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Jeep Grand Cherokee 2014

As concessionárias da Chrysler Group do Brasil estão recebendo as primeiras unidades do novo Jeep Grand Cherokee, que passou por uma importante renovação para a linha 2014. 

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Utilitário-esportivo bem conhecido em vários países, o Grand Cherokee mostra finalmente no Brasil a sua nova identidade visual e o novo recheio no interior, como o volante com mais funções,  quadro de instrumentos personalizável com tela de LCD TFT de 7”, e ainda a tela central multimídia de 8,4”, que inclui navegador GPS, entre outros recursos.

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No entanto, a maior novidade do Grand Cherokee 2014 está no conjunto mecânico, com a aplicação da transmissão automática de oito velocidades, a qual traz opção de trocas manuais por aletas atrás no volante. Com a nova caixa de marchas, o moderno motor Pentastar V6 de 3.6 promete ainda mais eficiência e não deixa de oferecer muita força: são 286 cv de potência e 35,4 mkgf de torque.

O Jeep Grand Cherokee 2014 tem preços sugeridos no Brasil de R$ 185.900, para a versão Laredo, e de R$ 214.900, para a configuração Limited.

Compra de carro – Zero quilômetro básico ou usado completo

comprar-carro-zero-basico-ou-completo-usadoSe você for capaz de dispensar aquele cheirinho de carro novo em favor de um veículo com melhor custo/benefício, então é possível que seu próximo automóvel seja um seminovo ou usado. Principalmente se você tem um orçamento enxuto e deseja trocar o popular básico por um modelo mais completo, equipado com itens de conforto que vão além da direção hidráulica e do trio elétrico.Foi em busca desse upgrade que o consultor de TI Julio Cesar Frigo, de 27 anos, deixou de lado o 0 km por um seminovo. A ideia era simplesmente trocar seu Palio 1.0 2008 básico por um modelo mais completo, com ar-condicionado. “Pensei em comprar novo Palio, mas mesmo com motor 1.6, ar-condicionado e rodas esportivas, achei que não valia a pena pagar mais de R$ 40 mil em um modelo considerado de entrada”, conta.Como o preço do novo não justificava o pacote de equipamentos, o jovem decidiu dar uma boa olhada nas opções de seminovos disponíveis no mercado.

Por alguns meses, pesquisou em sites e bateu à porta de várias concessionárias até topar com um negócio que atendesse os requisitos e estivesse dentro do orçamento. E o achado não poderia ter sido melhor. Por R$ 35 mil, ele encontrou um Volkswagen Polo versão hatch ano 2012, com 21 mil quilômetros e uma lista invejável de equipamentos. Além do motor 1.6, o carro trazia de série ar-condicionado digital, airbag duplo, freios ABS, rádio integrado com MP3 e Bluetooth, além de retrovisores com rebaixamento automático e sensor de estacionamento. “Não só consegui trocar meu carro por um mais completo, como também por um modelo de categoria superior. Hoje, um Polo como esse, 0 km, vale quase R$ 50 mil”, contou. Para completar, o carro ainda continha garantia de motor e câmbio válida até 2015 – são três anos.

Quem também se deu bem ao optar por um seminovo foi a jornalista Mariana Rodrigues. Em 2009, ela estava à procura de um sedã confortável na faixa dos R$ 30 mil. Entre as opções disponíveis no mercado, o modelo que mais a agradou foi o Chevrolet Prisma, até então a versão três volumes do Celta. Mas preço de novo estava acima do que ela podia pagar. “Na época, a versão 1.0, quase sem nada, estava custando quase R$ 40 mil”, conta. Diante do impasse, ela decidiu buscar um Prisma usado.

Assim como Julio Cesar, Mariana consultou sites e percorreu revendas até encontrar um modelo em bom estado, com baixa quilometragem e um pacote recheado de itens. A procura levou quase seis meses, mas, segundo Mariana, valeu a pena. Com apenas um ano de uso, o sedã com motor 1.0 estava com 30 mil quilômetros rodados e trazia os opcionais que ela esperava: direção hidráulica, ar-condicionado e trio elétrico. “Paguei R$ 31 mil, sete mil a menos do que era oferecido por um Prisma novo. Fiz um bom negócio. O carro estava inteiro. Era usado por um funcionário da própria GM”, conta. Desde então, sempre que pode, Mariana recomenda a compra dos seminovos ou usados, em detrimento do automóvel zero. “O carro novo desvaloriza muito.”

CUSTO/BENEFÍCIO

De fato, segundo Pedro Mendes, gerente da consultoria Jato Dynamics, a alta depreciação do automóvel novo, que varia de 10% a 15%, é um dos quesitos que pesam contra. “Se você pensar bem, com o mesmo valor de um novo popular hoje, é possível comprar um carro com até dois anos de uso e com motor 1.4, 1.6 ou até um sedã compacto”. Segundo o consultor, outro aspecto que favorece os carros usados no mercado são os itens de conforto. “No carro novo, você paga muito caro por opcionais como banco de couro e teto solar, mas a depreciação desses itens é muito maior do que a do próprio carro”. É por isso, ele explica, que o seminovo se tornou tão atrativo para o consumidor que almeja um carro mais completo e confortável.

Caio Ribeiro, gerente do site Mercado Livre, um dos maiores portais de anúncios de carros novos e usados do Brasil, chegou à mesma conclusão a partir dos dados coletados pelo portal. “Na compra de um zero, você paga alto por opcionais que valem quase nada quando você vai revender.” Por isso, de acordo com ele, entre os seminovos mais procurados do Mercado Livre na faixa dos R$ 30 a R$ 45 mil estão Fox, Saveiro e Idea, carros situados num patamar acima dos modelos de entrada.