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Kia Soul – Nova geração do hatch com jeito de crossover está em testes de homologação no país

A Kia foi uma das marcas que mais sofreu com as regras de nacionalização do antigo Inovar-Auto. Muitos lançamentos da sul-coreana sequer chegaram ao país. Foi o caso do hatch compacto Rio, que chegou a ser apresentado na última edição do Salão de São Paulo. Mas há um consolo: o novo Kia Soul está em homologação no Brasil e a sua importação é dada como certa.

O Rio sofreria mais com a alta do dólar, sua importação valeria a pena apenas se a cotação da moeda estrangeira estiver em R$ 3,20 — está em R$ 3,88. Concorrer entre os hatches compactos só seria possível se o preço fosse competitivo. Até lá, o Rio continua no telhado.

Mas o Soul tem maiores chances. Com jeito de crossover, a terceira geração do modelo é bem mais moderna em vários quesitos, entre eles, a motorização. Nada do antigo 1.6 aspirado de 128 cv, o novo carro tem opção de motor 1.6 turbo de 203 cv e 26,9 kgfm de torque, emparelhado ao câmbio de dupla embreagem e sete marchas.

Ainda há o 2.0 a gasolina de 147 cv e 18,2 kgfm com CVT ou caixa manual de seis marchas.

O 1.6 turbo combina mais com o visual enfezado, que é acentuado pelas rodas aro 18 das versões GT-Line (acima) e X-Line (foto de abertura). O segundo tem apelo aventureiro, algo que cairia bem para o novo Soul, uma vez que ele deve ter preço semelhante ao de crossovers compactos no Brasil.

Com faróis estreitos, o Soul perdeu aquele ar divertido da primeira e segunda gerações. O novo Kia não está para brincadeira. Atrás, as enormes lanternas de LED quase envolvem toda a carroceria.

O tamanho também deu uma espichada: são 4,19 metros de comprimento (cinco centímetros a mais) e 2,60 metros de distância entre-eixos (três centímetros a mais).

O novo Soul tem um belo pacote de direção semiautônoma. Há controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, sensor de ponto cego e frenagem automática capaz de reconhecer pedestres. A central multimídia de 10,2 polegadas é outro chamariz.

Novos equipamentos e motorização é exatamente o que o Kia precisa para deixar para trás a presença apagada do antigo.

Crossover será feito no Brasil no segundo semestre de 2018. Será que ele tem chances de aumentar as vendas da marca no país?

O Citroën C4 Cactus dividiu opiniões quando foi lançado em 2014, mas conseguiu formar o seu clube de fãs, ao ponto de agora ver o seu facelift substituir não só o antigo, mas também fazer o papel do C4 “normal”, descontinuado em favor do Cactus. No Brasil, ele será um pouco diferente e não irá substituirá ninguém, no entanto, sua missão também não será fácil: liderar uma nova ofensiva da Citroën no terreno dos utilitários esportivos compactos. Esse novo crossover nacional será produzido na fábrica da PSA em Porto Real, Rio de Janeiro, e chegará às lojas no segundo semestre de 2018. Será que ele vai ter vez no mercado brasileiro?

Design

Um alinhamento estético com os mais recentes modelos da montadora francesa deu ao C4 Cactus o desenho da frente que puxa o “double chevron” do centro até os extremos, onde estão os esguios faróis DRL dianteiros de LED. Muito polêmicos e de utilidade duvidosa, os Airbumps desapareceram do meio das portas e da tampa do porta-malas, sendo reduzidos à sua mínima expressão, colocados na base das portas. As barras do teto passam também a ser opcionais, diluindo um pouco o aspecto de crossover, que continua a ser defendido pelas proteções de plástico negro em volta das quatro rodas, criando a ilusão de que a altura do solo é maior que a realidade.

Na zona traseira, as lâmpadas foram redesenhadas, mais largas e com LED de efeito 3D. A personalização subiu a 31 combinações possíveis de cores exteriores, entre as nove cores-base e quatro conjuntos de detalhes em cor diferente. No interior há cinco ambientes possíveis, cada um com suas cores de bancos e outros detalhes: Standard, Metropolitan Red, Wild Grey, Hype Grey e Hype Red.

Espaço e conforto

A plataforma é a mesma PF1 do Cactus anterior, sem alterações significativas de tamanho e com a mesma distância entre-eixos de 2,60 metros. Mas os painéis exteriores são 90% diferentes, diz a Citroën. Estamos então perante aquilo que se pode chamar de “super-restyling”, que passou também pela inclusão de 12 assistentes de condução e três níveis de conetividade, entre os quais o botão SOS, espelhamento para celular e navegação Tom Tom conectada. No caso das ajudas eletrônicas ao condutor, o C4 Cactus passa a ter frenagem autônoma de emergência até 85 km/h, leitura de placas de sinalização, alerta de saída involuntaria de faixa acima dos 60 km/h, alerta de fadiga do condutor acima dos 70 km/h, detector de pontos cegos, câmera de ré, assistentes de estacionamento e partida em rampa, luzes de curva estáticas, Keyless e o famoso controle de tração da PSA, o Grip Control.

Os motores disponíveis são dois: 1.2 Puretech a gasolina de três cilindros em variantes de 82, 110 e 130 cv, e a diesel um 1.6 BlueHDI em versões de 100 e 120 cv, estando disponível uma caixa automática de seis marchas como opção no Puretech 110 e no BlueHDI 120. Contudo, o modelo continua a não oferecer tração nas quatro rodas nem como opção — a tração é sempre dianteira.

O interior mantém a arquitetura e os mesmos detalhes de design e funcionalidade, incluindo um painel de instrumentos totalmente digital, mas sem conta-giros, e uma tela central tátil de 7 polegadas que reúne quase todos os comandos necessários. O topo do painel parece ter materiais com um pouco mais de qualidade, mas a perceção geral não mudou muito. Há algum espaço extra para os cotovelos no interior das portas, mas esta plataforma é relativamente estreita, por isso quatro pessoas continuam a viajar melhor do que cinco. O porta-malas tem os mesmos 358 litros de capacidade e o banco traseiro rebate em proporção 40/60, permitindo chegar aos 1.170 litros.

A posição de condução não é muito alta e o volante tem ajustes de altura e profundidade. Os bancos mantêm o aspeto de poltronas do modelo anterior, mas escondem uma novidade importante: zonas de espuma de densidade variável, que podem ir de 2 a 15 mm de espessura, para resistir ao envelhecimento e dar mais conforto durante mais horas de condução.

Ao volante

A primeira impressão é muito boa, mas vou precisar de mais tempo ao volante para tirar uma conclusão definitiva. O que rapidamente se percebe é a melhoria no isolamento acústico, resultado da aplicação de mais materiais antirruído no piso e no corta-fogo do motor, bem como do novo para-brisas acústico, vidros laterais mais espessos e melhores borrachas vedantes, incluindo as problemáticas janelas das portas traseiras, que na Europa são basculantes — algo que será descartado no Brasil, com janelas elétricas.

O C4 Cactus avaliado na França, num dia frio e com chuva, estava equipado com motor 1.2 Puretech na versão de 130 cv, acoplado à caixa manual de seis marchas. O resultado é uma excelente resposta em todos os regimes, com relações de marchas corretas — apesar de a caixa não ser rápida — e do baixo peso desta plataforma, que a Citroën anuncia como sendo 150 kg mais leve que as da concorrência. A verdade é que o motor puxa bem, mesmo em sexta marcha e a baixos regimes, só se mostrando ruidoso perto do corte de giros.

Claro que a grande novidade deste C4 Cactus está nos amortecedores com batentes hidráulicos, tecnologia que a Citroën vem testando há algum tempo e que vai passar a ser um cartão de visita de seus futuros modelos, trazendo de volta o conceito de “conforto Citroën” que fez a fama da marca no passado.

O objetivo é aumentar o conforto de rodagem, e não foi preciso rodar muitos quilômetros ao volante para perceber de imediato que… funciona! Nos pequenos movimentos verticais da roda, os batentes não chegam a funcionar, mas sua presença deu margem aos engenheiros para que a parte convencional dos amortecedores fosse calibrada de forma mais confortável. Quando se passa sobre uma lombada ou por pisos ruins, é clara a ausência de “batente” no fim do curso, seja em compressão, seja em extensão, mesmo com os pneus 205/50 R17 opcionais. Os dois batentes hidráulicos são como dois miniamortecedores, um em cada extremidade do amortecedor principal, dissipando a energia do impacto sem fazer o inevitável retorno dos batentes fixos.

É claro que se nota um pouco mais de oscilação longitudinal na comparação com o Cactus anterior, sobretudo quando se faz uma frenagem violenta ou um arranque mais forte. Esse carro oferecia uma dinâmica bem mais rígida do que se poderia esperar de um SUVNeste primeiro e breve contacto, não houve oportunidade de trafegar por estradas com muitas curvas, que pudessem mostrar em detalhe como ficou o equilíbrio dinâmico. Mas as muitas rotatórias feitas com vigor indicam que a agilidade não será penalizada.

O novo C4 Cactus chega aos mercados europeus em abril, com mais equipamentos de série que o anterior, incluindo novos porta-objetos e uma bandeja para smartphones no console do painel. Mas, apesar do recheio, maior, a Citroën diz que o preço do novo é menor. Um 1.2 Puretech 130 Shine como o acelerado custará o equivalente a R$ 89 mil, mas por R$ 76 mil já é possível comprar a versão de 110 cv do mesmo motor, com pacote mais enxuto de itens, chamado Live. O Diesel 1.6 PureHDI de 100 cv tem preço inicial acima dos R$ 89 mil, mas este não virá ao Brasil. Por aqui, o crossover deve oferecer os motores 1.6 aspirado (até 118 cv) e 1.6 turbo flex de 173 cv, ambos com câmbio automático de seis marchas.

Em resumo, a Citroën revisou o C4 Cactus, acrescentou equipamentos e alinhou o estilo com o do C3. O novo modelo tem a dupla missão de substituir também o C4 “normal”, que sai de linha na Europa, deixando assim a fabricante francesa fora do segmento dos hatches médios. Contudo, à medida que as vendas dos SUVs e crossovers não param de crescer, essa não parece ser uma estratégia ruim.

Ficha técnica – Citroën C4 Cactus

Motor: Dianteiro, transversal de três cilindros em linha, 12 válvulas, gasolina
Potência: 130 cv a 5.500 rpm
Torque: 23,5 kgfm a 1.5: 00 rpm
Câmbio: Manual de seis marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)
Pneus: 205/50 R17
Dimensões: Compr.: 4,17 metros /Largura: 1,71 m/ Altura: 1,48 m/ Entre-eixos: 2,60 m
Tanque: 50 litros
Porta-malas: 358 litros
Peso: Não declarado

Com estilo mais cupê e porte médio, modelo será lançado em breve pela japonesa

O Mitsubishi Eclipse tornou-se um ícone da época da abertura das importações, um sucesso que se estendeu durante toda a década de 1990 e ainda foi reavivado pela franquia Velozes e Furiosos, iniciada em 2001. Ele está de volta, mas não da forma como o conhecíamos: o Eclipse será relançado no Salão de Genebra como um crossover. Batizado como Eclipse Cross, o modelo será a grande atração da japonesa no motorshow suíço, cujas portas abrirão à imprensa no dia 8 de março, conforme a marca já havia antecipado em uma primeira imagem.

No Brasil, o novo Eclipse Cross não tira o ASX do mercado, mas será assim em mercados mais maduros, afinal, o crossover foi lançado originalmente em 2010. Lembrando que o ASX nacional acabou de passar por uma reestilização e ainda está um pouco distante de uma nova geração. De qualquer forma, a Mitsubishi pode lançar o novo modelo como uma opção mais cara em um nicho entre o ASX e o atual Outlander, ambos reestilizados.

Foram divulgados apenas teasers do Eclipse Cross, as chamadas imagens provocativas, mas já dá para ver que carroceria aproveita o estilo antecipado pelo conceito XR-PHEV II, apresentado dois anos atrás no mesmo evento. Claro que a temática do eclipse foi seguida, enquanto a cor vermelha bem saturada ajuda a dar o tom esportivo pretendido pela Mitsubishi. Em nome da esportividade, esperamos que a novidade tenha opção de motores 1.6 turbo (gasolina e diesel), além de tração 4X4.

Os faróis seguem a cartilha do novo visual frontal dos Mitsubishi, em que os faróis e lanternas ficam dispostos em X, algo reforçado pela grade e para-choques. O perfil aponta uma queda do teto mais abrupta que no ASX atual. O grande ponto de mudança é a traseira. As lanternas se estendem por toda a tampa e formam um spoiler integrado, mas a ousadia fica por conta do vidro bipartido, toque que dá um toque de Toyota Prius ao visual. Parece ser uma preocupação extrema com a aerodinâmica, o que fará ainda mais sentido com o lançamento de uma versão híbrida.

 

Hyundai HB20 terá variação SUV

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         Depois que o HB20 foi lançado, e que apareceu sua variante aventureira, o HB20X, muita gente duvidou que essa plataforma daria origem também a um crossover, como Autoesporte havia antecipado há mais de dois anos. Mas novas provas começam a surgir, inclusive fotos que permitiram aprimorar as nossas projeções. Flagrantes do carrorodando pelas ruas da Coreia do Sul ajudaram nessa tarefa e entregaram alguns detalhes do modelo que virá para brigar com Ford EcoSport, Chevrolet Tracke, Renault Duster e Captur, entre outros.

         Quando primeiro falamos dele, em julho de 2011, o carro havia surgido ainda em versão inicial, por meio de slides em três dimensões. Autoesporte se infiltrou na clínica com clientes onde esses slides foram apresentados, na época. Ele era nitidamente inspirado no Curb, conceito que a Hyundai mostrou ao mundo em janeiro daquele ano, no Salão de Detroit. Tinha volante de Elantra, câmbio manual, console em Y e dois porta-copos próximos ao freio de mão.

          A dianteira do Curb, criada pelo designer Jason Brown, nunca encontrou a produção. O que houve de mais próximo foi o novo Hyundai Santa Fe, com uma grade hexagonal. E será ela que estará no SUV compacto, chamado, por enquanto, de B-SUV? O Santa Fe não é a única fonte de inspiração, pelo que os flagrantes revelaram. As colunas dianteiras, com revestimento preto, são iguais às do Kia Soul. Os retrovisores lembram os usados, de novo, no Santa Fe alongado. A terceira coluna larga tem uma janela espia logo atrás dela, um desenho que remete ao conceito e também ao Toyota Hilux SW4 e ao EcoSport, com a coluna traseira escondida por vidros. As lanternas invadirão a tampa do porta-malas.

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        Com o SUV rodando na Coreia, provavelmente perto de sua versão de produção, resta saber como ele será vendido no Brasil. A fábrica atual já opera em três turnos e não dá conta da demanda por HB20, HB20X e HB20S. Para ser vendido no Brasil já em 2014, o SUV, que será internacional, provavelmente teria de ser importado num primeiro momento. Afinal, ainda não há nehuma confirmação de investimento para a expansão da fábrica de Piracicaba (SP) e, quando isso for feito, a prioridade será a fabricação de motores e câmbio (hoje importados da Coreia). Mas num segundo ciclo de investimentos, o SUV do HB20 certamente será considerado.

        Nesta semana, a própria Hyundai deu sinais de que o SUV compacto é uma necessidade latente. Em entrevista ao site Edmunds, o presidente da Hyundai América do Norte, John Krafcik, afirmou que há essa lacuna na gama de utilitários, o que não ocorre na linha de carros de passeio. Segundo ele, a Hyundai precisa de um modelo menor que o Santa Fe para atrair novos consumidores.

Peugeot 2008 crossover – Fotos e informações sobre o novo carro da empresa francesa

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Peugeot 2008 será vendido no Brasil a partir de 2015

Entre os modelos mais esperados do Salão de Genebra, que abre as portas à imprensa especializada nesta terça-feira (5) está a versão de produção do crossover compacto 2008. Revelado no último Salão de Paris, o modelo feito a partir do hatch 208. O diretor-geral da marca Peugeot, Maxime Picat, ressaltou que o modelo só será produzido no Brasil, na fábrica de Porto Real (RJ), a partir de 2015.

Neste ano, o 2008 será produzido na Europa — também ano de estreia no mercado europeu de seu principal concorrente, o Ford EcoSport — e, em 2014, vai estrear na China. O modelo tem 4,14 m de comprimento, 1,74 m de largura, conforme mostrado no protótipo.

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Painel do crossover Peugeot 2008

“Apenas a plataforma é a mesma entre o 208 e o 2008. Este último é mais comprido, com uma arquitetura diferente, o painel também. É um crossover, então existem muitas diferenças entre os modelos”, explicou ao G1 o chefe da marca francesa, que confirma presença no Brasil para o lançamento do 208. A planta fluminense também será responsável pela produção do 208 hatch compacto.

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O Brasil é um mercado muito importante para a Peugeot. Semana que vem estarei no país para promover o 208 e temos a expectativa que o modelo incremente nossas vendas.

Emissão de CO2

Já estamos hoje dentro das metas estabelecidas pela União Europeia para 2015. Somos a marca líder na Europa em termos de redução da emissão de CO2 e é do interesse de nossos usuários ter o carro mais econômico possível, já que ninguém quer gastar muito com combustível.

Aliança PSA Peugeot Citroën — General Motors

No momento temos 3 projetos oficializados utilizando a mesma plataforma para modelos das duas marcas. É uma medida que diminui custos e mantém a identidade de cada marca, já que o usuário não vê a mesma plataforma pelas diferenças que existem entre os modelos. Em relação ao Brasil, estamos num momento de pesquisa para avaliar a possibilidade de termos este tipo de ação para o mercado de lá, mas não há nada definido.

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Peugeot 2008 tem estreia mundial no Salão de Genebra (Foto: Divulgação)

Citroën DS5 – Crossover com preço de R$ 124.900

Até parece uma espaçonave, mas é mais um integrante da linha DS, da Citroën, que acaba de chegar ao Brasil. O DS5, maior membro da família, é o segundo a desembarcar por aqui — primeiro veio o compacto DS3. O DS4, intermediário, começa a ser vendido em março. O crossover chega às concessionárias nesta semana por R$ 124.900, equipado com o polivalente motor 1.6 THP, feito em parceria com a BMW. O modelo aposta no espaço interno e no visual exótico para conquistar quem procura algo “além” do conceito premium.

E a palavra “além” foi repetida por todos os executivos da Citroën durante a apresentação do DS5. “É um carro para quem quer algo além do premium, do esportivo. É um conceito ousado, com acabamento de luxo e linhas diferentes de tudo que estamos acostumados”, explica o diretor geral da Citroën do Brasil, Francesco Abbruzzesi. Isso porque o modelo fabricado em Sochaux, na França, é um crossover, palavra que muitas vezes é associada aos jipinhos, mas define um carro que mescla categorias distintas de automóveis. Nesse caso, o DS5 é um mix de cupê com perua e, porque não, um hatch.

Com 4,52 m de comprimento e 1,82 m de largura, o DS5 impõe respeito por onde passa, e chama atenção pela linha de cintura alta e os detalhes cromados. O principal deles liga os faróis às colunas dianteiras, em formato de espada. “Ele define todo o refinamento que demos a este carro”, explica Fabien Darchen, responsável pelo estilo da Citroën do Brasil. Vale destacar também o vidro espia traseiro, feito de policarbonato. “Tem uma forma tão arrojada que seria impossível fazer a peça com vidro”, orgulha-se o chefe de produto da Citroën, Jeremie Martinez.

Por dentro, o modelo segue o refinamento tanto nas linhas, como no acabamento. Ele traz bancos com desenho especial, simulando grandes tranças, além de apliques de alumínio nos puxadores de porta e painel. “É um couro que você só encontra em Mercedes Classe E e Maserati, extremamente refinado. Também não temos apliques, aqui tudo é real, como os puxadores de alumínio. Isso agrega valor ao carro”, diz Darchen.

Ao volante do DS5

Dirigimos o modelo por cerca de 100 km e pudemos comprovar o comportamento do DS5, que está mais para um sedã do que para um cupê esportivo. A posição de dirigir é relativamente alta e traz a sensação de se impor em meio ao trânsito. O console alto também envolve motorista e passageiro, que contam com ar-condicionado de duas zonas. Os bancos dianteiros oferecem regulagem elétrica e massagem. O sistema de multimídia traz navegador por GPS e combina com o moderno display elevado na direção do vidro.

Embora mantenha o mesmo motor 1.6 turbo do pequeno DS3, o DS5 não apresenta uma condução esportiva, sobretudo pelo peso de sedã grande: 1.480 kg. O que não significa que o desempenho seja fraco nas ruas e estradas. Lembra o desempenho de um sedã 2.0. O câmbio automático de seis marchas tem trocas rápidas, mas às vezes causa trancos nos ocupantes. As trocas podem ser feitas pela manopla do câmbio – não há borboletas.

A suspensão firme privilegia o conforto. As rodas aro 18 (opcionais) da versão avaliada garantem boa estabilidade. A versão básica terá rodas de aro 17 e pneus 225/50. Nem mesmo quem viaja no banco de trás pode reclamar, já que há bom espaço para a cabeça, mesmo com o teto baixo de cupê. Isso porque os bancos também são baixos. Por fim, vale perder alguns minutos admirando o teto solar panorâmico – um para os ocupantes da frente, outro para quem viaja atrás.

De tão diferente, fica difícil elencar os concorrentes do DS5. “Podemos pegar desde o dono de um Hyundai Sonata até o de um Audi A3”, acredita Francesco Abbruzzesi. Apesar do dedenho exótico, o modelo será oferecido apenas nos “manjados” tons cinza, preto e branco. A expectativa da Citroën é vender 500 unidades por ano. A única certeza por enquanto é que, de tão arrojado, certamente o DS5 não é desse mundo.

Novo Kia Soul – Imagens mostram crossover com novo visual sendo testado – Estreia deverá acontecer em 2014

Mesmo o visual do Kia Soul não sendo nada convencional, a Kia já está trabalhando para atualizar a “cara” do crossover. Lançado em 2009, o modelo deverá ganhar mudanças em 2014. Mesmo a fabricante coreana não se pronunciando, fotos do modelo rodando camuflado já estão rodando na internet. As imagens do flagra são do site Motor Authority. Olhando as fotos, mesmo com o carro encoberto, é possível perceber que as formas quadradas da carroceria não foram alteradas. Isso indica que as novidades não devem ser gritantes. No Brasil, o irreverente Kia Soul é oferecido em três configurações, todas equipadas com o motor 1.6l flex, apto a entregar 128 cavalos de potência abastecido com etanol. A transmissão pode ser manual ou automática.O crossover parte de R$ 63.900 e pode chegar a R$ 68.900 na versão topo de linha.

Carro da Kia Sportage flex – Crossover ficou com motor 12 cv mais potente com etanol e chega a 178 cv


A Kia Motors do Brasil já comercializa o crossover médio Sportage com motorização flex no país. O bloco 2.0 litros de quatro cilindros que empurra o utilitário agora produz 169 cv de potência com gasolina, e ganhou 12 cv com etanol, passando a gerar máxima de 178 cv. A atualização na mecânica também contemplou a caixa de câmbio manual, que passa a ter seis marchas em vez de cinco – a transmissão automática já tinha seis marchas.

Outra novidade interessante no Sportage é a troca da direção hidráulica pela elétrica, que é mais eficiente e passa a vir de fábrica em todas as versões. E a configuração top de linha do crossover agora exibe filetes de leds (diodos luminosos) na base dos faróis. Os preços sugeridos do novo Sportage flex vão de R$ 90.900 a R$ 113.400. O utilitário é o terceiro modelo com motor flex da montadora sul-coreana, ao lado de Picanto e Soul.

Kia Soul reestilizado – Crossover ganhou faróis de dupla parábola e câmbios de seis marchas

Renovado em abril passado, o Kia Soul ganhou motor flex no Brasil no começo do ano e despontou nas vendas

A Kia Motors do Brasil começou a oferecer nesta segunda-feira (7) a linha 2012 do crossover compacto Soul. Esteticamente, é difícil notar as mudanças, mas o utilitário passa a vir reestilizado da Coreia do Sul – os retoques foram revelados em abril passado, no Salão de Nova Iorque . Destacam-se os novos faróis, agora com dupla parábola, e os câmbios manual e automático, que passam a ter seis marchas – como no sedã Cerato.

Traseira exibe novas lanternas e o para-choques redesenhado; nas laterais, apenas as maçanetas mudaram

Na prática, a Kia mudou pouco o Soul. Além dos faróis, a grade frontal está mais moderninha (mas mantém o formato “boca de tigre”) e as lanternas ganharam seções de luz verticalizadas. Os para-choques também foram remodelados. No dianteiro, os faróis de neblina cresceram. E no traseiro, os refletores (popularmente chamados de “olhos de gato”) foram deslocados para as extremidades – deixando a traseira aparentemente mais larga.

Volante ganhou botões, mas a principal novidade no Soul são os câmbios automático e manual com seis marchas

Nas laterais, as maçanetas são novas, os espelhos ganharam repetidores da luz de direção e… é só. A mecânica também segue a mesma, com o motor 1.6 litro 16V flex – o bloco bebe gasolina e etanol desde o iniciozinho do ano. O propulsor de duplo comando variável gera potências de 126 cv (gasolina) e 130 cv (etanol) aos 6.300 giros, e torques de 16 kgfm aos 4.500 rpm e 16,5 kgfm às 5.000 rotações, na mesma ordem.

Faróis não terão fileira de leds no mercado brasileiro; seções de luz das lanternas agora acompanham formato

A Kia informa que os preços são os mesmos de antes e que, por enquanto, o renovado Soul 2012 não sofrerá reajuste por causa do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados – a medida governamental está suspensa até a metade de dezembro pelo Superior Tribunal Federal (leia aqui). O novo Soul flex 2012 já está nas lojas brasileiras da marca sul-coreana.

Fonte: Auto Esporte

Carros para cadeirantes – Kia fabrica modelo Kivi Soul eMOTION para pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada


O novo KIA KIVI SOUL eMOTION, é um Crossover de ultima geração que marca o início de uma nova era, com a preparação do seu interior realizada para proporcionar fantásticas condições de acesso e transporte a pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada.

Este veículo permite ao seu utilizador obter uma independência total nas suas deslocações de trabalho ou laser, pois, pode ser conduzido por um cidadão sentado na sua própria cadeira de rodas.

Com apenas 4,11 metros de comprimento por 1,79 metros de largura exterior, foi possível converter o interior por forma a permitir um altura livre de 1,41 metros, garantindo excelentes e seguras condições de viagem ao(s) ocupante(s).

Até ao presente, o KIA SOUL eMOTION é o único carro para condução em cadeira de rodas, que cumpre com a directiva comunitária CEE 46/2007, donde foi sujeito a testes de embate frontal (Crash Tests) de 20G. Além deste, foi submetido e passou os testes de ancoragem de bancos e cintos de segurança; massas e dimensões; nível de ruído; compatibilidade electromagnética; emissões; depósito de combustível, travões, entre outros.

Equipamento de Série

– O equipamento base inclui ABS, controlo de estabilidade electrónico, seis airbags, ar condicionado, sistema de som com leitor de CD, MP3 (com saídas USB, AUX e colunas que se iluminam em função do volume da música), vidros e fecho automáticos.

– Com tracção à frente, 4,105 mm de comprimento e uma distância entre eixos de 2,550 mm, este crossover impressiona pelas medidas verticais (altura total é de 1,610 m).

-Caixa Automática de 4 velocidades

Como atractivo suplementar, provando certamente a fiabilidade da marca, a Kia estendeu ao Soul um imbatível plano de garantia de sete anos ou 150 000 km de cobertura mecânica.

Vídeo do Carro Kia Soul eMOTION para os cadeirantes