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Testamos a nova tecnologia que a FCA usa na fábrica da Fiat no Brasil para reduzir a fadiga dos funcionários

No começo a sensação é de insegurança. Afinal, sentar-se “no ar” é algo que nosso instinto não está acostumado, e o medo de cair acaba atrapalhando.

Mas bastam alguns minutos para se habituar com o exoesqueleto de apoio aos membros inferiores, que estreou no fim de 2017 na linha de montagem da FCA, em Betim (MG), onde são produzidos os carros da marca Fiat.

O exoesqueleto é um dos dez usados para reduzir a fadiga dos trabalhadores em tarefas repetitivas e com ergonomia desfavorável. Cada área exige um modelo específico.

O equipamento testado por QUATRO RODAS, por exemplo, atende os funcionários que fazem a colocação de peças na parte frontal do carro. Ele é usado como se fosse uma mochila.

Molas e amortecedores atrás das coxas e panturrilhas permitem que você possa descansar as pernas ao se agachar, como se houvesse uma cadeira invisível.

“O exoesqueleto não aumenta a força do funcionário, mas reduz a fadiga muscular e o risco de lesões”, explica Cristiano Felix, gerente de saúde e segurança do trabalho da FCA.

Para quem precisa abaixar até 550 vezes em um único turno de trabalho, essa ajuda vem a calhar e elimina a necessidade de grandes adaptações na linha de montagem.

O equipamento de US$ 10.000 também dá um status diferenciado aos aspirantes a Tony Stark brasileiros.

“Ele chama a atenção na linha, e diversos funcionários já pediram para usar o exoesqueleto em suas estações de trabalho”, conta Felix.

Videogame para funcionários

Antes de iniciar a produção de um carro, a FCA testa a linha de montagem do futuro veículo em uma sala de realidade virtual.

Usando óculos especiais e um controle de Nintendo Wii adaptado, é possível identificar antes possíveis dificuldades na colocação de peças e até qual região do corpo do funcionário irá ficar sobrecarregada.

GM – General Motors: Apesar dos lançamentos, previstos para chegarem às lojas entre 2020 e 2021, boa parte dos modelos atuais deverão continuar disponíveis

Após anunciar o investimento de R$ 1,9 bilhão em sua fábrica de motores em Joinville (SC) e 1,4 bilhão em Gravataí (RS), a GM agora afirma que também vai modernizar a unidade produtiva de São Caetano do Sul, em São Paulo. Com o aporte R$ 1,2 bilhão, a capacidade deverá aumentar de 250 mil veículos por ano para 330 mil. Mas não só isso. Novos projetos também deverão sair da linha de montagem, que hoje produz Cobalt, Montana, Onix e Spin.

Segundo Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors no Mercosul, boa parte dos modelos atuais serão mantidos, apesar das novidades. “Vamos popular toda a linha com muitas opções. Então, vamos ter muitos SUVs, muitos sedãs e muitos hatches”, explica. Quanto às picapes? “Só Montana e S10, porque, na nossa visão, não cabe mais que isso”.

Os primeiros lançamentos deverão ser revelados entre 2020 e 2021, de acordo com o executivo. Entretanto, não há planos para veículos menores que o Onix. “Já fizemos vários estudos e, quando você faz essas análises ou olha o segmento, parece que está difícil de fazer sucesso”, afirma. Vale lembrar que, desde o início do ano, tanto o hatch como o sedã Prisma receberam reforços estruturais que já estão disponíveis, inclusive nas opções Advantage.

Em relação às motorizações, a empresa também confirmou novidades para os próximos anos, já que a capacidade produtiva da linha de montagem catarinense saltou de 120 mil unidades anuais para 420 mil. “Hoje, temos alguns motores que produzimos aqui e outros que importamos. Em Joinville (SC), vamos continuar fazendo os propulsores atuais, assim como uma nova família”, diz Munhoz, sem revelar se haverá opções de três cilindros ou turbinadas.

VW começara a fabrica VW jeta no Brasil

foto-imagem-jeta-no-brasilA Volkswagen anunciou nesta segunda-feira, 29 de setembro, a produção do novo Jetta no Brasil. O sedã, que atualmente é importado do México, será fabricado na planta Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Segundo a empresa, a produção local complementará o volume de importação do México, “para que a marca possa atender à demanda do modelo no Brasil”. O montante investido nas adequações na linha de montagem faz parte dos R$ 10 bilhões que a VW investirá no Brasil até 2018. A produção será iniciada no primeiro semestre de 2015, com capacidade produtiva anual de 18 mil unidades.

O modelo produzido localmente, aliás, já deve trazer o novo visual lançado há alguns meses nos Estados Unidos (veja foto na abertura desta matéria).

Para CEO, Audi precisa de clareza sobre as leis antes de decidir sobre fábrica no Brasil

Rupert Stadler fez declarações durante celebração em Puebla, no México

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“Estamos estudando agora alguns detalhes, mas mesmo que o governo não seja muito claro quando se trata de localização, que tipo de partes que elas significam?”, disse Rupert Stadler aos repórteres na cidade de Puebla, no México, depois que a Audi comemorou o início da operação de uma fábrica que vai abrir em meados de 2016, com um investimento de US$ 1,3 bilhões.

“O quadro geral das leis e regulamentos não são transparentes”, acrescentou o CEO da Audi. “Então você não pode dizer agora: ‘Eu vou para o Brasil’, porque você não sabe os detalhes”, afirmou Stadler.

O Brasil é o quarto maior mercado automotivo do mundo e muitas montadoras estão abrindo fábricas por aqui para evitar as tarifas sobre veículos importados. Funcionários da Audi já disseram no passado que a empresa pode adicionar uma fábrica no Brasil.

Segundo a Reuters, funcionários da VW afirmaram em março que eles viram as vendas da indústria automotiva brasileira em 2013, e que o ritmo dos investimentos em fábricas locais depende da demanda. A BMW, “rival” da Audi, anunciou que planeja abrir uma fábrica no Brasil no final de 2014.

Enquanto a Audi tem as aprovações governamentais necessárias para proceder, se quiser, Stadler disse que não vai investir sem mais clareza. “Tem que ficar claro”, disse ele. “Quais são as condições? Qual é o requisito para a localização? Isso é muito complicado, por isso precisa de algum tempo.”

Stadler disse também que a abertura da fábrica de montagem mexicana em três anos não fecha a porta para a fabricação de veículos da marca nos Estados Unidos.”Isso está absolutamente aberto, no futuro, porque sempre depende do que carro que você quer discutir, onde está o principal mercado e se é a estrutura certa”, disse ele.

A VW fabrica carros da marca em sua fábrica em Chattanooga, no Tennessee, mas não monta veículos da Audi nos Estados Unidos.

Carros: Disputa comercial entre Brasil e Argentina deixa veículos parados

A disputa comercial entre o Brasil e a Argentina já deixa sinais dos dois lados da fronteira. Enquanto na alfândega brasileira milhares de veículos aguardam entrada no país vizinho, no lado argentino uma fábrica com 700 funcionários já suspendeu a produção.

Na terça-feira, a maior fábrica de batatas pré-fritas instalada na Argentina, a canadense McCain, confirmou a suspensão de sua produção.

Cerca de 70% das mercadorias da companhia são destinadas ao mercado brasileiro. A decisão da empresa, que tem 700 trabalhadores, foi tomada após a informação de que o Brasil havia suspendido, na semana passada, a importação de gêneros alimentícios argentinos.

O bloqueio brasileiro foi interpretado como uma represália às barreiras do país vizinho aos seus produtos.

A BBC Brasil entrou em contato com a McCain, que disse estar em contato com “as autoridades argentinas para achar uma solução ao problema”.

No setor empresarial, estima-se que cerca de trinta caminhões com mercadorias argentinas estão parados apenas em um dos pontos fronteiriços, na localidade de Santo Tomé, na Província de Corrientes.

Brasil ‘endurece’

As disputas entre os dois países estão, nesta terça-feira, entre as principais notícias do dia na mídia argentina . O jornal Clarín afirmou que o Brasil “endureceu” sua postura e, assim como a Argentina, decidiu aplicar licença prévia para liberar alguns produtos, que podem ficar até 60 dias parados na fronteira.

Em muitos casos, os produtos exportados estão entre as principais atividades de economias regionais da Argentina, como as maçãs produzidas nas províncias de Rio Negro e de Neuquén, na Patagônia. Por isso, analistas temem que a medida afete o ritmo dessas economias.

Antes do bloqueio brasileiro, as autoridades argentinas haviam impedido o desembarque de automóveis importados do Brasil, segundo informou a agência Dyn de notícias.

“São cerca de 30 mil automóveis parados no porto de Zarate, na província de Buenos Aires, esperando autorização do secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, para o desembarque”, afirmou-se, na semana passada.

O setor automotivo é o principal na balança comercial bilateral e a lista deste comércio bilateral inclui ainda alimentos, combustíveis e outros.

Disputa intensa

A disputa comercial foi intensificada este ano apesar das reuniões realizadas entre autoridades e empresários dos dois países, como o recente encontro entre Moreno e empresários argentinos e brasileiros, em São Paulo.

Analistas econômicos das consultorias Abeceb.com e Ferreres e Associados ressaltam que as freqüentes barreiras comerciais têm dificultado um fluxo de comércio que poderia ser ainda maior.

Em 1991, o comércio entre Brasil e Argentina era de cerca de US$ 3 bilhões e no ano passado foi de US$ 39 bilhões. Os argentinos, no entanto, reclamavam do constante deficit nesta balança comercial, registrado apesar da desvalorização do peso frente ao real (um real vale cerca de dois pesos).

Em abril deste ano, o comércio bilateral entrou em equilíbrio – meta buscada pelas autoridades argentinas e que teria sido resultado, segundo especialistas, das barreiras comerciais impostas por Buenos Aires.

As disputas entre os dois países na área comercial não são novas. Economistas argentinos ressaltam, no entanto, que elas foram intensificadas este ano já que o governo da presidente Cristina Kirchner tenta reduzir o déficit comercial e a saída de dólares do país.

“Os superávits comercial e fiscal foram os dois pilares da economia argentina desde que Nestor Kirchner (2003-2007) chegou à Presidência. Mas agora por problemas de administração interna, esses pilares estão enfraquecidos. O governo tenta resolver esses problemas com barreiras comerciais e controle de dólares, mas só agrava a questão”, disse o ex-presidente do Banco Central, Martín Redrado, crítico da atual gestão.

Importar e exportar

O argumento do governo argentino é o de que “para importar é preciso exportar”. Com a medida, pretende-se estimular a indústria local. Em muitos casos, porém, falta insumos importados à produção, como afirmou o economista Maurício Claveri, da Abeceb.

O novo ambiente de disputas comerciais ocorre em um momento no qual os industriais argentinos temem que a desvalorização do real, registrada nos últimos dias, afete ainda mais a competitividade dos produtos argentinos.

Ao mesmo tempo, o Brasil é o principal sócio comercial argentino e por isso autoridades, analistas e empresários acompanham atentamente o desempenho da economia brasileira.

Eles interpretam que se a economia brasileira vai bem, mais produtos argentinos poderão ser exportados para o mercado vizinho – principalmente quando as atuais barreiras forem levantadas. O mesmo não ocorrerá, no entanto, se a economia brasileira desacelerar.

Fiat Bravo 2010 em testes

Novo hatch médio terá pré-lançamento no Anhembi

A grande atração da Fiat para o Salão está confirmada: trata-se da versão nacional do Bravo. A montadora mineira ainda não definiu a data de chegada do carro às lojas (há possibilidade até de que seja ainda neste ano), mas já decidiu que fará um pré-lançamento de seu novo hatch médio na mostra que vai acontecer de 27 de outubro a 7 de novembro no Anhembi, em São Paulo.

Diversas unidades do modelo circulam com pouca camuflagem pelos arredores da fábrica de Betim (MG), como atestam as fotos de nosso colaborador Marlos Ney Vidal. A previsão é de que o modelo seja apresentado em duas versões, uma com motor E.torQ 1.8 16V de 132 cv e outra com o 1.4 16V T-Jet de 152 cv.

Espera-se que o Bravo nacional mantenha o elevado padrão de acabamento e equipamentos da versão europeia, afinal, ele terá de enfrentar por aqui nada menos que Ford Focus, Hyundai i30, Citroën C4 e companhia. A Fiat ainda não decidiu o futuro do Stilo, mas é provável que ele sobreviva numa versão de entrada, já que o Bravo virá num patamar superior de preço.

Fonte: AutoEsporte

Flagra do Idea Camuflado

Monovolume roda em testes em MG e chega renovado no Salão do Automóvel

Pronta para lançar o Punto 2011, a Fiat corre agora com os ajustes finais de outro lançamento, o renovado Idea, um dos modelos que mais vai mudar em sua linha 2011. O monovolume deverá ser apresentado oficialmente ao público no Salão do Automóvel, em São Paulo e chegará com uma frente totalmente nova. Alem disso, será o primeiro carro nacional a trazer lanternas de led de fábrica.

Conforme mostra a projeção no rodapé da página, feita por João Kleber Amaral, o modelo irá ganhar nova grade, seguindo o padrão da Fiat, como no Punto e no Bravo. O para-choque ganhará novas linhas e frisos cromados, assim como na lateral do carro. O motor 1.8 da GM será substituído pelo novo e-TorQ 1.6 16V, que estreia antes no Punto.

Os flagras feitos pelo nosso colaborador Marlos Ney Vidal aconteceram na região de Betim (MG), onde está a fábrica da Fiat. Coberto por uma camuflagem mais leve, o carro começa a mostrar suas novas linhas, principalmente no farol, que será arredondado.

Fonte: AutoEsporte

Novo Classic segue para concessionárias sem disfarces

Sedã da Chevrolet começa ser vendido no início do próximo mês

Uma cegonheira sai atrás da outra e todas elas carregadas com um lançamento. Foi nesse ritmo que a portaria da General Motors do Brasil passou a madrugada desta quinta-feira (25), na fábrica de São Caetano do Sul, SP. É que a montadora começa a distribuir nas concessionárias o novo Classic, sedã aguardado há dois anos, com reestilização semelhante ao do modelo chinês.

Conforme Autoesporte informou há algumas semanas, o lançamento do carro acontece entre o fim de março e o início de abril, mês que o carro começa ser vendido nas concessionárias da marca de todo o país. De acordo com fontes ligadas à montadora, a idéia é manter o preço de entrada do carro, que é de R$ 26.500.

O visual passa a ser o mesmo da antiga geração do Sail, que foi desenvolvida na China e é vendida em países como o Chile e o Peru. O novo modelo segue sendo fabricado na linha de montagem do ABC Paulista, onde foram feitos todos os testes de homologação do automóvel.

Fonte: AutoEsporte