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Cuidados com rodas maiores

Um dos itens mais desejados entre os amantes de carros são as rodas com desenhos diferenciados e aros maiores que os originais. Dentro da prática do tuning, então, é quase uma obrigatoriedade trocar o conjunto original por um estilizado, cujo modelo se adapta ao gosto e ao perfil do dono do carro.

Mas, antes de trocar seu jogo original de pneus e rodas, são necessários alguns cuidados. O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) proíbe que o diâmetro das rodas ultrapasse os limites externos dos para-lamas do veículo. Ou seja, o tamanho total do conjunto roda/pneu não pode ser alterado nestas condições. Não respeitar esta regra é uma infração grave. O condutor perde cinco  pontos na carteira, paga multa de R$ 127,69 e  pode ter o carro retido.

Além de infringir a lei, alterar o tamanho original pode afetar o desempenho do seu carro. “Se o diâmetro máximo do pneu superar o original, vai aumentar a inércia na roda, prejudicando a aceleração”, explicou o professor do curso de Engenharia Mecânica Automobilística do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Ricardo Bock. “A mudança entre a relação final da rotação do motor e a da roda é alterada e a cada volta que ela der o percurso será maior”, disse.

Outro ponto negativo é o conforto dos passageiros. Uma roda maior significa um pneu menor e, com isso, menos absorção dos impactos. “O pneu tem comportamento visco elástico e colabora na absorção das vibrações. Se o perfil do pneu for muito mais baixo, aumenta o nível de vibrações dentro do carro”, afirmou Bock.

Esportividade e beleza

Há também benefícios para os amantes da velocidade que desejam uma roda personalizada com um aro maior. Além da estética, o item ajuda na estabilidade de quem gosta de dirigir de maneira esportiva.

O gerente comercial da Mangels do Brasil, Sidney Martinho, explicou que um aro superior é muito mais que um equipamento bonito. “O aro maior, geralmente, proporciona uma sensação maior de estabilidade do veículo, em função de uma resposta mais precisa de direção”, afirma. Mas ele reconhece que a procura pelo acessório, na maioria das vezes, está ligada à aparência do veículo. “ O apaixonado por carro gosta de deixá-lo com a cara dele; a roda é parte deste processo”, complementou.

Recomendações

A recomendação para quem deseja trocar o conjunto original é ter cuidado nas modificações, no local da instalação e na marca do produto. “Quem quiser trocar, é aconselhável respeitar o diâmetro máximo externo deixando próximo ao original e tomar o cuidado de verificar se o fabricante das rodas é devidamente homologado”, complementou o professor Bock. Outro conselho é ficar atento às recomendações do fabricante. “É importante lembrar que as características técnicas devem ser respeitadas, conforme critérios de cada fabricante de veículo”, lembrou Martinho

Fonte: MSN

Só uma em cada dez pessoas usa cinto no banco de trás em SP

Além disso, 71,6% das crianças são transportadas de forma inadequada.
Quase a totalidade dos motoristas, no entanto, obedece à regra.

Seja por medo de multa ou por saber da sua importância, o fato é que quase todos os motoristas paulistanos usam cinto de segurança. Por outro lado, ainda há grande resistência por parte dos passageiros, principalmente os do banco de trás. Estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostra que apenas uma em cada dez pessoas no banco traseiro obedece à regra.

O trabalho da CET analisou o comportamento de motoristas de ônibus e táxis e dos ocupantes dos veículos particulares. Dentre os condutores, o índice mais alto de adesão ao cinto de segurança foi registrado entre os taxistas: 99%. O cumprimento da regra – em vigor na cidade desde 1994, antes mesmo da implementação do Código de Trânsito Brasileiro (em 1997) – também é considerado bom entre os motoristas de ônibus (98%) e dos carros de passeio (96,4%).

Os passageiros no banco da frente também costumam utilizar o cinto (92,9%). Por outro lado, os demais ocupantes dos veículos particulares praticamente ignoram as regras de segurança. Apenas 28,4% das crianças são transportadas de maneira adequada e 11,2% dos adultos usam o cinto de segurança atrás.

“O motorista ainda tem a preocupação de que vai ser multado, mas esse comprometimento não existe em quem está atrás”, diz a gerente de segurança da CET, Nancy Schneider. Ela acrescenta que o maior risco é uma falsa sensação de segurança por quem está no banco de trás. “Quem não usa cinto atrás é uma arma. Ele provoca risco para si e também para os ocupantes da frente. Mas acaba achando que está seguro.”

Fonte: G1

Categorias de Habilitação para Dirigir

Saiba a resposta e tudo sobre as categorias de habilitação para dirigir

Conquistar a permissão para dirigir veículos é o sonho de muitos, mas nem todos sabem que existem categorias bem diferentes de Carteiras Nacionais de Habilitação. De acordo com o capitão da Polícia Militar Sérgio Marques, especialista em legislação de trânsito, o artigo 143 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece cinco tipos de CNH. Conheça as principais diferenças entre eles:

Categoria A – é voltada para veículos de duas ou três rodas, como motonetas, motocicletas e triciclos de cabine aberta ou fechada, com ou sem carro lateral.

Categoria B – habilita condutores que poderão guiar veículos com peso que não ultrapasse 3.500 quilos (considerando o peso total do veículo e o peso da carga e de todos os ocupantes) e que acomodem até nove ocupantes, incluindo o motorista. Nessa categoria também se enquadram os quadriciclos e o Volkswagen Kombi – exceto se a van for utilizada para o transporte escolar, permitido apenas para condutores com CNH de categoria D
Categoria C – vale para veículos de carga que ultrapassem os 3.500 quilos – e que transportem, no máximo, três ocupantes. Também é a CNH certa para os condutores de tratores.
Categoria D – utilizada por motoristas que trabalham com transporte de passageiros cuja lotação exceda nove lugares (contando o condutor). Para quem dirige vans, microônibus e ônibus.
Categoria E – considera a combinação de dois veículos, uma unidade tratora (um carro ou picape, por exemplo) e uma unidade acoplada (reboque, semi-reboque ou articulado). Se essa unidade acoplada, que também deve ter documentação e placa próprias, pesar seis mil quilos ou mais, então é necessário que o condutor tenha CNH da categoria E. Se o peso for inferior, então vale a categoria necessária para conduzir a unidade tratora – pode ser categoria B no caso do condutor dirigir um carro de passeio até 3.500 quilos, por exemplo.

A exceção termina aí. Para quem conduz com uma unidade acoplada com capacidade para transportar nove pessoas ou mais, a CNH de categoria E é imprescindível. O mesmo vale para quem leva um trailer, ou ainda para quem transporta mais de uma unidade tracionada, independente do peso.

“Condutores de motocicletas e motonetas também podem transportar um semi-reboque, desde que tenha sido especialmente projetado para esse fim e homologado pelo Denatran”, lembra o capitão Marques.

Os caminhos para a CNH

Com as mudanças ocorridas nos últimos anos, obter a CNH ficou mais complexo. Segundo o policial militar, além da maioridade, o candidato deve saber ler e escrever, e ter RG e CPF. Além disso, ele deve se submeter a exames médicos e psicológicos para só então começar a ter aulas teóricas. “Depois de 45 horas/aula o candidato pode fazer a prova. Só depois de aprovado é que ele segue para as aulas práticas”, comenta.

Nesse estágio, são mais 20 horas/aula ao volante. Ou, ao guidão, caso o candidato pleiteie a CNH de categoria A. Para quem busca as duas ao mesmo tempo, são 20 horas/aula em cada veículo. “Uma novidade recente e importante para quem vai tirar a primeira habilitação: 20% das aulas práticas devem ocorrer no período noturno”, lembra o capitão.

Se aprovado, o novo motorista recebe a Permissão Para Dirigir, válida por um ano. Se, dentro desse período, não ocorrer nenhuma infração grave, gravíssima ou a reincidência de uma infração média, o condutor finalmente recebe sua CNH. Caso contrário, está tudo perdido. E o condutor volta a ser um aluno em busca de sua PPD.

Já os condutores que pretendem mudar de categoria precisam voltar a fazer aulas práticas – nesse caso, são 15 horas/aula, 20% delas à noite. O mesmo vale para quem quer adicionar a categoria A à sua CNH. Mas existem algumas particularidades entre cada categoria. Quem quer migrar para a C precisa ter a CNH de categoria B há pelo menos um ano – mesmo que seja PPD.

Já os que pretendem chegar às categorias D e E devem ter 21 anos ou mais – além disso, quem quer a D deve ter o mínimo de dois anos com a habilitação de categoria B. “Com um ano de CNH de categoria C é possível migrar para a E, desde que o condutor também tenha 21 anos ou mais”, explica Marques. Por fim, não há prazo mínimo estipulado para quem quer ir da categoria D para a E.

“No caso das migrações, também vale a regra de multas: o condutor não pode ter infrações graves, gravíssimas ou reincidência de infrações médias ao longo de um ano”, orienta o policial militar.

Fonte: G1

Saiba o que é mito sobre o uso do carro e o que não é

‘Lendas’ vão da lavagem do motor até a cor do veículo.

Quando o assunto é a mecânica dos automóveis o que não falta é mito. Tudo começa quando ouvimos de um amigo, que ouviu de outra pessoa e por aí vai. Por isso, é importante estar atento ao que é realmente verdade e o que não passa de “lenda”.

Andar na banguela

Deixar o carro em ponto morto, a famosa banguela , durante uma descida é uma assunto falado e comentado muitas vezes, mas sempre surge algum motorista com essa dúvida. Saiba que essa não é uma prática segura. Totalmente equivocada, essa prática não é nada recomendável. Apesar de economizar combustível em veículos sem injeção eletrônica, a segurança de motorista e passageiro é comprometida. O carro desengatado não conta com auxílio do freio motor, que contribuiu para uma melhor dirigibilidade e também não exige demais dos freios, que podem superaquecer e vir a apresentar falhas.

Álcool X gasolina

Sobre economia de combustível, o comentário geral aponta que o carro a álcool consome mais do que o mesmo modelo a gasolina. É uma verdade. Primeiro porque a gasolina produz mais energia e, para compensar, o álcool é injetado em maior proporção, além das características da combustão, que requerem mais compressão na versão a álcool. Porém, o motor movido a álcool torna-se mais potente.

Consumo do óleo é menor na cidade

De uma forma geral, a maioria dos motoristas acredita que o consumo do óleo do motor ou mesmo o período de troca do lubrificante na cidade é menor em relação ao uso na estrada. Trata-se de um grande equivoco. Nas rodovias a velocidade é constante, com períodos prolongados de funcionamento, o que proporciona o correto aquecimento e resfriamento do motor, ou seja, nada mais é do que o uso em condições normais. Já na cidade, o veículo faz inúmeras paradas e o motor não funciona como deveria, assim o uso é mais severo.

Outro detalhe é em relação ao nível, tanto do óleo quanto da água do motor. Não é preciso deixar sempre no máximo, mas situado entre a marca de nível mínimo e máximo. Portanto, se o seu carro está com os níveis abaixo do máximo, relaxe, pois está dentro da normalidade.

Lavagem do Motor

Quanto à lavagem de motor, o mito diz que pode trazer problemas. Essa informação é verdadeira. Com a invasão da eletrônica nos motores dos automóveis vieram também algumas restrições, sendo uma delas a lavagem do motor. Não que seja proibido, mas uma lavagem no motor deve ser feita com extremo cuidado e por pessoas habilitadas a esse serviço. A água pode danificar e, em alguns casos, até inutilizar diversos componentes eletrônicos instalados. Já ocorreram diversas panes em decorrência da lavagem do motor sem os devidos cuidados, tanto é que certos postos nem oferecem mais esse tipo de serviço.

Durante a lavagem, alguns postos de combustíveis, principalmente aqueles que ficam em cidades do interior, ainda adotam a pulverização de chassi. Essa pulverização é feita com óleo e a intenção é contribuir para a conservação, mas esse banho de óleo por baixo do carro não é recomendado porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação.

Carro amarelo é mais seguro

Ainda sobre segurança no trânsito, existe o comentário sobre as cores dos veículos, sendo que umas são mais seguras e outras não. Será verdade? Pois saiba que se trata de uma informação verdadeira sim. Embora os tons como o amarelo e o laranja muitas vezes não sejam as cores preferidas dos motoristas, elas se destacam tanto durante o dia quanto à noite. Além disso, nos momentos mais críticos, como os dias de chuva e com neblina, essas cores também se destacam. Contudo, se você não faz a mínima questão de ter um carro nessas cores, também não tem problema. O importante é utilizar corretamente os instrumentos de sinalização.

Cinto de segurança e sinal vermelho

Algumas informações deixam as pessoas na dúvida pelo desuso, como por exemplo, o cinto de segurança para os passageiros do banco traseiro. Ainda são poucas as pessoas que usam e aqueles que não utilizam falam que não é preciso. Pois aí está uma grande mentira. O uso do cinto de segurança é obrigatório sim e para todos os ocupantes do veículo, tanto na cidade quanto na estrada. Consta do Código de Trânsito Brasileiro e sujeita o dono do automóvel a pagar multa e a levar pontos na carteira de habilitação.

O mesmo pode ser atribuído a história de passar semáforo fechado durante a madrugada. Apesar de o risco de assaltos ser elevado, principalmente nas grandes cidades, não existe lei que impeça a autuação por passar em farol vermelho em horário específico. Entretanto, alguns motoristas ainda preferem arriscar a vida e passar o sinal fechado sem tomar conhecimento. Nesse caso, o mais correto é diminuir a velocidade e aproximar-se vagarosamente do cruzamento até que o semáforo fique verde. Além de evitar a multa e os pontos na carteira, você escapa do risco de um acidente.

Fonte: G1

Viagem de carro – Dicas de como acomodar a bagagem no carro

Excesso de malas e objetos soltos podem prejudicar a visibilidade.
Distribuição de peso é importante para evitar desgaste da suspensão.

Levar-objetos-em-cima-do-carro-interfere-na-aerodinamica-do-veiculo--Foto-Daigo-OlivaG1

As férias estão chegando e com elas as viagens de carro com a família toda passam a ser mais frequentes. Nesse período não se pode esquecer do porta-malas, que costuma ficar cheio de objetos de todos os tipos.

Pegar estrada exige alguns cuidados com a bagagem para garantir a segurança e conforto dos passageiros durante a jornada. O mais comum é o motorista colocar os objetos de qualquer jeito, sem a menor preocupação.

Desse modo, o que vemos nas estradas brasileiras são veículos trafegando abarrotados de sacolas, mochilas e malas por todos os lados. O vidro traseiro desaparece e muitos objetos ficam soltos, um pecado mortal. É importante que todo motorista saiba que segundo o artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro obstruir a visão do retrovisor interno de veículos de passeio é uma infração grave e sujeito a multa. Então, veja algumas dicas para aproveitar ao máximo o espaço do seu carro.

Para começar, faça uma lista com tudo o que será necessário para a viagem. Essa relação é importante para se ter uma noção do que vai ser transportado e assim saber onde colocar cada coisa, além de ter uma ideia real se haverá espaço suficiente para tudo. Lembre-se de avaliar o que deve ficar à mão e assim facilitar o acesso ao porta-malas. Outra dica bacana é não deixar para arrumar a bagagem somente no momento de partir. Muitas vezes tudo que é feito as pressas fica de qualquer jeito e isso é o que não deve acontecer com a bagagem do seu automóvel.

Tudo que puder deixar de levar é importante. Carregar objetos desnecessários além de dificultar a montagem da bagagem também consome combustível desnecessariamente. Saiba que qualquer quilo de sobra faz diferença.

Seja organizado

Organização é sempre bem vinda, assim organize sua bagagem por categorias. Fica a seu critério, mas poderia, por exemplo, ser assim: roupas, agasalhos, calçados, produtos de higiene, utensílios de camping, materiais de pesca, de praia e por aí vai.

Procure utilizar malas de formatos variados, pois o objetivo será aproveitar todo o espaço do porta-malas. Mas lembre-se, malas muito grandes são complicadas de encaixar, além de serem desconfortáveis para, por exemplo, subir escadas. Em uma viagem, independente da duração, é fundamental levar uma mochila pequena para acomodar uma troca de roupa em uma emergência, guardar documentos, artigos eletrônicos ou mesmo levar a praia, uma caminhada, etc.

Coloque os volumes mais pesados no fundo. As malas maiores e aquelas mais rígidas ficam embaixo.Por cima delas a bagagem mais flexível e os objetos frágeis. Procure dividir a bagagem pelo peso também, de modo que o carro fique equilibrado, sem peso em excesso num dos lados. Além de facilitar a condução também evite o desgaste de peças da suspensão.

Dentro do carro nenhum objeto pode viajar solto. Isso vale para as coisas que ficam no painel, nos bancos, nos portas-treco e principalmente em cima da tampa traseira, nos carros do tipo perua e naqueles em que se tem acesso ao porta-malas pelo interior do veículo.

Essa medida é fundamental, pois em caso de acidente um objeto que esteja solto no interior do carro pode se transformar em uma armadilha mortal, capaz de fazer um enorme estrago. Na pior das hipóteses, coloque em baixo dos bancos, nos eventuais bolsos na parte de trás dos bancos dianteiros, no porta-luvas ou mesmo nos portas-mapa das portas.

Tome cuidado com latas de refrigerante e garrafas de água. Se não estiverem bem encaixadas podem escapar e rolar para os pedais do motorista, o que pode ocasionar um acidente. No caso de brinquedos para as crianças, leve somente aqueles que cabem nos compartimentos internos do carro.

Mas vamos ser realistas. Muitos carros nacionais não esbanjam espaço no porta-malas. Então, o que fazer? No caso de uma perua, por exemplo, se tiver que avançar as bagagens e talvez colocar alguma mala pequena em cima da tampa do porta-malas, a dica é que fique presa, bem afixada. Isso é possível com cordas elásticas. Nos modelos hatch, que tem acesso ao porta-malas pelo interior do carro, a regra é a mesma. Não esqueça que não se pode atrapalhar a visão do retrovisor interno.

Se ficar na dúvida, faça antes de pegar a estrada um teste para conferir se a bagagem esta devidamente colocada no carro. De uma volta na quadra, vá sozinho de preferência e, sem exagerar, faça movimentos bruscos e uma freada mais acentuada. O objetivo é verificar se não ficou nenhum objeto solto, capaz de machucar algum ocupante.

Uma opção para solucionar a falta de espaço pode ser a instalação de bagageiros de teto, racks ou mesmo um porta-bicleta. Um detalhe importante a se considerar é que tal dispositivo vai interferir na aerodinâmica do automóvel e em consequência no consumo de combustível. Mas se não tiver outra opção, o jeito é esse. Vale lembrar que existe um limite de peso para transportar objetos, tanto para o bagageiro, quanto para o veiculo. Por isso é recomendável levar os itens mais leves nesse equipamento.

No mais é aproveitar as férias e relaxar com a família. Boa viagem!

Fonte: G1