flex com nota máxima no ranking são o Fiat Mille Fire Economy 1.0, com 8,8 km/l de álcool (no ciclo urbano), o Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/l, Volkswagen Gol 1.0 e Polo BlueMotion, ambos com 7,4 km/l, e o Honda Civic 1.8 manual com 7,2 km/l. Já os modelos a gasolina mais bem posicionados são o Kia Picanto com a média de 12,4 km/l de gasolina e o Cerato, com 10,1 km/l.

Apesar de ter o veículo mais econômico do ranking, a Fiat é, entre as marcas avaliadas, a que possui o maior número de veículos entre os piores colocados. Palio (1.0 e 1.4), Idea (1.4 e 1.8), Siena (1.4 e 1.8), Stilo (1.8) e 500 ganharam nota E do Inmetro.

A Kia, que teve destaque com o Picanto e Cerato, recebeu nota mínima com o Carens. A Volkswagen também aparece entre os mais poluentes com o Jetta e o Passat.

De acordo com o Inmetro, estes valores são uma referência obtida com testes feitos em laboratórios, em condições comuns de uso, com ar condicionado e direção hidráulica ou elétrica.

Durante os testes, os carros ficam sobre uma espécie de esteira, na qual são simuladas diferentes condições de tráfego. Desta forma, os computadores registram os gastos de combustível. No entanto, o instituto alerta que o consumo percebido pelo motorista poderá variar para mais ou para menos, dependendo da forma como o motorista conduz o veículo.

Fonte: G1

Governo divulga ranking dos carros mais poluente fabricados em 2009

Confira a nova classificação de emissão de poluentes por estrelas.
De 402 modelos avaliados, dez tiveram nota máxima e dez, nota mínima.

Ranking-de-2009-ja-atende-novos-limites-de-emissoes-em-vigor-desde-janeiro-deste-ano-foto

Dez modelos de carros de passeio fabricados em 2009 receberam nota máxima no ranking de emissões de poluentes, divulgado nesta terça-feira (1) pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ibama.

Os carros com cinco estrelas são os que menos poluem, segundo a lista. Os veículos classificados com uma estrela são os mais poluentes, de acordo com o ministério.

No ranking 2009, que reúne 402 veículos de passeio, inclusive alguns importados, os dez modelos que receberam cinco estrelas, ou seja, são menos poluentes, são Fiat Idea, Palio, Siena, Stilo, Ford KA, GM Prisma Celta, Citröen C3, Volkswagen Fox e SpaceFox.

Os classificados como mais poluentes, com apenas uma estrela, são modelos a gasolina e com motores mais potentes, acima de 2 litros: Mitsubishi Outlander, Pajero e L200 Triton, Citroën Berlingo, C4, Xsara Picasso, Picasso, Peugeot 407 e Volkswagen Jetta e Jetta Variant.

A medição de poluentes da nova classificação leva em consideração os níveis de emissões dos gases poluentes – monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (NMHC) e óxidos de nitrogênio (NOX) – e dos gases relacionados ao efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2).

No critério adotado para classificar os veículos, 3 estrelas são relativas aos poluentes CO, NMHC e NOx, e 2 relativas ao CO2. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, os carros que utilizam álcool já ganham automaticamente uma estrela, porque o CO2 liberado é absorvido no processo de cultivo da cana.

De acordo com MMA, a nova forma de classificação dos veículos foi debatida entre o orgão, o Ibama, Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Unica (União da Indústria de Cana-de-açúcar) e Petrobras. “O ranking atual obteve mais consenso que o primeiro e está mais claro para o consumidor”, afirma Minc.

Ranking-leva-em-conta-indice-de-emissao-de-monoxido-de-carbono-hidrocarbonetos-e-oxidos-de-nitrogenio-foto

Em setembro, o governo anunciou pela primeira vez uma lista dos veículos mais poluidores baseada em modelos fabricados em 2008, que não atendiam os novos limites de emissões em vigor desde janeiro deste ano. A primeira versão também atribuiu notas numéricas, de 0 a 10, aos modelos.

Nos sites do órgão federal e do Ibama, além da nova classificação, é possível também comparar marca, modelo e ano de alguns carros. O consumidor poderá, ainda, ter acesso aos dados de desempenho de consumo por litro de combustível dos veículos, por um link, na página do Ibama, que remete ao Inmetro.

Várias marcas e modelos podem ser encontrados, porém, como o envio dos dados pelas montadores é voluntário, nem todos os veículos foram relacionados.

Novos limites em 2013

A partir de janeiro de 2013 carros a diesel, como utilitários esportivos e picapes, terão que sair das linhas de montagem poluindo, em média, 33% a menos. A regra para os carros novos de passeio e de passageiros, movidos a gasolina e álcool, começa a valer em janeiro de 2014.

A redução nas emissões do monóxido de carbono, no caso dos veículos que pesam até 1.700 kg, será de 35% (passará de 2 g/km para 1,3 g/km). Já os modelos mais pesados passarão de 2,7 g/km para 2 g/km, uma queda de 26%.

Os novos limites de emissões do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) foram aprovados em setembro deste ano pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

Fonte: G1