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FIAT MILLE GANHARÁ SÉRIE ESPECIAL DE DESPEDIDA , E VEM COM GRANDES MUDANÇAS

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A jornada do Mille está chegando ao fim. Para marcar a aposentadoria do hatch, a Fiat preparou uma série especial de despedida. Batizada de “Grazie” – “obrigado”, em italiano -, a série terá produção limitada a 2 mil unidades e começa a ser vendida ainda este mês. De acordo com fontes ligadas à marca, o preço ainda não foi definido.

A Fiat quer manter a surpresa e não entrega muito sobre a versão, mas já adianta que o modelo contará com algumas mudanças estéticas e trará itens inéditos, como rodas de liga leve, pedaleira esportiva e o rádio Connect com subwoofer, presente em outros nomes do portfólio como Palio e Grand Siena. O veículo será vendido nas cores verde e prata.

Lançado no início da década de 1990, o Mille ocupa o posto de carro de entrada da marca e é um dos mais baratos à venda no Brasil (parte de R$ 22.540). Ele sai de linha impulsionado pela lei que exige que todos os carros fabricados no país a partir de 2014 saiam de fábrica equipados freios ABS e airbag duplo frontal.

Quais são os itens que desvalorizam os carros na hora da revenda

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Ao comprar um veículo, o proprietário precisa estar ciente de que ao sair da concessionária seu carro já vai ter desvalorizado, em relação ao preço de mercado. Isso, aliado a outros motivos, faz com que na hora da revenda o preço caia muito. Confira quais são os principais motivos que fazem um carro ficar desvalorizado:

1- Popularidade: de acordo com o CEO do iCarros, Sylvio de Barros, os carros mais populares são os que vendem mais no mercado de usados, por isso, os modelos mais caros das montadoras acabam apresentando uma desvalorização maior do preço. Dados da empresa Jato Dynamics mostram que, em uma média de mercado, um segmento premium de importados desvaloriza 10% a mais que um segmento médio, e este 5% a mais que um segmento popular.

2- Marca: assim como os carros populares, diz Barros, as empresas que estão no País há mais tempo, como GM, Volkswagen, Fiat e Ford, têm maior liquidez de mercado do que uma Citröen ou Renault, gerando uma menor depreciação. No entanto, Barros lembra que existem marcas reconhecidas como símbolo de qualidade, caso da Toyota e da Honda, que acabam vendo uma desvalorização menor. Segundo a Jato Dynamics, a desvalorização dos veículos de marcas menos comuns no Brasil chega a ser de 15% a 20% maior que os carros de marcas mais consagradas.

3- Estado de conservação e idade: o estado do carro e o seu ano de fabricação contam muito na hora da revenda, pois quanto pior parecer o veículo ou quanto mais velho ele for, maior deverá ser a manutenção, causando queda no preço.

4- Blindado: segundo Barros, os carros blindados começam a se deteriorar mais rápido que os veículos não blindados. Os vidros, por exemplo, costumam sofrer delaminação, que é a formação de bolhas causadas pela separação das camadas de proteção do vidro. Assim, esses carros, ao contrário do que pensa uma boa parte das pessoas, perdem valor mais rápido.

5- Tempo: os proprietários que têm pressa de vender um veículo acabam diminuindo seu preço para poder vender mais rápido.

6- Cores: os compradores preferem escolher os carros com cores mais tradicionais, como preto, prata e vermelho. Assim, carros amarelos, verdes ou de outra cor “chamativa” passam por dificuldades na hora da venda.

7- Não completo: os carros que não são modelo completo, ou seja, com ar condicionado, trio elétrico, direção hidráulica e câmbio automático, acabam se desvalorizando, pois os completos vendem mais rápido.

Carros que os ladrões odeiam – Características dos veículos que fazem os criminosos desistirem de roubar o seu transporte

Muito se fala sobre os carros mais visados pelos ladrões, mas pouco se comenta sobre seus desafetos, aqueles veículos que entre muitos outros estacionados serão as suas últimas opções. Obviamente, não é possível questionar os criminosos sobre os motivos que os fazem desistir de certo carro, mas especialistas em roubos e furtos de veículos conseguem delinear quais características costumam deixar o carro menos “roubável” ao estudar os históricos deste tipo de crime.

Conforme explica Luiz Pomarole, membro da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) existem dois objetivos principais que motivam os roubos: “Um dos objetivos é a revenda dos carros; e o outro, muito mais comum, é a revenda de peças no mercado paralelo”. Observando quais são as peças e os modelos mais buscados por compradores, portanto, é possível identificar também o que o ladrão irá buscar para abastecer o mercado negro.

Segundo o Capitão Cleodato Moisés do Nascimento, porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, ainda há outros dois pontos que explicam a lógica dos roubos: “O ladrão também procura os carros que serão mais dificilmente localizados pela polícia e os carros úteis para usar em outros crimes”.

Veja a seguir 10 características que os ladrões não gostam em um carro, ou que podem ser um critério de desempate na hora que eles decidem qual carro roubar.

1) Cores chamativas

Os carros com cores mais chamativas são evitados pelos ladrões por dois motivos: a maior facilidade de localização do veículo depois de roubado; e a menor procura no mercado paralelo, tanto por conta da maior dificuldade de revenda (por serem carros que não agradam a todos os gostos), quanto pelo fato de as peças coloridas serem menos buscadas para reposição.

“O criminoso evita cores mais chamativas. Já os carros com cores padrão, como branco, preto e prata, são os preferidos, porque se misturam na intensidade dos outros veículos em uma fuga e são mais buscados no mercado negro”, explica capitão Moisés.

2) Carros importados e de alto valor

São carros que normalmente chamam muita atenção, por isso, apesar do alto preço, são modelos desvalorizados pelos ladrões. “O ladrão tem medo de ser notado na rua com um carro desses porque é o tipo de carro que todo mundo olha. Além disso, estes carros costumam ter sistemas de segurança mais avançados, que dificultam o roubo”, esclarece Luiz Pomarole.

E ainda, como os carros importados e de alto valor são menos populares, há menos procura por este tipo de carro para revenda e também uma menor demanda por peças de reposição.

3) Carros menos populares

Os especialistas explicam que muitos roubos são resultados de encomendas. Sendo assim, qualquer tipo de veículo pode ser um alvo, desde que o mercado paralelo tenha um comprador interessado. Porém, os modelos menos comuns, apesar de não serem totalmente protegidos destas encomendas, acabam sendo menos roubados que os populares por estarem em menor quantidade.

“O carro menos popular tem menos risco de ser alvo porque o criminoso rouba e furta para vender no desmanche. Por isso, ele vai pegar o carro que tenha comércio mais rotativo. Não adianta pegar um carro que as pessoas não estão usando”, explica o capitão da PM.

4) Rodas básicas

“As rodas são o principal alvo dos roubos hoje em dia porque são vendidas muito facilmente. Como não existe uma identificação da roda com o veículo roubado, muita gente acaba comprando as rodas em qualquer lugar sem saber se elas são fruto de um roubo”, diz o porta-voz da PM.

Moisés explica que, como muitos roubos são motivados principalmente pelas rodas, os carros com rodas mais básicas acabam mais ignorados pelos ladrões do que os carros com rodas de liga leve, por exemplo. E ainda, se o objetivo for roubar um certo modelo de veículo e o ladrão encontrar dois carros do mesmo modelo, ele irá preferir aquele que tiver as rodas em melhores condições.

5) Picapes e SUVs movidos a gasolina

Boa parte dos modelos de picapes e SUVs são vendidos com duas opções de motores: movido a diesel ou a gasolina. Segundo Pomarole, os modelos movidos a gasolina são muito menos visados do que os movidos a diesel. “O motor diesel roda muito e, por isso, tem mais necessidade de reparos e a demanda por peças é mais alta. Por isso, nestas categorias, os carros movidos a gasolina são menos visados. A Pajero movida a gasolina, por exemplo, tem menor incidência de roubo”, afirma.

Ele também acrescenta que, como o motor a diesel costuma ser mais caro, ele também é muito buscado no mercado paralelo por compradores que buscam um preço mais acessível.

6) Carros sem acessórios externos

“Os carros com acessórios externos têm sido preferidos por ladrões, justamente por deixarem à mostra itens que são visados por eles”, afirma Pomarole. Ele diz que alguns dos acessórios externos mais visados são os estribos (peça que fica na lateral do carro e serve como suporte para subir em carros altos) e os estepes, peças que são muito roubadas por terem alta demanda no mercado paralelo.

Os estepes, por exemplo, podem estar localizados tanto dentro quanto fora do veículo. Se o objetivo for apenas furtar a peça, carros com estepe interno são menos buscados por dificultarem a ação. E ainda, se o ladrão estiver na dúvida entre dois carros parecidos, o item à mostra pode servir como critério de desempate. “Entre um Fiat sem estepe e um modelo Adventure, que vem com estepe externo, o ladrão vai preferir o Adventure”, afirma Pomarole.

7) Som de fábrica

Os rádios são um atrativo para os ladrões e muitas vezes são o objetivo principal do furto ou roubo. Segundo o porta-voz da PM, aparelhos de som de fábrica são menos vantajosos para os ladrões porque só servem para aquele modelo de carro. Em alguns casos, até param de funcionar quando desinstalados. “O criminoso já sabe que este tipo de rádio pode ser danificado se retirado do carro. E mesmo que não seja, eles também já sabem que os aparelhos de fábrica não têm tanto comércio quanto outros rádios que eles podem instalar em qualquer carro”, explica Moisés.

Ele também explica que os carros com rádios mais básicos são menos visados. “Hoje o criminoso está mais atento ao que é bom e o que não é. Quanto mais básico o aparelho, menos chamará a atenção. Aparelhos com DVD e GPS, por exemplo, têm sido bastante roubados”, diz o capitão.

8 ) Travas manuais

Moisés explica que, apesar de existirem sistemas mais avançados, as travas manuais podem inibir a ação do ladrão ao serem avistadas. “As travas de volante e as travas de câmbio acabam criando um grau de dificuldade para a ação do criminoso e ele pode deixar de agir ao ver a trava. Não vai evitar 100%, mas vai dificultar o roubo”, diz.

Pomarole concorda que se o ladrão olhar a trava pelo vidro do carro, ele pode desistir de roubar o veículo, mas ressalta que este sistema de segurança pode ser altamente falível. “A trava não evita o roubo (quando a vítima está presente), apenas pode evitar o furto (quando a vítima está ausente). E nem sempre o motorista ativa a trava, às vezes ele esquece, ou não aciona porque logo vai voltar para o carro”, diz. Ele acrescenta que sistemas como rastreadores e localizadores, por exemplo, são mais eficientes porque não dependem do acionamento manual e ajudam o motorista a encontrar o veículo depois que o roubo foi consumado.

9) Insulfilm

Em um roubo, o uso do insulfilm pode evitar a aproximação do ladrão, uma vez que a película o impede de ver com clareza quem está dentro do carro. E no caso do furto pode dificultar a visualização de objetos deixados no interior do veículo que chamariam sua atenção.

No entanto, o item pode ser um tanto controverso: “Em um roubo, o ladrão pode preferir um carro sem insulfilm porque sabe quem está dentro do carro. Mas, ao mesmo tempo, em um furto, o ladrão pode preferir carros com insulfilm porque, ao fugir com o carro, ele ficará menos visível”, explica Pomarole. O insulfilm também não será eficaz no caso de um roubo programado, em que o ladrão já sabe quem é a sua vítima e, portanto, quem está dentro do carro.

10) Carros básicos

Os carros básicos naturalmente têm menos valor de revenda do que os mais equipados. Além disso, ao serem desmontados, terão peças mais baratas e menos acessórios do que os carros mais sofisticados. “Um painel atrativo, por exemplo, hoje em dia chama muito a atenção do ladrão quando o carro está estacionado em via pública”, explica o capitão Cleodato Moisés.

Os carros mais equipados muitas vezes também são roubados para que suas peças deixem os carros mais básicos da mesma linha mais equipados. É o que acontece, por exemplo, com modelos como o Renault Sandero, que está na lista dos 10 carros mais roubados em julho. É um carro que tem muitas versões, então alguns motoristas compram o modelo mais básico e depois buscam acessórios e outras peças para deixá-lo mais equipado.

Fonte: Exame

Black Piano, StickerBomb e muitas cores marcam novas tendências dos envelopamentos dos carros

Com a popularização do envelopamento, novas opções começam a se popularizar no Brasil, como o StickerBomb

Em 2011 Robinho, craque do Milan, procurou uma oficina especializada porque queria deixar a seu Porsche Cayenne do jeito dos carros que ele via na Europa: com pintura fosca. Sem saber muito como poderia fazer aquilo, conheceu o envelopamento. Seu utilitário esportivo – que era branco brilhante – após algumas horas se transformou em branco fosco. Igual ao Robinho, milhares de brasileiros aderiram a onda fosca. Mais fácil e barato do que a pintura, o envelopamento de carros virou moda no mundo todo. Entre os benefícios estão a renovação do visual, a conservação da pintura original e a praticidade da limpeza a partir de R$ 800.

Como uma moda, a onda fosca passou e cada vez mais as empresas estão trazendo novidades para o consumidor que enjoa rápido do visual do carro. Leandro Del Grande é gerente da Foscomania – que cuidou do envelopamento do carro de Robinho -, e diz que agora a tendência é o tetoBlack Piano”, ou seja, um adesivo importado que deixa o teto do carro com a aparência brilhante e envidraçada. Além disso, novas películas da ColorSkin estão chegando com uma cartela de cores super abrangente: ter um carro amarelo, vermelho, azul e não é mais uma opção definitiva. Um dos benefícios é que você pode transformar o seu pratinha em laranjão e quando revender não pagará o preço de ter um carro diferente, pois a película sai facilmente e deixa a pintura intacta, como nova.

Black Piano simula teto envidraçado em tom escuro

Além do “Black Piano” e das novas cores, outra tendência é o perolizado que dá um brilho esverdeado e a película camaleão com aparência multicolor, muito procurada pelos admiradores dos carros tuning. Segundo Leandro, o “pretinho básico” dos carros são as faixas esportivas, ou seja, nunca saem de moda.

Aplicação de adesivo StickerBomb também pode ser feita no interior

StickerBomb

A moda pelo envelopamento pegou tanto que para muitas pessoas se transformou em profissão. Roberto Vannucchi é apaixonado por tuning e trabalhou durante dez anos em uma empresa de envelopamento de carros. “Na época, só se fazia envelopamento de carros para empresas e frota. Agora, o mercado expandiu muito. Há cursos lotados todas as semanas de pessoas querendo aprender”. Tanto que Roberto divide seu tempo entre a fotografia e o envelopamento. Dono da Oversign, ele acredita que a última tendência são os “StickerBomb”, um adesivo único que imita vários adesivos juntos.

Geralmente ele é é colocado em apenas alguns lugares do carro como o para-choques e paralamas. “Fiz recentemente um ‘StickerBomb’ para uma menina cheio de imagens de Barbie e HelloKitty”. Ou seja, o mais legal da nova moda é que dá para personalizar completamente as referências que serão colocadas no seu carro. Um “StickerBomb” sai a partir de R$ 300. Roberto Vanucchi curte tanto o envelopamento que o seu veículo pessoal se transformou em uma vitrine ambulante do trabalho. O seu Vectra já se transformou 4 vezes.

Cuidados

O envelopamento parcial do carro ainda não é o mais pedido entre os consumidores. A maioria das pessoas ainda opta por mudar o visual do carro por completo. Nesse caso, é preciso comunicar a alteração de cor no DETRAN. Quem envelopa o carro em mais de 50% precisa solicitar uma guia de alteração de cor, pagar a vistoria do veículo e emitir um novo Certificado de Registro e Licenciamento. A mudança custa em média R$ 280. Se o veículo transitar irregularmente pelas ruas, o motorista pode levar uma multa grave de R$ 127,69 perder cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Outro cuidado que se deve ter é em relação a qualidade das películas. Antes de contratar o serviço é preciso se certificar de que o material usado é para ser aplicado em veículos. “Alguns adesivos possuem solvente na cola o que ao longo dos anos vai estragando a pintura. O adesivo para envelopamento veicular possui água na composição da cola e por isso não tem problema”, afirma Roberto Vannucchi. Segundo a 3M, uma das maiores fabricantes de adesivos, em carros repintados ou com funilaria a fazer não são indicados para adesivação. A marca também garante que a conservação é bem simples. Durante a lavagem deve-se usar panos macios e úmidos com detergente ou sabão neutro. Durante a lavagem é necessário evitar utilizar água pressurizada, evitando danos ao adesivo. A película da 3M tem garantia de 1 ano no sentido horizontal (capô e teto) e 3 anos no sentido vertical (laterais, paralamas e para-choques).

Modelos foscos ainda seguem na moda, mas ganharam opções coloridas

Qual cor escolher? – Carro prata é o preferido no mundo, aponta pesquisa

Prata e preto são as cores em carros mais populares no mundo. A constatação está no 58º relatório global de popularidade de cores automotivas, desenvolvido pela líder global de revestimentos automotivos DuPont.

De acordo com a pesquisa, apenas dois pontos percentuais separam prata e preto como principais cores de veículos no mundo: 26% dos automóveis exibem carroceria na cor prata e 24%, na cor preta. Segundo o relatório, a cor preta é a mais procurada em mercados fora dos Estados Unidos.

O levantamento conta com informações sobre a popularidade das cores de automóveis e tendências regionais de 11 regiões automotivas importantes de todo o mundo. Em 2010, pela primeira vez, ele inclui tendências da África do Sul.

Branco e cinza estão empatados em terceiro lugar, com 16% de participação cada um, sendo que o cinza vem crescendo na preferência, já que evoluiu três pontos percentuais desde a última pesquisa, realizada em 2009. Já o vermelho é a única cor não neutra entre os cinco primeiros colocados na lista que cresceu em popularidade.

A DuPont destaca que, no Brasil, a disputa entre prata e preto é menos acirrada. A pesquisa aponta que 34% da frota é prata, 10% a mais do que o volume de automóveis que exibem a cor preta, com 24% da preferência. A cor branca vem em terceiro lugar, com 13%, seguida do cinza, com 12%. Vermelho, marrom, bege representam 9% da procura, enquanto verde e azul vem 3% e 2%, respectivamente.

Os dados são bem semelhantes ao considerar a região da América do Sul: 33% da preferência é por carros prata; 23% por preto; 13%, branco e cinza; e vermelho, 9%.

Veja o ranking do relatório da Dupont sobre preferência de cores

1º Prata: 26%

2º Preto: 24%

3º Branco e cinza: 16%

4º Vermelho: 6%

5º Azul: 5%

6º Marrom/Bege: 3%

7º Verde: 2%

8º Amarelo/dourado: 1%

9º Outros: 1%