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Versão mais forte na gama da família de médios ganhou uma versão em Lego feita com mais de 320 mil peças

Mais um carro ganha versão em bloquinhos de Lego: agora é a vez do hatchback Honda Civic Type R. A versão tem tamanho real, pesa aproximadamente 1.300 kg e foi feita especialmente para o programa australiano Lego Masters.

A montagem foi feita por uma equipe de nove pessoas e teve duração de mais de 1300 horas de trabalho.

O conjunto de 320 mil peças que formam o modelo tem como um dos principais destaques o controle tecnológico feito pelo Ipad. O tablet regula o funcionamento dos faróis, DRLs, luzes de neblina, setas, freios e luzes de ré.

“Das luzes funcionais e indicadores, passando pelos complexos logos Honda feitos de Lego, construir os detalhes do modelo foi uma diversão para nós”, afirmou Ryan McNaught, responsável pela criação e direção do projeto.

A estrutura contém uma base de ferro e peças regulares que foram coladas camada a camada, de cima a baixo.

De acordo com a marca, os itens que apresentaram maior dificuldade para serem construídos foram: limpadores de para-brisa e asa traseira, pela fragilidade e necessidade de sustentação, respectivamente.

A partir do dia 28 de abril, o brinquedo poderá ser visto no programa televisivo do canal Channel Nine, na Austrália.

Novo honda civic black edition no Reino Unido

foto-image-honda-civic-black-editionA Honda anunciou a chegada do pacote Black Edition ao Civic em sua gama do Reino Unido. Como o nome sugere, o modelo ganha diversos detalhes em preto, como saias laterais, retrovisores externos, spoiler traseiro e até as rodas de liga-leve.Sob o capô, duas opções estão disponíveis. Uma delas é o motor 1.6 i-DTEC (movido a diesel), oferecendo 118 cavalos de potência e 30,6 kgfm de torque; a outra conta com bloco 1.8 i-VTEC (movido a gasolina), entregando 140 cv e 17,7 kgfm.

De acordo com a Honda, o pacote Black Edition está disponível aos clientes por 249 libras esterlinas ao mês, num período de três anos, mais um depósito único de 500 libras.

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Recall nos carros da Honda – No Brasil empresa anuncia recall de mais de 100 mil unidades do New Civic Flex – Veja os números do chassis

Modelos envolvidos foram fabricados entre os anos de 2008 e 2011.
Polia da bomba d’água do motor pode se soltar.

A Honda do Brasil anunciou nesta quinta-feira (28) o recall de 101.693 unidades do modelo New Civic Flex fabricadas entre os anos de 2008 e 2011. De acordo com a montadora, esses veículos podem apresentar o desprendimento da polia da bomba d’água do motor, “o que poderá acarretar no aumento do esforço de esterçamento do volante, além de outros sintomas como, por exemplo, o superaquecimento do motor. Em casos extremos, também poderá ocorrer o desligamento do motor em movimento, dificultando o controle do veículo com risco de colisão”.

Os veículos deverão ser levados a partir do dia 3 de agosto a uma das concessionárias da Honda em todo o Brasil para a substituição dos parafusos deste componente. A marca do sedã recomenda que os proprietários das unidades envolvidas no recall façam um agendamento prévio do serviço por meio do site www.honda.com.br/recall. Em caso de dúvidas, a Honda pede que os interessados entrem em contato pelo telefone 0800-775-5346 de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Na segunda-feira (25), a montadora japonesa anunciou um recall mundial de aproximadamente 200 mil veículos. Na ocasião, a Honda do Brasil divulgou uma nota curta explicando que estava “analisando a situação das unidades do modelo New Civic produzidas em território nacional. A empresa informará tão logo tenha uma posição”. No Japão foram chamadas 50.122 carros dos modelos Stream, Civic e Crossroad. Já na Europa, o número de unidades envolvidas no recall é de cerca de 6.800.

Apesar de passar das 100 mil carros, este recall do Honda New Civic não é o maior do ano. Em janeiro, a Ford convocou 300.860 unidades dos EcoSport e Fiesta fabricados entre os anos de 2007 e 2009 para arrumar um problema na fechadura da porta traseira. Em fevereiro, a Toyota chamou 145.466 unidades do Corolla produzidos entre 2008 e 2010 para reparar o sistema de partida a frio do carro.

Confira os chassis das unidades envolvidas:

Ano/modelo 2008: De 8Z240866 a 8Z606861
Ano/modelo 2009: De 9Z100005 a 9Z501862
Ano/modelo 2010: De AZ100001 a AZ600480
Ano/modelo 2011: De BZ100003 a BZ106840

Fotos Honda Brio NSC que poderá ser feito no Brasil

Brio começa a ser vendido na Tailândia e na Índia em 2011 por US$ 13.200.
Carrinho deve integrar a família brasileira da marca japonesa em 2013.

A Honda revelou nesta terça-feira (30) a versão de produção do Brio, o novo carro compacto mundial da marca que é inspirado no conceito NSC (New Small Car), apresentado no Salão de Nova Déli, na Índia, em janeiro deste ano.

A estreia do modelo na Índia e na Tailândia ocorre em 2011 e há especulações de que o carrinho será fabricado no Brasil a partir de 2013 para integrar a família nacional da marca japonesa no país ao lado do monovolume Fit e os sedãs Civic e City.

A fabricante diz que pretende desenvolver versão específicas de acordo com o mercado ao qual o compacto se destinar, destacando que a versão tailandesa será mais eficiente do que o modelo indiano. Esse, por sua vez, irá equilibrar melhor desempenho e preço, segundo a Honda. Por isso, é possível que a versão brasileira adote, por exemplo, um motor flex.

As informações sobre motorização ainda não foram divulgadas, mas especula-se que o Brio asiático será equipado com o propulsor 1.2 de quatro cilindros da fabricante. Os únicos dados revelados são as dimensões do modelo: 3,61 m de comprimento, 1,68 m de largura e 1,47 m de altura.

A versão tailandesa custará 400.000 bahts, o equivalente a US$ 13.200 e R$ 22.763 (sem impostos e taxas de importação). Antes de chegar às lojas, a novidade poderá ser conferida no 27 ª Salão do Automóvel da Tailândia que acontece de 1º a 12 de dezembro.

Fonte: G1

Honda prepara novo compacto para o Brasil

Projeto NSC chega em outubro de 2013

Referência no segmento de sedãs médios com o Civic e de monovolumes com o Fit, a Honda causa arrepio nos concorrentes só em cogitar lançar um compacto. Pois os concorrentes que se preparem. Segundo nossos contatos, o plano para lançar seu primeiro carro compacto produzido no Brasil está em andamento, e já tem data para ocorrer. A produção começa na metade de 2013, e o lançamento em outubro.

Quando apresentou o conceito NSC (New Small Car) no Salão de Nova Déli (Índia) no começo do ano, a Honda logo admitiu que o protótipo daria origem a um modelo compacto para os mercados indiano e tailandês. Mas o que a marca japonesa tentou omitir, nós confirmamos: sua produção na unidade de Sumaré (SP).

Conhecido pelo código Sub-GSP 2CV, o modelo tem sua origem na plataforma GSP, a mesma da dupla Fit/City. A comunhão de componentes é mais do que justificada. Ou seja, o NSC vai aproveitar uma plataforma que já estará com custos amortizados para ter preço de briga. E, seguindo a filosofia da Honda de manter sua linha atualizada em todo o mundo, o carro brasileiro tem tudo para ser muito semelhante ao que começa a ser fabricado na Tailândia em fevereiro.

De acordo com a Honda, o compacto terá centro de gravidade baixo, apesar do teto elevado. Aliás, o design definido como “Exterior Eficiente e Energético” teve como prioridade o espaço interno, que a Honda garante ser confortável para até cinco ocupantes. Além da base do Fit, o NSC vai aproveitar também o motor 1.4 16V i-VTEC flex, de 101 cv. Mas isso não descarta o uso de um motor menor na versão de entrada, uma vez que o hatch será o modelo mais barato da Honda no país. Com motor 1.4, o preço deverá partir de R$ 40 mil. Com propulsor 1.0 flex, o preço pode ficar abaixo de R$ 35 mil.

Desenhos industriais do modelo já foram patenteados na Argentina e no Brasil. A produção desse modelo, aliás, vai mudar muita coisa na estratégia de produção da Honda, já que sua primeira fábrica na Argentina será inaugurada em maio do ano que vem. Uma possibilidade é que a marca transfira para lá a linha Civic, e fique com Fit, City e o compacto em Sumaré (SP). Ou passe o City para o país vizinho (como era o plano original) e talvez também o Fit. Certo mesmo é que o New Small vem, e vai dar muito trabalho para os atuais modelos e para uma nova turma que aponta por aí.

Fonte: Revista AutoEsporte

Honda – Recall por problemas em airbag no EUA

Operação agora inclui mais de 800 mil veículos, diz montadora.
Airbag pode inflar com pressão demais e machucar motorista.

A Honda anunciou nesta terça-feira (9) que expandiu um recall de veículos nos Estados Unidos por possíveis problemas no airbag. Mais 378 mil carros entraram no recall para a troca de airbags que, sob pressão excessiva, podem inflar demais, ferir e, no limite, até matar motoristas.

Segundo a montadora, no total já são mais de 822 mil carros afetados pelo recall, todos fabricados nos anos de 2001 e 2002, dos modelos Accord, Civic, Odyssey, CR-V e Acura TL.

A Honda disse que vai notificar os donos dos carros por escrito e que eles devem levar o veículo a uma concessionária quando receberem a carta. A montadora disse que foi notificada de 12 acidentes com os airbags, dos quais um resultou em morte.

A Honda fez o recall originalmente em 2008, incluindo menos de 4 mil veículos. Em julho do ano passado, o recall foi expandido para cerca de 440 mil carros.

O G1 entrou em contato com a Honda no Brasil sobre possíveis impactos no país, mas a assessoria diz que a empresa só deve se manifestar sobre o tema na quarta-feira (10).

Fonte: G1

Fotos Nova versão do Civic – Modelo LXL o intermediário da linha

A Honda anunciou nesta quarta-feira (14) uma nova versão para o sedã Civic, a LXL. O preço dessa nova versão parte de R$ 66.405. As outras versões tiveram os preços reduzidos, em uma tentativa de diminuir a diferença para o Toyota Corolla, que fechou 2009 em primeiro lugar no ranking de vendas do segmento.

Com câmbio manual e sem bancos de couro, a nova versão está posicionada entre a LXS, que agora custa R$ 65.750, e a EXL (topo de linha), que sai por R$ 85.610. A Honda afirma que 75% da produção do Civic passará a ser da configuração LXL, 15% da versão LXS, 5% da opção EXS e 5% será da versão esportiva do modelo Si.

De fábrica, a novidade traz rodas de 16 polegadas exclusivas, volante com acabamento prata e controle de áudio, abertura do porta-malas pela chave e dois alto-falantes de tons agudos (twitters). A versão LXL poderá vir com revestimento em couro dos bancos, por R$ 68.085, com câmbio automático, por R$ 71.540, e com ambos por R$ 73.200.

A marca japonesa aproveita o lançamento da nova configuração para estrear a direção elétrica progressiva, que a Honda chama de EPS, e um novo ar-condicionado, que segundo a fabricante, é mais eficiente, consome menos potência e ajuda na redução do consumo de combustível. Esses novos equipamentos também serão oferecidos nas outras versões do sedã.

Todas os modelos do Civic trazem de série freios com ABS (antitravamento das rodas) e EBD (distribuição da força de frenagem), barra de proteção nas portas, banco do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag para motorista e passageiro. Sob o capô está o motor 1.8 16V flex, de 140 cv com álcool.

Fonte: G1

Inmetro ranking de consumo de veículos 2010

Dos 35 modelos avaliados, apenas sete foram nota máxima do Inmetro.
Fiat Uno Mille Economy lidera a lista com a média de 8,8 km/l de álcool.

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O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) divulgou o ranking 2010 que indica o consumo de combustível e eficiência energética de veículos, assim como já é feito com geladeiras e fogões.

A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, um selo com o carimbo do Inmetro, mostra informações sobre o desempenho do automóvel em relação ao gasto médio na cidade e na estrada (em km/l ou km/m3, no caso dos motores a gás natural) e classifica o modelo de acordo com seu nível de consumo.

Para a certificação, o Inmetro dividiu os modelos em 8 categorias: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora-de-estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.

A avaliação atribui nota de A a E, do menor para o maior consumo, respectivamente. Ou seja, A é o veículo mais econômico e E o mais ‘gastão’. Ao todo, foram testadas seis marcas, 35 modelos e 67 versões diferentes.

Em nota, o Inmetro informou que  a adesão dos fabricantes e importadores de automóveis ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Para participar,a montadora deve informar os valores de consumo energético de, no mínimo, 50% de todos os seus modelos previstos para comercialização. Uma fábrica pode participar um ano com determinados modelos e não renovar a inscrição para o ano seguinte, por exemplo.

Os carros flex com nota máxima no ranking são o Fiat Mille Fire Economy 1.0, com 8,8 km/l de álcool (no ciclo urbano), o Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/l, Volkswagen Gol 1.0 e Polo BlueMotion, ambos com 7,4 km/l, e o Honda Civic 1.8 manual com 7,2 km/l. Já os modelos a gasolina mais bem posicionados são o Kia Picanto com a média de 12,4 km/l de gasolina e o Cerato, com 10,1 km/l.

Apesar de ter o veículo mais econômico do ranking, a Fiat é, entre as marcas avaliadas, a que possui o maior número de veículos entre os piores colocados. Palio (1.0 e 1.4), Idea (1.4 e 1.8), Siena (1.4 e 1.8), Stilo (1.8) e 500 ganharam nota E do Inmetro.

A Kia, que teve destaque com o Picanto e Cerato, recebeu nota mínima com o Carens. A Volkswagen também aparece entre os mais poluentes com o Jetta e o Passat.

De acordo com o Inmetro, estes valores são uma referência obtida com testes feitos em laboratórios, em condições comuns de uso, com ar condicionado e direção hidráulica ou elétrica.

Durante os testes, os carros ficam sobre uma espécie de esteira, na qual são simuladas diferentes condições de tráfego. Desta forma, os computadores registram os gastos de combustível. No entanto, o instituto alerta que o consumo percebido pelo motorista poderá variar para mais ou para menos, dependendo da forma como o motorista conduz o veículo.

Fonte: G1