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Luxuoso esportivo traz um poderoso 4.0 V8 biturbo de 550 cv e 78,5 kgfm e vai aos 100 km/h em 3,9 segundos e aos 318 km/h de máxima

Esqueça tudo o que você ouviu sobre energia limpa e downsizing. Aqui, slogans como “menos é mais” são uma heresia. Afinal, o papo é sobre ostentação. Isso porque a Bentley apresentou a terceira geração dos luxuosos modelos Continental GT e Continental GT Convertible. A linha Continental GT, que havia herdado motorização V8 em janeiro do ano passado, recebeu atualização nos propulsores para ficarrm ainda mais eficientes.

Os modelos chegam no último trimestre do ano para o mercado norte-americano por preços que vão de US$ 203.825 para a versão cupê, algo como R$ 774 mil; e US$ 223.675 para a variante conversível – ambos na conversão direta. Enquanto sua chegada para outras regiões é prevista para o primeiro trimestre de 2020.

Apenas como referência, o Bentley Continental GT V8 de segunda geração é vendido no Brasil por R$ 925 mil. Enquanto a configuração conversível tem etiqueta de preço de R$ 1.3 milhão.

Os extravagantes veículos não devem nada, ou quase nada, aos GT tradicionais servidos de propulsores 6.0 W12 – e que chegarão depois. Isso porque os carros equipados com os novos V8 são quase tão rápidos quanto os W12.

A nova dupla esconde debaixo do capô um poderoso e atualizado motor 4.0 V8 biturbo de 550 cv e 78,5 kgfm com tecnologia de desativação de quatro cilindros (uma bancada) para economia de combustível. O câmbio é um ZF de oito velocidades e a tração é integral.

Mas se o motorista estiver com pressa o carro pode ir aos 100 km/h em 3,9 segundos, e chegar aos 318 km/h de velocidade máxima, na versão cupê. Já o conversível, imagine, leva módico 0,1 segundo a mais para fazer a mesma prova de aceleração. Quem repara?

Além disso, os veículos produzidos artesanalmente em Crewe, na Grã-Bretanha, exibem exclusivas rodas de 20 polegadas de liga leve, um sutil emblema V8 estampado na lateral, e, como era de se esperar, um acabamento sublime no interior.

Todo tecnológico, o Continental GT traz ainda suspensão ativa e atuadores eletrônicos que neutralizam o rolamento de carroceria. E seu interior é de fazer inveja aos carros mais luxuosos da BMW e Mercedes-Benz.

O refinamento interno do grand touring pode ser observado em elementos feitos de materiais naturais, como couros da mais alta qualidade e folheados raros, feitos a partir de fontes sustentáveis.

Os bancos de couro são ajustáveis em dois sentidos e estão disponíveis em quatro opções de tonalidades. Eles harmonizam com todos os elementos folheados de madeira, e demais itens contrastantes na cabine. Os clientes podem ainda escolher entre uma gama de oito cores de revestimento do teto.

Além do avançado painel de instrumentos todo digital, o painel principal exibe também uma tela multimídia sensível ao toque de 12,3 polegadas. Ambos os carros possuem sistema de áudio de 650 watts de potência com 10 alto-falantes.

Ser dono de um motor V8 em meio à uma espécie que tem por hábito esconder debaixo do capô um motorzão 6.0 W12 pode até parecer um desatino. Mas com tanta elegância, o importante mesmo é não perder a majestade.

Novo HB20 1.6 Spicy automático versão com visual mais esportivo

foto-imagem-hb20-spicyO Hyundai HB20 Spicy representa uma etapa intermediária no processo de transição pelo qual a linha HB está passando atualmente. Lançada há quase três anos, a família de hatch, sedã e aventureiro está prestes a ganhar cara nova. Afim de já preparar terreno para a próxima versão, que terá visual mais esportivo – além de queimar algumas unidades do estoque, claro – a Hyundai criou a versão Spicy.

A variante é oferecida em todas as configurações de motorização, mas apenas para o hatch. Seu preço parte de R$ 45.050 (motor 1.0 e câmbio manual) e chega aos R$ 54.145 da versão avaliada (motor 1.6 e câmbio automático). Criada a partir da configuração Comfort Style, a Spicy tem diferenciais estéticos no exterior (que tentam aumentar o ar de esportividade do carro) e alguns itens de série superiores aos da versão em que se baseia. Pelos itens, cobra R$ 680 a mais.

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Impressões ao volante

O casamento entre o motor 1.6 flex de 128 cv e 16,5 kgfm com o câmbio automático de quatro marchas é bastante bom. O resultado é um carro que dificilmente deixa o motorista na mão. Apesar disso, a opção da Hyundai por um câmbio com poucas marchas prejudica o HB20 nos resultados em nossa pista de testes. O hatch precisou de 11 segundos para chegar a 100 km/h, mais lento do que Volkswagen Fox 1.6 automatizado e ligeiramente mais rápido do que o Fiat Palio 1.6, que também tem uma caixa automatizada. Na retomada de velocidade de 40 a 80 km/h, o HB20 precisou de 5,8 segundos, e na de 60 a 100 km/h, de 6,4 segundos. No geral, essas médias também são piores do que as dos rivais.

O conforto, porém, é garantido. O motorista encontra boa posição para dirigir e o volante, apesar de fino, tem boa empunhadura. A suspensão tem ajuste macio, que preza pela suavidade no rodar. Mesmo não sendo firme, não transmite insegurança em curvas. O acesso aos comandos do ar-condicionado e à tela multimídia ao centro do painel é bom, mas o sistema de entretenimento poderia ser mais avançado. Nesta versão, os passageiros contam até com transmissão de TV digital, mas não há sistema de GPS, que seria básico para uma tela com tantas funcionalidades.

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Custo-benefício

Os diferenciais que mais chamam atenção no Spicy são os que alteram o visual do exterior. A versão especial adiciona um kit aerodinâmico esportivo, saias laterais, grade dianteira, difusor de ar e retrovisores pintados de preto e rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas na cor grafite, além de acabamento fosco na moldura das portas.

Em relação à versão em que se baseia (Comfort Plus), ela adiciona à cabine apenas bancos de couro preto com costura cinza aparente e comandos de áudio no volante, além do principal destaque, que é a central multimídia sensível ao toque com TV digital.

Vale a compra?

Sim. Apesar de a versão mais esportiva não oferecer melhor desempenho – apenas novidades estéticas -, o HB20 Spicy tem boa relação de custo-benefício em comparação à versão Comfort Style, na qual se baseia. Por R$ 680 a mais, o consumidor leva um carro com bancos de couro e central multimídia, itens que muitas vezes são mais caros caso comprados separadamente. Além disso, em comparação às versões esportivas de outros hatches, a do HB20 é a mais acessível. Para quem quer um ar de esportividade, é uma boa alternativa.

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HONDA REVELA O NOVO HANDA CIVIC 2016

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O Salão de Nova York foi o palco escolhido pelaHonda para revelar o visual da próxima geração do Civic. Apresentado ainda sob a forma de carro conceito, a décima geração do sedã tenta resgatar o DNA esportivo da marca perdido nas últimas gerações do Civic. Basta olhar para a dianteira agressiva, os parachoques robustos, a carroceria cheia de vincos e o spoiler traseiro para perceber que o modelo de fato voltou às origens.

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Segundo a montadora, além do visual arrojado, o carro terá uma dinâmica ainda mais afiada. Ele será construído sobre uma nova plataforma global e estreará o novo motor 1.5 VTEC, com turbo e injeção direta desenvolvido pela marca. O quatro cilindros será oferecido em conjunto com o câmbio manual de seis marchas ou a caixa CVT, de relações continuamente variáveis. Com isso, a Honda espera melhorar as médias de consumo e emissões do carro, sem abrir mão do desempenho e da esportividade.

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É a primeira vez que o desenvolvimento global do sedã e do coupé são liderados pelo time de engenharia e design da Honda dos Estados Unidos, alocados em Los Angeles e Ohio, respectivamente. O novo Civic deve chegar ao mercado norte-americano no segundo semestre deste ano, com uma linha composta pelo sedã, coupé, hatchback e pelas versões esportivas Si e Type R. No Brasil, a novidade deve chegar um pouco depois, quase na metade do ano que vem.

Por aqui, o motor 1.5 a gasolina será convertido em flex para equipar as versões mais caras do modelo. Esse motor pode gerar até 204 cv, mas a Honda usará um ajuste mais brando. O câmbio CVT também será adotado, inclusive para casar com o motor 1.8, nas configurações de entrada da linha. A dupla acaba de estrear sob o capô do HR-V, tendo um rendimento de 139 cv com etanol e 140 cv com gasolina.

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Líder de desenvolvimento do esportivo de 310 cv da Honda, Hisayuki Yagi

foto-imagem-hondaHisayuki Yagi é o líder de desenvolvimento global do hatch mais rápido da Honda – o Civic Type R, lançado durante o Salão de Genebra, na Suíça. Os números do modelo impressionam: são 310 cavalos de potência, velocidade máxima de 270 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos. O executivo conta como foi criar e desenvolver o carro e revela que outros carros da marca seguirão o caminho do esportivo. “O consumidor pode esperar por mais motores turbo em linhas de produção da Honda”.foto-imagem-hondaVocê pode contar um pouco sobre o processo de criar e desenvolver o novo Civic Type R?

Ele foi desenvolvido de uma forma completamente diferente da maneira que desenvolvemos carros de produção em massa. Normalmente, nós já sabemos que existe um mercado e é claro que nós tentamos atingir esse mercado. Sendo assim, nós não sabemos como será o consumidor do Type R. Esse é o carro que nós gostaríamos de expressar o nosso DNA. O conceito do Type R é de um carro de corrida que também pode ser dirigido em ruas urbanas. Esse conceito sempre esteve em nosso sangue. A proposta é completamente diferente de um carro normal de produção. Até porque esse é realmente um carro de alta performance.

O que mudou no Type R comparado ao Civic tradicional?

Para ser objetivo, a performance dinâmica, que está em um nível completamente diferente neste carro.

O motor poderia ser mais potente? A marca escolheu que o carro tivesse menos potência para poder andar nas ruas?

É claro que tecnicamente é possível ter mais cavalos, mas não fazia sentido ter mais potência no motor se isso não oferecesse uma performance dinâmica melhor. São 310 cavalos – é o melhor equilíbrio com a melhor performance em um carro e foi por isso que nós escolhemos essa especificação.

Manter a tração dianteira foi difícil?

Esse foi um dos itens desafiadores para a Honda por ser a primeira em veículos de tração dianteira. Ser rápido em uma pista de corrida com carro de tração dianteira é muito difícil e muito desafiador. É claro que é mais fácil para veículos com tração nas quatro rodas ou com tração traseira. Então, esse foi um dos desafios para a Honda. Criar o carro que tenha a máxima performance de tração dianteira no mundo.

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Quantas unidades a marca pretende vender?

Nós vamos vender quanto o cliente quiser [risos]. Não há limites. Quanto mais o cliente quiser o carro, mais nós iremos produzir.

O modelo vem para o Brasil?

Se os brasileiros quiserem o Civic Type R, nós iremos considerar.

Esse 2.0 é o primeiro turbo da linha Type R. Veremos mais motores turbo da Honda?

O meu papel é desenvolver o carro e não tomar decisões estratégicas relacionadas ao negócio. Mas você pode esperar mais motores turbo em linhas de produção da Honda no futuro. Sempre depende da demanda da região de onde queremos trabalhar. Se fizer sentido por legislação ou por comportamento de direção usar motores turbo, iremos fazê-lo. Se não, utilizaremos essas tecnologias em motores aspirados. Nós, é claro, escolheremos a melhor solução. Iremos produzir quando houver demanda.

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Aceleramos a versão topo de linha do sedã médio, de R$ 96.900, para conferir se vale levá-lo mesmo com a reestilização prestes a chegar ao país

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Quando chegou ao mercado nacional, no segundo semestre de 2013, a atual geração do Ford Focus Sedan topo de linha custava R$ 89.990. Hoje, o mesmo modelo é tabelado em R$ 96.900. Em maio, a reestilização (já) será apresentada e deixará o design sedã médio finalmente alinhado com o portfólio global da montadora. Após o reajuste de 7,2 % no preço e com o novo visual batendo à porta, será que o Focus vale a compra hoje? Confira em nossa avaliação da versão Titanium Plus 2.0 PowerShift.

Impressões gerais

Ao volante, o Focus se garante como um dos sedãs médios com melhor desempenho na categoria, mas preza mais o conforto do que a diversão. Na pista de testes, ele foi de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos, melhor do que os rivaisToyota Corolla (10,4 s) e Honda Civic (9,9 s). Nesse aspecto, o Volkswagen Jetta Highline ainda leva a briga, com 7 segundos no currículo. Apesar da boa cifra, o Focus peca por dispensar as aletas atrás do volante – segundo da marca, uma imposição da matriz. Há opção de trocas sequenciais por um botão na alavanca do câmbio, mas não é o suficiente para aproveitar os 178 cv que o modelo tem a oferecer, disponíveis a 6.500 rpm. Hoje até alguns veículos de entrada, como o novo Fiat Uno, oferecem esse tipo de dispositivo.

Parece até que a Ford tentou compensar a falta de aletas com o acerto da suspensão independente. Somada à estrutura feita de aço alta resistência, ela é garantia de boa estabilidade. Vale lembrar que o controle de tração e estabilidade são de série no veículo e, segundo a montadora, o pacote será melhorado na reestilização, tornando-se capaz de prever uma derrapagem por meio de sensores.

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Apesar de a suspensão ser um pouco durinha demais para enfrentar a buraqueira, o Focus ainda entrega muita comodidade graças à direção elétrica, que facilita manobras em baixas velocidades, mas enrijece conforme a aceleração aumenta. Com 1.414 kg, o Focus Sedan é mais pesado, por exemplo, do que o Civic, que tem 1.298 kg. Mas é importante ressaltar que o Ford tem mais 28 cv para puxar esses 116 kg de diferença. Falando em peso, o motor 2.0 do modelo tem 22,5 kgfm de torque, o que o faz um carro espertinho, embora as trocas do bom câmbio Powershift de seis velocidades possam ser sentidas.

Custo-benefício

Mercado
Seguro: 4,2%
Cesta de peças: R$ 4.793
Revisões até 30 mil km: R$ 1.128
Garantia: 3 anos
Desvalorização: 8,3% ao ano

Nessa versão, que é a topo de linha, o Focus Sedan esbanja itens de segurança. Há seis airbags, controle de tração e estabilidade, assistente de frenagem, assistente de partida em rampa, fixação Isofix para cadeirinhas infantis, freios ABS com EBD, assistente de emergência, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

Os equipamentos de comodidade também não são poucos. Entre eles, há ar-condicionado digital duas zonas, saídas de ar traseiras, ajuste elétrico para o banco do motorista com seis opções de memorização, volante multifuncional, teto solar, acendimento automático dos faróis, sistema multimídia com tela touchscreen de 8 polegadas e GPS, câmera de ré, piloto automático, sensor de chuva e park assist, que estaciona o carro sozinho (recurso fácil de operar). Todos os apetrechos fazem com que o excesso de comandos na cabine o deixem pouco intuitivo no primeiro contato.

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Em termos de consumo, o três volumes deixa a desejar. Na cidade, cumpriu 6,8 km/l, e na estrada, 11,8 km/l. A média ainda é melhor que a do Civic 2.0, que faz 5,9/ 11,9 km/l nos circuitos urbanos e rodoviários, respectivamente. No espaço, o Focus também não é dos melhores. Com 436 litros (aferidos por AE), seu porta-malas é menor do que os do C4 Lounge e do Corolla. Além disso, a traseira caída deixa quem vai nos bancos de trás um pouco apertado.

Vale a compra?

O novo Focus, que chega ao mercado em meados deste ano, promete inovações interessantes, como o novo Sync e controle eletrônico de estabilidade capaz de prever derrapagens. Por isso, quem puder deve esperar por essa compra. Embora a desvalorização possa aumentar com a renovação do modelo, o Focus Sedan atual vale a compra. O design, tecnologia e segurança embarcados não são o suficiente para deixá-lo defasado. Além disso seus números de manutenção são bons, à parte da cesta de peças salgada.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, comando duplo, flex
Cilindrada: 1.999 cm³
Potência: 170/178 cv a 6.500 rpm
Torque: 21,7/22,5 kgfm a 4.500 rpm
Transmissão/tração: Automatizada de seis marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson na dianteira e independente Multilink na traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira na traseira
Pneus: 215/50 R17
Dimensões: Comprimento 4,534 m; Largura 1,823 m; Altura 1,484 m; Entre-eixos 2,648 m
Capacidades: Tanque 55 l
Peso: 1.414 kg
Porta-malas: 436 litros (aferido por Autoesporte)

Esportivo tem nova transmissão de dupla embreagem

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A Hyundai revelou nesta segunda-feira (19) o facelift do Veloster Turbo em seu país de origem, a Coreia do Sul. Há algumas novidades visuais, como mais detalhes prateados na grade frontal, faróis com grafismos sutilmente modificados, faróis de neblina renovados e novos bancos esportivos, com três opções de cor.

No que diz respeito à parte mecânica, está disponível uma nova transmissão de dupla embreagem e sete velocidades, que estreou no recém-renovado i30 turbo. Já o motor que equipa o Veloster turbo é o 1.6 GDi a gasolina, o qual oferece 204 cavalos de potência.

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Esportivo Golf R 400 de 420 cv será lançado no Salão de Frankfurt

golf-r-400-1O Golf R 400 deve entrar em produção já a partir de 2015. Segundo a Car Magazine, o hatch terá características baseadas no conceito apresentado no último Salão de Pequim,, mas com alguns ajustes de aerodinâmica.

Dentre outras adaptações está a inclusão da tração integral e do limitador eletrônico de velocidade. Enquanto que o motor de quatro cilindros deve oferecer 420 cv e 45,89 mkgf de torque.

golf-r-400-2Com uma aparência esportiva, o Golf R 400 traz grade frontal “saltadas”, faróis de LED acompanhados de uma fina faixa amarela. A cor também é marcante no contorno dos bancos em fibra de carbono e couro Alcantara, no revestimento interno, no volante e nas pinças de freios.

A apresentação oficial do Golf R 400 está prevista para o Salão de Frankfurt, Alemanha, e o preço estimado é de 50 mil euros.

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Dodge Charger ganhou visual agressivo e novas ferramentas para ajudar as forças de segurança

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Combater o crime não é tarefa fácil, então a Dodge resolveu dar uma forcinha para os policiais norte-americanos e criou uma edição especial do Charger. Apelidada de Pursuit, que significa “perseguição”, em inglês, o muscle car ganhou visual mais agressivo e fio adaptado para ajudar as forças de segurança dos Estados Unidos.

Baseado no atual Charger e inspirado na versão produzida em 1960, o modelo ganhou saias laterais e mudanças no capô, nos para-choques, grade frontal, conjunto óptico e até nas portas dianteiras. Além disso, para ajudar em perseguições, o muscle car ganhou duas potentes lanternas, uma de cada lado do carro. A Dodge também explica que posicionou o pilar C mais para a traseira do carro para dar um ar de maior esportividade.

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Dentro da cabine, os policiais contam com uma tela de 7 polegadas que passa as informações do painel de instrumentos, e outra de 5 polegadas que dá acesso à central multimídia do carro, com conexão Bluetooth e outras tecnologias. Também foram incluídos novos espaços para acomodar os equipamentos dos policiais.

Debaixo do capô, as viaturas podem levar ou um motor V6 3.6 de 296 cv de potência e 36 kgfm de torque ou um V8 5.7 de 375 cv e 54 kgfm. Na configuração mais potente, o Charger Pursuit chega a 100 km/h em menos de 6 segundos. Equipado com freios a disco com ABS e controle eletrônico de estabilidade, o carro conta com pneus de alta performance de 18 polegadas. Quando o assunto é segurança, entram em cena sete airbags: dois dianteiros, dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista.

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Novo Ford Ranger Sport

foto-imagem-fordAgradar a gregos e troianos não é tarefa fácil, mas parece ser a intenção da Ford Ranger Sport. Isso porque a picape quer entregar a capacidade de carga de picapes médias por um preço inferior e com bom pacote de equipamentos. O objetivo é tentar incomodar as vendas da Chevrolet S10 agradando a um público que mora em grandes cidades, mas viaja para o interior frequentemente.

Por R$ 67.990, a Ranger Sport segue de perto o preço inicial da líder de vendas S10 (R$ 65.890) e promete compensar a diferença nos valores com mais potência e um pacote de equipaments recheado.

Por isso, a picape conta com um motor 2.5 Duratec flex que entrega 173 cv, ou 32 cv a mais do que o motor bicombustível da S10. Esses números fazem dele o quatro cilindros mais potente da categoria. O torque máximo fica na casa dos 24,8 kgfm a 4.250 rpm quando abastecido com etanol e 24,1 a 3.750 giros com gasolina.

foto-imagem-fordA curva de torque com cerca de 20 kgfm desde os mil giros mostra o apetite de picape da Ranger, o que privilegia o desempenho estável em subidas íngremes e mostra disposição para carregar equipamentos pesados na caçamba de 1.800 litros. Mas, o anda e para típico das grandes cidades parece não agradar muito o motor da picape, que registrou 4,9 km/l com Etanol. O câmbio tem engates duros e marchas curtas, especialmente as iniciais. Segundo a montadora, as capacidades de carga total e de imersão chegam a 1.455 kg e 80 cm, respectivamente. As limitações, no entanto, ficam por conta da indisponibilidade de transmissão automática, da versão com cabine dupla e da tração integral.

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Equipamentos

De série, a picape conta com direção hidráulica, ar-condicionado, sistema de som com rádio, leitor de CD e MP3, entrada USB e para iPod, sistema Bluetooth e tela de LCD de 4,2 polegadas. Também há controles de áudio no volante, faróis de neblina dianteiros, piloto automático, ajustes elétricos nos retrovisores e rodas de liga leve de 17 polegadas. A titulo de comparação, a S10 tem ajustes manuais dos retrovisores, rodas de 16 polegadas e apenas preparação para o sistema de som. As concorrentes empatam na oferta de ar-condicionado, direção hidráulica e computador de bordo. Os diferenciais estéticos da Ranger Sport ficam por conta do aplique frontal do pára-choque, faixas adesivas laterais e santo antonio tubular.

Mas, se esta versão pretende ser vendida para moradores de grandes cidades, as restrições das metrópoles se impõem como dificuldades. Apesar do conforto interno similar ao de carros de passeio, a posição de dirigir é bastante elevada e os 5,35 metros de comprimento e 2,16 metros de largura exigem adaptação da noção de espaço do motorista. Além disso, encontrar vagas deste porte em ruas e até mesmo espaço para manobra nas garagens dos prédios é uma tarefa nada fácil. Pelo menos ela é minimizada com a ajuda da direção hidráulica.

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Outra característica das metrópoles que vai na contramão do jeito de ser da Ranger é a quantidade de buracos nas ruas. Não pense que com seu porte avantajado as imperfeições passarão batidas. Muito pelo contrário: em ruas esburacadas a caçamba vazia pula bastante, o que exige que o motorista diminua a velocidade.

foto-imagem-fordPor dentro, a picape segue as linhas dos carros globais da Ford. O painel de instrumentos é de fácil visualização e conta com controle de intensidade das luzes. O acabamento que mistura plástico liso e texturizado é simples, mas bem acabado, e as saídas de ar-condicionado tem ajustes limitados. Já o sistema de som, que agrega diversas funções, se mostra bastante confuso e pouco intuitivo. Além disso, a tela de 4,2 polegadas fica notavelmente desproporcional ao porte do carro e limita o uso do sistema multimídia. Pontos fora da curva para uma picape que pretende agradar também pela conectividade.

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McLaren estaria modelo para ocupar espaço entre P1 e MP4-12C

foto-imagem-mclaren-p1A McLaren estaria preparando um modelo para ocupar o espaço entre o P1 (foto acima) e o MP4-12C, segundo rumores que circulam pelos sites internacionais. O modelo ainda está muito longe de se tornar realidade, mas custaria aproximadamente 400 mil libras quando lançado.Provisoriamente chamado de P15, o novo supercarro da McLaren estaria equipado com um chassi monocoque de fibra de carbono e um motor turbo.

As informações ainda são escassas, mas especula-se que o modelo poderia usar uma versão motor biturbo 3.8 V8 atualmente utilizado no 12C.