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Esportivo híbrido ganha nova geração e possibilidade de dirigir com os cabelos ao vento

A nova geração do BMW i8 enfim começa a chegar ao Brasil. O modelo só irá desembarcar de fato por aqui no segundo semestre, mas já pode ser comprado na pré-venda. E a boa notícia é que ele está mais barato do que na geração anterior – apesar de ainda ser um carro caro. A versão cupê custa R$ 649.950, enquanto a conversível sai por R$ 699.950. Na geração anterior, o carro era vendido por R$ 799.950.

O motor a combustão é um 1.5 turbo a gasolina, que move as rodas traseiras e trabalha em conjunto com um motor elétrico, responsável pelas rodas dianteiras. A potência combinada é de 374 cv e 42 kgfm. Segundo a BMW, a versão cupê chega a 100 km/h em 4,4 segundos, enquanto a conversível faz a mesma prova em 4,6 segundos.

A culpa é dos reforços estruturais para permitir a retirada temporária da capota. Por conta disso, o peso do conversível salta para 1.595 kg, mais que os 1.535 kg do cupê. O chassi do carro é feito de alumínio e a cabine conta com fibra de carbono e plástico para reduzir o peso.

A velocidade máxima de ambos os carros é de 250 km/h. Quem não fizer questão de acelerar tanto pode dirigir o carro no modo 100% elétrico por até 45 km, segundo a BMW do Brasil. O acionamento da capota do i8 conversível é feito por um sistema elétrico, que demora 15 segundos para abrir ou fechar. Esse processo pode ser feito com o carro a até 50 km/h.

De série, o esportivo conta com faróis de LED, bancos esportivos, sistema de projeção de informações no para-brisas, rodas de 20 polegadas e indicador de troca de marchas. O i8 pode ser encomendado em 6 cores diferentes de carroceria (cinza com prata, branco com azul, cinza com azul, cinza com prata, branco com cinza ou laranja com cinza. Já a cabine tem 4 opções de revestimentos.

Além de receber as primeiras unidades da nova geração do esportivo, quem optar por comprar o carro já na pré-venda ganhará um sistema de carregamento rápido das baterias do carro. O Wallbox garante que o carro tenha 100% de autonomia em menos de 3 horas, conforme a BMW. E também garantem o preço inicial menor do que o da geração anterior, claro.

Testando óculos google glass em carro camaro conversível no brasil

foto-imagem-dirigimos-usando-o-google-glassO Google Glass ainda nem chegou ao mercado e já divide opiniões. Enquanto uns acreditam que ele pode ajudar motoristas, há quem diga que ele será mais um motivo de distração ao volante. Para esclarecer a polêmica, dirigimos por alguns dias com uma das poucas unidades dos óculos digitais que estão no Brasil para explicar como eles podem ajudar ou atrapalhar no trânsito.

Conectado ao seu celular, o Glass mostra informações como navegação por GPS, alertas de ligações e e-mails direto no seu olho. Uma pequena tela posicionada acima da sua linha de visão se acende sempre que você recebe uma notificação, o que pode representar o fim das telas multimídia dos carros.

Já a pequena câmera embutida na armação dos óculos dá conta de fazer fotos e gravar vídeos (como este que você assiste abaixo) em alta resolução. Diferente de outros aparelhos já popularizados, o Glass promete fazer imagens mais parecidas com as que o próprio motorista enxerga.

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Camaro mostra novo modelo conversível no salão de Frankfurt

foto-imagem-Chevrolet-Camaro-ZL1-Conversivel-2013-01A General Motors comunicou hoje (21) que apresentará a versão reestilizada do Camaro conversível no Salão de Frankfurt, Alemanha, em setembro. Além das alterações na frente e na traseira, o modelo oferece uma nova cor do display do painel e o sistema multimídia MyLink, com tela touch screen.

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Tanto o conversível quanto o cupê – que também estará no salão – trazem sob o capô o motor V8 6.2 de 431 cavalos de potência com câmbio manual de seis marchas. Para chegar a 100 km/h, a versão sem capota leva 5,4 segundos e a coberta, 5,2.

Os dois Camaros começarão a ser vendidos no fim de 2013, na Europa. Os preços do cupê partem de US$ 53.500,00 (o equivalente a cerca de R$ 128 mil) e os do conversível, de US$ 60.300,00 (aproximadamente R$ 145 mil).

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Carro mais potente da Chevrolet: Camaro ZL1 versão 2013 é o conversível que tem mais potência

Camaro amarelo ZL1 conversível ainda não tem previsão de venda no Brasil

A Chevrolet deve começar as vendas do novo Camaro ZL1 a partir do início de 2013 no mercado norte-americano. Além da versão cupê do topo de linha da fabricante, foi divulgado o modelo conversível, considerado pela Chevrolet como o Camaro mais potente da marca.

A versão foi apresentada menos de um ano após a apresentação do ZL1. O conversível 2013 tem a mesma base do Camaro ZL1 cupê, com motor V8 6.2 litros, porém dotado de mais potência e torque: 580 cavalos e 754 Nm. O esportivo supera a potência de outros modelos 2+2 (dois adultos na dianteira e duas crianças nos assentos traseiros), como o Mercedes-Benz SL62 AMG.

Visão interna do Camaro ZL1 conversível

Visualmente, o conversível é idêntico ao cupê, como novos para-choques e capô abaulado para receber o motor V8. O ZL1 recebeu reforços na estrutura para compensar a ausência do teto rígido, como outros conversíveis. Para dar conta dos 580 cv, o modelo vem com controle de tração e estabilidade de série. Um dos diferenciais no visual são os enormes escapamentos quádruplos na traseira do carro.

Traseira do Camaro ZL1 conversível

 Nos Estados Unidos, o conversível deve custar cerca de R$ 80 mil, menos da metade do que se cobra no Brasil por uma versão menos potente. Ainda não há previsão da chegada do ZL1 esportivo e cupê ao mercado brasileiro.

O Camaro ZL1 tornou-se popular no filme “Transformers”, no qual um robô se transforma no esportivo. No Brasil, o Camaro, ou melhor, o Camaro Amarelo se popularizou após a música da dupla Munhoz e Mariano.

Cena de “Transformers”

Nissan 370Z: a saga continua

Uma volta rápida no herdeiro da dinastia Z de esportivos japoneses

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Nem todo mundo curtiu a versão conversível do Nissan 350Z, lançada há cinco anos. Mas o 370Z tem tudo para agradar. Com linhas sinuosas e bem balanceadas, o carro conta com a maior parte do volume na traseira. Além disso, a capota está bem melhor. E o interior mais agradável. Os principais ganhos: mais força, menos peso e preço quase igual ao da geração anterior. Agora resta esperar pela sua chegada ao mercado brasileiro, talvez no ano que vem, pelo menos como chamariz no estande da marca japonesa no próximo Salão do Automóvel, em São Paulo, entre os dias 28 de outubro de 7 de novembro.

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O 370Z passou a ser feito pela empresa européia Magna e sua qualidade melhorou a olhos vistos. A capota anterior vai parecer um capacete de futebol americano em comparação a essa nova. O acabamento está bem mais caprichado e o visual mais harmônico e de bom gosto. Até as proteções para cabeça, bem atrás dos encostos dos bancos também acompanham toda essa boa aparência. Os assentos com ventilação e aquecimento são de série, mas o sistema de refrigeração se mostrou um tanto barulhento.

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A rigidez torcional também evoluiu, com mais eficiência nas curvas, ajudando no trabalho da suspensão montada na nova estrutura do esportivo. Além disso, passando por obstáculos como tampas de bueiro e valetas, fica claro que o carro ficou mais resistente e sólido. O motor de 332 cavalos é outro destaque, entregando toda essa potência de maneira progressiva. E o câmbio manual de seis marchas parece mágico. Pise na embreagem e reduza que ele faz um “punta-taco” automaticamente, parecendo que um Schumacher está ao volante.

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Os pilotos de 350Z vão se sentir bem mais leves. O 370Z ainda é robusto, porém mais balanceado. O barulho do vento é menor, tornando possível conversar até o ponteiro do velocímetro atingir cerca de 115 km/h. Defeitos? Alguns. O novo motor 3.7 parece mais áspero, sem a suavidade de funcionamento do 3.5 que foi substituído. E a visualização do computador de bordo é sofrível. Quem busca mais desempenho ficará com a versão cupê, mais leve e com estrutura mais rígida. Mas o conversível dá conta do recado e oferece o prazer de dirigir com vento batendo no rosto.

Fonte: Revista AutoEsporte