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Com mesma plataforma do futuro Corolla, SUV aposta em tecnologias semiautônomas e mecânica híbrida. Versão mais cara custa R$ 179.990

Pouco mais de um ano depois de surgir no Salão de Nova York, nos Estados Unidos, a quinta encarnação do Toyota RAV4 já tem data para estrear no Brasil. Em meados de junho, o SUV chega importado do Japão em duas configurações repletas de itens de série, motorização exclusivamente híbrida e com o design afiado.

O preço? A S Hybrid custará R$ 165.990 e SX Hybrid, R$ 179.990. Os valores bem mais competitivos do que os do compatriota e arquirrival Honda CR-V, que é importado dos EUA e vendido em versão única no Brasil por salgados R$ 194.900.

Mas a nova geração do RAV4 chama atenção, inicialmente, pelo desenho. A marca deixa o conservadorismo de lado e aposta em linhas mais geométricas e cheias de vinco. O design final ficou bastante fiel ao do conceito FT-AC. O objetivo foi dar mais robustez ao RAV4, cuja frente ficou mais incisiva e imponente.

A traseira conta com para-lamas ressaltados, enquanto o recorte da coluna traseira apela ao efeito tridimensional para dar uma sensação de largura maior. Repleta de superfícies côncavas, a porção de trás é mais tradicional e ostenta lanternas horizontais de LED. As rodas de 18 polegadas colaboram para dar uma pose mais agressiva.

O RAV4 tem a primazia de usar a nova arquitetura global da Toyota, a TNGA. A plataforma é a mesma do Camry e futuramente estará no Corolla nacional — que terá o primeiro motor híbrido flex do mundo. A plataforma é versátil e dá dimensões mais avantajadas ao SUV. O entre-eixos, por exemplo, pulou de 2,66 metros para 2,69 m, e o comprimento tem 1 cm a mais — são 4,60 metros. Já o porta-malas passa de 547 litros para 580 l.

A TNGA ainda possibilita a instalação da mecânica híbrida. Pela primeira vez no Brasil, o RAV4 será oferecido exclusivamente nesta opção. A marca promove a volta do veterano motor quatro cilindros 2.5 16V a gasolina de 178 cv e 22,5 kgfm de torque, que já foi oferecido outrora por aqui.

A Toyota instalou um sistema de injeção direta e indireta de combustível para ter potência quando necessário e baixo consumo ao mesmo tempo. Só que agora esse motor trabalha em conjunto com outras três unidades elétricas — duas na dianteira e uma na traseira que, juntas, somam 120 cv e 20,6 kgfm. O motor elétrico traseiro é exclusivamente responsável pela tração AWD.

Combinados, o motor a combustão e os elétricos fornecem 222 cv ao SUV. Tudo é comandado pela transmissão automática CVT. A tração é 4X4 sob demanda, porém os motores traseiros eliminam a necessidade do eixo cardã, o que ajuda no espaço.

De acordo com a Toyota, as médias de consumo são de 14,3 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada. Por não ser híbrido do tipo Plug-in, a bateria que alimenta os motores elétricos é recarregada durante as desacelerações e frenagens — funciona como no Prius.

Em equipamentos, o modelo de “entrada” é bem fornido. Destaque para a central multimídia de 7 polegadas (que inexplicavelmente não oferece as interfaces Android Auto e CarPlay), botão de partida, bancos dianteiros ventilados e com ajustes elétricos para o motorista, freio de estacionamento eletrônico e ar-condicionado de duas zonas com saídas para trás.

O painel de instrumentos em tela TFT de 7 polegadas é outro destaque. No quesito segurança, há sete airbags, controles eletrônicos de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampa e sensores de obstáculos dianteiros e traseiros, com câmera de ré.

Os R$ 14 mil a mais pedidos pela SX Hybrid se justificam pelos extras: este traz teto solar panorâmico, carregador de smartphone sem fio (por indução), porta-malas com abertura elétrica e borboletas no volante para trocas de marcha manuais.

A versão topo de linha também oferece o Safety Sense, um pacote de tecnologias semiautônomas que reúne frenagem de emergência, sistema pré-colisão, controle de cruzeiro adaptativo, assistente manutenção de faixa de rodagem (que faz pequenas correções no volante) e faróis altos adaptativos.

Testado pelo Latin NCAP, o novo RAV4 obteve as cinco estrelas máximas nas provas de impacto tanto para adultos quanto para crianças.

Fabricante revelou design do sedã europeu, que será seguido pelo modelo híbrido flex nacional. Estreia em nossas ruas será no fim deste ano

A Toyota antecipou a apresentação do novo Corolla europeu, que estava marcada para o Salão de Genebra. O visual do modelo é o mesmo que será adotado pelo Corolla brasileiro, previsto para chegar às lojas no final deste ano.

Quem diz isso é ninguém menos que o presidente da Toyota na América Latina, Steve St. Angelo, conforme com exclusividade após entrevista com o executivo no último Salão de Detroit.

As linhas são mais conservadoras que as da versão americana, apresentada justamente na mostra de Detroit, em janeiro.

A 12a geração do sedã utiliza a nova plataforma modular TNGA, a mesma do Prius, própria para receber motorização híbrida. Na Europa, o carro será oferecido em duas versões híbridas, 2.0 e 1.8 – esta última é a que interessa para nós.

No caso, o propulsor 1.8 de ciclo Atkinson, que no Brasil será flex, atua junto a um motor elétrico para entregar uma potência combinada de 122 cv e 14,5 mkgf de torque. Por aqui, a potência pode ser aumentada com uso de etanol. A versão de entrada com essa motorização na Europa tem preço inicial de 21.750 euros – pouco mais de R$ 91.000.

Já o 2.0 híbrido europeu rende 180 cv. Consumidores do Velho Continente também poderão optar por um 1.2 turbo e um 1.6 naturalmente aspirado, ambos a gasolina.

Já os brasileiros terão à disposição uma configuração com um novo propulsor 2.0 de quatro cilindros flex, acoplado a câmbio CVT com engrenagem para auxiliar a arrancada. Versões de entrada devem seguir contando com o velho 1.8 quatro cilindros flex.

NOVO TOYOTA COROLLA XEI 2.0

A esperta tática do preço abaixo de R$ 100 mil (no aperto) foi utilizada pela Toyota com o lançamento do Corolla reestilizado. E nada melhor que adotá-la para a versão mais vendida do sedã médio, batizada de XEi, com motor 2.0 e oferecida por R$ 99.990. Finalmente com controles de tração e estabilidade em toda a gama, além dos retoques no visual e de sete airbags, será que o carro (de tiozão, como o povo costuma dizer) é uma boa opção de compra? Descubra a seguir.

Impressões ao volante

Mesmo sem os recursos eletrônicos de segurança, o Corolla já era um carro muito bem acertado e que dificilmente desgarrava nas curvas. Mas é bom saber que agora o ESP está lá para eventuais problemas e também para reforçar a comodidade. Com ele, o Corolla passa a ter assistente de partida em rampa, muito útil para ladeiras ou descidas. Pena ainda não haver o chamado Brake Hold, que permite ao motorista tirar o pé do freio quando o carro está parado.

Abusando um pouco da velocidade nas entradas de curva, o Corolla não titubeou em qualquer momento. É preciso, aliás, exagerar muito para o controle de estabilidade corrigir a trajetória. Nota dez para o sedã nesse quesito.

Ponto positivo também para nova calibração das suspensões e amortecedores, que tornou o Corolla extremamente confortável sem abrir mão da estabilidade. Acrescente ao pacote de conforto os reforços feitos no isolamento acústico da cabine e a atualização do software do módulo da direção elétrica… o resultado faz qualquer um crer que o carro tem potencial para vender ainda mais no país.

Por dentro, o estilo sóbrio do painel ainda é menos sedutor que o do Honda Civic e o do Chevrolet Cruze, mas a aparência ficou mais agradável com a maior presença de partes de toque suave, nova tela multimídia (usada em outros Toyota como Hilux e SW4), o novo design das saídas de ventilação e dos comandos do ar-condicionado digital.

O que poderia ter melhorado: a central multimídia touchscreen merecia alguns botões físicos e um sistema operacional mais rápido; o freio de mão garantiria maior refinamento e praticidade se fosse elétrico; e a ausência de uma segunda entrada USB. Ah, os novos difusores de ar circulares deixam o vento “vazar” mesmo quando estão fechados.

Desempenho

Não houve alteração mecânica na linha reestilizada do Corolla; a versão XEi (assim como a XRS e a Altis) manteve o motor 2.0 flex de até 154 cv e 20,7 kgfm muito bem pareado com o câmbio CVT de sete marchas virtuais.

O conjunto agrada com acelerações e retomadas eficazes mesmo sem usar o botão de modo Sport, que faz o carro trabalhar em rotações mais altas. As médias de consumo também são boas para um dois litros. Segundo o Inmetro, foram 10,6 km/l de gasolina na cidade e 12,6 km/l na estrada, médias que descem para 7,2 km/l e 8,8 km/l com etanol nas mesmas provas.

Itens de série

Bem equipada, a versão XEi incorporou rodas de liga leve de 17 polegadas, botão de partida e chave presencial. Mas poderia ter ganhado os faróis de led, presentes só na XRS e na Altis, além de um básico sensor de chuva. Sensor de ré seria muito útil também (em toda linha!) em vez de só câmera de ré.

Vale a compra?

Sim. O Corolla está ainda mais gostoso de dirigir, ficou mais elegante, é muito espaçoso e confortável. Com controle de tração e de estabilidade agora? Vai vender mais que pão quente.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, comando duplo, flex

Cilindrada: 1.986 cm³

Potência: 154 (E)/143 cv (G) a 5.800 rpm

Torque: 20,7 (E)/19,4 (G) kgfm a 4.800 rpm

Câmbio: Automático CVT, 7 marchas virtuais

Direção: Elétrica

Suspensões: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás

Pneus: 215/50 R17

Tração: Dianteira

Comprimento: 4,62 m

Largura: 1,77 m

Altura: 1,47 m

Entre-eixos: 2,70 m

Tanque: 60 litros

Peso: 1.335 kg

Porta-malas: 470/507 litros

Consumo Inmetro (etanol)

Urbano: 7,2 km/l

Rodoviário: 8,8 km/l

Média: 8 km/l

Autonomia em estrada: 528 km

Modelos com alta liquidez e boas qualidades para você não errar na escolha de um usado

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Para quem valoriza espaço no porta-malas e versões com bom recheio de equipamentos, os sedãs continuam oferecendo ótimas opções no mercado de seminovos. Confira a seguir nossas sugestões divididas por segmentos – tem até modelos de luxo com preço de tamanho médio.

SEDÃ COMPACTO

Toyota Etios sedã XS 1.5 2013

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Derivada do hatch, a versão sedã é praticamente igual ao irmão menor. Ambos podem receber o motor 1.5, mas essa motorização é exclusiva no três-volumes. Porém, o grande diferencial do Etios Sedan é mais óbvio: maior espaço no banco de trás e no bagageiro. O volume do porta-malas se destaca entre os compactos: 562 litros.

Assim como o pequeno propulsor 1.3 dá conta de carregar o hatch, o 1,5 litro de 96 cv também é suficiente ao sedã, mesmo quando o veículo está totalmente carregado. Na prova de 0 a 100 km/h, registramos  11,7 s. Mas os melhores resultados vieram das provas de consumo. Marcamos 9 e 11,8 km/l, na cidade e estrada, utilizando etanol. São números melhores que o do hatch equipado com motor 1.5 (7,2/10,3).

Hoje, a Toyota oferece quatro versões (X, XS, XLS e Platinum), que variam cerca de R$ 10?000 – entre R$ 46?390 e R$ 56?490. Porém, no mundo dos seminovos esses valores acabam se diluindo bastante, já que a Toyota as diferenciou com poucos acessórios. Entre o Etios X e XS, por exemplo, o degrau inclui apenas o rádio com toca-discos e Bluetooth, volante com controles de áudio, chave com controle remoto e alarme. Então, não se espante se encontrar preços iguais ou muito semelhantes pela versão intermediária. Segundo a tabela Fipe (novembro de 2015), o Etios XS 2013 é vendido por preço médio de R$ 32?562, apenas R$ 600 a mais que o Etios X. Por isso, se seu garimpo só trouxer à tona a versão básica (X), é mais recomendável transformar esse revés em argumento para negociar um desconto em vez de descartá-la.

ETIOS SEDÃ XS 1.5 2013
PREÇO: FIPE: R$ 32.562
FICHA TÉCNICA
Motor: 1.5 16V, 96/92 cv; câmbio: manual, 5 marchas,
Consumo (km/l): urb, 9; rod, 11,8 (etanol)
Dimensões (cm): comp., 427 cm; larg. 170 cm; altura, 151 cm; peso 955 kg
REVISÕES
30.000 km R$ 393
40.000 km R$ 549
50.000 km R$ 311
60.000 km R$ 484
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 177
Discos dianteiros: R$ 138
Amortecedores dianteiros: R$ 444
Pneu: R$ 286
DESVALORIZAÇÃO: – 1,4% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.168

 

SEDÃ MÉDIO

Toyota Corolla XEi 2014

foto-imagem-Corolla-XEi

Só papel-moeda tem mais liquidez que um Corolla usado em bom estado de conservação. O japonês não para nas lojas. Por isso, seja ágil ao realizar a compra quando se deparar com uma boa oferta – não é raro que modelos anunciados sejam vendidos em poucos dias após a publicação do anúncio.

Nem a mudança de geração comprometeu a vida do Corolla antigo. Mas vale ter cuidado para não confundir o ano/modelo. O Corolla de 11ª geração (a atual) foi lançado em 2014, como modelo 2015. Assim, se você está de olho no anterior, olhe a partir da linha 2014. A diferença de preços foi grande quando ocorreu a mudança. O Corolla XEi usado, mas de “cara nova”, parte de R$ 76?153, enquanto um XEi 2014, o nosso indicado, tem preço de R$ 63?024, segundo a Fipe.

Desconsiderando esse degrau alto por conta da troca de gerações, a desvalorização do sedã usado no último ano é baixíssima (1,9%) e sua reputação entre os seminovos é imbatível. Não é difícil encontrar carros em bom estado e com revisão feita em concessionárias. Em contrapartida, não espere por descontos polpudos.

A versão XEi, intermediária, é a mais comum de encontrar. A top de linha, SE-G, foi rebatizada como Altis. E não chega a ser rara. Porém, pode ser um desafio encontrar unidades que não tenham sido blindadas pelo primeiro dono.

O Corolla conta com direção leve, rodar suave e porta-malas bem maior que o do Civic – comporta 470 litros. As apólices de seguro costumam ser mais baratas que as do Honda. Ao comprar um Corolla, procure evitar as versões manuais, caso você se preocupe com a revenda.

TOYOTA COROLLA XEI 2014
PREÇO: FIPE: R$ 63.024
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 153/142 cv; câmbio: aut., 4 marchas,
Consumo (km/l): urb, 6,7; rod, 9,4 (etanol)
Dimensões (cm): Comp. 454; larg. 176; altura 148; peso 1 285 kg
REVISÕES
30.000 km: R$ 372
40.000 km: R$ 738
50.000 km: R$ 361
60.000 km: R$ 505
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 252
Discos dianteiros: R$ 228
Amortecedores dianteiros: R$ 656
Pneu: R$ 428
DESVALORIZAÇÃO: – 1,9% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.939

 

SEDÃ GRANDE

Ford Fusion 2.0 Titanium 2013

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Ele já foi líder da categoria, com mais de 1?000 unidades vendidas por mês. Não há como negar que esse Ford é um objeto de desejo. E o melhor: não houve alterações visuais desde o final de 2012, quando estreou no Brasil. Ou seja, seu vizinho não saberá se você comprou um usado ou zero-quilômetro – nos EUA, ele acaba de receber um leve facelift que só deve chegar por aqui em 2017. Mas as qualidades vão além do visual. A mecânica evoluiu muito: o modelo estreou um 2.0 turbinado de 234 cv.

A versão Titanium é oferecida com tração dianteira ou integral. Se você encontrar o AWD, melhor. Mas o Titanium com tração no eixo da frente é adequado. E tem preço médio de R$ 85?279. O 4×4 custa cerca de R$ 4?000 a mais.

Ao procurar por um, certifique-se de que a manutenção está toda em dia. Apesar de as peças não serem tão caras em comparação com a concorrência, a Ford cobra muito pelas revisões.

FORD FUSION 2.0 TITANIUM 2013
PREÇO: FIPE: 85.279
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 240 cv; câmbio: aut. seq, 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 11,1 (G)
Dimensões (cm): comp. 487; larg. 191
REVISÕES
30.000 km: R$ 612
40.000 km: R$ 1.424
50.000 km: R$ 536
60.000 km: R$ 760
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 392
Discos dianteiros: R$ 385
Amortecedores dianteiros: R$ 666
Pneu: R$ 768
DESVALORIZAÇÃO: – 1,2% (2104-2015)
SEGURO: R$ 3.936

 

Hyundai Azera 2013

foto-imagem-Hyundai-Azera

Esse sedã coreano é um convite para um novo mundo de requinte e curtição: além de oferecer nível de conforto digno de carros de categorias superiores, tem um potente V6  3.0 sob o capô – esse motor gera 250 cv.

A atual geração chegou ao mercado em março de 2012 e passou por leve reestilização no começo deste ano. Isso faz das linhas 2013 e 2014 as opções mais convidativas entre os usados.

Antes de fechar negócio, verifique a saúde do carro e o histórico de manutenção. As peças desse Hyundai são caras, em especial os componentes da suspensão – justamente os elementos mais maltratados pelas ruas brasileiras.

Por R$ 90.465, segundo a Fipe, um Azera 2013 custa apenas R$ 35 a mais que um Corolla XEi 2.0 2016 zero-quilômetro. E não é difícil encontrar carros com menos de 30.000 km rodados.

HYUNDAI AZERA 2013
PREÇO:
FICHA TÉCNICA
Motor: 3.0 V6, 250 cv; câmbio: aut. seq., 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 12,8 (gasolina)
Dimensões (cm): comp. 492; larg. 186
REVISÕES
30.000 km: R$ 462
40.000 km: R$ 513
50.000 km: R$ 417
60.000 km: R$ 614
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 727
Discos dianteiros: R$ 555
Amortecedores dianteiros: R$ 2.255
Pneu: R$ 623
DESVALORIZAÇÃO: – 4,7% (2014-2015)
SEGURO: R$ 4.472

Recall do Corolla no Brasil

Ação abrange modelos produzidos de março de 2008 a dezembro de 2010.
Sistema de partida a frio pode ter defeito; risco é de vazamento de gasolina.

A Toyota do Brasil informou neste domingo que o recall do modelo Corolla atinge 145.466 unidades produzidas entre março de 2008 e dezembro de 2010. A campanha foi anunciada neste sábado e abrange as versões XLi, GLi, XEi, SEG e ALTIS.

De acordo com a fabricante, o problema está na mangueira do sistema de partida a frio do carro, que pode provocar o vazamento de gasolina. Há ainda a possibilidade remota de ocorrer incêndio somente se, simultaneamente ao vazamento de combustível, existir a presença de agente produtor de faísca.

Os proprietários dos veículos envolvidos devem procurar uma loja da rede de concessionárias a partir desta terça-feira (1º). A Toyota recomenda o agendamento prévio do reparo.

Confira os números de chassi dos carros envolvidos no recall
Código do chassi Últimos sete dígitos
9BRBB42E09 ~ 9BRBB42EX9 5000542 ~ 5055571
9BRBB48E09 ~ 9BRBB48EX9 5000541 ~ 5055592
9BRBB42E09 ~ 9BRBB42EXA 5055598 ~ 5116530
9BRBB48E09 ~ 9BRBB48EXA 5055594 ~ 5116529
9BRBD48E0A ~ 9BRBD48EXA 2500002 ~ 2500007
9BRBB42E0A ~ 9BRBB42EXB 5116534 ~ 5151708
9BRBB48E0A ~ 9BRBB48EXA 5116531 ~ 5126284
9BRBD48E0B ~ 9BRBD48EXB 2500008 ~2525074

Segundo o comunicado da Toyota, devido a uma não conformidade na fabricação da mangueira, esta pode vir a deteriorar-se, gerando pequenas fissuras através das quais podem ocorrer vazamentos de gasolina.

Para mais informações, a Toyota disponibiliza o Serviço de Assistência ao Cliente no telefone 0800 703 02 06 ou a página na internet www.toyota.com.br.

No ano passado, 117.428 unidades do Corolla foram convocadas no Brasil por problemas na fixação do tapete.

Fonte: G1

Toyota diz que resolveu os problemas de aceleração involuntária

Fabricante incorporou novas tecnologias na linha e investiu em treinamento.
Marca japonesa afirma que casos de aceleração involuntária caíram 80%.

A Toyota anunciou nesta segunda-feira (4) que resolveu os problemas com mais de cinco milhões de veículos envolvidos nos três principais recalls da empresa este ano, incluindo unidades do Corolla no Brasil.

Em 1,8 milhão de unidades foram feitas correções no sistema de aceleração e em outros 3,1 milhão de veículos os tapetes passaram por reparos ou foram substituídos -caso do recall no Brasil. Além disso, 128 mil Prius e Lexus tiveram seu software de sistema antibloqueio de freio atualizado.

“A Toyota tem feito progressos significativos nos últimos meses para garantir que nossos clientes possam ter total confiança na qualidade, segurança e fiabilidade dos seus veículos”, afirmou o chefe de qualidade da Toyota na América do Norte, Steve Angelo.

Toyota diz que a partir de 2011, todos os seus veículos serão equipados com o sistema de freios Smart Stop e que abriu uma nova unidade norte-americana para treinar trabalhadores em como lidar com reclamações de clientes. A montadora afirma ainda que as novas medidas do controle de qualidade garantem que nenhum hardware defeituoso seja incorporado na linha da marca.

“Os esforços contínuos da Toyota para reforçar a qualidade do veículo e a segurança, e para responder rapidamente e completamente às preocupações de nossos clientes, são movidos por nossos valores fundamentais e sempre será uma parte fundamental de nossa empresa”, disse Angelo.

“Nosso objetivo é estabelecer novos padrões ainda mais elevados para garantir a qualidade e a receptividade do cliente continuando a colocar eles em primeiro lugar em tudo que fazemos.”
Como resultado de seus esforços, a Toyota afirma que as questões envolvendo aceleração involuntária caíram 80%.

Fonte: G1

Fotos Nova versão do Civic – Modelo LXL o intermediário da linha

A Honda anunciou nesta quarta-feira (14) uma nova versão para o sedã Civic, a LXL. O preço dessa nova versão parte de R$ 66.405. As outras versões tiveram os preços reduzidos, em uma tentativa de diminuir a diferença para o Toyota Corolla, que fechou 2009 em primeiro lugar no ranking de vendas do segmento.

Com câmbio manual e sem bancos de couro, a nova versão está posicionada entre a LXS, que agora custa R$ 65.750, e a EXL (topo de linha), que sai por R$ 85.610. A Honda afirma que 75% da produção do Civic passará a ser da configuração LXL, 15% da versão LXS, 5% da opção EXS e 5% será da versão esportiva do modelo Si.

De fábrica, a novidade traz rodas de 16 polegadas exclusivas, volante com acabamento prata e controle de áudio, abertura do porta-malas pela chave e dois alto-falantes de tons agudos (twitters). A versão LXL poderá vir com revestimento em couro dos bancos, por R$ 68.085, com câmbio automático, por R$ 71.540, e com ambos por R$ 73.200.

A marca japonesa aproveita o lançamento da nova configuração para estrear a direção elétrica progressiva, que a Honda chama de EPS, e um novo ar-condicionado, que segundo a fabricante, é mais eficiente, consome menos potência e ajuda na redução do consumo de combustível. Esses novos equipamentos também serão oferecidos nas outras versões do sedã.

Todas os modelos do Civic trazem de série freios com ABS (antitravamento das rodas) e EBD (distribuição da força de frenagem), barra de proteção nas portas, banco do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag para motorista e passageiro. Sob o capô está o motor 1.8 16V flex, de 140 cv com álcool.

Fonte: G1

Honda prepara uma versão “pelada” do Civic

Versão LXL seria intermediária; LXS traz promoção de 12 vezes “sem juros”

Com a queda nas vendas pela chegada do City e a consequente perda da liderança no segmento dos sedãs médios para o rival Corolla, a Honda está preparando uma nova versão de entrada para o Civic. É quase a mesma estratégia da Toyota, que tirou alguns equipamentos do Corolla XEi e rebatizou-o de GLi.

No caso do Civic, a novidade, prevista para chegar em fevereiro, vai se chamar LXL (que será intermediária entre a de entrada LXS, que sofrerá um “downgrade”, e a top EXS), como na geração anterior. Os protótipos que rodam no entorno da fábrica da Honda, em Sumaré (SP), têm cobertos os logotipos traseiros e a grade. Os primeiros já são definitivos e guardam o nome da versão. A grade, ao que tudo indica, será da cor da carroceria e não cromada, como nas versões atuais.

As rodas não mudam: são as mesmas 16 polegadas que já equipam a LXS. No interior, é provável que perca alguns equipamentos, como o sistema de áudio, e tenha bancos de tecido, enquanto a LXL passaria a trazer revestimento de couro de série. A parte mecânica não deve mudar. O bloco 1.8 16V, que rende até 140 cv (cavalos) com etanol, segue sem alterações.

Há sinais claros de que existem mudanças no horizonte. Concessionárias vendem hoje a atual versão de entrada por preços a partir de R$ 59.900. Na TV uma campanha da Honda anuncia que o Civic de R$ 59.990 está saindo por uma entrada (segundo Interpress Motor apurou em concessionárias, deve ser de no minimo 60%), mais 12 parcelas “sem juros”. Ou seja, entrada de R$ 35.994, mais 12 mensais de R$ 1.999,66. Uma clara estratégia para desovar o estoque.

Fonte: InterpressMotor