Arquivo da tag: funilaria

10 tipos de cuida da pintura do seu carro

foto-imagem-pinturaTem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas
do calcário de goteiras de prédios. Pode?

Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.

Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.

Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.

Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.

Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.

Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.

É verdade que a cor vermelha “queima” com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.

Funilaria e pintura – Volkswagen lança novo conceito de serviço – Centro de Reparo e Pintura

Funilaria-e-PinturaA Volkswagen inaugura no Brasil novo conceito de serviços de funilaria e pintura, que promete oferecer aos clientes da marca atendimento com alta qualidade e tecnologia, além de preço e tempo competitivos. O novo serviço já está disponível em seis concessionárias da rede: Saga, em Brasília (DF); Copava, em Curitiba (PR); Germânica, em Sumaré (SP); Vox, em Florianópolis (SC); Guaibacar, em Porto Alegre (RS); e Amazon, em São Paulo (SP).

O “Centro de Reparo e Pintura Volkswagen”, como é chamado pela empresa, pode ser incorporado em concessionárias já existentes ou pode ainda ser uma unidade separada fisicamente da loja. O objetivo da Volkswagen é incrementar a capacidade do pós-vendas e a lucratividade na prestação de serviços, além de aumentar a as parcerias com as seguradoras e diversificar seu portfólio de atendimento.

A Volkswagen espera abrir mais 50 centros nos próximos quatro anos. “As oficinas do centro de reparo e pintura serão centros de excelência no reparo automotivo, que contarão com o que há de melhor em tecnologias de produtos, fluxo lógico de processos, equipamentos modernos e profissionais capacitados. Nosso objetivo é apresentar uma oferta de serviços eficientes, com mais qualidade e a custos e prazos competitivos”, comenta Jean Philippe Cheverry, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Volkswagen.

VOLKSWAGEN EXPRESS

Em paralelo, a Volks implementa desde dezembro do ano passado o “Volkswagen Express”, outra ação que visa promover mais satisfação ao cliente e fidelização à marca e à concessionária. Este conceito promete mais agilidade nos serviços, como troca de óleo, de pneus, balanceamento e alinhamento, freios, entre outros que podem ser realizados em até uma hora.

O “Volkswagen Express” já é implementado, segundo a empresa, em três concessionárias paulistanas: Sorana, localizada na Zona Norte; Alta Jafet, na Zona Sul; e Original Penha, na Zona Leste. Fora do Estado de São Paulo, a concessionária Servopa, de Curitiba (PR), também já disponibiliza os serviços rápidos. Até o fim de fevereiro, estão previstas as inaugurações de duas novas unidades: Vox, em Florianópolis (SC), e Comasa, em Assis ( SP). O objetivo da empresa é inaugurar mais 100 “Volkswagen Express” nos próximos quatro anos.

Oficinas especializadas em carros alagados em SP

As fortes chuvas que castigam São Paulo desde o primeiro dia do ano causam transtornos à população e, principalmente, aos motoristas, mas criam um nicho de mercado para prestadores de serviço como mecânicos, lava-rápidos e especialistas em sistemas eletrônicos de veículos.

Cada vez mais, faz parte da propaganda destas oficinas a oferta de um serviço especializado: o de recuperação de carros que foram atingidos por alagamentos. A demanda por este tipo de serviço tem aumentado neste ínício de ano.

O empresário Edgar de Toledo, de 43 anos, tem oficinas de mecânica e funilaria no Imirim, na Zona Norte de São Paulo, e nas avenidas Rebouças e Consolação, na região da Paulista. Nestas duas, ele decidiu estender faixas, anunciando o serviço de recuperação de carros alagados.

“Eu já prestava este serviço havia cinco anos na oficina do Imirim, que tem um espaço maior para receber os carros. Coloquei a faixa na semana com o aumento das chuvas”, disse. Segundo ele, a procura por este tipo de serviço aumentou cerca de 30% em 2010. “No ano passado, recebemos uns nove, dez carros. Só neste período de chuvas já foram 14 carros. E a tendência é aumentar um pouco mais, à medida em que vão conhecendo o serviço. Um fala para o outro e ajuda na divulgação”, afirmou Toledo.

Em suas oficinas, o serviço abrange a parte de tapeçaria, mecânica, elétrica e eletrônica. “Fazemos a parte de limpeza tanto no motor quanto nas partes eletrônicas. Mas qualquer dano mais grave é preciso levar para um especialista. Se o motorista tentou ligar o motor com água dentro dele, os danos são grandes e é preciso levar para uma retífica”, explicou.

Ao prestar este tipo de serviço, o mais importante é saber elaborar o orçamento para poder convencer o cliente. “O preço da mão de obra é fixa, mas tem o custo das peças. Você precisa desmontar tudo, trocar o que for preciso. Por isso, o orçamento tem de ser bem elaborado”,

Na Vila Olímpia, por exemplo, um estabelecimento que funciona como lava-rápido na maior parte do ano vira um centro de recuperação de veículos que ficaram presos em alagamentos nesta época do ano.  No lava-rápido, a limpeza é só da tapeçaria.

Até a segunda-feira (18), o empresário Roberto Forestieri, de 52 anos, dono do lava-rápido, havia sido procurado por 78 motoristas interessados no serviço. Em todo o mês de janeiro em 2009, foram 81 consultas. “Como as chuvas devem continuar, creio que vamos superar esse número de consultas”, disse. Ao menos 30 carros alagados já passaram pelo lava-rápido, quase dois por dia, neste mês.

Uma oficina mecânica no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, por sua vez, se especializou em recuperar módulos eletrônicos de carros alagados. Esses módulos eletrônicos “gerenciam” sistemas importantes do carro, como câmbio automáticotravas elétricas das portas.

Em média, neste período do ano, são ao menos 20 motoristas que contratam o serviço de recuperação. Ao menos, por enquanto, a média vem se mantendo em 2010. “Eu faço o serviço mais complicado. É uma vantagem grande para o cliente que não tem seguro recuperar este módulo. Dependendo do carro, tem módulo que custa R$ 20 mil. E se estragar dois ou três módulos, o seguro pode dar perda total”, disse o empresário Rubens Nogueira Venosa, de 53 anos.

Fonte: G1