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Protótipo do hatch fez testes dinâmicos na pista alemã. Marca pretende que o novato seja até 30 segundos mais rápido que o antecessor

A Mini aproveitou as 24 Horas de Nürburgring, na Alemanha, para revelar – ainda em forma de protótipo – o Mini Cooper John Cooper Works GP.

O hatch apimentado fará sua estreia oficial no final deste ano e começa a ser vendido em 2020, em edição limitada a 3.000 unidades

O GP tem kit aerodinâmico mais agressivo que na versão JCW, com saias e difusores de ar redesenhados e uma enorme asa traseira. As caixas de rodas são mais largas para abrigar as bitolas dianteira e traseira maiores.

Apesar de ainda estar na fase de desenvolvimento, a Mini afirma que o carro será pelo menos 30 segundos mais rápido que seu antecessor ao completar o traçado de Nürburgring.

Ou seja, podemos esperar uma volta em menos de oito minutos – se aproximando do recorde conquistado pelo Honda Civic Type R (7m43s8).

O coração do GP será o 2.0 turbo de quatro cilindros a gasolina, que entregará “mais de 300 cv”, de acordo com a montadora britânica.

Provavelmente será o mesmo motor do JCW, mas com ajustes como turbo maior e novos sistemas de resfriamento e escape.

Montadora quer que a nova geração do hatch seja referência em conectividade

A Volkswagen tem novos planos para o Golf. De acordo com fontes do Automotive News Europe, a montadora pretende começar a produção em setembro e apresentar a oitava geração do seu icônico hatch médio em outubro.

Os projetos da Volkswagen para o novo Golf passaram por algumas idas e vindas. A ideia original era mostrá-lo no Salão do Automóvel em Frankfurt, que tradicionalmente acontece em setembro. Mas o plano foi deixado de lado para que o foco do evento seja o novo ID, primeiro modelo da linha de veículos totalmente elétricos. Posteriormente, falhas eletrônicas teriam feito com o que seu lançamento fosse adiado para fevereiro, o que foi negado.

A intenção da Volkswagen é que a nova geração do hatch seja referência na indústria quando se trata de conectividade do painel — o que envolve muitas linhas de código, o trabalho de dezenas programadores e diversos bugs no sistema.

Dentre as facilitações prometidas está um app que permite que o motorista destranque as portas com uma chave digital, acionada via celular.

 

Donos de versões do hatch reclamam que sistema de 9 polegadas oferecido como opcional não funciona com aplicativos de mapas, como promete anúncio

As centrais multimídia são um dos maiores argumentos de venda de automóveis novos atualmente, pois entre vários benefícios está o uso de aplicativos como Waze ou Google Maps espelhados na tela do equipamento.

Mas proprietários de Fiat Argo 1.0 e 1.3 dizem que não têm esse benefício depois de comprar o opcional da marca que possui a tela de 9 polegadas.

“O kit que equipa o meu Argo 1.3 Drive 2018 não possui a plataforma Uconnect, presente em outras centrais utilizadas pela Fiat. Por isso, não consigo acessar o Waze ou o Google Maps com o carro em movimento”, explica o engenheiro civil Diogo Bechler, de Belo Horizonte (MG).

Assim como Diogo, vários donos alegam que escolheram essa central porque viram anúncios da Fiat que falavam dessas vantagens.

“Quando comprei o equipamento, uma das coisas que eu mais queria era usar o Waze na tela sem mexer no celular. O pior é que eu soube que o funcionamento da central de 7 polegadas é diferente”, conta o empresário Eduardo Roberto Fama, de Registro (SP), dono de um Argo 1.0 Drive 2018.

Reclamações como essa começaram em meados de 2018, quando a Fiat deixou de oferecer para o Argo 1.0 e 1.3 a central multimídia Uconnect de 7 polegadas – que era compatível com Android Auto e Apple CarPlay – e passou a disponibilizar pelo preço de R$ 1.990 como opcional só o equipamento de 9 polegadas, que não dispõe dos dois sistemas operacionais.

Pesquisando no site Reclame Aqui, encontramos cerca de 50 relatos só da central de 9 polegadas.

Para os proprietários que reclamavam, a marca confirmava que se tratava de uma característica do projeto e respondia a todos com o mesmo comunicado:

“O bloqueio das interatividades do smartphone só estão disponíveis com o veículo parado e freio de mão puxado, bem como alguns aplicativos podem estar bloqueados para utilização durante condução do veículo”.

Consultada sobre o caso, a Fiat divulgou a seguinte nota:

“Ressaltamos que as publicidades relacionadas ao Fiat Argo 2019 representam a multimídia de acordo com a que equipa os veículos. Há, no entanto, um acessório multimídia de 9 polegadas que, apesar de guardar similaridade, não é o mesmo componente disponível como opcional de fábrica.”

O povo reclama

“Após a compra, eu percebi como a central de 9 polegadas é cheia de limitações. A pior é não poder usar o Waze, pois não tem o recurso Uconnect.”- Josué Formiga, Pelotas (RS), dono de Argo 1.3 Drive 2018

“A autorizada disse que o aplicativo de navegação funcionaria com o carro em movimento, mas nunca funcionou.”- Carlos A. Grosara Lima, Ceilândia (DF), tem um Argo 1.0 Drive 2018

“Na prática, a central multimídia funciona só como um rádio de 9 polegadas.”  – Eduardo R. Fama, Registro (SP), tem um Argo 1.0 2018

TUDO SOBRE O NOVO VOLKSWAGEN GOL AUTOMÁTICO

É a primeira vez que o Volkswagen Gol ganha câmbio automático de verdade. Esqueça o automatizado I-motion. Descubra tudo sobre o hatch compacto com motor 1.6 de 120 cv e câmbio automático de seis marchas.

Ficha técnica

Motor: Dianteiro, transversal, 4 cil. em linha, 1.6, 16V, comando duplo, injeção eletrônica, flex
Cilindrada: 1.598 cm³
Potências(s): 110/120 cv a 5.750 rpm
Torque(s): 15,8/16,8 kgfm a 4.000 rpm
Velocidade máxima (fabricante): 185 km/h
Câmbio: Automático sequencial de seis marchas
Direção: Hidráulica
Suspensão: Indep. McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)
Pneus e rodas: 195/55 R15
Tração: Dianteira
Carroceria: Hatch, 4 portas, 5 lugares
Comprimento: 3,89 m
Largura: 1,65 m
Altura: 1,47 m
Entre-eixos: 2,47 m
Tanque de combustível: 55 litros
Peso (ordem de marcha): 1.040 kg
Porta-malas (fabricante/Autoesporte): 285/294 litros

Cesta de peças: R$ 3.665,02
Revisões até 30 mil km: R$ 1.249,65
Garantia: 3 anos
Consumo cidade/estrada: 8,0 / 12,1 km/l

Aceleração

0-100 km/h: 11 segundos
0-400 metros: 17,6 segundos
0-1.000 metros: 32,2 segundos
Velocidade a 1.000 metros: 164,1 km/h
Velocidade real a 100 km/h: 96 km/h

Retomada de velocidade

40-80 km/h: 5 segundos
60-100 km/h: 6,2 segundos
80-120 km/h: 7,5 segundos

Frenagens

100-0 km/h: 40,4 metros
80-0 km/h: 25,6 metros
60-0 km/h: 14,7 metros

Veja como fica os preços de Gol e Voyage:

Gol Track 1.0 Manual de 5 velocidades: R$ 44.990
Gol 1.6 Manual de 5 velocidades: R$ 50.780
Gol 1.6 Automático de 6 velocidades: R$ 54.580

Voyage Trendline 1.0 Manual de 5 velocidades: R$ 52.640
Voyage Trendline 1.6 Manual de 5 velocidades: R$ 56.640
Voyage 1.6 Automático de 6 velocidades: R$ 59.990

Baseada na versão Active Pack 1.6 16V com câmbio automático, a série inclui subwoofer de 250W

O Peugeot 208 reviveu a série especial In Concert, que já foi oferecida no hatch há quase dois anos.

Com apenas 250 unidades disponíveis, a novidade oferece um subwoofer de oito polegadas e 250W RMS, além de quatro alto-falantes e dois tweeters da marca italiana ASK.

Esta versão custa R$ 65.490 e será comercializada somente nas cores branca e prata.

O modelo é baseado na versão Active Pack, de R$ 65.640, com motor 1.6 16V flex de 118 cv de potência e 16,1 mkgf de torque, além do câmbio automático de seis marchas.

O pacote de equipamentos tem volante revestido de couro, rodas de liga leve aro 15, controle automático de velocidade, Isofix, câmera de ré e faróis de neblina de série.

Por fim, a central multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas é igual àquela usada nas demais configurações, com conectividade para Android Auto e Apple CarPlay.

Subwoofer de 250W é destaque da série especial In Concert 

 

Hatch ganhou novidades sutis no visual e será vendido em seis versões

O Mini Cooper chegará reestilizado ao Brasil em junho e terá seis versões que partem de R$ 120 mil. O modelo foi apresentado durante o Salão de Detroit e, na prática, tem apenas algumas mudanças sutis no visual. Por aqui, seus preços chegarão a R$ 180 mil.

O hatch continuará sendo importado nas versões com duas e quatro portas. O Mini duas portas chegará nas versões Cooper Exclusive, Cooper S e Cooper Top, enquanto o carro com quatro portas terá as configurações Cooper e Cooper S. A versão mais cara é a John Cooper Works, com apelo bem mais esportivo.

A reestilização trouxe apenas algumas novidades pontuais no visual do carro. A principal novidade no exterior é que a lanterna agora tem luzes de LED que formam o desenho da bandeira do Reino Unido. Por dentro, também há uma nova iluminação que forma a bandeira da terra natal do Mini e a central multimídia finalmente ganhou o sistema Apple CarPlay. Mas, ainda não foi dessa vez que o modelo ganhou o sistema Android Auto. Isso sem falar no logo renovado da empresa.

O hatch pode ser comprado em 13 opções de cores de carroceria e outras 3 opções de pintura de teto. Entre as cores de carroceria, existem 6 tons considerados clássicos (azul, branco, preto, verde, vermelho e cinza), 5 modernos (azul, cinza melting, cinza thunder, laranja e prata), 1 especial (azul lapisluxury) e apenas 1 sólido que não encarece o valor final do carro (cinza moonwalk). Já o teto pode ser pintado na mesma cor da carroceria, de preto ou branco.

Motor e câmbio

Para compensar as novidades discretas no visual, o Cooper também foi renovado debaixo do capô. Isso porque agora há duas novas opções de caixas de câmbio para esse carro. A partir de agora, toda a linha Mini Cooper conta com câmbio automático de dupla embreagem e sete marchas. A única exceção é a versão John Cooper Works, que ganha um câmbio automático de oito marchas. Até a linha anterior, todas as versões eram equipadas com um câmbio automático de seis velocidades.

Já os motores seguem os mesmos: algumas versões têm um 1.5 turbo de 136 cv entre 4.500 rpm e 6.500 rpm e 22,4 kgfm entre 1.250 rpm e 4.300 rpm, enquanto outras ganham um 2.0 turbo de 192 cv entre 5 mil e 6 mil rpm e 28,5 kgfm entre 1.350 rpm e 4.600 rpm.

Versões, preços e ítens de série

Mini Cooper 2 portas

Mini Cooper 1.5 Exclusive – R$ 119.990: bancos esportivos com ajuste de altura, alarme, ar-condicionado, detalhes em preto carbono, computador de bordo, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, faróis e lanternas de neblina, rádio com tela de 6,5 polegadas e Bluetooth, revestimento cinza, tapetes de veludo, travamento automático das portas, volante multifuncional esportivo revestido de couro, rodas de liga-leve de 16 polegadas.

Opcionais: Câmera de ré, sensor de estacionamento, sistema de estacionamento automático com sensores dianteiros, áudio premium, sistema de GPS, teto solar panorâmico e faixas decorativas no capô.

Mini Cooper 1.5 Top – R$ 129.990: adiciona ar-condicionado digital e automático com duas zonas, apoios de braço dianteiros, rodas de liga-leve de 17 polegadas, faróis de neblina em LED, faróis 100% em LED, sistema de concierge e de ligação de emergência, sensores de chuva e crepuscular.

Opcionais: Câmera de ré, sensor de estacionamento, sistema de estacionamento automático com sensores dianteiros, áudio premium, sistema de GPS, teto solar panorâmico e faixas decorativas no capô.

Mini Cooper 2.0 S – R$ 159.990: adiciona faróis adaptativos, ajuste eletrônico de amortecimento, seletor de modos de condução, pacote de iluminação da cabine, head-up display, retrovisor eletrocrômico, sistema de áudio premium, revestimento interno em preto xadrez, volante John Cooper Woorks revestido de couro, aletas para trocas de marchas e tela multimídia com tela de 8,8 polegadas, sistema de GPS, Apple CarPlay e HB de 20 GB.

Opcionais: Faixas decorativas no capô, sistema de estacionamento automático com sensores dianteiros e duas opções de desenhos diferentes para as rodas de 17 polegas.

Mini Cooper 4 portas

Mini Cooper 1.5 – R$ 135.990: Mesmos ítens de série e opcionais da versão Cooper Top 2 portas.

Mini Cooper 2.0 S – R$ 165.990: Mesmos ítens de série e opcionais da versão Cooper S 2 portas e adiciona faróis direcionais 100% em LED.

Mini John Cooper Works 2.0 – R$ 179.990: Mesmos ítens de série da versão Cooper S 2 portas e adiciona bancos esportivos John Cooper Works, faixas esportivas no capô, forro de teto preto, spoiler traseiro, revestimento interno em preto brilhante, sistema de som premium e teto e retrovisores pintados de preto ou vermelho.

Opcionais: sistema de estacionamento automático com sensores dianteiros, rodas de 18 polegadas com dois tons.

Números de venda

As mudanças no visual podem ter sido pontuais, mas o Mini Cooper representa boa parte da estratégia da empresa no Brasil. Isso porque metade das vendas da Mini no Brasil são deste modelo. Em 2017, a empresa emplacou 1.588 unidades no país, o que representa um aumento de 10,6% em relação a 2016. No primeiro trimestre de 2018, foram vendidos 411 carros da britânica no Brasil, o que também representa aumento de 29,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo Julian Mallea, diretor da Mini no Brasil, a expectativa da empresa é de crescer mais uma vez neste ano no Brasil. A meta oficial é de finalizar 2018 com 2 mil carros vendidos, sendo mil unidades do Mini Cooper.

Fomos à pista conhecer de perto a versão topo de linha do novo hatch que concorre com Onix e HB20

O Fiat Argo, que está sendo apresentado oficialmente hoje à imprensa e chegará às lojas nos próximos dias. Hatch pouco menor do que o rival Renault Sandero, o novo modelo nasce com a missão de — sozinho — substituir o Punto, o Bravo e as versões mais completas do Palio (este continuará apenas com motor 1.0). Seus alvos principais são o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, que vêm a ser os dois carros mais vendidos atualmente no país. Os preços começam em R$ 46.800 na versão 1.0 Drive e vão até R$ 70.600 na 1.8 HGT automática.

Ou seja: mesmo com uma linha de produção mais enxuta, a Fiat espera reconquistar o primeiro lugar nas vendas. E, pelo que pudemos perceber neste primeiro contato, o carro tem boas chances de fazer sucesso.

Impressões gerais

De perto, o que primeiro chama a atenção é o rebuscado desenho da grade do radiador. Já a abertura inferior é no estilo colmeia de abelha e vale para todas as versões. A dianteira remete ao atual Fiat Tipo italiano, ou quem sabe, a um Mobi muito melhorado (mas muito mesmo). A traseira tem um quê das novas Alfa Romeo Giulietta, especialmente pela forma das lanternas.

O tamanho é um meio termo do que há na concorrência: são 4 m de comprimento, com 2,52 m de entre-eixos e 1,5 m de altura, números que praticamente empatam com os do antecessor Punto e são bem superiores aos do Palio.

A plataforma, diga-se, também é basicamente a mesma MP1 usada nos Punto, Linea e Doblò. Tem origem nos tempos em que a Fiat fazia projetos juntamente com a Opel mas, para a criação do Argo, foi extensamente modificada em suspensão, direção e aços utilizados, a ponto de a marca dizer que mantém apenas 20% da anterior. A parte elétrica/eletrônica vem do Jeep Compass, com direito a controle de estabilidade ESP.

Com aços de ultra resistência nas colunas, caixas de ar e assoalho, e técnicas de estamparia mais recentes, o monobloco pesa 42 kg a menos que o do Punto.

Para substituir três modelos de uma vez, o Argo sai com três opções de motor: o tricilíndrico 1.0 Firefly (de 77 cv), o 1.3 Firefly de quatro cilindros (109 cv) e o 1.8 E.TorQ (139 cv, ou seja: já com o aumento de potência que o Renegade ganhou em novembro passado).

Na pista, a versão esportiva HGT mostra boa disposição. O Argo, contudo, merecia um câmbio manual melhor. O carro sairá com o velho câmbio manual de cinco marchas em todas as versões. A Drive 1.3 pode vir com a caixa automatizada GSR (ex-Dualogic), enquanto as 1.8 Precision e 1.8 HGT (mesmo nome da versão esportiva do Fiat Brava, lembram?) têm como opção um câmbio automático de verdade: o Aisin AT6, de seis marchas.

Equipado

O bom recheio de opcionais será um dos apelos de venda. Desde o básico Argo 1.0 Drive, há de série sistema start/stop, monitor de pressão dos pneus, ar-condicionado, trava e vidros elétricos e Isofix para prender cadeirinha no assento traseiro. O 1.3 com câmbio automatizado traz ainda “piloto automático” e aletas atrás do volante para trocas de marcha. Já os topo de linha HGT 1.8 vêm com aros de 16 polegadas, couro no volante e uma grande tela multimídia no alto do painel. Não há, porém, GPS (use o do smartphone).

Sensores de estacionamento, câmera de ré, airbags laterais, abertura de portas por aproximação e aros de 17″ são opcionais. E não espere sensores dianteiros ou teto-solar.

Na versão avaliana na Fazenda Capuava, em Campinas (SP), a versão 1.8 HGTagrada pelos detalhes vermelhos que enfeitam os para-choques. A ponteira do escape é cromada e os aros de 17″ enchem os olhos. Por dentro, a boa impressão é dada pelo volante forrado com couro (com uma costura na parte mais alta, como nos carros de rali).

O painel tem um quê de Alfa Romeo moderno, mas os instrumentos vieram da Toro. Sobre o tablier, à moda dos Mercedes C e CLA atuais, os Argo 1.8 trazem a telona multimídia sensível ao toque, de operação bem simples.

O espaço interno é ótimo para um hatch compacto, com destaque para a altura do teto e a área do porta-malas.

Acelerando na pista

Há regulagem de altura e distância — boa! Hora de apertar o botão de partida e ir à luta. No mundo real, motor de 139 cv em um carro de 1.243 kg é pra lá de interessante. Na pista de autódromo, porém, não chega a deixar o “piloto” trêmulo e de olhos esbugalhados.

O que tira muito da emoção é o câmbio manual de cinco marchas que lembra o Palio a cada troca, com aquele trambulador de curso longo e meio esponjoso. A Fiat deveria pegar uma caixa de Gol/Up! e copiar igualzinho. Experimentamos também o automático AT6, que se mostrou bem suave e rápido, seja em drive ou fazendo as trocas manualmente.

É no sinuoso traçado da Capuava que o Argo mostra que o acerto de chão é sua maior qualidade — e o ponto em que realmente se destaca da concorrência. Curva a curva, volta a volta, vamos ganhando confiança e aumentando a velocidade de entrada e saída. Mesmo com um trivial eixo de torção na traseira (nada de multibraço aqui), o carro rola pouquíssimo e apoia bem.

O belo trabalho de suspensão deixou o Argo muito previsível e dócil aos comandos do motorista. Seu limite está nos pneus. E, se tudo der errado, o controle eletrônico de estabilidade está ali para salvar).

Hatch e sedã se alinham a nova identidade visual da fabricante

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Feito para se integrar ao time dos chamados compactos premium, o Sonic esteve presente como hatch e sedã no Brasil entre 2012 e 2014 – apenas dois anos de mercado. Concorrente do New FIesta, suas vendas não decolaram – e ainda seriam prejudicadas por fogo amigo com o sucesso do Onix. Nos EUA, no entanto, ele permanece na ativa, e acaba de ganhar um facelift para a linha 2017, com novo visual e central multimídia compatível com CarPlay e Android Auto.

Por fora, a linha 2017 do Sonic hatch e sedã adota a atual identidade visual da Chevrolet, que estreou na nova geração do Cruze. As mudanças incluem novo capô, faróis com assinatura em LED (que trazem lente, ao contrário da anterior), grade mais elevada, para-choque frontal com abertura de ar remodelada e traseira com lanternas de visual menos “tunado” que a versão hatch do modelo anterior. O para-choque traseiro adota uma inserção de plástico preto na parte inferior e traz linhas mais retilíneas. As rodas podem ser de 15, 16 ou 17 polegadas.

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Embora não tenha liberado as imagens, a marca diz que o modelo adotou interior com um novo painel de instrumentos com velocímetro analógico, levando a crer que o modelo abandonou o painel inspirado em motos – com visual amado por uns e odiado por outros. A maior novidade mesmo é a nova central multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, que agora possui compatibilidade com Apple CarPaly e Android Auto, além de possuir tecnologia 4G LTE, que transforma o carro numa espécie de “roteador” ao dispor de internet sem fio. Com isso, os ocupantes podem conectar seus smartphones e tablets ao carro.

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Entre os equipamentos, destaque para os bancos e volantes com aquecimento, sistema keyless para abertura das portas e partida do veículo. Já a versão RS, de proposta mais esportiva, traz acabamento em black piano, tapete com emblemas da versão e aplique “RS” no volante. O pacote de segurança é formado por sistema de alerta de colisão frontal, controle de estabilidade e tração, sistema park assist, câmera de ré e até 10 airbags.

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Entre os equipamentos, destaque para os bancos e volantes com aquecimento, sistema keyless para abertura das portas e partida do veículo. Já a versão RS, de proposta mais esportiva, traz acabamento em black piano, tapete com emblemas da versão e aplique “RS” no volante. O pacote de segurança é formado por sistema de alerta de colisão frontal, controle de estabilidade e tração, sistema park assist, câmera de ré e até 10 airbags.

Novo Hyundai HB20X Hatch incorpora nova identidade visual da marca; versões ganharam câmbio de seis marchas

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Depois de renovar o HB20, a Hyundai resolveu atualizar o HB20X. O hatch aventureiro sofreu mudanças no design e ganhou as mesmas melhorias de sua versão “civil”, incluindo a adoção de uma central multimídia mais completa e do câmbio de seis marchas tanto na transmissão manual quanto na automática.

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As principais mudanças no HB20X aconteceram na frente, que traz uma nova grade com detalhes cromados que simulam um “quebra-mato” e faróis de neblina com projetores. Na versão Premium, o carro traz faróis com projetores e leds. As rodas de liga leve agora são de 16 polegadas, aumentando a altura livre em relação ao solo para 206 milímetros – 41 milímetros a mais que a versão hatch. A paleta de cores ganhou três novas opções metálicas: Prata Sand, Bronze Terra e Verde Forest, esta última exclusiva da versão aventureira.

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O interior ganhou novas opções de revestimentos e volante com couro perfurado. A versão Premium traz ar-condicionado digital, airbag duplo lateral e espelhos retrovisores com rebatimento automático, além da opção de revestimento em couro marrom. A maior novidade na cabine é a central blueMedia, inicialmente compatível apenas com o Car Link e em breve também com o Apple CarPlay. Por meio dela é possível espelhar via Wi-Fi o conteúdo do smartphone na tela de sete polegadas sensível ao toque.

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Uma exclusividade do HB20X é a oferta de direção elétrica de série. Segundo a Hyundai, algumas melhorias foram realizadas no motor 1.6 Gamma visando a redução do consumo de combustível, como a troca do material das velas de ignição (de níquel para irídio) e a redução do atrito interno nos pistões e anéis de vedação. Outras mudanças realizadas foram a eliminação do reservatório de partida a frio e a adoção de seis marchas tanto na transmissão automática quanto na manual. Como resultado, os números da Hyundai indicam consumo de 8,3 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol no tanque para a versão com câmbio manual, enquanto a opção com transmissão automática registrou 7,1 km/l em regime urbano e 8,7 km/l em percurso rodoviário e com etanol no tanque.

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O novo HB20X será oferecido nas versões Style e Premium. Por R$ 55.395 com câmbio manual e R$ 59.395 se equipado com transmissão automática, a versão Style sai de fábrica com ar-condicionado, direção elétrica (no lugar da antiga hidráulica), rodas de liga leve de 16 polegadas com acabamento diamantado, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura, travamento automático das portas acima de 15 km/h, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e vidros elétricos nas quatro portas.

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Já a topo-de-linha Premium vem apenas com câmbio automático. A lista de itens de série é reforçada com acendimento automático dos faróis, sensor de estacionamento traseiro, banco traseiro bipartido, alarme, volante e manopla do câmbio em couro, maçanetas externas cromadas, ar-condicionado digital, retrovisores com rebatimento automático, faróis com projetos e leds e airbags laterais. Seus preços são de R$ 62.395 sem opcionais e R$ 64.895 com a central blueMedia. Se equipado com os bancos de couro opcionais, a conta sobe para R$ 63.985 e R$ 66.485, respectivamente.

Veja a tabela de preços do novo Hyundai HB20X:

HB20X Style (câmbio manual): R$ 55.395
HB20X Style (câmbio automático): R$ 59.395
HB20X Premium (câmbio automático): R$ 62.395
HB20X Premium (aut. + bancos de couro): R$ 63.985
HB20X Premium (aut. + central blueMedia): R$ 64.895
HB20X Premium (aut. + central blueMedia + couro): R$ 66.485

Hatch apimentado feito no Brasil tem motor de 150 cv, câmbio manual de seis marchas e controles de tração e estabilidade

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O Renault Sandero RS começará a ser vendido no Brasil em setembro com preço inicial de R$ 58.880. O hatch apimentado é equipado com um motor 2.0 de 150 cv e câmbio manual de seis velocidades e relações curtas. Segundo a Renault, com essa configuração o hot hatch de 1.162 kg acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos e tem velocidade máxima de 202 km/h. Fabricado em São José dos Pinhais, no Paraná, este é o primeiro modelo da linha de esportivos da Renault fabricado fora da Europa.

Além das novidades mecânicas, a versão ganhou diferenciais visuais para reforçar o apelo esportivo. Por fora, há para-choque esportivo com luzes diurnas de LED, saída de escapamento dupla com detalhes cromados e imitação de extrator de ar. A cabine ganha pedaleiras cromadas, bancos com desenho exclusivo desta versão e volante de base achatada. Outro diferencial é que o Sandero RS ganhou central multimídia com comandos de voz, uma tecnologia até então inédita nos modelos da marca francesa no Brasil.

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Conforme Autoesporte havia adiantado, o modelo terá um seletor de modo de condução. O motorista poderá alternar entre Normal, Sport e Race, que mudam parâmetros de direção, acelerador e salvaguardas eletrônicas. Em relação ao Sandero padrão, além do novo motor e do visual esportivo, a linha RS é 2,5 cm mais próximo do solo.

O Sandero RS também conta com freios a disco nas quatro rodas, escapamento duplo e novo ajuste de suspensão, além de barra estabilizadora e eixo traseiro mais rígidos do que a versão tradicional. Outro detalhe importante é que esse passa a ser o primeiro Sandero vendido no Brasil com controles de tração e estabilidade. Além de evitar a perda de controle do carro, o sistema também oferecerá um ajuste esportivo para esses controles. A lista de opcionais é enxuta e oferece somente com rodas de 17 polegadas por R$ 1 mil a mais (as originais têm 16 polegadas). Os pneus são sempre 205/45.

Tabelado abaixo dos R$ 60 mil, o Sandero RS quer apimentar, também, a disputa contra o Fiat Punto T-Jet. O hatch é tabelado em R$ 67.010 e conta com motor 1.4 turbo de 152 cv, além de câmbio manual de cinco velocidades.

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