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Sedã médio recebe uma leve plástica e estreia a versão Premier, com frenagem autônoma e internet nativa a bordo — grátis por 3 meses ou 3 GB

Seu plano de dados do celular acabou? Se você estiver ao bordo do novo Cruze, isso pode não ser um problema. O Chevrolet passa a oferecer conexão de internet na linha 2020. Ao ligar o veículo, os ocupantes contam com sinal de wi-fi nativo, que funciona como o de casa. O acesso é configurado no ícone “roteador” exibido na nova tela multimídia de oito polegadas. Ali, os usuários definem o nome e a senha do wi-fi para conectar até sete dispositivos.

Porém, como nos voos comerciais, o serviço de internet é cobrado à parte. Por ora, a GM divulgou só o valor do pacote básico “Navegação + Música”, com 2 Gigabytes de dados: R$ 29,90/mês. A assinatura será feita com a operadora Claro, o que pode parecer ruim para clientes de outras empresas de telefonia móvel. E isso não poderá ser alterado, já que o chip é fundido secretamente em uma das muitas placas eletrônicas.

Se os 2 GB parecem pouco para uma vida mais e mais conectada, os clientes poderão escolher entre outros três pacotes: Carona (5 GB), Corporativo (10 GB) e Família (20 GB). Os valores e os preços serão divulgados em setembro, quando a linha 2020 chega às lojas.

Até lá, a GM terá de bolar uma estratégia para vender as assinaturas da internet e do OnStar. Esses dois serviços são gratuitos no início e serão cobrados após a “degustação”. No caso da internet, são três meses ou 3 GB de dados. Já o OnStar funciona de graça por um ano, e depois é pago em três pacotes (Safe, Protect e Exclusive), de R$ 54,90 a R$ 79,90. A seu favor, a GM contará com o público mais endinheirado da linha Cruze. Mesmo assim, será desafiador — haja grana para tantas mensalidades!

Além de economizar o plano de dados do celular com a criançada (no caso de casais com filhos), a internet embarcada trará outras facilidades combinada à nova geração do MyLink. Será possível ver informações de trânsito em tempo real no GPS, atualizar o sistema operacional, instalar um aplicativo ou fazer o agendamento online da revisão. A central passa a aceitar duas conexões Bluetooth simultâneas.

A tela tem navegação mais simples, com menus que correm lateralmente como nos smartphones atuais. Outra novidade é a personalização para até dois usuários, que podem configurar plano de fundo e rádios favoritas, por exemplo. As interfaces Apple CarPlay e Android Auto estão presentes nas versões mais recentes, e os ocupantes ficarão felizes ao notar que o console inferior passa a ter duas entradas USB.

Segundo a GM, a inédita versão Premier possui 42 processadores, 22 antenas e 14 redes, tudo para garantir rapidez de uso e um sinal com o mínimo de oscilação. Um detalhe interessante é a barbatana no teto: o módulo tem quatro antenas, o que permite desfrutar do sinal do wi-fi a até 15 metros de distância.

E o que mais mudou no Cruze? Bom, o médio recebeu uma leve plástica para ter o design mais recente da marca. A nova grade, cheia de cromados, une os faróis e dá mais presença ao modelo. Mas o destaque são as lanternas de LED, que dão efeito tridimensional e são bem mais interessantes que as anteriores. Por dentro, poucas alterações. A maior é a nova tela multimídia.

A mecânica também foi mantida, o que não é má notícia. O valente motor 1.4 turbo flex de 153 cv e 24,5 kgfm de torque segue conectado ao câmbio automático de seis marchas. Pena a GM não ter adicionado paddle-shifts para trocas manuais.

A despeito dos bons números em pista — zero a 100 km/h em 8,8 segundos e resgate de 60 km/h a 100 km/h em 4,8 s —, falta um “modo Sport” para apimentar a direção. O consumo não impressiona nem incomoda (média de 9,9 km/l com etanol).

Entre os equipamentos, as novidades estão no Cruze Premier, novo topo de linha. O carregador por indução ganhou nicho mais amplo, para acomodar smartphones grandes e receber uma gama maior de aparelhos. E a segurança está reforçada pelo sistema de frenagem autônoma de emergência com detector de pedestres, um belo diferencial para incomodar o novo Civic, que não incorporou recursos semiautônomos. Ponto para o Chevrolet.

TESTE

Aceleração
0 – 100 km/h: 8,8 segundos
0 – 400 m: 16,4 segundos
0 – 1.000 m: 29,8 segundos
Vel. a 1.000 m: 177,8 km/h
Vel. real a 100 km/h: 93 km/h

Retomada
40 – 80 km/h (Drive): 3,8 segundos
60 – 100 km/h (D): 4,8 segundos
80 – 120 km/h (D): 5,9 segundos

Frenagem
100 – 0 km/h: 42,1 metros
80 – 0 km/h: 26,9 metros
60 – 0 km/h: 15 metros

Consumo
Urbano: 8,2 km/l
Rodoviário: 11,7 km/l
Média: 9,9 km/l
Autonomia em estrada: 415 km

FICHA TÉCNICA

Motor
Dianteiro, transversal, 4 cil. em linha, 1.4, 16V, comando duplo, injeção direta, turbo, flex

Potência
150/153 cv a 5.200 rpm

Torque
24/24,5 kgfm a 2.000 rpm

Câmbio
Automático sequencial de seis marchas; tração dianteira

Direção
Elétrica

Suspensão
Indep. McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)

Freios
Discos ventilados (diant.) e discos sólidos (tras.)

Pneus e rodas
215/50 R17

Dimensões
Comprimento: 4,66 m
Largura: 1,79 m
Altura: 1,48 m
Entre-eixos: 2,70 m

Tanque de combustível
52 litros

Porta-malas
440 litros (fabricante)

Peso
1.321 kg

Central multimídia
8 pol., sensível ao toque; Android Auto e CarPlay

Garantia
3 anos

Cesta de peças
R$ 15.002,19

Seguro
R$ 4.197

Revisões
10 mil km: R$ 292
20 mil km: R$ 684
30 mil km: R$ 440

NOVO CHEVROLET CRUZE

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O novo Chevrolet Cruze quer deixar para trás a fama de beberrão. Já à venda nos EUA por a patir de US$ 17.495 (o equivalente a R$ 62 mil na cotação atual), a segunda geração do sedã teve seus dados de consumo divulgados pela montadora. Segundo as estimativas da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, o modelo equipado com câmbio automático de seis marchas pode fazer até 12,7 km/l no ciclo urbano e 17,8 km/l no ciclo rodoviário, com gasolina no tanque.

Para alcançar esse resultado, o três volumes não só perdeu peso, como também ganhou um conjunto mecânico bem mais eficiente. A segunda geração do Cruze ficou quase 113 kg mais leve e adotou sistema start-stop e o novo motor 1.4 turbo Ecotec. Com injeção direta e turbocompressor, o novo quatro cilindros entrega 154 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, sem penalizar o consumo de combustível ou abrir mão da performance. Mesmo equipado com câmbio automático, a montadora garante o consumo contido e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos.

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Com previsão de chegar ao mercado brasileiro no final de 2016 importado da Argentina, o novo Cruze não terá o mesmo desempenho que o modelo americano, uma vez que para atender a demanda do nosso mercado o 1.4 turbinado será convertido em flex para aceitar o etanol. Mesmo que não alcance os mesmo números de consumo do modelo americano, é certo que a segunda geração do modelo terá bem menos “sede” que o modelo atual. Em nossos testes de consumo, o sedã com motor 1.8 flex aferiu médias bem ruins para o segmento: 6,5 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada.

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Falhas elétrica no Cruze automático

Donos relatam riscos ao deixar o carro estacionado

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O padrão do mercado hoje para um carro automático é permitir que o motorista só retire a chave do contato quanto a alavanca estiver na posição P (parking). Esse procedimento garante que o veículo estará sempre engrenado e, portanto, imobilizado mesmo quando estiver estacionado em ladeiras. Um modelo que não tem seguido esse padrão é o Chevrolet Cruze LT, hatch ou sedã, que tem recebido críticas de seus proprietários, tanto pelo risco de poder deixar o sedã estacionado sem o câmbio na posição P como por possíveis falhas no freio de estacionamento.

Um desses proprietários é o arquiteto Edmilson Baréia, de Barretos (SP). “Um dia estacionei meu Cruze com o câmbio na posição D. Após 7 minutos, o veículo começou a descer a garagem, que é quase plana, arrebentou o portão, atravessou a rua e quebrou o portão da casa em frente à minha”, diz. “Já que o câmbio está na posição D [Drive], o Cruze deveria estar engatado. O carro deixou que eu tirasse a chave do contato”, diz Edmilson.

Problema semelhante teve a advogada Nádia Furlan Masculli, de Valinhos (SP). “Parei em uma ladeira perto do meu escritório. Uma hora depois me chamaram dizendo que ele havia descido a rua e batido na árvore. Quando cheguei ao local, o freio de mão estava acionado e o câmbio em D. Como o carro andou de ré com o câmbio engatado em D?”

Relatos como os de Edmilson e Nádia já começam a virar motivo de preocupação para alguns proprietários de Cruze. “Depois de ter lido sobre casos de acidentes, passei a ficar com medo de o freio de mão não segurar o carro”, diz Thiago Gomes, de São Paulo.

O mais curioso, no entanto, é que o problema não afetaria a versão LTZ, topo de linha, mas atingiria também os modelos Onix, Sonic e Cobalt. Solicitamos a análise de um Cruze LT 2012 automático para a empresa Brasilautomático, centro técnico em São Paulo especializado em transmissões automáticas, que detectou dois problemas com o sistema. “O primeiro é que a chave pode ser retirada do contato ao se desligar o veículo, com a alavanca de seleção de marchas em qualquer posição. Normalmente, os veículos com transmissão automática só liberam a retirada da chave da ignição com a alavanca na posição P”, diz o laudo técnico da empresa.

Outro problema verificado foi que o sedã não permanece imobilizado pelo câmbio quando a alavanca está em outra posição que não seja a P. “Acreditamos que seja resultado de um sistema que equipa esse veículo que põe a transmissão em Neutro, mesmo com a alavanca em outra posição, caso o carro esteja parado.”

GM divulga imagens do novo Chevrolet Orlando

Sobre a plataforma do Cruze, modelo possui sete lugares em três fileiras.
Minivan terá estreia oficial no Salão do Automóvel de Paris, em outubro.

A General Motors divulgou, nesta quarta-feira (25), as primeiras imagens da versão final do Chevrolet Orlando. A minivan compacta tem estreia ofical marcada para o Salão de Paris, no dia 2 de outubro, quando o evento abre ao público. O modelo foi apresentado como protótipo pela primeira vez no Salão de Paris de 2008.

Desenvolvido na plataforma do Chevrolet Cruze, o modelo possui sete lugares em três fileiras de assentos – são 2,76 metros de entre-eixos – e vem equipado com motores 1.8 a gasolina de 139 cv e 2.0 a diesel de 129 cv e, outro, de 161 cv.

Entre os itens de série que equipam o carro estão ar-condicionado digital, seis airbags, sistema de áudio com iPod e MP3. No interior, a GM optou por uma iluminação azul.

O carro entra em produção em outubro e deverá concorrer no mercado europeu e canadense com os modelos Mazda 5, Renault Grand Scenic, Citroën C4 ,Picasso, Volkswagen Sharan e Ford S-Max.

Fonte:G1