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Preços dos carros da Kia depois do reajuste do IPI até 31 de outubro


A Kia Motors do Brasil anunciou na última quinta-feira, 13 de outubro, sua nova tabela de preços sugeridos para o mercado nacional. O reajuste realizado por conta do decreto 7.567, que elevou o IPI em 30%, atingiu todos os dez modelos comercializados pela marca sul-coreana.

O aumento nos preços foi de, em média, 8,41%. O compacto Picanto, que tinha versões a partir de 34.900 reais, sofreu o maior reajuste. Com o incremento de 12,46% repassado ao consumidor, o popular agora começa em 39.900 reais.

O Soul, cuja linha 2012 traz novo visual e transmissão de seis velocidades tanto na opção manual quanto na caixa automática, teve reajuste de 7,59%, custando a partir de 59.900 reais.

O Cerato, que atualmente ocupa a vice-liderança entre os sedãs mais vendidos, teve um aumento médio de 10,15%, enquanto que a Carens viu seus preços subirem 9,92%. A minivan Carnival subiu 7,23% e o sedã Cadenza teve aumento médio de 9,94%.

Sportage e Sorento tiveram altas de 6,57% e 8,46%, respectivamente, ao passo que o Mohave teve um reajuste de 10,9%. O último modelo a passar pelo reajuste foi o caminhão leve Bongo, com alta de 4,02% em seus preços.

O presidente da Kia Motors, José Luiz Gandini, afirmou que, por conta da medida do governo, os valores podem subir ainda mais nos próximos meses.

“Chegamos a essa média ponderada de 8,41% e os preços são válidos até o dia 31 de outubro. Infelizmente temos de repassar o aumento compulsório do IPI. Mas, em respeito ao consumidor, viabilizamos o menor porcentual possível, neste primeiro momento. Mas, de modo escalonado, teremos de fazer novos repasses em novembro e em dezembro”, declarou Gandini.

A tabela preliminar divulgada pela Kia é válida até 31 de outubro.

Veja a nova tabela de preços dos carros de passeio da Kia Motors:

Picanto (J.318): de R$ 34.900 para R$ 39.900
Picanto (J.319): de R$ 38.900 para R$ 43.900
Picanto (J.320) de R$ 39.900 para R$ 44.900
Picanto (J.368): de R$ 39.900 para R$ 44.900
Picanto (J.369): de R$ 43.900 para R$ 48.900
Picanto (J.370): deR$ 44.900 de R$ 49.900

Soul (U.121): de R$ 54.400 para R$ 59.900
Soul (U.123): de R$ 62.400 para R$ 66.900
Soul (U.124): de R$ 60.400 para R$ 64.900
Soul (U.126): de R$ 62.400 para R$ 66.900
Soul (U.173): de R$ 67.400 para R$ 71.900
Soul (U.174): de R$ 65.400 para R$ 69.900

Cerato (E.221): de R$ 53.400 para R$ 59.400
Cerato (E.222): de R$ 56.900 para R$ 63.400
Cerato (E.233): de R$ 59.900 para R$ 64.900
Cerato (E.273): de R$ 61.900 para R$ 67.900
Cerato (E.283): de R$ 64.900 para R$ 69.900
Cerato Koup (E.387): de R$ 79.900 para R$ 89.900

Carens (C.162): de R$ 69.400 para R$ 76.900
Carens (C.167): de R$ 79.700 para R$ 86.900

Carnival (V.291): de R$ 124.900 para R$ 134.900
Carnival (V.296): de R$ 154.900 para R$ 164.900

Cadenza (Z.554): de R$ 119.900 para R$ 132.900
Cadenza (Z.555): de R$ 124.900 para R$ 136.900
Cadenza (Z.556): de R$ 127.900 para R$ 139.900

Sportage (P.324): de R$ 83.900 para R$ 88.900
Sportage (P.374): de R$ 87.900 para R$ 93.400
Sportage (P.394): de R$ 97.900 para R$ 104.900
Sportage (P.395): de R$ 97.900 para R$ 104.900
Sportage (P.396): de R$ 105.900 para R$ 112.900
Sportage (P.495): de R$ 103.400 para R$ 109.900

Sorento (S.253): de R$ 98.400 para R$ 107.900
Sorento (S.356): de R$ 117.900 para R$ 124.900
Sorento (S.456): de R$ 122.900 para R$ 132.900
Sorento (S.554): de R$ 118.150 para R$ 128.900
Sorento (S.558): de R$ 121.900 para R$ 132.900
Sorento (S.654): de R$ 123.150 para R$ 133.900
Sorento (S.658): de R$ 126.900 para R$ 137.900

Mohave (H.558): de R$ 169.900 para R$ 179.900
Mohave (H.658): de R$ 139.900 para R$ 159.900
Mohave (H.858): de R$ 159.900 para R$ 179.900

Kia fica em 10° lugar no ranking nacional de emplacamentos

Em março, marca coreana ultrapassa vendas de Peugeot, Nissan e Mitsubishi

Não é surpresa que Fiat, VW, GM e Ford ocupem as primeiras posições do ranking nacional de emplacamentos divulgado hoje. O que surpreende é que a Kia Motors já aparece em décimo lugar, à frente de Peugeot, Nissan e Mitsubishi , montadoras com fábricas no Brasil, conforme ranking divulgado pela Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). De março a janeiro deste ano, a marca coreana vendeu 17.330 veículos, o que significa uma alta de 59,5% no acumulado do ano em relação ao mesmo período em 2011.

Já o aumento em relação ao mês de fevereiro foi de 13,1%, totalizando 6.764 veículos emplacados. Em março, o modelo mais vendido da marca foi o sedã Kia Cerato, que só em março chegou a 1.928 unidades emplacadas, seguido do Soul, com 1.515, e Picanto, com 1.174. No entanto, no acumulado do ano, a marca corena está em 11º lugar, com 17.491 unidades vendidas atrás da Peugeot (19.742) e na frente da Nissan (13.397).

Fonte: G1

Fotos Novo Kia Magentis

Sedã da Kia passa por reestilização e deve ser lançado em breve

A Kia produz a nova geração do Magentis em segredo, conhecido sob a alcunha de projeto TF. No entanto, a montadora sulcoreana não conseguiu impedir que algumas imagens oficiais do modelo vazasse na web. Divididas em partes, elas revelam detalhes da nova geração do sedã que irá compartilhar sua plataforma com a do novo Sonata.

O modelo exibe um visual muito mais arrojado do que o atual, com direito a faróis com iluminação por meio de leds e xenônio. Além disso, há novas entradas de ar na lateral, realçando sua esportividade, e lanternas que lembram as do bem-sucedido Cerato, seda médio da marca. A data de apresentação do novo Magentis, porém, ainda é segredo, mas está cada vez mais próximo, devido ao vazamento das imagens.

Fonte: AutoEsporte

Inmetro ranking de consumo de veículos 2010

Dos 35 modelos avaliados, apenas sete foram nota máxima do Inmetro.
Fiat Uno Mille Economy lidera a lista com a média de 8,8 km/l de álcool.

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O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) divulgou o ranking 2010 que indica o consumo de combustível e eficiência energética de veículos, assim como já é feito com geladeiras e fogões.

A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, um selo com o carimbo do Inmetro, mostra informações sobre o desempenho do automóvel em relação ao gasto médio na cidade e na estrada (em km/l ou km/m3, no caso dos motores a gás natural) e classifica o modelo de acordo com seu nível de consumo.

Para a certificação, o Inmetro dividiu os modelos em 8 categorias: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora-de-estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.

A avaliação atribui nota de A a E, do menor para o maior consumo, respectivamente. Ou seja, A é o veículo mais econômico e E o mais ‘gastão’. Ao todo, foram testadas seis marcas, 35 modelos e 67 versões diferentes.

Em nota, o Inmetro informou que  a adesão dos fabricantes e importadores de automóveis ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Para participar,a montadora deve informar os valores de consumo energético de, no mínimo, 50% de todos os seus modelos previstos para comercialização. Uma fábrica pode participar um ano com determinados modelos e não renovar a inscrição para o ano seguinte, por exemplo.

Os carros flex com nota máxima no ranking são o Fiat Mille Fire Economy 1.0, com 8,8 km/l de álcool (no ciclo urbano), o Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/l, Volkswagen Gol 1.0 e Polo BlueMotion, ambos com 7,4 km/l, e o Honda Civic 1.8 manual com 7,2 km/l. Já os modelos a gasolina mais bem posicionados são o Kia Picanto com a média de 12,4 km/l de gasolina e o Cerato, com 10,1 km/l.

Apesar de ter o veículo mais econômico do ranking, a Fiat é, entre as marcas avaliadas, a que possui o maior número de veículos entre os piores colocados. Palio (1.0 e 1.4), Idea (1.4 e 1.8), Siena (1.4 e 1.8), Stilo (1.8) e 500 ganharam nota E do Inmetro.

A Kia, que teve destaque com o Picanto e Cerato, recebeu nota mínima com o Carens. A Volkswagen também aparece entre os mais poluentes com o Jetta e o Passat.

De acordo com o Inmetro, estes valores são uma referência obtida com testes feitos em laboratórios, em condições comuns de uso, com ar condicionado e direção hidráulica ou elétrica.

Durante os testes, os carros ficam sobre uma espécie de esteira, na qual são simuladas diferentes condições de tráfego. Desta forma, os computadores registram os gastos de combustível. No entanto, o instituto alerta que o consumo percebido pelo motorista poderá variar para mais ou para menos, dependendo da forma como o motorista conduz o veículo.

Fonte: G1