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Os 10 carros importados mais vendidos no 1º semestre de 2013 pela Abeiva – Kia se destaca com o seu Sportage

As vendas de carros importados no Brasil caíram 23,2% no primeiro semestre, na comparação com o mês passado, segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). De acordo com a entidade, foram emplacadas 54.506 unidades contra 70.963 de janeiro a junho de 2012.

A Kia segue com a maior fatia, 27,89%, seguida por Jac Motors (16,40%) e BMW (11,08%). A importadora dos veículos da Chery deixou a associação em abril passado. A marca chinesa constrói sua primeira fábrica no Brasil.

A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chrysler, DFSK, Dodge, Ferrari, Geelym Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, RAM, Rolls Royce, SsangYong, Suzuki e Volvo.

Veja os 10 importados mais vendidos no 1º semestre, segundo a Abeiva:

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Carros importados mais vendidos em julho 2012 – Kia Sportage lidera a lista pelo segundo mês seguido

A Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) divulgou nesta terça-feira (14) o resultado de vendas de veículos importados em julho, reunindo as marcas que não possuem fábrica no Brasil. No mês, os emplacamentos chegaram a 10.739 unidades, queda de 4,1% frente a junho, quando 11.202 veículos foram comercializados. Na comparação com igual período do ano passado, a queda é de 41,5%. Desde dezembro passado, os carros vindos de fora do Mercosul e do México tiveram o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aumentado em 30 pontos percentuais.

A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, Rolls Royce, SsangYong, Suzuki e Volvo.

VEÍCULOS IMPORTADOS MAIS VENDIDOS EM JULHO PELA ABEIVA

Carros flex com potência nos motores de até 1.8 poluem menos: Fiat Ideia, Palio, Sienna e Stillo

MELHORES E PIORES – Os mais limpos (todos flex):

Fiat: Idea Adventure Dualogic 1.8; Palio ELX 1.8; Siena HLX 1.8; Stillo (Flex Dualogic 1.8; Blackmotion e Sport Dualogic 1.8)

Ford: Ka 1.0

GM: Prisma Max 1.0; Celta 2 portas (Life 1.0; Spirit 1.0, Super 1.0); Celta 4 portas (Life 1.0; Spirit 1.0 e Super 1.0)

Citroën: C3 (EXCL 1.4; GLX 1.4 e XPL 1.4)

Volkswagen: Fox 1.6 (Plus e Route); SpaceFox (1.6; Sport Line 1.6 e Route 1.6)

Os mais sujos (a gasolina):


Volkswagen: Jetta (2,5 e Variant)

Mitsubishi: Outlander 2.4; Pajero HPE 3.8 e L200 Triton 3.5

Citroën: Berlingo 1.6 furgão; C4 (EXCL BVA; 2.0; PIC GLXA 5l; PIC EXCA 7l); Xsara Picasso (GXA e EXA); Picasso (II 20 EXCA; II 20GLXA e 20 Conf A)

Peugeot: 407 (SD20SA ALL; SW20SA ALL; 2.0; SW 2.0; SSD 2.0)

Brasília – Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são os que possuem motores do tipo flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 a 1.8. O ranking foi divulgado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e incluiu 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados.

Somente os carros com opção pelo etanol tiveram a nota máxima (5), já que a emissão do gás carbônico (CO2) por esse combustível é compensada pela absorção do gás feita pela cana-de-açúcar durante seu processo de crescimento. Assim, considera-se que o veículo movido a álcool, um combustível renovável, tem suas emissões neutralizadas, norma criada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

A primeira divulgação do ranking, feita em setembro, causou polêmica porque indicava que carros movidos a álcool poderiam poluir tanto quanto os que usam gasolina. Ela havia analisado carros fabricados em 2008. Fabricantes de veículos movidos a etanol consideraram o método de avaliação errado porque o Ministério do Meio Ambiente dividiu os carros entre os que mais emitem gases poluentes (monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio) e gases de efeito estufa (dióxido de carbono ou gás carbônico).

Depois da polêmica, o governo criou um grupo de trabalho com membros do MMA, produtores de álcool, Petrobrás e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para estudar a questão. A conclusão foi que a forma mais correta seria mostrar os carros que se saem melhor nos dois aspectos.

“Achamos que o modelo de avaliação ficou bem melhor, porque traduz o que cada carro emite, tanto na parte relativa à poluição, que é prejudicial aos nossos pulmões, tanto na que trata dos gases de efeito estufa, que podem comprometer o futuro do planeta”, disse ontem o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante a divulgação do ranking.

“Os critérios ficaram mais rígidos. Podemos dizer que, depois dos testes, os carros brasileiros podem ser considerados de muito boa qualidade”, avaliou Márcio Veloso, diretor do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama.

Com as mudanças na forma de aferir os veículos que menos poluem e menos emitem gases de efeito estufa, os de motor de potência 1.0 se destacaram. Entre os 22 que tiraram a nota máxima, 8 são 1.0, a menor potência dos veículos fabricados no País. Em segundo lugar apareceram os de potência 1.8, com seis modelos, seguidos de cinco 1.6 e três 1.4.

Somente cinco fabricantes tiveram os carros com a nota máxima: Fiat, Ford, GM, Citroën e Volkswagen.

O ministro avalia que a Nota Verde – como é chamado o ranking -terá reflexos na saúde, no clima e também no bolso do consumidor, que, guiado pela avaliação, poderá optar por adquirir veículos mais eficientes, que consomem menos combustíveis e poluem menos. Ele diz que, em 2010, devem ser feitos mais melhorias ao instrumento, como a inclusão de motos, ônibus e caminhões.

CLIMA – Para a secretária de Mudanças Climáticas do MMA, Suzana Kahn, que também participou da apresentação do novo ranking, a Nota Verde é uma forma de a população se engajar na questão do aquecimento global, que será discutida neste mês em Copenhague, durante a Convenção do Clima da ONU.

Fonte ZAP