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Saiba se vale a pena pagar a mais para trocar o 1.0 aspirado pelo 1.0 turbo

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O Inovar-Auto (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores) tem sido um grande motivador no desenvolvimento de motorizações mais econômicas e menos poluentes ao oferecer abatimentos de impostos para as fabricantes. A Hyundai, por exemplo, lançou o HB20 1.0 com motor tricilíndrico de 80 cv e 10,2 kgfm no ano passado. Neste ano, foi a vez da esperada variante 1.0 turbo aparecer com 105 cv e 15 kgfm. A dupla faz parte da família de hatches que conta ainda com as versões equipadas com motor 1.6 de 128 cv e 16,5 kgfm. Mas, com tantas opções de motores na mesma família,vale a pena investir em um carro equipado com um motor 1.0 turbo?

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Vantagens do turbo no desempenho

A supremacia do HB20 Turbo perante o carro que lhe deu origem não se justifica apenas por sua potência de 105 cv contra os 80 cv do seu primórdio. Mas, principalmente pelo torque de 15 kgfm, bem mais do que os 10,2 kgfm do popular aspirado. Uma força quase igual aos 16,5 kgfm do “Gamma” 1.6. As versões 1.0 abrigam modernos motores “Kappa” de três cilindros 12V, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e injeção multiponto de combustível. Essa força que faz o carro sair da inércia e vencer rampas sem pedir muitas trocas de marchas é o que chamamos de torque.

Agora que você já conhece a característica de cada motor da família HB20, veja como cada um deles se saiu em nossa pista de testes. A unidade equipada com o 1.0 aspirado levou 14,5 segundos para ir de 0 a 100 km/h, contra 10,9 segundos do exemplar com Turbo. Tempo muito próximo, inclusive, dos 10,1 segundos que o 1.6 precisou para completar a prova.

Na retomada de velocidade, outra boa notícia para o turbinado que foi de 60 a 100 km/h em 7,7 segundos. Muito menos do que os 14,5 segundos que o aspirado precisa para recuperar entre as mesmas velocidades, e melhor até mesmo do que o 1.6 que completou o mesmo teste em 10,1 segundos.

A “mágica” acontece porque no HB20 Turbo o torque (além de maior) é entregue mais cedo, logo aos 1.550 rpm. Isso significa que o carro enche o motor mais rapidamente, embora sofra com o efeito turbo-lag – ausência de força com rotações baixas. Na estrada, o HB20 Turbo viaja a 120 km/h com o ponteiro mirando para os 3.800 rpm, enquanto no aspirado a agulha sobe até os 4.100 rpm. Isso também significa menor consumo.

Consumo de combustível

De acordo com as nossas aferições, sempre efetuadas com etanol, o HB20 Comfort Plus 1.0 tem médias de 9,2 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Apesar de serem bons números, não são suficientes para bater o ótimo rendimento do HB20 Turbo, que faz 10,3 km/l em trecho urbano e 12,7 km/l em perímetro rodoviário. De acordo com medição do Inmetro, as médias de consumo do HB20 1.6 com câmbio manual são de 7,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. Ponto para o turbo.

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Seguro, revisões e peças

O pacote com as três primeiras revisões até os 30 mil quilômetros do HB20 1.0 Comfort Plus custa R$ 1.111. Um pouquinho mais do que os R$ 1.180 para revisar o HB20 Turbo Comfort Plus.O mesmo serviço custa R$ 1.231 para o HB20 1.6 Comfort Plus.

Como não muda visualmente, a cesta de peças do HB20 tem um custo médio de R$ 2.882 para todas as versões. O cesto inclui retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro de ar (apenas o elemento), filtro de ar do motor, jogo com quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível.

Já o seguro do HB20 Turbo fica em média R$ 1.950. Menos do que os R$ 2.196 cobrados pela apólice do irmão aspirado e menos também do que o valor médio de seguro do 1.6, orçado em R$ 2.155.

Equipamentos

Apesar de abrigarem motores distintos, os três carros são da versão Comfort Plus e, com isso, suas configurações são praticamente as mesmas. A exceção está nas funções de destravamento automático das portas em casos de acidente e nas maçanetas externas na cor da carroceria, exclusivos do 1.6. Bem como as travas elétricas nas portas e porta-malas com comandos na chave, somente vistos no Turbo (no 1.6 a função não tem comando na chave). No mais, as versões Comfort Plus da tríade HB20 entregam ao consumidor: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, faróis máscara negra, Sistema Isofix, grade frontal com borda cromada, luz de repetição de seta nos retrovisores, rádio c/ Bluetooth, streaming de áudio e MP3 com comandos de áudio no volante. Sem falar dos obrigatórios freios ABS e duplo airbags.

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Nas lojas

Na média, o HB20 Comfort Plus é vendido nas lojas por R$ 42.800 (na cor sólida) e o melhor preço que encontramos, na cidade de São Paulo, foi o de R$ 42.700. Com a opção de cor “Cinza Titânio”, metálica perolizada o valor sobe para R$ 43.900. Valores que podem ser pagos da seguinte maneira:

– 30% de entrada e mais 24 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas sem juros.
– 80% de entrada e mais 36 parcelas sem juros.

O recém-chegado HB20 Turbo tem preço médio nas lojas de R$ 47.672 (na cor sólida) e o melhor preço encontrado foi o de R$ 47.445 (mesmo valor do site). Caso a opção seja por uma cor metálica ou perolizada o preço fica em R$ 47.950. Confira as condições:

– 30% de entrada e mais 12 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 40% de entrada e mais 24 parcelas com 1.26% de taxa ao mês.
– 50% de entrada e mais 24 parcelas com 1.19% de taxa ao mês.
– 80% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.

O HB20 1.6 está sendo comercializado por um preço médio de R$ 49.500 (na cor sólida). O valor mais barato que encontramos foi o de R$ 47.990 e se a opção for a de cor metálica ou perolizada o valor sobe para R$ 48.990. Veja como o modelo 1.6 pode ser pago:

– 60% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 18 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas com 0.69% de taxa ao mês.

Resultado: Vale a pena

No desempenho, na ponta do lápis ou na hora de tirar o dinheiro do bolso, o HB20 1.0 Turbo é a melhor opção da linha. Além do consumo consumo baixo e do torque muito superior ao 1.0 aspirado, o hatch turbinado atende bem às necessidades do uso urbano e rodoviário sem custar o mesmo que o 1.6. O único porém está no efeito turbo-lag, que deixa o carro um pouco enfraquecido nas rotações baixas, mas nada que prejudique seus pontos positivos.

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Destaque Ford New Fiesta entre os hatches premium, ele oferece estilo, desempenho, segurança e muitos equipamentos

foto-imagem-fiestaInaugurada pelo VW Polo em 2003, a categoria dos hatches compactos premium sempre cativou pelo acabamento acima da média e bom nível de equipamentos. Até que a Ford chacoalhou o segmento no final de 2011 ao apresentar o New Fiesta.

Importado do México e com três anos de garantia, ele pegou carona na boa aceitação do New Fiesta Sedan: tinha as mesmas virtudes (dirigibilidade) e defeitos (espaço interno), mas era embalado pelo competente motor Sigma 1.6 16V flex (115/110 cv, álcool/gasolina).

Oferecido na versão única SE, o New Fiesta tinha três pacotes de opcionais: o básico trazia direção, ar, rodas de liga aro 15, som com Bluetooth e trio elétrico. Airbag e ABS só no pacote intermediário, que adicionava a central multimídia Sync, controle de estabilidade e auxílio para partida em rampas. O melhor estava no pacote mais caro: sete airbags, couro, rodas de aro 16, repetidores dos piscas nos retrovisores e leds diurnos no para-choque.

Reestilizado com a cara de Aston Martin, em 2013, ele virou nacional: a versão S oferecia motor Sigma 1.5 16V (111/107 cv), airbag duplo, rodas de aço com calotas, ABS, ar-condicionado, direção elétrica, som com MP3 e Bluetooth e trio elétrico. A intermediária SE ganhava rodas de liga e faróis de neblina, tendo como opcional o novo motor Sigma 1.6 16V (130/125 cv), vinculado à oferta do controle de estabilidade, auxílio para partida em rampas, ar digital, fechamento remoto dos vidros e volante multifuncional. Quem priorizava a segurança optava pela Titanium 1.6 16V, com pacote completo que tinha até couro e sete airbags. O único opcional era o câmbio PowerShift de seis marchas e dupla embreagem.

Potente, bem equipado e seguro, o New Fiesta ainda é fácil de manter: tem consumo moderado e peças de reposição fáceis de achar a preços acessíveis. Atenção no acabamento e nos problemas mecânicos recorrentes: muitos donos desistem de brigar com o pós-venda da Ford e anunciam seus carros ainda na garantia.


NÓS DISSEMOS

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“O teto é baixo e o interior passa uma incômoda sensação de confinamento. Se o motorista tiver mais de 1,80 metro, fca difícil até para instalar uma cadeirinha infantil. O motor trabalha com suavidade e em silêncio. (…) Tudo conspira a favor de uma condução mais esportiva, com o motor girando mais alto.”


PENSE TAMBÉM NUM…

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PEUGEOT 208
Bonito e bem acabado como o Fiesta, o 208 oferece boa posição de dirigir, bancos confortáveis e tem como ar-condicionado digital bizona, teto solar panorâmico e cintos de segurança de três pontos para os cinco ocupantes. Mas fica devendo ESP e seu câmbio automático conta com apenas quatro marchas.


 

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ONDE O BICHO PEGA

foto-imagem-cambioCÂMBIO POWERSHIFT
Revela ruídos e trepidações, que são eliminados com a reprogramação do módulo. Se persistir, devem ser feitas a troca do retentor e a limpeza da dupla embreagem, que patina quando está contaminada com óleo. Em casos extremos, só trocando o conjunto.

DIREÇÃO
Uma folga na caixa de direção causa barulhos e trepidações no volante. O ideal é solicitar a troca do conjunto em garantia, pois seu custo passa de R$ 4 000.

AMORTECEDORES TRASEIROS
Procure por indícios de vazamentos: não são raros os amortecedores que chegam ao fim de sua vida útil precocemente. Mesmo sendo itens de desgaste natural, nesse caso devem ser substituídos ainda em garantia.

PINTURA
São muitas as reclamações sobre a pintura, que descasca facilmente com o impacto de pequenas pedras e outros detritos, além do surgimento de bolhas.

BANCOS DIANTEIROS
Macia e fina demais, a espuma cede e o suporte do apoio lombar se rompe. Isso permite que as costas se apoiem diretamente sobre a estrutura metálica, provocando dores em viagens longas.


A VOZ DO DONO

NOME: José Eduardo Paravani Faillage
IDADE: 27 anos
PROFISSÃO: publicitário
CIDADE: São Manoel (SP)

O QUE EU ADORO

“O comportamento dinâmico é ótimo: o carro é muito bem assentado no chão, formando um ótimo conjunto com o desempenho do motor Sigma. E o pacote de itens de série se equipara ao de modelos superiores.”

O QUE EU ODEIO

“O pós-venda da rede autorizada deixa a desejar: são incapazes de sanar problemas como o desgaste prematuro da embreagem e falhas simples no acabamento interno.”

Conversível esportivo chega em três versões de acabamento, com motores V6 e V8

foto-imagem-jag-f-type-v8Um dos lançamentos mais importantes da Jaguar nos últimos anos, o conversível F-Type, aterrizou em solo nacional. Previsto para começar a chegar às revendas até o fim deste mês, o modelo será oferecido no país em três versões de acabamento, duas delas com motor V6, com 340 e 380 cavalos, e a mais arisca e luxuosa de todas com um V8 de 495 cv. Todas contam com transmissão automática de oito marchas, com opção de troca por aletas no volante.Os preços partem de R$ 419.900, vão a R$ 559.900 na versão S e chegam a R$ 559.900, para o modelo topo de linha V8.foto-imagem-jag-f-type-v8

Mas não faltam atributos para justificar a tabela salgada. O modelo que veio para coroar a renovação da linha da marca do felino, prometento além de refinamento, o “perfeito equilíbrio entre conforto e esportividade”.  “Esse carro é um divisor de águas para a Jaguar. Ele marca uma nova fase da empresa”, afirmou Fávio Padovan, presidente da Jaguar Land Rover no América Latina. Para o executivo, o modelo não é visto pela Jaguar como um produto para alavancar as vendas no Brasil, onde o mercado de conversíveis é bastante restrito, embora tenha uma importância estratégica para a marca.  “Não consideramos esse um carro de volume aqui no Brasil, mas é um modelo que vem para fortalecer a marca no país”, declarou Padovan.

Equipamentos e desempenho

Desde sua versão inicial, o F-Type oferece bancos esportivos, sistema de ventilação inteligente, sistema multimídia com som Meridian e tela sensível ao toque de 8 polegadas – onde o motorista pode inclusive configurar suspensão, motor e direção do carro. Os esportivos S contam ainda com sistema de “escape ativo”, que potencializa o som dos motores, tornando-se mais alto à medida que se aproxima do limite de rotação.

Além do refinamento no acabamento interno e uma dezena de sistemas eletrônicos de assistência ao motorista, a marca investiu na ideia do prazer ao volante. Para isso, segundo a fabricante britânica, o pulo do gato, literalmente, está no baixo peso do projeto alcançado com o extenso uso do alumínio em sua carroceria. Além disso, segundo a marca, foi alcançada uma distribuição quase perfeita do peso sobre os eixos, na proporção 51% e 49%

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O modelo “de entrada” com bloco 3.0 supercharged e 340 cv, possui peso bruto de 2025 kg, equação que na pista o faz acelerar até 100 km/h em 5,3 segundos. Com 40 cv a mais, o modelo V6 S faz o mesmo em 4,9 segundos, enquanto o V8S 5.0 supercharged realiza a proeza em 4,3 segundos.

Autoesporte já acelerou o esportivo em Navarra, e aprovou a “obediência” do carro em alta velocidade – resultado da construção de alumínio e da distribuição de peso acertadas. O motor responde com vigor, os freios atuam com eficiência. Na versão conversíve, a 100 km/h, em oitava marcha, é possível manter uma conversa em tom confortável, com a capota arriada.

Chevrolet Agile tem preços e lista de equipamentos reduzidos

Sem fazer qualquer anúncio, a Chevrolet decidiu tirar alguns equipamentos de série do Agile, o que o deixou mais barato. No configurador online do modelo, a versão LT custa agora, a partir de R$ 33.871 contra os R$ 37.708 do lançamento.

Não foi milagre da Chevrolet, isso custou alguns equipamentos de série. Agora a versão LT não possui mas o ar-condicionado, os vidros e travas elétricas, e o alarme de série. Pagando vidros, travas elétricas e alarme a parte, o preço sobe para R$ 35.228. Com ar-condicionado chega a R$ 38.107, mais caro do que era antes.

Pelo menos foi mantido o resto dos itens de série. Direção hidráulica, piloto automático, computador de bordo, faróis com acendimento automático, limpador e desembaçador do vidro traseiro, ajuste de altura do banco e as rodas aro 15” de aço continuam a vir de fábrica. Na versão LTZ nada muda, preço parte de R$ 40.020 e passa para R$ 43.158 com airbag duplo e freios ABS com EBD.

Fonte: Motorpasion

Fotos do novo Sedã BMW Série 5 – Carro alemão, fica ainda mais sofisticado, mas com estilo comportado

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Apesar de ter agregado vários equipamentos de última geração, o novo BMW Serie 5 passa a ter linhas um pouco mais conservadoras em busca de antigos clientes que deixaram a marca depois da mudança radical na parte de design encabeçada pelo ex-chefe do departamento de estilo da marca alemã, o polêmico Chris Bangle. A lista de itens sofisticados é longa, por isso vamos citar apenas os mais importantes. Começa com o sistema que usa a energia dos freios para recarregar a bateria, passa pela visão noturna, pelo Stop and Go (desliga o motor com o carro parado, tornando a liga-lo automaticamente quando o acelerador é pressionado) e pelo piloto automático com radar, feito para manter a distância constante do carro da frente.

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Ainda incluíram sistema que adverte para mudança de faixa, câmera para auxiliar nas manobras, defletores de ar que se movem automaticamente, várias partes da carroceria de alumínio (inclusive as portas), entre uma série de outros equipamentos. As opções de motor são várias. A mais potente é a V8 biturbo de 407 cavalos e a mais pacata fica por conta da 2.0 a diesel de 184 cv.Ainda merece destaque o câmbio atomático de oito marchas, bem como o sistema que comanda vários itens por voz, inclusive o ar-condicionado. O carro começará a ser vendido na Europa em março de deverá chegar ao mercado brasileiro ainda no primeiro semestre de 2010.

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Fonte Auto Esporte