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Nova versão de temática noturna combina robustez da mecânica diesel a um visual invocado por R$ 166.690

Parece até uma nova série especial, mas a partir de agora a inédita S10 Midnight passa a fazer parte da gama de versões da linha 2019 da picape média. O modelo traz como novidade a roupagem preta, que justifica o sobrenome “meia noite”. Faróis usam máscaras negras e as gravatas da Chevrolet (na grade e na tampa traseira) são pretas, tal como as rodas aro 18. A pintura evidentemente é preta, da mesma forma que a cabine, onde bancos, portas e teto são revestidos com tecido preto. Para não dizer que tudo é preto, o volante traz a gravata no clássico dourado. Uma herança compartilhada da versão LT, na qual é baseada.

Lançada ao preço de R$ 166.690, a S10 Midnight usa a mecânica turbodiesel, que entrega toda a valentia que se espera de uma picape do seu porte. O motor 2.8 litros entrega 200 cv e um torque pesado de 51 kgfm a 2.000 giros, sempre associado ao câmbio automático sequencial de seis marchas. A tração 4×4 é bastante simples de operar e pode ser ajustada em movimento, pelo seletor giratório no console entre os bancos. Há três modos possíveis, exatamente como nas demais variantes: 4×2 (tração traseira), 4×4 (integral) e 4×4 reduzida (com bloqueio do diferencial, para um fora de estrada mais severo).

O traje noturno se completa dentro e fora com emblemas que trazem o nome Midnight. Mas foi durante o dia que a picape fez sucesso. Notei muitos olhares vindos das calçadas e no meio do trânsito de São Paulo. As rodas aro 18 pintadas em preto “Ouro Negro” — e calçadas com pneus Bridgestone Dueler II 265/60, mais voltados ao asfalto — de longe foram as campeãs de audiência. Quem olhava, imediatamente as contemplava. Não há como negar que a S10 já chama a atenção pelo porte. São 5,36 m de comprimento por 1,87 m de largura e 1,78 m de altura. Mas o visual invocado definitivamente lhe caiu bem.

Se seduz os olhos, talvez a simplicidade da cabine desaponte alguns interessados. Como nasce da versão LT, a S10 Midnight é modesta por dentro. A lista de série traz o trivial para o preço sugerido. Inclui ar-condicionado, volante revestido de couro com comandos do controle de cruzeiro e ajuste vertical, assistente de descida (para uso no offroad), controles de estabilidade e de tração, airbags frontais, travas e vidros elétricos nas quatro portas com acionamento por um toque, concierge OnStar e a central multimídia MyLink2, com tela touch de sete polegadas, uma USB e as interfaces Android Auto e Carplay.

O acabamento segue a linha espartana, feita para durar, com predomínio de plásticos rígidos de texturas sem muito glamour. Ao menos a parte central do painel é macia ao toque, simulando couro com costura, e as saídas de ar que envolvem a tela multimídia trazem moldura estilizada. De resto, a S10 Midnight repete o estilo e as limitações vistas na picape Chevrolet. O aspecto que mais deixa a desejar é a ergonomia. A posição de dirigir bem alta segue o padrão da classe, mas a ausência de ajuste de profundidade do volante dificulta o motorista a encontrar a melhor posição.

Sua altura também dificulta o acesso, mesmo trazendo estribos laterais. Menos mal que há puxadores na parte interna das colunas dianteiras, que facilitam o embarque. Em espaço, a S10 Midnight se vale da cabine dupla, capaz de levar cinco adultos sem aperto. Outro ponto positivo é a boa quantidade de porta-objetos a bordo. Só a entrada USB que fica mal alocada, no baú que serve de apoio de braço entre os bancos. Aliás, já era hora de a GM colocar outra entrada USB na picape. Mas de todos os equipamentos, o que mais fez falta foi a câmera de ré. Mesmo com retrovisores enormes, é difícil manobrar a S10 “às escuras”.

Em movimento, a versão agrada e até surpreende no conforto. O motor 2.8 enche rápido e logo entrega o torque máximo, que empurra a picape com bastante força. Por outro lado, a S10 ganha velocidade gradualmente. Não há uma tocada esportiva, a despeito da estética enfurecida da Midnight. Mas é notável seu poder de tração ao volante. O câmbio automático não é tão dinâmico nas trocas, mas impressiona o baixo nível de vibrações, obtidas com sistema de pêndulos CPA, que estreou no fim de 2017 com a linha 2018. O dispositivo minimiza o escorregamento do câmbio em baixas rotações, e facilita os engates.

Nos testes de pista, a picape registrou bons números. O zero a 100 km/h foi cumprido em 9,8 segundos, e a retomada de 60 km/h a 100 km/h levou 5,6 segundos, bela marca para o utilitário de duas toneladas. Entretanto, nas frenagens a S10 exige espaço. Para estancar totalmente a 100 km/h foram necessários 48,8 metros. Finalmente, do ponto de vista do consumo, o modelo a diesel tem suas vantagens. Em percurso urbano, foi apenas razoável, com 7,6 km/l de média, mas na estrada fez 12,7 km/l, chegando à média mista de 10,1 km/l. Com o tanque de 76 litros, sua autonomia atinge ótimos 767 km.

Vale a compra?

Depende. Em estilo, a versão Midnight talvez seja a S10 que mais se destaca. Não há como negar que a picape ganhou um toque emocional com a temática noturna e as rodas pretas. Por outro lado, os R$ 166.690 anunciados podem parecer salgados diante do pacote de equipamentos. Bancos revestidos de couro deixariam a cabine mais nobre. Mesmo assim, ainda faltam itens elementares, como câmera de ré, airbags laterais e comandos do som no volante (além de ajuste de profundidade da coluna de direção). Já a mecânica cumpre seu papel, entregando robustez para encarar terrenos mais difíceis e ótima autonomia.

TESTE

Aceleração
0-100 km/h: 9,8 segundos
0-400 m: 16,9 segundos
0-1.000 m: 31,4 segundos
Veloc. a 1.000 m: 161,6 km/h
Vel. real a 100 km/h: 97 km/h

Retomada
40-80 km/h (Drive): 4,2 segundos
60-100 km/h (D): 5,6 segundos
80-120 km/h (D): 7,4 segundos

Frenagem
100-0 km/h: 48,8 metros
80-0 km/h: 29,1 metros
60-0 km/h: 15,4 metros

Consumo
Urbano: 7,6 km/l
Rodoviário: 12,7 km/l
Média: 10,1 km/l
Autonomia em estrada: 767,6 km

FICHA TÉCNICA

Motor: Dianteiro, longitudinal, 4 cil. em linha, 2.8, 16V, injeção direta, turbo diesel
Potência: 200 cv a 3.600 rpm
Torque: 51 kgfm a 2.000 rpm
Câmbio: Automático de 6 marchas, tração integral com reduzida
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente com braços articulados (diant.) e feixe de molas (tras.)
Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)
Pneus e rodas: 265/60 R18 (diant. e tras.)

Dimensões
Comprimento: 5,36 m
Largura: 1,87 m
Altura: 1,78 m
Entre-eixos: 3,09 m
Tanque: 76 litros
Capacidade de carga: 1.134 litros
Peso: 2.016 kg
Central multimídia: 7 pol., sensível ao toque, com Android Auto e Carplay
Garantia: 3 anos
Cesta de peças**: R$ 8.717

Revisões
10 mil km: R$ 336
20 mil km: R$ 928
30 mil km: R$ 1.116

Preço sugerido: R$ 166.690

**Retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro do ar-condicionado (elemento), filtro de ar do motor (elemento), jogo de quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível.

Novo motor da S10 ganha motor flex

Com 206 cv, picape vira a mais potente da categoriafoto-imagem-s10-flex

A Chevrolet anunciou nesta quarta-feira, 24 de setembro, o lançamento de um novo motor flex para a S10. Desde 1995 ocupando o lugar mais alto do segmento, a picape começa a ser oferecida com uma motorização 2.5 flex, elevando-a ao posto de modelo mais potente de sua categoria.

O novo motor Ecotec rende 206 cv e torque máximo de 27,3 mkgf com etanol no tanque – com gasolina os números caem para 197 cv e 26,3 mkgf. Batizado com o sobrenome Sidi (de Spark Ignition Direct Injection), ele supera os 173 cv da Ranger 2.5 e os 163 cv da Hilux 2.7. O novo conjunto traz bloco de alumínio, comando duplo variável e bielas forjadas, além da transmissão manual de seis marchas. De quebra, a tecnologia de injeção direta de combustível eliminou o tanquinho de partida a frio.

A marca também reduziu as vibrações do motor e baixou o nível de ruído em 13% no interior do veículo, graças ao uso de novos isolantes acústicos entre o motor e a cabine. Já no quesito dirigibilidade a Chevrolet recalibrou a suspensão, colocando buchas mais rígidas nos braços de controle dianteiros. O motor 2.5 será oferecido nas versões LT e LTZ com opções de tração 4×2 e 4×4. Os preços da S10 2.5 flex começam em R$ 86.400 para a versão LT 4×2, chegando a R$ 103.700 na versão LTZ 4×4.

Veja abaixo a lista de preços da S10 2.5 flex:

S10 2.5 flex LT 4×2: R$ 86.400

S10 2.5 flex LT 4×4: R$ 92.400

S10 2.5 flex LTZ 4×2: R$ 97.700

S10 2.5 flex LTZ 4×4: R$ 103.700

Fotos Nova S10 sem disfarces

Picapes de teste do modelo Chevrolet S10 têm sido vistas em diversas cidades.
Nova geração é um dos lançamentos mais esperados para este ano.

Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo… Pouco antes de sua estreia, prevista para este trimestre, a nova picape Chevrolet S10 tem sido fotografada em diversas cidades, cada vez menos disfarçada.

A S10, totalmente renovada, é um dos lançamentos mais esperados para o ano. Desenvolvida no Brasil, ela será um produto global, já que sua base é o protótipo Colorado, apresentado pela primeira vez no Salão de Bangcoc, em março de 2011. Quanto à motorização, é possível que a General Motors apenas renove os já existentes blocos 2.4 flex (147 cavalos e 21,9 kgfm de torque) e 2.8 turbodiesel (140 cv e 34,7 kgfm de torque). Logo após o lançamento da segunda geração da S10, a GM deve apresentar a nova Blazer, com quem divide plataforma.

Fonte: AutoEsporte

 

 

 

Fotos S10 flagrada em São Paulo novamente

A nova geração da picape Chevrolet S10 está prontinha para ir às ruas brasileiras, como mostram as novas fotos enviadas pelo leitor Davi José Leite. O utilitário Chevrolet foi flagrado de novo em São Paulo e praticamente sem disfarces – faróis, lanternas e a gravata dourada estão cobertos. A nova geração da picape média será lançada no Brasil em meados de janeiro e sua chegada decretará o fim da S10 atual – só a mecânica será “reaproveitada”.

Assim como os outros , a nova S10 adotará as nomenclaturas mais recentes da General Motors. A versão mais simples será a LS, seguida da intermediária LT e da topo de linha LTZ. A picape também terá versões cabine simples e dupla, com tração traseira (4X2) ou integral (4X4). E sob o capô, uma notícia não tão inspiradora: devem ser oferecidos os mesmos motores da S10 atual, o bloco 2.4 litros flex e o 2.8 diesel turbo.

A GM, porém, deve fazer aprimoramentos nos dois blocos. Na S10 atual, o propulsor 2.4 flex produz potências de 141 cv (gasolina) e 147 cv (etanol) e um torque interessante de 21,9 kgfm aos 2.800 giros – com ambos os combustíveis. Já o bloco 2.8 diesel turbo gera 140 cv e um torque robusto de 34,7 kgfm entre 1.800 e 2.400 rpm. Ambos são acoplados a um câmbio manual de cinco marchas (ainda não há notícias sobre caixa automática).

A nova geração da S10 será produzida na fábrica da GM em São José dos Campos (SP). Lá também será montada a nova geração do utilitário esportivo Blazer. Líder do segmento de picapes médias há mais de uma década, a nova S10 enfrentará um cenário bem mais competitivo em 2012. Além da nova geração da arquirrival Ford Ranger, a Toyota remodelou a Hilux (leia aqui) e até uma picape indiana da Tata Motors deve chegar – importada pelo grupo SHC do empresário Sergio Habib, presidente da chinesa JAC Motors.

Fonte: Autoesporte

Fotos Flagra – Nova S10 na Argentina

Picape que chega em 2012 ficou maior

A nova Chevrolet S10 está na agenda de lançamentos de 2012, em todo o Mercosul. Mas os testes da picape já estão intensos na Argentina, na região de Mendoza, onde os leitores do Argentina Auto Blog flagraram algumas unidades ainda disfarçadas.

Chamam atenção nas fotos as dimensões da nova S10, que agora ganhou maior porte, nas linhas da americana F-100. O visual seguirá o novo design global da marca, iniciado no Brasil pelo Chevrolet Agile. Isso inclui a dianteira marcada pela barra horizontal que divide a grade do radiador. Outro detalhe interessante que pode ser notado nas fotos é a posição do volante, do lado direito da cabine, indicando uma possível versão para a Europa.

Fonte: G1