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Moto resgata nome de sucesso utilizado na alta cilindrada. Modelo CB 160R Hornet foi revelado na Índia e tem motor de 14,5 cavalos.

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A Honda lançou nesta quinta-feira (10), na Índia, a inédita CB Hornet 160R. Apesar de utilizar nome de sucesso no passado na alta cilindrada, essa “nova Hornet” não tem nada a ver com a antiga moto que saiu de linha para a entrada da CB 650F. A CB Hornet Indiana tem uma proposta urbana e utilitária, com um visual agressivo.

Seu motor tem 1 cilindro e 162,7 cc, que rende 14,5 cavalos de potência a 8.000 rpm e câmbio de 5 marchas.

Seu visual lembra o do conceito CX-01, apresentado em 2014 e desenvolvido totalmente na Índia.

A CB Hornet 160R tem freios a disco nas duas rodas e faz uso de sistema combinado de freios, como a CG 160 brasileira. Painel digital e luz de LED na lanterna também estão presentes.

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Edição Honda S660 terá produção limitada em 660 unidades

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Para comemorar o lançamento do S660 no mercado japonês, a Honda irá lançar o carro com uma edição limitada em 660 unidades chamada CONCEPT EDITION, que virá equipada com pintura em branco perolado, bancos com estofamento em couro em dois tons e cores diferentes, deixando cinza claro para o banco do motorista e escuro para o do passageiro.

O teto retrátil de tecido será vermelho Bordeaux, os retrovisores externos virão pintados em preto e branco e, nas janelas das portas, a Honda aplicou um material que repele a água chamado Ultra Glass Coating NEO. No volante, manopla de câmbio e nos bancos, a costura vem combinando na cor vermelha.

A edição especial tem ainda placa numerada individual da versão e tela central do sistema de entretenimento e informação. O carro virá com o mesmo motor de três cilindros turbo que desenvolve 63 cv do modelo normal e transmissão manual de seis marchas com tração traseira ou, como opcional, transmissão de sete marchas CVT.

Líder de desenvolvimento do esportivo de 310 cv da Honda, Hisayuki Yagi

foto-imagem-hondaHisayuki Yagi é o líder de desenvolvimento global do hatch mais rápido da Honda – o Civic Type R, lançado durante o Salão de Genebra, na Suíça. Os números do modelo impressionam: são 310 cavalos de potência, velocidade máxima de 270 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos. O executivo conta como foi criar e desenvolver o carro e revela que outros carros da marca seguirão o caminho do esportivo. “O consumidor pode esperar por mais motores turbo em linhas de produção da Honda”.foto-imagem-hondaVocê pode contar um pouco sobre o processo de criar e desenvolver o novo Civic Type R?

Ele foi desenvolvido de uma forma completamente diferente da maneira que desenvolvemos carros de produção em massa. Normalmente, nós já sabemos que existe um mercado e é claro que nós tentamos atingir esse mercado. Sendo assim, nós não sabemos como será o consumidor do Type R. Esse é o carro que nós gostaríamos de expressar o nosso DNA. O conceito do Type R é de um carro de corrida que também pode ser dirigido em ruas urbanas. Esse conceito sempre esteve em nosso sangue. A proposta é completamente diferente de um carro normal de produção. Até porque esse é realmente um carro de alta performance.

O que mudou no Type R comparado ao Civic tradicional?

Para ser objetivo, a performance dinâmica, que está em um nível completamente diferente neste carro.

O motor poderia ser mais potente? A marca escolheu que o carro tivesse menos potência para poder andar nas ruas?

É claro que tecnicamente é possível ter mais cavalos, mas não fazia sentido ter mais potência no motor se isso não oferecesse uma performance dinâmica melhor. São 310 cavalos – é o melhor equilíbrio com a melhor performance em um carro e foi por isso que nós escolhemos essa especificação.

Manter a tração dianteira foi difícil?

Esse foi um dos itens desafiadores para a Honda por ser a primeira em veículos de tração dianteira. Ser rápido em uma pista de corrida com carro de tração dianteira é muito difícil e muito desafiador. É claro que é mais fácil para veículos com tração nas quatro rodas ou com tração traseira. Então, esse foi um dos desafios para a Honda. Criar o carro que tenha a máxima performance de tração dianteira no mundo.

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Quantas unidades a marca pretende vender?

Nós vamos vender quanto o cliente quiser [risos]. Não há limites. Quanto mais o cliente quiser o carro, mais nós iremos produzir.

O modelo vem para o Brasil?

Se os brasileiros quiserem o Civic Type R, nós iremos considerar.

Esse 2.0 é o primeiro turbo da linha Type R. Veremos mais motores turbo da Honda?

O meu papel é desenvolver o carro e não tomar decisões estratégicas relacionadas ao negócio. Mas você pode esperar mais motores turbo em linhas de produção da Honda no futuro. Sempre depende da demanda da região de onde queremos trabalhar. Se fizer sentido por legislação ou por comportamento de direção usar motores turbo, iremos fazê-lo. Se não, utilizaremos essas tecnologias em motores aspirados. Nós, é claro, escolheremos a melhor solução. Iremos produzir quando houver demanda.

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Novo honda Fit

foto-imagem-fitA Honda confirmou nesta sexta-feira, 4 de abril, o lançamento do novo Fit no final de abril. Lançado em 2001, o modelo chega a sua terceira geração com design mais esportivo, mais moderno e bem equipado.

O carro será vendido em quatro versões de acabamento (DX, LX, EX e EXL), com opção de transmissão manual ou automática do tipo CVT (continuamente variável). Visualmente, o Fit inaugura a nova identidade visual da marca, que será aplicada nos futuros lançamentos da Honda. Frente a seu antecessor, os faróis ficaram menores, a grade frontal foi completamente redesenhada (a peça, aliás, é exclusiva do modelo nacional) e as lanternas agora têm uma extensão que envolve parte das colunas “C”. No geral, o carro perdeu um pouco o ar de minivan, graças ao design mais esportivo.

O interior também foi completamente renovado, adotando traços mais retilíneos. A versatilidade continua sendo uma de suas marcas registradas, com o sistema de rebatimento do banco traseiro ULT (Utility Long Tall), agora incluindo o modo “Refresh“, que permite reclinar totalmente os bancos do motorista e do passageiro da frente.

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O Fit chega às revendas somente na motorização 1.5 i-VTEC, entregando até 116 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 15,3 mkgf a 4.800 rpm se abastecido com etanol. O conjunto, que já era utilizado no modelo anterior, passou por várias melhorias, incluindo aumento da taxa de compressão, comando de válvulas redesenhado e redução no atrito e no peso, aumentando o torque em baixa rotação e melhorando os números de aceleração e consumo. Ele também traz a tecnologia Flex One, que dispensa o reservatório de partida a frio.

A marca ainda não divulgou a lista completa dos itens de série e opcionais, mas revelou que as versões EX e EXL terão sistema de som com rádio AM/FM e tela LCD de cinco polegadas, integrando Bluetooth, câmera de ré, reprodução de arquivos nos formatos MP3 e WMA e entradas auxiliares P2 e USB. Já a versão LX terá rádio AM/FM com entrada USB. Direção com assistência elétrica e cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes fazem parte da lista de equipamentos de série para todas as versões.

O novo Fit terá sete opções de cores, incluindo a inédita tonalidade metálica Azul Netuno. Assim como no antigo modelo, a garantia será de três anos sem limite de quilometragem. Os preços variam entre R$ 49.900 no Fit DX com câmbio manual e R$ 65.900 no Fit EXL com transmissão CVT.

Veja abaixo a lista de preços da linha Fit 2015:

Honda Fit DX (manual): R$ 49.900
Honda Fit DX (CVT): R$ 54.500
Honda Fit LX (manual): R$ 54.200
Honda Fit LX (CVT): R$ 58.500
Honda Fit EX (CVT): R$ 62.900
Honda Fit EXL (CVT): R$ 65.900

Fotos do Vezel, novo suv da Honda estreia no Brasil em 2015

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A Honda finalmente pôs fim ao mistério que rondava seu novo SUV. Batizado de Vezel, o utilitário foi apresentado nesta quarta-feira, durante o Salão de Tóquio, no Japão. O modelo chegará às lojas nipônicas já no dia 20 do próximo mês. No Brasil, o carro estreia em 2015, de acordo com fontes ligadas à marca ouvidas pela reportagem de Autoesporte.

O ano para a estreia não poderia ser mais de acordo. Em 2015, o mercado de SUVs no Brasil estará particularmente acirrado. É quando a Renault lançará o Captur e a Peugeot trará o 2008, para ficar em apenas dois exemplos. Neste mesmo ano, a Honda inaugurará uma nova fábrica em Itirapina, no interior de São Paulo. Embora a montadora não confirme oficialmente, o Vezel deve contar com um lugar reservado na planta. O veículo é construído sobre a mesma plataforma do novo Fit e utiliza conjunto mecânico semelhante ao irmão menor, o que ajuda a viabilizar a produção local, uma vez que a nova geração do compacto será lançada no próximo ano no Brasil.

O Vezel é alimentado por um bloco 1.5 de 132 cv de potência com injeção direta de gasolina. No Japão, o utilitário ganhou uma versão híbrida, que combina o propulsor 1.5 com um motor elétrico. Apesar de não ter divulgado dados de desempenho, a fabricante promete entregar um veículo de direção dinâmica e com baixo consumo de combustível, em ambas as versões.

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E o estranho nome, ao contrário do que possa parecer, não é uma palavra existente. Trata-se da junção dos termos “veículo” e “bezel”, este último definido como “a pequena face do corte de uma gema preciosa”, nas palavras da própria Honda. “Assim como uma gema brilhante mostra uma diferente característica dependendo do ângulo de vista, o Vezel oferece valor e apelo crossover multifacetado”, arrematam.

Esteticamente, o Vezel se destaca pelos vincos marcados na carroceria. Nas palavras da própria marca, o modelo traz linhas que remetem a um cupê. Por dentro, a promessa é a de um carro espaçoso e confortável para todos os ocupantes. Nas medidas, o jipinho tem 4,295 de comprimento, 1,770 de largura e 1,605 de altura.

Mais detalhes do Honda Vezel serão divulgados em 19 de dezembro, véspera da chegada às revendas japonesas. (Colaborou Aline Magalhães)

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Novo SUV deve se chamar CR-U da Honda

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Uma das estreias mais aguardadas para o Salão de Tóquio de 2013, com abertura prevista para a próxima sexta-feira (22), é o novo SUV compacto da Honda. Apresentado como carro-conceito (foto) em Detroit, no início do ano, o modelo deverá chegar ao mercado em 2014 como CR-U.

A informação foi veiculada pelo site Honda and Acura Fans, que menciona a produção do utilitário na China já a partir de 2014. A tendência, porém, é de que o nome CR-U seja adotado em todos os mercados do planeta.

Apesar de a montadora ainda não dar detalhes oficiais sobre o fato, a expectativa é de que o futuro Honda CR-U também seja fabricado no Brasil.

Carro com sensor de colisão – Honda anuncia sistema para impedir colisões traseiras

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A Honda desenvolveu uma nova tecnologia que vai ajudar a prevenir acidentes no tráfego pesado das grandes cidades. O City-Brake Active System está pronto para chegar aos carros da companhia e opera apenas em velocidades inferiores a 28 km/h. Seu principal objetivo é evitar colisões de trânsito em cidades, quando é normal que o motorista, distraído, acerta a traseira do veículo da frente.

O sistema funciona identificando riscos iminentes de batidas através de sensores, que monitoram a distância entre os carros, além de dados em tempo real sobre seu comportamento dinâmico, como velocidade, rotação do motor, aceleração e índice de frenagem. A tecnologia da Honda tem recursos para prevenir que, em uma fila de pedágio ou num estacionamento, por exemplo, um aumento de velocidade súbito cause um acidente.

A ferramenta funciona na faixa que vai da imobilidade aos 9 km/h. Quando o sistema observa que o motorista pisou muito fundo no acelerador, e há um carro a menos de 4 m à frente, são emitidos avisos visuais e sonoros. Como último recurso, o sistema consegue diminuir a potência do motor entregue às rodas motrizes para reduzir a aceleração e impedir a colisão.

Conectividade, preço e praticidade – Honda revela subcompacto desenvolvido para a “geração Y”

foto-honda-gear-carro-subcompacto-para-geracao-Y
honda-gear-concept-foto-imagemCuriosamente a Honda escolheu o Salão Internacional de Montreal, no Canadá, e não o de Detroit, nos Estados Unidos, para lançar um novo carro-conceito bem inovador (os dois salões acontecem simultaneamente). Chamado de Honda Gear Concept Study Model, o carro tem um design bem jovem e foi inspirado nas engrenagens de bicicletas. O subcompacto tem como objetivo agradar a “geração Y”.

 

Para isso ele une características como simplicidade, praticidade e personalidade com o que mais identifica a “geração y”: conectividade.

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“Carros subcompactos são práticos, normalmente, divertidos por serem velozes, mas são muito caros para os compradores da ‘geração Y’. O Gear Concept oferece tudo o que jovens urbanos e compradores mais exigentes gostariam ter em um carro”, afirma o diretor de design da Honda Américas, Dave Marek.

N-One da Honda compacto econômico – Carro gasta 1 litro de combustível a cada 27 km

Honda N-One (Foto: Divulgação)

A Honda anunciou que começa a vender, a partir desta sexta-feira (2), no Japão, o compacto N-One. Com pequenas medidas, o modelo tem quatro portas e é impulsionado por motor 3 cilindros de 660 cilindradas capaz de gerar 64 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque. Em conjunto com câmbio automático do tipo CVT, o veículo possui consumo médio de 27 km/l de combustível. Segundo a fabricante, seu desempenho é semelhante ao de um motor 1.3. O N-One custa a partir de 1.150.000 ienes, equivalente a US$ 14.358,85.

 

Interior do Honda N-One (Foto: Divulgação)

Com opções de tração dianteira ou integral, o modelo possui uma série de sistemas eletrônicos, como assistente para subidas (hill climb), assistente de estabilidade, airbag do tipo cortina e sistema de absorção para impactos de pedestres.

A marca disponibiliza onze cores para o N-One, que pode levar até quatro passageiros.

Painel do Honda N-One (Foto: Divulgação)

Carros autônomos – Veículos que dirigem sozinho estarão no mercado até 2019

Daqui a apenas sete anos, as pessoas não precisarão mais controlar os volantes dos próprios veículos, pois os carros autodirigíveis – nos quais você define uma rota e se recosta confortavelmente no banco, sem precisar fazer nada – já estarão no mercado. A previsão consta em uma pesquisa da consultoria KPMG e do Center for Automotive Research, e diz respeito ao mercado norte-americano.

Recentemente, inovações importantes como as realizadas pelo Google – que testou um carro do tipo com um deficiente visual – fizeram o conceito de um carro que dirige sozinho soar mais palpável e tecnicamente viável. Pesquisados a serviço da companhia norte-americano já fizeram o protótipo autônomo rodar mais de 370 mil km.

Todos os grandes nomes do mercado automotivo – Toyota, Nissan, Volvo, Honda, Hyundai e outras – estudam recursos semelhantes.

“No começo do século21, a indústria parece estar à beira de uma mudança revolucionária. A revolução, quando vier, será movida pelos carros autônomos, que dirigem sozinhos. E isso pode acontecer antes do que você espera”, dizem os autores do estudo.

Porém, para que isso aconteça serão necessárias algumas mudanças na atual tecnologia, alerta o estudo, afirmando que as ferramentas baseadas em sensores terão que evoluir e se fundir com as já disponíveis nos protótipos autodirigíveis.

A pesquisa completa pode ser lida aqui.