Arquivo da tag: Imagem

Carro blindado – Vendas aumentam – O número de carros blindados no país bateu recorde pelo quarto ano consecutivo

carros-blindados-aumento-nas-vendas-inseguranca-foto
Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) revela que o número de carros blindados no país bateu recorde pelo quarto ano consecutivo. Em 2013, 10.156 veículos receberam a proteção. O número é 21,13% maior que em 2012, quando 8.384 carros foram blindados. Em 2011 e em 2010 foram blindados, respectivamente, 8.106 e 7.332 carros. A pesquisa contou com a participação de 31 blindadoras associadas à entidade e que representam 70% da produção total de veículos blindados no país.Para o presidente da Abrablin, Laudenir Bracciali, “a sensação de insegurança cada vez maior em todo o país é o fator principal que explica o aumento da procura pelo serviço. Com medo diante da violência urbana, muitos cidadãos, inclusive, substituem o investimento em um modelo de carro mais luxuoso por um modelo um pouco mais simples, mas com a segurança da blindagem”, afirma.Empresários do setor concordam e ressaltam a necessidade de o cidadão buscar alternativas de proteção. “A blindagem automotiva cresceu consideravelmente no país porque tem ocupado o buraco na segurança deixado pela falta de ações efetivas de combate à criminalidade por parte do setor público”, afirma Fábio Rovêdo de Mello, diretor da Concept Blindagens, sediada em São Paulo. “A estabilidade no preço do serviço ao longo dos últimos dez anos também foi mais um fator que impulsionou o setor”, diz o executivo da empresa que blindou cerca de 750 carros em 2013.No ranking divulgado pelo levantamento com os estados que mais blindaram veículos em 2013, São Paulo lidera, com pouco mais de 63,04%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 12,18%. Os outros três estados que compõem o “Top 5” são do Nordeste: Pernambuco (6,37%), Ceará (5,94%) e Bahia (2,84%).

Os quase 10% restantes do universo blindado estão distribuídos por estados de todas as regiões brasileiras: Amazonas, Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba.

“Essa distribuição ilustra que a insegurança é um sentimento geral, não mais regionalizado, como acontecia há alguns anos”, diz Bracciali.

Perfil de quem blinda

A pesquisa da Abrablin, que também traz o perfil do usuário de blindagem, mostra que cresce a participação das mulheres no setor. O sexo masculino predomina com 57% do total de usuários, mas as mulheres aumentaram sua participação. Em 2013, elas representaram 43%. Em 2012, somavam 42,5% do setor e em 2011, 35%.

“Elas estão assumindo cada vez mais o seu papel de destaque no ambiente profissional e corporativo, o que lhes garante condição financeira para investir em segurança por meio da blindagem ou até receber o blindado como benefício pelo cargo que ocupa”, explica o diretor da Concept. No ano passado, 38% dos carros blindados na empresa foram para o público feminino.

Por faixa etária, os homens que mais recorreram à blindagem automotiva (23%) foram os que tinham de 30 a 39 anos, mesma faixa e porcentagem percebida no público feminino. Em 2012, a faixa etária masculina foi a mesma, mas, entre as mulheres, a blindagem se concentrava mais na faixa entre 40 e 49 anos.

Do universo total dos usuários, 70% é formado por executivos/empresários; 15% artistas/cantores; 8% juízes; e 7% políticos.

Carro elétrico brasileiro – O “Obvio! 828E” tem produção prevista para 2015

obvio-foto-carro-eletrico-brasileiro-imagem
Após várias tentativas malsucedidas desde 2002, o empresário Ricardo Machado (foto) tentará novamente criar um carro elétrico brasileiro, que será chamado Obvio! (exclamação inclusa) e não será vendido para consumidores finais.O modelo de negócios envolverá uma união com a fabricante paranaense de buggies de luxo Wake Motors, o que resultou na criação da empresa DirijaJa. Curiosamente, o Obvio! 828E (nome completo do modelo) não será posto à venda, o que faz com que não seja afetado pelos impostos IPI e ICMS, que encarecem o veículo. Todos os Obvio! farão parte da frota da própria DirijaJa e serão alugados para empresas de estacionamentos.Após investimento de R$ 44 milhões, o veículo deverá começar a ser produzido no final de 2015 e alugado para empresas que quiserem utilizar os veículos em suas frotas ou para estacionamentos que aluguem os carros para usuários comuns, que poderão devolver os veículos em quaisquer estacionamentos conveniados, de forma similar ao que ocorre na Europa. A reserva e checagem da disponibilidade de veículos poderá ser feita por meio de apps para smartphones.

Este programa de car sharing será implantado, inicialmente, em Curitiba e no Rio de Janeiro. Eventualmente o programa será expandido para São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Caxias do Sul.

Batidas – Carros deve ser retirados da rua imediatamente após acidente

batida-de-carros-foto-imageA retirada, ou não, de um veículo da pista em caso de colisões leves é um questionamento antigo de muitos condutores cearense. Seja por omissão ou por desconhecimento das leis de trânsito, diversos motoristas cometem a infração de não adotar providências para remover o carro do local do acidente, gerando congestionamentos de minutos (e até horas!) em vias de Fortaleza.Mas, afinal, o condutor pode ou não remover o veículo da pista? A resposta depende da natureza do acidente. Em caso de colisões leves e sem vítimas, o carro deve sim ser retirado do local, conforme orienta a Autarquia Municipal de Trânsito (AMC). Já em acidentes com vítimas, o veículo pode ser removido apenas sob orientação de um agente policial.Nas colisões simples, o indicado é que as partes entrem em um acordo e liberem a via de imediato. Entretanto, muitos optam por aguardar a AMC ou a Perícia do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), apesar de não ser necessário, em caso de negociação. O longo tempo de permanência dos veículos na pista acaba favorecendo os extensos engarrafamentos na cidade, já que as viaturas demoram, em média, 40 minutos para chegar ao local.“O Código de Trânsito diz que o condutor envolvido em colisão sem vítima deve liberar a via. Ele tem a obrigação de retirar o carro, porque o interesse coletivo se sobrepõe ao particular. Em seguida, os envolvidos negociam em relação aos danos”, explica o chefe de operações da AMC, Disraeli Bezerra. O Juizado Móvel também pode ser acionado, em caso de necessidade de formalizar um acordo.

Perícia

Mas, conforme o Detran, a retirada do veículo do local sem a marcação do posicionamento do carro dificulta a realização da perícia, caso acionada. “O que a perícia do Detran tem combinado com a AMC é que seja feita a marcação onde os carros estavam posicionados para que a perícia possa fazer o trabalho dela. A demarcação pode ser feita por um dos dois órgãos”, informa a assessoria do Detran.

Os envolvidos tem de aguardar, então, a equipe que chegar mais rápido ao local. “As vezes o Detran demora duas horas, em razão do engarrafamento, mas outras vezes pode chegar em 30 minutos, depende muito”, acrescenta.

Infração

Caso o motorista se recuse a retirar o veículo da via após a marcação, será autuado, terá de pagar multa de R$ 85,13 e perderá quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação. Conforme estabelece o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), há infração média para o condutor que deixa de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.

“Se não remover, a infração é bloquear a via. Às vezes as pessoas ficam discutindo, ligam para os parentes, enquanto os carros estão parados no meio da rua, prejudicando toda a coletividade. Tudo por causa de um simples dano material, que pode ser negociado”, conta Disraeli Brasil.

O CTB leva em consideração a retirada do carro, principalmente, com o objetivo de evitar um mal maior. Por exemplo, uma colisão traseira cujos veículos bloquearam a faixa da esquerda de uma via de trânsito rápido gera freadas bruscas ou diminuição acentuada de velocidade, ocasionando outras possíveis colisões e congestionamentos desnecessários.

“Só em Fortaleza ainda existe essa prática de não retirar o veículo depois de uma colisão leve. É uma coisa absurda. Em todas as cidades, independente da retirada ou não do carro, logo que acontece o acidente fica claro saber quem teve a culpa ou não”, reclama o chefe de operações da AMC.

A dúvida que fica nos condutores, em razão do impasse entre a AMC e o Detran, pode ser respondida pelas seguradoras de veículos. O corretor de seguros Valdir Queiroz garantiu que não é obrigatório deixar o carro na via. Em batidas leves e sem vítimas, a orientação é a mesma do Código de Trânsito, ou seja, os veículos envolvidos devem ser retirados, de imediato, para liberar o tráfego, sem necessidade de documentação oficial dos órgãos de trânsito.

De acordo com Queiroz, o segurado precisa conseguir o maior número de informações sobre o outro envolvido no acidente, como nome completo, endereço e placa do carro. “Também é preciso anotar o endereço onde aconteceu a colisão e fazer um Boletim de Ocorrência com a versão pessoal, caso a seguradora solicite. Nem todas pedem, mas é bom garantir”, explica.

Segundo disse, no Rio de Janeiro e em São Paulo a prática já é normal e deve ser seguida pelos moradores de Fortaleza. “Sou corretor dos mais antigos, e oriento dessa forma”, completa.

Número de acidentes

Segundo a AMC, foram registrados mais de 10 mil acidentes nas ruas de Fortaleza em 2013. Destes, 50 contabilizaram mortes, 3.923 com feridos e 7.102 sem vítimas. Os acidentes mais comuns são colisões traseiras, laterais e transversais.

o-que-fazer-em-acidentes-para-quem-telefonar

Audio A3 Sedan 1.4 turbo – Modelo Attraction custa R$ 99,9 mil; completo, vai para R$ 120,8 mil

audi-a3-sedan-turbo-foto-imagemTrês meses após lançar o A3 Sedan no Brasil, a Audi amplia a oferta do modelo com a versão 1.4 TFSI, que chega por R$ 94,8 mil na configuração básica e R$ 99,9 mil na opção Attraction. Os valores são significativamente inferiores aos do modelo dotado de motor 1.8 TFSI, que começa em R$ 113,7 mil.Principal redutor no preço do A3 Sedan, o motor 1.4 TFSI (turbo com injeção direta de combustível) rende 122 cavalos de potência e 20,4 kgfm de torque, ante os 180 cv e 25,5 kgfm do bloco de 1,8 litro. Segundo a Audi, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e chega à velocidade máxima de 212 km/h (o 1.8 registra 7,3 segundos e 235 km/h, respectivamente). O câmbio é o mesmo S-tronic de sete marchas e dupla embreagem.

Equipamentos de destaque no A3 Sedan 1.4 TFSI são a direção eletromecânica Servotronic, controle de estabilidade (ESP), airbags frontais, laterais e para os joelhos do motorista; computador de bordo, volante multifuncional, vidros laterais e traseiros com isolamento térmico e sistema ISOFIX para cadeirinhas infantis.

O modelo ainda pode ser incrementado com pintura metálica/perolizada (R$ 1.000), Pacote Style (sensor crepuscular e de chuva, teto solar panorâmico “Open Sky”, retrovisor interno antiofuscante e sensor de estacionamento traseiro por R$ 10 mil) e Rádio MMI com sistema de navegação, por R$ 9,9 mil. Completo, o A3 Sedan 1.4 TFSI sai por R$ 120,8 mil.

O porta-malas leva 425 litros e há 12 opções de cores para a carroceria: Branco Amalfi, Preto Brilhante, Vermelho Brilhante, Marrom Beluga, Cinza Dakota, Prata Gelo, Branco Geleira, Cinza Monção, Azul Scuba, Vermelho Shiraz, Vermelho Misano e Preto Fantasma. Confira abaixo a tabela completa da linha A3 no Brasil:

– A3 Sportback 1.4 TFSI: R$ 90,6 mil
– A3 Sedan 1.4 TFSI: R$ 94,8 mil
– A3 Sportback Attraction 1.4 TFSI: R$ 95,9 mil
– A3 Sedan Attraction 1.4 TFSI: R$ 99,9 mil
– A3 Sportback 1.8 TFSI: R$ 112,4 mil
– A3 Sedan 1.8 TFSI: R$ 113,7 mil
– A3 Sport 1.8 TFSI: R$ 115,8 mil
– A3 Sportback Ambition 1.8 TFSI: R$ 125,1 mil
– A3 Sedan Ambition 1.8 TFSI: R$ 126,4 mil

audi-a3-sedan-turbo-foto-imagem-traseira

Twingo – Nova geração do compacto tem motor de 3 cilindros na traseira

twingo-foto-imagem
O Salão de Genebra começou nesta terça-feira (4), na Suíça, com novidades mundiais para o setor automotivo. Em seu primeiro dia reservado para a imprensa, a Renault iniciou as apresentações fazendo a estreia da nova geração do Twingo. Em entrevista ao G1, a fabricante descartou a venda do compacto no Brasil.

Mantendo linhas compactas presente em versões anteriores, o carro foi totalmente modificado e recebeu motor na traseira. Entre as outras fabricantes, também já foram mostradas a nova versão esportiva do Honda Civic, o Type R, além de a Audi ter revelado a atualização do TT.

twingo-interior-foto-imagemTwingo “se reinventa”

Destaque da Renault no evento suíço, o Twingo chega a sua terceira geração. De acordo com a empresa, apesar de ganhar 13 cm a mais na cabine, o modelo ficou 10 cm menor – comprimento máximo do carro é de apenas 2,2 metros.

A grande novidade do hatch, porém, está no local de acomodação do motor. Ao invés de ficar na dianteira, como a maioria dos carros atuais, a nova geração do Twingo traz propulsor fixado na traseira.

Com esta solução, o objetivo da fabricante foi deixar as dimensões externas do carro compactas e aproveitar o máximo possível o interior do Twingo.

São duas opções de motores, ambas de três cilindros: a primeira de 999 cc de 70 cavalos com motor aspirado e outra turbo de 898 cc e 90 cavalos.

twingo-foto-imagem-salao-de-genebra-2014

Opala Comodoro 1978 – Empresa tem ciume do carro – Quando você possui um carro antigo, está preservando sua história

foto-opala-comodoro-1978-imagem

Deise Floriano tem o seu Opala desde 2011. ‘Eu também o levo em encontro de carros antigos, onde eu era a única mulher por muito tempo. Com certeza, alguns acham que não é meu’, afirma. (Foto: Deise Floriano/VC no G1)

Guardiã de um Opala. É como se vê a empresária Deise Floriano, de 26 anos, moradora de Ibirama, SC. Dona de um Opala Comodoro 1978, de quatro cilindros, ela diz que tem o carro como um filho. “Sou muito ciumenta. Eu mesma lavo, posso passar o dia fazendo isso. Só eu o dirijo. De vez em quando, deixo o meu pai pegar, no máximo”, conta. E tudo isso tem uma razão. “Acredito que quando você possui um carro antigo, você está preservando sua história, originalidade, e está em suas mãos conservar essas lendas”, afirma.

O interesse de Deise por carros antigos vem de família. Ela conta que seu irmão é apaixonado por Fuscas e Kombis. Porém, ela nunca se deu bem com esses modelos. “Tentei dirigir um Fusca. Não tinha nenhuma experiência em conduzir um carro antigo e não deu certo. Não consegui. Mas quando peguei o Opala, foi amor à primeira vista”, conta.

Mas, como em toda relação, surgiram percalços no caminho. “Foi um desafio muito grande ‘aprender’ a dirigir o Opala. Ele não tem direção hidráulica, é grande. Tanto que eu coloco uma almofada para conseguir alcançar os pedais, já que tenho só 1,57m. Todo mundo que tem o carro desta série reclama que ele é grande, até quem é bem mais alto que eu. Não facilita”, relata.

Para conseguir ter um Opala só para ela, Deise foi buscar o seu carro na cidade de Curitibanos, SC, em 2011. O veículo já restaurado ficava em exposição em uma concessionária da General Motors e era a combinação perfeita para a jovem. “Ele é exatamente do mesmo ano de inauguração dessa concessionária. Para comemorar os 20 anos de funcionamento, eles restauraram o carro todo”, conta. Ela só precisou fazer alguns ajustes para deixá-lo como novo. “Tem uns detalhes nos emblemas que eu mesma pintei. Já que não achei para comprar, coloquei a mão na massa“, conta.

foto-opala-comodoro-1978-vermelhoA cor da lataria também é outro ponto curioso da história deste Opala. Deise descobriu, com a ajuda de um fórum de amantes de Opalas no Paraná, que a tinta imita a coloração laranja que começou a ser usada para pintar modelos que saíram somente no ano de 1979. “Eles me disseram que a cor é de 1979, mas que é muito parecida com a de 1978. Então nisso eu não quero mexer. Pode ser que eu nunca encontre um tom tão parecido. A lataria está boa”.

Sobre a quilometragem, o odômetro só registra 78 mil quilômetros. Deise acredita que não seja o número correto. “É pouco. Mas dizem que quando o Opala chega em uma quilometragem, ele zera”. A suposição da jovem pode ser a correta, confirma o colunista de carros do G1, Denis Marum. “O odômetro deste carro realmente pode ter ‘virado’, ou seja, ele rodou até o fim e começou a marcar novamente”, relata.

Deise também suspeita que o motor 4 cilindros foi trocado em algum momento da vida de seu Opala, mas não tem como confirmar. “Quando comprei, disseram que era o original. Tentei descobrir, mas não consegui”, lamenta.

O amor pelo Opala também uniu Deise ao noivo Fabrício Adami. Eles já se conheciam antes e a garota sabia que Fabrício compartilhava a mesma paixão. “Ele só comprou um do modelo Diplomata, ano 1991, de 6 cilindros, quando começamos a namorar. Existe uma briguinha entre amantes de Opalas 4 cilindros e 6 cilindros. Então, a gente também tem uma pequena rusga por causa disso”, brinca.

Ao sair com o veículo, Deise diz que chama a atenção. “Aqui na minha cidade, que é pequena, eu saio com o Opala para ele ‘passear’, para não deixá-lo parado. E as pessoas se espantam”. Mas ela faz questão de mostrar o seu xodó e quebrar os padrões. “Eu também o levo em encontro de carros antigos, onde eu era a única mulher por muito tempo. Com certeza, alguns acham que não é meu”, afirma.

O primeiro carro 4g do mundo – Audi S3 Sportback – Foto

foto-audi-s3-sportback-o-primeiro-4g-do-mundoSerá lançado nesta semana no mercado europeu o Audi S3 Sportback. O modelo conta com um módulo wireless em seu painel que permite a utilização de chips 4G.

Com isso, todos os ocupantes do veículo podem se conectar a uma conexão de internet de alta velocidade enquanto fazem uma viagem, por exemplo.

Além disso, o próprio computador de bordo do carro também estará conectado à internet trazendo várias informações relevantes ao motorista.

Quem estiver dirigindo o Audi s3 Sportback poderá acessar informações do Google Street View e Earth, além de dar uma espiada no seu perfil do Twitter ou Facebook utilizando comandos de voz.

O sistema deverá ser instalado também em outros veículos da montadora alemã em breve. Nos EUA, os compradores deverão determinar qual a operadora de celular que irão utilizar no momento da compra do veículo.

Ainda não há uma previsão oficial para o lançamento de carros 4G no Brasil, mas com a lerdeza que as operadoras por aqui montam as suas redes é inútil ter muita pressa.

Além do alto custo, o carro não iria rodar conectado por muito tempo.

Kia Soul off-road – Motor é capaz de gerar 165 cavalos de potência

foto-kia-soul-off-road-imagemProjetado para ser uma prévia de uma possível versão off-road do Kia Soul com tração integral, o modelo tem um estilo familiar, mas adota um para-choque dianteiro revisado, assim como o revestimento de plástico do corpo.Também podemos ver um bagageiro de teto novo, laterais mais esportivas e rodas de liga leve com pneus maiores. Completando as mudanças estão o aumento da altura e as maçanetas das portas.O modelo provavelmente seria oferecido com um motor 2.0 litros GDI de 165 cavalos de potência e 20,9 mkgf de torque. Ele provavelmente estaria conectado a uma transmissão de seis velocidades e um sistema de tração nas quatro rodas obrigatório.

Bugatti Veyron – Multicampeão do boxe Floyd Mayweather posa ao lado do seu carrão

foto-do-carro-bugatti-veyron-do boxeador-floyd-mayweather-imagemFloyd Mayweather não se importa em gastar dinheiro. Atleta mais bem pago do mundo, o multicampeão do boxe mundial já mostrou que gosta de carrões caros e potentes. Nesta semana, ele publicou nas redes sociais uma foto com uma de suas máquinas, antes de sair para dar uma volta.

– Indo levar meu Bugatti Veyron para dar uma volta – publicou Mayweather, posando ao lado do carrão.

A máquina de Floyd Mayweather custa cerca de US$2.400.000. É o carro de fábrica mais rápido do mundo, com 1200 cavalos de potência, e pode atingir a velocidade final de 415km/h.

Com 44 vitórias – 26 por nocaute – e sem nenhuma derrota na carreira, o boxeador Mayweather é considerado um grande astro do esporte e recebe cerca de US$ 90 milhões (R$ 191,5 milhões) por ano.

Detentor de oito títulos mundiais, sua última luta foi no começo de maio, quando derrotou Robert Guerrero através da decisão unânime dos jurados. Ele volta ao ringue em setembro para o duelo diante do mexicano Canelo Alvarez.

Ford Mustang 1967 dirigido pelo ator Nicolas Cage no filme “60 segundos” é vendido por US$ 1 milhão

foto-ford-mustang-eleonor-carro-do-filme-60-segundos-nicolas-cage

A casa de leilões norte-americana Mecum, especializada em automóveis clássicos, leiloou no último domingo (19) o Ford Mustang 1967 dirigido pelo ator Nicolas Cage em “60 Segundos”, lançado em 2000 como releitura do filme homônimo de 1974. O clássico esportivo, que no longa é chamado de “Eleonor”, foi arrematado por US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,03 milhões).

O Ford Mustang “Eleonor” teve inúmeros clones no filme, usados nas cenas de perseguição nas quais o carro vai sendo destruído após batidas e saltos – o esportivo faz parte de uma série de veículos a serem roubados pela gangue de Memphis Raines, interpretado por Cage. O modelo que foi a leilão, de número de série 7R02C179710, é o original, único que não fora aniquilado.

foto-ford-mustang-eleonor-carro-do-filme-60-segundos-nicolas-cage-imagem

Construído pela Cinema Vehicle Services (CVS), o Mustang é equipado com um motor V8 de 400 cavalos, acoplado a uma transmissão manual de quatro marchas. As rodas e a pintura especial caracterizam o Mustang “Eleonor”, que teve várias réplicas produzidas ao redor do mundo.