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VW Amarok e copiada de empresa Chinesa Jiangling

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Apesar da nítida evolução em termos de design e qualidade de construção, algumas marcas chinesas continuam copiando o design de modelos europeus. O plágio da vez é a da Jiangling Motors, que lançou em seu país natal a T7 – praticamente um clone da VW Amarok.

Com início de produção programado para fevereiro, a picape será oferecida com duas opções de motorização: 2.2 a gasolina com 110 cv e 2.8 turbodiesel (fornecido pela japonesa Isuzu) de apenas 100 cv.

Esta não é a primeira vez que a Jiangling Motors Corporation (JMC) se inspira em um projeto feito na Europa. A montadora fabrica em conjunto com a também chinesa Changan o Landwind X7, que imita as linhas do Range Rover Evoque.

Empresa desenvolvem roda de termoplástico com carbono

foto-imagem-roda-de-carbonoA parceria entre as empresas SABIC e Kringlan Composites resultou na primeira roda de composto termoplástico com carbono do mundo. As fabricantes desenvolveram um material que substitui o metal e a liga de alumínio, ajudando a reduzir o peso, as emissões de gases poluentes e os custos de fabricação em todos os setores da indústria automotiva.

A Kringlan e a SABIC vêm trabalhando no protótipo para um fabricante de automóveis da Alemanha. Com a redução de peso, há uma economia no consumo de combustível e uma redução das emissões de CO2. O conceito também oferece uma solução mais sustentável. A roda será fabricada com menor impacto ambiental e poderá ser reciclada.

Thierry Materne, o vice-presidente de tecnologia e inovação da unidade de negócios Innovative Plastics da SABIC, explica: “A combinação da resina ULTEM de alto desempenho da SABIC com a tecnologia de fabricação tridimensional da Kringlan para compostos com carbono, quando comparado a outros materiais termoplásticos, o conceito oferece uma resistência superior a altas temperaturas, estabilidade dimensional, bem como resistência a produtos químicos”.

O design das rodas está em conformidade com as normas para rodas de metal pelo instituto de testes alemão TüV, aumentando a possibilidade de uso pelas montadoras. A roda de composto de carbono termoplástico oferece resistência, maior leveza e economia de combustíve. A aposta é que, com ela, as montadoras possam melhorar o desempenho de seus automóveis.

Carro movido a ar comprimido – A empresa indiana Tata Motors espera colocar o veículo pronto no mercado nos próximos anos

Veículo de ar comprimido da Tata Motors:
A empresa indiana idealizou os testes no final de 2011

Após tentar a sorte com ”o carro mais barato do mundo”, a companhia indiana Tata Motors está desenvolvendo um protótipo de veículo alimentado por ar comprimido com a intenção de comercializá-lo no país.

”A tecnologia é muito nova e provavelmente levará alguns anos para termos um resultado. Mas, por enquanto, não temos nenhum plano oficial de lançamento”, afirmou à Agência Efe o assessor de imprensa da Tata Motors, Arthur Serrao.

Os testes atuais, segundo a própria Tata Motors, se baseiam em ”completar os processos técnicos necessários para industrializar um produto pronto para o mercado nos próximos anos”, a partir de uma licença da companhia MDI de Luxemburgo.

A empresa indiana idealizou os testes no final de 2011 e deu a notícia da existência dos mesmos no último mês de maio, quando revelou que o motor tinha sido testado com sucesso em dois veículos e garantiu que o seu desenvolvimento entrava em uma nova fase com a MDI.

A companhia luxemburguesa ficou conhecida pelo desenvolvimento de motores de ar comprimido como o que alimenta o ”AirPod”, um pequeno veículo com chamativas janelas redondas que atinge velocidades de até 70 km/h e tem um custo de 50 centavos de euro (R$ 1,33) por cada 100 quilômetros rodados.

”Com seu pequeno tamanho, preço baixo, poluição zero, seu design divertido e futurista, o AirPod é um ponto de inflexão no design de veículos urbanos e renova o conceito de veículo e de transporte. Ele pode ser conduzido com apenas um comando”, detalhou a companhia.

Com a referência do ”AirPod”, diferentes veículos da imprensa indiana vem especulando há meses sobre as possíveis características do modelo da Tata Motors, embora a companhia negue qualquer similaridade com o produto da MDI.

”A Tata Motors, obviamente, não é a responsável pelo famoso ”AirPod”. O que faremos será combinar a tecnologia da MDI com os nossos próprios veículos. O resultado pode demorar meses, até anos”, explicou Serrao.

A imprensa indiana batizou até agora o projeto como ”Tata Mini-Cat” e afirmou que o carro teria que ser reabastecido em estabelecimentos equipados com tanques especiais de ar comprimido ou com um gerador próprio de uso caseiro.

Os mais críticos com este tipo de tecnologia ainda em testes comentaram que os carros movidos a ar comprimido são muito menos eficientes que os elétricos, porque os motores necessitam de muita energia para comprimir o ar.

Porém, o baixo custo de reabastecimento que representa o ar comprimido é um poderoso atrativo para um mercado como o indiano, onde milhões de pessoas não possuem renda suficiente para pensar na aquisição de um carro e assumir suas despesas de manutenção.

Apesar da visão comum de ruas e estradas indianas abarrotadas de veículos buzinando em engarrafamentos intermináveis, existem na Índia apenas 18 carros para cada mil pessoas, enquanto na China a proporção é de 83/mil e nos Estados Unidos de 802/mil, segundo o Banco Mundial.

Esse dado é uma das razões pelas quais a companhia indiana – dona também da Jaguar, da Land Rover e da Hispano Carrocera – apostou pelo Tata Nano, um pequeno utilitário que foi apresentado como o ”carro mais barato do mundo”, por apenas US$ 1.980 (R$ 4.020).

Nos últimos anos, a Tata Motors buscou outras soluções adaptadas ao crescente mercado automotivo indiano com veículos elétricos, como o Megapixel e o Pixel, dois carros com emissões baixas e baterias eficientes que já foram exibidos em feiras de automóveis.

”Necessitamos desenvolver produtos com uma combustão mais eficaz e limpa. Nossas principais cidades estão muito poluídas. E, certamente, não podemos deixar de lado a condição econômica da nossa gente”, concluiu Serrao.

Fábricas de carros no Brasil – Montadora Land Rover mantém plano de construção de fábrica no país

A Land Rover lança na próxima semana os novos Discovery 4 e Range Rover Sport 2012 3.0 Diesel SDV6, que trazem como principal novidade o novo câmbio automático de 8 velocidades. De acordo com o presidente da montadora do Brasil, Flávio Padovan, a meta é aumentar cada vez mais a presença da marca no mercado brasileiro, que deve receber dois modelos totalmente novos até o fim do ano. A consolidação no mercado brasileiro das atividades da marca britânica, sob administração da indiana Tata, vai culminar na construção de uma fábrica no país.

“O plano da construção da fábrica no Brasil continua, nós estamos em constante negociação com o governo”, afirma Padovan, que ressalta a necessidade de estabilização da situação no país após as impactantes mudanças do mercado com o novo regime automotivo.

“Sob o chapéu da Land Rover, negocio a fábrica com o governo. Sob o chapéu da Abeiva, negocio uma medida que alivie o peso do IPI”, afirma Padovan, que também é presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores. Segundo Padovan, a promessa do governo é de que até o fim do mês seja anunciado um pacote de ajuda para os importados. De acordo com o presidente da Land Rover, nenhuma empresa está repassando ao consumidor o reajuste total do IPI.

Por causa das dificuldades em reajustar os preços de acordo com o IPI atual, especialmente pelo impacto negativo na percepção do consumidor, a Land Rover afirma que só divulgará os preços do Discovery 4 e do Range Rover Sport 2012 na semana que vem.

BMW também conversa, Mazda adia

Outra montadora que precisou adiar os planos de instalação de fábrica no país por causa das incertezas geradas pelo novo regime automotivo foi a BMW. O CEO da BMW, Norbert Reithofer, afirmou no início deste mês, no entanto, que a planta deverá ser construída, mas não arrisca uma data.
A unidade fabril ficará em Curitiba, no Paraná. Pelo novo regime automotivo, a partir de 2013 apenas os veículos produzidos no Brasil terão descontos no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A fábrica brasileira da BMW faz parte da meta global de vendas de 2 milhões de veículos por ano a partir de 2016. No ano passado, o grupo conseguiu vender 1,67 milhão de unidades.

A japonesa Mazda também adiou os planos de comercialização de veículos no país. Mas não foi somente o novo regime automotivo brasileiro e a mudança do acordo com o México que influenciaram a decisão: a crise na Europa e os desastres naturais que aconteceram no ano passado – terremoto e tsunami no Japão e enchentes na Tailândia — também influenciaram. No caso da Mazda, a fábrica será instalada no México para fornecer veículos para toda a América do Sul.

Mesmo sem ter iniciado as operações no país, há mais de um ano a Mazda já faz parte da Abeiva. A estreia do primeiro carro no Brasil estava prevista para o início de 2013, como havia afirmado ao G1, durante o Salão de Tóquio do ano passado, Kotaro Minagawa, do departamento de planejamento global da montadora japonesa.

Sem fábrica, Porsche defende cotas

Por atender a um nicho de mercado e, assim, ter baixo volume de vendas, a Porsche não pretende construir fábrica no país. No entanto, a empresa é fortemente afetada pela alta do IPI, de acordo com Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche. Segundo ele, o ritmo de vendas vai diminuir neste ano.

“No ano passado tivemos um recorde histórico de vendas, de 1.134 unidades. Esperamos queda para este ano”, diz Visconde. Segundo ele, a solução para o problema, já que não compensa a instalação de uma fábrica no Brasil, seria a criação de cotas para as marcas de nicho. “Hoje, o nome do jogo é fazer fábrica aqui”, lamenta o empresário.

Carro voador Transition – A empresa Terrafugia divulgou o vídeo do primeiro voo experimental do veículo

A primeira versão do Transition, um protótipo de carro voador, foi apresentada em 2009. Agora, a Terrafugia, empresa responsável pelo projeto, divulgou a filmagem do primeiro voo experimental da atual versão do veículo, que foi aperfeiçoada ao longo dos últimos anos.

Conduzido pelo piloto de testes da Terrafugia, Phil Meteer, o Transition permaneceu voando por oito minutos no céu de Plattsburgh, nos Estados Unidos, a 1.400 pés de altitude. De acordo com o CEO da empresa, Carl Dietrich, o primeiro voo representou “um momento muito emocionante e importante para Terrafugia”.

O Transition, que pode transportar até duas pessoas, conta com duas asas que, quando dobradas, possibilitam a movimentação do carro em estradas e avenidas. O tanque de combustível, por sua vez, tem capacidade de 87 L e pode ser abastecido com a mesma gasolina usada em carros convencionais. No vídeo de divulgação, o veículo aparece em um posto de gasolina regular.

No asfalto, a velocidade máxima do Transition é de 104 km/h. Já no ar, o veículo alcança até 185 km/h. Qualquer motorista habilitado pode dirigir o carro normalmente. No entanto, a lei exige pelo menos 20 horas de voo para pilotá-lo nas alturas.

Embora ainda estejam previstos mais seis testes de voo, a expectativa é que a Terrafugia inicie a produção em massa do carro voador ainda este ano. O Transition deve custar aproximadamente US$ 279 mil, cerca de R$ 510 mil. O veículo estará, nesta semana, em exibição no New York International Auto Show.

Veja o vídeo do primeiro voo experimental do Transition:

Recall no Honda Fit – Empresa convoca quase um milhão de carros no mundo

A matriz da Honda, no Japão, anunciou nesta segunda-feira (5) um recall mundial de cerca de 960 mil veículos – a maioria do compacto Fit. De acordo com a montadora, foi detectado um problema no interruptor do comando elétrico do vidro dianteiro esquerdo (de uso do motorista). Em comunicado oficial, a Honda japonesa informou que o chamado no País envolve unidades do Fit produzidas entre os outubros de 2005 e de 2009.

Ainda segundo a Honda, o recall também envolve 80.111 unidades do crossover CR-V produzidas em 2006 – o problema também está no interruptor do vidro. A montadora diz que não foram registrados acidentes por conta do defeito, apenas relatos de aquecimento da peça. Para solucionar o caso, a montadora vai substituir o interruptor. A Honda do Brasil ainda não informou se o chamado afetará unidades do Fit ou do CR-V mexicano.

O sedã compacto City também pode ser chamado para a troca do componente. Até agora, o recall foi confirmado no Japão, na China, na Europa, em alguns mercados africanos e nos Estados Unidos – onde 26 mil unidades do híbrido CR-Z também serão convocadas por problemas na unidade de comando do motor. No Brasil, a Honda produz o Fit, o City e o médio Civic na fábrica de Sumaré (SP). Os demais modelos são importados.

No fim de janeiro de 2010, a Honda anunciou recall mundial de mais de 650 mil unidades do Fit, aparentemente por causa do mesmo problema no interruptor do vidro do motorista (leia aqui). O defeito, inclusive, provocou o incêndio que causou a morte de um bebê de dois anos que dormia no veículo, na África do sul. Em seguida, Autoesporte noticiou a chegada do recall ao Brasil, que envolveu quase 190 mil unidades do Fit.

Fonte: Auto Esporte

Recall nos carros da Peugeot – Modelo 207 hatchback pode apresentar defeito na alimentação de combustível


Carro pode apresentar defeito na alimentação de combustível.
Problema provoca dificuldade na partida a frio.

A Peugeot anunciou nesta segunda-feira (5) o recall do modelo hatchback 207 1.4l 8X Flex ano modelo 2009/2010 por causa de possíveis problemas na tubulação de alimentação de combustível do sistema de partida a frio.

De acordo com a montadora, existe a possibilidade de algumas unidades apresentarem uma má conexão da tubulação de alimentação de combustível ao reservatório. Isto pode provocar dificuldades da partida do veículo quando frio e possibilidade de vazamento de combustível, com risco de incêndio.

A empresa convoca os proprietários dos veículos com chassis no intervalo: 8AD2MKFWXAG020711 a 8AD2MKFWAG023337.

Eles devem agendar o comparecimento a uma concessionária da marca para a verificação da tubulação de alimentação de combustível ao reservatório e, se necessário, será feita a correta conexão da peça.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 703 2424 ou pelo site www.peugeot.com.br

Fonte G1

Recall no carro da Nissan picape Frontier

Junção da coluna com a caixa de direção pode apresentar defeito.
Ao todo, 10.624 unidades serão convocadas.

A Nissan do Brasil anunciou nesta segunda-feira (15) o recall de 10.624 unidades da picape Frontier, fabricadas entre agosto de 2008 e fevereiro de 2010. A empresa convoca os proprietários para a inspeção da junção da coluna com a caixa de direção. Segundo a Nissan, nenhum acidente foi registrado por conta do eventual problema.

Os carros envolvidos na convocação são produzidos e vendidos somente no mercado brasileiro e têm numeração do chassi de 94DVCUD409J057792 a 94DVCGD40AJ448724.

A inspeção é necessária para verificar a junção da coluna com a caixa de direção. Em casos extremos, esta junção pode se soltar e causar a perda do controle do veículo causando acidentes. A inspeção será realizada sem qualquer custo ao cliente, que deverá agendar os serviços em uma concessionária Nissan.

Os proprietários envolvidos neste recall serão contatados pela empresa por meio de carta. Os clientes poderão obter mais informações por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 0111090 ou pelo site www.nissan.com.br.

Fonte G1

Recall nos carros do Toyota Corolla – Empresa investiga problema na direção

Agência americana de segurança viária também estuda o caso.
Fabricante passa pelo maior recall da história do setor.

A Toyota está investigando um possível defeito na direção assistida de seu modelo Corolla, e retirará veículos se forem constatadas tais falhas, disse nesta quarta-feira (17) o vice-presidente do fabricante automotor nipônico, Shinichi Sasaki.

“Se houver um defeito, começaremos a fazer o recall dos veículos. Estamos investigando, mas o número de denúncias é inferior a cem” unidades, disse.

Segundo o presidente da companhia, Akio Toyoda, a Toyota nunca encobriu problemas de segurança.

A Toyota estuda a possibilidade de fazer recall do Corolla, um de seus carros mais vendidos, depois de receber queixas de problemas no sistema de direção. Trata-se de mais um golpe para a maior montadora mundial, já abalada por uma série de recalls por questões de segurança.

Apesar das pressões de alguns parlamentares, o presidente Akio Toyoda disse que não atenderá à convocação do Congresso dos Estados Unidos para uma audiência na qual deveria explicar as falhas da qualidade da montadora, confiando a missão a executivos da Toyota nos EUA – mas disse que poderá comparecer se o comitê o exigir. E acrescentou que pretende concentrar-se na melhoria da qualidade dos seus produtos em todo o mundo.

“Confio em que os nossos funcionários nos EUA responderão amplamente às perguntas que serão feitas”, afirmou Toyoda, em sua terceira coletiva à imprensa em duas semanas. “Estamos enviando para a audiência os nossos melhores representantes e espero respaldar todos os esforços em nossa sede.”

Investigação

Na semana passada, a agência americana de segurança viária, a NHTSA, informou que estava estudando queixas sobre o sistema de direção dos modelos Corolla.

“Estamos estudando as queixas relacionadas ao sistema de direção do ‘Corolla’ para determinar se uma investigação (formal) sobre segurança é necessária, como indica o procedimento normal para todas as reclamações”, destacou o porta-voz.

Fonte G1