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Recall Chevrolet Onix Plus – GM suspende vendas do carro por causa de incêndios

Fabricante admite pela primeira vez que casos de fogo já registrados no país têm a ver com falha no software de gerenciamento do motor

A GM decidiu suspender, a partir da noite da última terça-feira (5), as entregas do Chevrolet Onix Plus. A medida foi tomada depois que QUATRO RODAS divulgou, na segunda (4), o registro de dois casos de incêndio do sedã no país.

Em comunicado interno emitido a concessionários e obtido por nossa reportagem, a fabricante anunciou internamente a suspensão e admitiu pela primeira vez que o fogo pode ser provocado por uma falha no projeto.

Ainda, informou ter tomado a “iniciativa de anunciar um recall”. Confira o texto na íntegra:

O comunicado não especifica quais seriam as condições “muito específicas” de pressão, temperatura, umidade e composição do combustível, e também não estabeleceu um prazo para oficializar o recall.

mas o fato é que dois incêndios foram registrados em regiões do país com climas bem diferentes: um no pátio da fábrica de Gravataí (RS) e outro no Piauí.

QUATRO RODAS já contatou concessionárias do estado de São Paulo (SP). Algumas afirmam que ainda têm o carro normalmente para entrega, enquanto outras já confirmaram a suspensão.

Uma delas admitiu que a fabricante não apenas suspendeu a entrega de unidades já presentes em estoque, como também o abastecimento de novas unidades à rede.

Segundo um dos lojistas consultados, a fabricante está promovendo “uma atualização de software de gerenciamento do motor” nos exemplares já produzidos e ainda não entregues.

Com o comunicado, nossa reportagem pode afirmar que este é a quarta falha envolvendo o Onix Plus relatada aos concessionários.

Outras três já haviam sido divulgadas exclusivamente por QUATRO RODAS na terça-feira: uma na porca do aterramento, outra no chicote do painel de instrumentos e uma terceira relacionada a conflitos no número de série do motor.

Procuramos especialistas em engenharia automotiva para esclarecer de vez essa questão que tanto aflige alguns motoristas

“A geladeira da sua casa é da cor da porta do meu carro?”. Se você é passageiro e já usou mais força do que o necessário para fechar a porta de um carro, talvez já tenha ouvido essa frase irônica de um motorista ofendido. Da mesma forma, se você é um condutor zeloso, talvez já tenha dito isso para alguém que foi violento com a porta do seu carro.

Mas será que bater a porta do carro com força danifica o veículo de alguma forma? Ou isso é apenas mais um mito do universo automotivo?

De acordo com Marcio Azuma, diretor de segurança veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), o processo de desenvolvimento de carros prevê ocorrências de pancadas nas portas e, portanto, toma medidas para que elas não causem grandes danos nos veículos. “O projeto tem uma garantia de que a porta não vai quebrar com uma batida mais forte”, resume Azuma.

Ele detalha que todas as peças que compõem as portas de um carro passam por extensos testes de durabilidade. Mais especificamente, o plástico da porta deve suportar várias coisas durante o que Azuma definiu como sua “vida útil”: abrasão, temperaturas mais altas e também as pancadas. “Nenhuma parte da porta vai quebrar de uma hora para a outra por causa de uma batida mais forte”, garante.

A posição de Azuma é corroborada pelo departamento de engenharia da Toyota do Brasil. “As portas dos veículos têm batentes de borracha que garantem a absorção do impacto quando são fechadas, independente da força aplicada”. Ainda segundo a montadora, além dos batentes de borracha, o desenvolvimento da estrutura do carro como um todo já considera a absorção ideal, para evitar que o veículo acabe danificado de alguma forma por esses impactos.

Contudo, ainda que uma eventual batida de porta mais brusca não vá fazer nenhum mal ao carro, impactos constantes nas portas podem gerar algum problema a longo prazo. “Se você bate a porta do carro a vida inteira, em um determinado momento você pode começar a ouvir um ruído mais alto, mais incômodo, principalmente se as portas do veículo tiverem porta-objetos sempre cheios”, destaca Azuma.

Porém, mesmo neste cenário, há solução: o diretor de segurança afirma que uma manutençãosimples, como trocar as presilhas das portas que sofreram pancadas frequentes, já deve resolver o problema do ruído.

Condições específicas

Esclarecido que bater a porta do carro com mais força do que o necessário vez ou outra não vai causar danos permanentes ao veículo, ainda fica a dúvida se, em alguma condição específica, essas pancadas podem estragar o carro. Por exemplo, caso as janelas estejam abertas, há probabilidade de dano maior?

A engenharia da Toyota afirma que não. “Um barulho maior é percebido quando as portas são fechadas com vidros abertos — o que pode dar a percepção de algum tipo de estrago em relação a quando os vidros estão fechados”, explica a montadora.

Quanto a esse “barulho maior”, Marcio Azuma comenta que, quando o vidro do carro está aberto, a sustentação é apenas lateral, enquanto se está totalmente fechado, a sustentação é maior, além de existir a pressão, que garante que o vidro fique no lugar. “Um carro em condições normais já foi feito para aguentar esse tipo de situação, então não deve acontecer nada”, reafirma.

Mas e se as condições não forem normais? Azuma destaca apenas um cenário em que bater a porta com força pode causar um dano maior — e imediato — ao carro: quando os vidros do veículo em questão são blindados. “É uma condição crítica, porque nesse caso o carro está fora das especificações de fábrica”, diz.

Assim, o que pode acontecer a um vidro blindado imediatamente após uma pancada muito forte é o surgimento de uma trinca ou quebra — algo que não ocorreria em um carro sem blindagem.

Eles são mais eficientes, mas como custam mais caro, muitas montadoras não os adotam em seus carros

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É verdade que os faróis do tipo projetor têm um facho de luz mais preciso e, por isso, não oferecem risco de ofuscamento? – Jair Paiva, por email.

Sim. Os faróis do tipo projetor com bloco elíptico (também chamados de “canhão”) são mais precisos e, por isso, o risco de ofuscamento é reduzido, sejam eles equipados com luzes halógenas ou de xenônio.

Eles são formados por um refletor em forma de elipse (e não de uma parábola, como nos faróis comuns), uma lente plano-convexa (a parte de dentro da lente é plana, a externa é convexa) e, aí está o truque, um bloqueador de luz com uma missão bem específica: ele não deixa passar luz para a parte superior da lente, evitando assim um facho alto desnecessário, que poderia ofuscar o motorista no sentido contrário.

Quando esse bloqueador é retirado eletricamente, forma-se o facho alto. Também é possível obter o mesmo resultado utilizando-se dois blocos lado a lado, um com barreira fixa para o facho baixo e outro, sem barreira, para o facho alto.

Os faróis com bloco elíptico também são mais compactos, ocupando menos espaço no conjunto ótico. Porém, são mais caros que os do tipo parábola. Por questões de custo, muitas montadoras ainda não equipam seus carros com esse tipo de iluminação – caso de modelos não exatamente baratos, como Honda HR-V e Nissan Kicks.

Outras até já cometeram involuções. O Fiat Palio de segunda geração, lançado em 2011, perdeu os faróis de bloco elíptico que vinham no último facelift da primeira geração, ocorrido em 2008.

Siga o que o manual indica, mas fique atento ao tipo de uso que o automóvel sofreu

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As velas do motor têm prazo de troca por tempo ou só pela quilometragem que está no manual do proprietário? – Franco S. Vieira, Belo Horizonte (MG)

Elas devem ser trocadas seguindo apenas o manual, que estipula em geral uma quilometragem determinada, que varia de um carro para o outro. Mas há outra condição comum que define a troca das velas: na maioria dos manuais há a recomendação para reduzir o plano pela metade caso o veículo seja submetido a condições severas de uso, como trânsito intenso diário. Assim, se a fabricante recomendar a troca das velas a cada 20.000?km, elas devem ser substituídas aos 10.000 km. Afinal, quando o veículo fica parado no congestionamento, o motor está funcionando, mas não há aumento de quilometragem.

É importante ressaltar que velas desgastadas podem comprometer o catalisador e seu sensor de oxigênio. Por isso, recomenda-se a inspeção da vela a cada 10.000 km ou anualmente.

Outra dúvida recorrente dos leitores: é possível trocar as velas do motor em casa? Sim, é possível e até fácil, mas pode não valer a pena. Retirar e colocar as velas são operações simples, que devem ser feitas com o motor frio, e nas quais se deve ter apenas cuidado para não danificar as roscas no bloco do motor. Se você pretende substituir as velas, basta instalar as novas. Mas, como nem sempre é necessário trocá-las, o ideal é procurar um mecânico ou auto-elétrico de confiança. Ele saberá dizer se as velas podem ser usadas por mais algum tempo e poderá até regular a golda dos eletrodos para que continuem funcionando sem problemas.

Na tentativa de não raspar a parte inferior do carro, você pode causar danos à carroceria

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Muitos motoristas preferem passar por uma lombada ou valeta com as rodas do carro viradas, a fim de evitar que a parte inferior raspe ou até mesmo para que a suspensão não pule tanto. Mas a prática é ruim para a estrutura do veículo. Segundo Alberto Trivelato, da oficina Suspentécnica, o ideal é sempre manter o carro alinhado nessas situações. “Você deve passar nas lombadas e valetas de frente. Caso não estejam no padrão regulamentado por lei, você deverá passar da forma que menos danifique seu carro”, esclarece Alberto, reforçando que a prática não deve ser frequente.

Os danos causados por não passar de frente nas lombadas até afetam a suspensão, mas os maiores riscos são estruturais. “Existem vários aspectos negativos de se passar de lado nas lombadas e valetas como, por exemplo, a excessiva torção do monobloco ou carroceria do carro”, esclarece Alberto.

Todas as lombadas, valetas e quebra-molas precisam atender às normas da legislação federal, então se você sabe de alguma que esteja fora do padrão e possa danificar seu carro, entre em contato com o órgão fiscalizador de trânsito da sua cidade.

 

 

G 310 R será montada em Manaus. Apresentação oficial deve ocorrer em novembro e o preço, ficar na faixa dos R$ 20 mil. Entre os carros, Série 7 e M2 chegam em breve ao país

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A BMW planeja para meados de novembro o lançamento da G 310 R no Brasil. A motocicleta de baixa cilindrada, tida como uma das principais novidades do segmento no ano, será montada em Manaus (AM).

O preço inicial da moto, que chega para brigar com nomes como Kawasaki Z300, KTM 390 Duke e Yamaha MT-03, tende a partir de R$ 20 mil. As vendas no país, porém, só devem começar no início de 2017.

Revelada no Salão de Milão do ano passado, a BMW G 310 R será empurrada por um inédito motor monocilíndrico de 313 cm³. Com refrigeração líquida, duplo comando de válvulas e injeção eletrônica, rende 34,4 cv e 2,85 kgfm.

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Série 7 e M2 a caminho

Na linha dos carros, a BMW se prepara para dois lançamentos quase que simultâneos no Brasil: Série 7 e M2. Recheada de mimos tecnológicos, como controle do áudio por gestos, a sexta geração do sedã de luxo será apresentada no fim de maio. O preço ainda não está definido, mas deve ficar em torno dos R$ 600 mil. Sob o capô, o modelo trará um motor 4.4 V8 biturbo de 450 cv e expressivos 66,3 kgfm.

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Sucessor do 1M, o cupê M2 estreará em junho com propulsor 3.0 de 365 cv. Veloz, atinge 100 km/h em 4,2 segundos, de acordo com o fabricante. Sua tabela está estimada em R$ 220 mil.

Atitudes simples podem reduzir o consumo em mais de 40%. Saiba como ser o maior agente de economia para seu carro

foto-imagem-consumoEntre as despesas que um carro dá, a que mais permite poupar dinheiro é o consumo de combustível.
Sabendo guiar de modo econômico, é possível reduzir o gasto a quase pela metade. Bastam algumas atitudes simples ao volante, mas que a maior parte dos motoristas ou esquece ou nem sabe que são possíveis.

ANTECIPE-SE
Mantenha uma boa distância dos veículos à sua frente e não fixe seu olhar no carro imediatamente adiante, mas sim em dois ou três depois dele. Veja como está o trânsito a 50 metros do seu carro. Tudo isso lhe dará uma visão mais ampla do trânsito e uma ideia de qual faixa anda mais. Há uma obra à esquerda? Pegue à direita e siga sem interrupções. O ônibus está chegando ao ponto? Mude de pista bem antes, para não ter de frear atrás dele e ficar pedindo passagem.

Com uma visão do que existe à frente, você tem tempo de se antecipar e evita pisar no freio e voltar a
acelerar diversas vezes. Imagine um carrinho de supermercado lotado de sacos de arroz. É mais fácil tirá-lo da imobilidade ou continuar a empurrar um que já esteja em movimento? O princípio com o automóvel é o mesmo. Nada gasta mais combustível do que o para e anda – por isso o consumo rodoviário é menor que o urbano. Uma reportagem da QUATRO RODAS mostrou a importância de se dirigir com calma e antecipação. Três motoristas fizeram o mesmo percurso duas vezes: a primeira usando seu próprio estilo e a segunda com as técnicas de antecipação e trocas de marcha no tempo certo: a redução no consumo foi de até 44%.

DEVAGAR E SEMPRE
Quando o semáforo abrir, ganhe velocidade lentamente, sem acelerações bruscas. Quando ele fechar,
vá reduzindo a velocidade para ficar parado o menor tempo possível, algo que também ajuda na segurança contra assaltos. A receita para um consumo baixo é estar sempre em movimento, ainda que devagar. Acelerar e frear bruscamente são atitudes que só aumentam o consumo.

PNEUS CALIBRADOS
O fato de os fabricantes terem criado pneus de baixa resistência ao rolamento dá bem a medida da importância deles no consumo. Além de diminuírem a estabilidade, pneus comuns descalibrados aumentam o gasto de combustível em mais de 5%, sem falar que vão precisar ser substituídos muito antes do normal. Procure calibrar os pneus toda semana. Se rodar pouco, o intervalo pode ser um pouco maior: a cada 15 dias.

ESQUENTE A CABEÇA
Ar-condicionado é ótimo, mas seu uso rouba energia do motor e, consequentemente, o gasto com
combustível. Para medir esse efeito fizemos um teste em um Palio: o consumo com o climatizador ligado a 100 km/h foi 5,3% pior. Vidros abertos, na mesma velocidade, representaram uma piora de consumo de apenas 0,7%.Para quem quer poupar ao máximo, é melhor rodar com os vidros fechados e apenas com a ventilação forçada ligada. Caso o dia esteja quente, ou esteja chovendo, pode-se ligar o ar-condicionado apenas quando o motor já estiver aquecido. E desligue-o pouco antes de chegar em casa, o que, além de economizar, ainda ajuda a secar os dutos de ventilação e evita o mal cheiro por proliferação de bactérias.

MANUTENÇÃO EM DIA
Sabia que trocando peças baratas e simples já é possível cortar o desperdício em até 25%? É o caso das velas de ignição, que custam menos de R$ 70 o jogo, mas que podem piorar o consumo em um quarto se estiverem gastas. Filtros de ar, de combustível ou de óleo entupidos podem fazê-lo gastar, cada um deles, até 20% mais. Já alinhamento e balanceamento fora de ordem podem ser responsáveis por 10%, enquanto o catalisador desgastado varia entre 5% e 10%.

CONHEÇA O TERRENO
Se você estiver descendo uma ladeira, aproveite a gravidade. Deixe o carro engrenado e tire o pé do freio. Se precisar diminuir a velocidade, reduza as marchas. Ficar pisando no freio só consome mais combustível. E nunca deixe o carro em ponto morto: isso gasta mais. A injeção eletrônica sabe quando há pouca exigência no acelerador e corta o envio de combustível ao motor – o movimento das rodas é suficiente para fazer o motor girar. Se uma subida se aproximar, ganhe velocidade lentamente na parte plana, para que seja preciso acelerar menos para chegar lá em cima. No plano, sinta-se à vontade para pular da primeira para a terceira marcha, mantendo o motor sempre dentro da faixa ideal de rotação. Falando nela, descubra qual é a faixa de torque máximo do motor e, guiando-se pelo conta-giros, mantenha-se lá, especialmente nas ladeiras. Com o tempo, você aprenderá que não é preciso acelerar até o limite de giros para fazer uma boa troca de marcha.

REDUZA A VELOCIDADE
Um teste feito em fevereiro de 2014 mostrou o quanto a velocidade afeta o consumo. Um Ford Fusion 2.0 a 80 km/h fez 21,6 km/l e gastou 150 minutos para uma viagem de 200 km. A 120 km/h, o consumo aumentou para 10,1 km/l e o tempo caiu a 100 minutos. Para uma redução de 33% no tempo gasto, o consumo mais do que dobra: é 103% superior. Na cidade, apesar de as velocidades serem menores, a lógica é igual. Uma boa ideia é sair de casa alguns minutos mais cedo e habituar-se a andar 10 km/h a menos que sua média. E isso ainda pode ajudá-lo a poupar com multas de radares de velocidade.

TROQUE DE CARRO
Esta é a dica mais drástica de todas para cortar o desperdício. Mas, dependendo de quanto você roda, ela merece ser considerada. Hoje um dos grandes vilões do consumo são os SUVs: eles são mais pesados e têm pneus mais largos e aerodinâmica pior do que sedãs de mesma base mecânica. Honda City e HR-V compartilham a mesma plataforma. Mas o primeiro obteve nos nossos testes de consumo urbano e rodoviário 12,5 e 16,7 km/l, enquanto o SUV fez 10,4 e 13,1 km/l. Para quem roda 7 000 km por ano na cidade, pode representar uma economia de R$ 351 por ano (com o litro de gasolina a R$ 3,10). A escolha entre dois carros da mesma categoria também pode fazer uma grande diferença: enquanto o VW Up! registra 14,1 e 17,8 km/l em ciclo urbano e rodoviário, seu rival Chevrolet Onix faz 10,5 e 15,4 kml. Usando o caso anterior, a economia seria de R$ 528 por ano.

Detalhamento e tratamento de pintura automotiva

pintura-fotoDetalhamento trata-se de uma arte, um tratamento de excelência para automóveis, o qual vai de uma minuciosa limpeza até a correção da pintura para remover qualquer defeito e promover sua máxima proteção. É um processo de limpeza e condicionamento completo das partes externas e internas possíveis de serem tratadas, a fim de manter o veículo sempre limpo, protegido e impecável.

O perfeccionismo e a atenção prestada aos detalhes é algo realmente impressionante, envolve a paixão do profissional e sua vontade em fazer o melhor possível. É nessa hora que se diferenciam os trabalhos e os profissionais.

Se o propósito é fazer um trabalho de produção, é muito provável que o objetivo não seja a perfeição e sim a produtividade, repercutindo no acabamento final. Fica evidente que uma concessionária não dedicará atenção exclusiva e respeitando o processo como deve ser feito, pois neste caso que esta em jogo é a produtividade. O funcionário cumpre metas e o cliente geralmente não conhece outros recursos mais específicos para que seu carro seja cuidado como se deve.

Quando se trata de um detalhamento, o valor está no resultado que se pode atingir, ou seja o profissional empregar o máximo de sua paixão e conhecimentos a fim de fazer com que seu cliente seja surpreendido ao buscar seu carro. Neste caso não se está buscando produtividade e sim qualidade. O artesão não faz por dinheiro, e sim por paixão.

Neste ponto cabe ao profissional definir o que irá fazer, um detailer carrega consigo a vontade e a dedicação de fazer sempre o melhor e buscar cada vez mais o conhecimento sobre aquilo que faz. Não quero dizer que não existam bons polidores, porém o foco e o método de trabalho muitas vezes são diferentes.

Talvez o passo mais importante em um detalhamento, é o de avaliar o trabalho necessário, pois ao contrário do que acontece nos trabalhos comuns, não se pode cometer o erro de pensar que existe uma sequencia definida para tudo. Ou seja, em um veículo menos danificado não podemos usar produtos tão agressivos quanto usaríamos em um veículo bastante danificado.

A indústria de tintas e vernizes esta em constante evolução, e não podemos pensar que um mesmo processo e os mesmos produtos surtirão efeitos satisfatórios em uma infinidade de vernizes e tintas diferentes. Apenas com conhecimento e experiência se consegue dosar o material disponível para cada caso diferente. Isso diferencia o Detailing de qualquer outro serviço automotivo tornando este tipo de trabalho uma verdadeira arte.

Modelo DS5 será apresentado no Salão de Genebra

16812982741287026795O Salão de Genebra, na Suíça, está se aproximando e assim as marcas vão divulgando quais modelos e com quais novidades estarão representadas no evento. Desta vez, quem mostrou alguma coisa foi a DS, marca premium do grupo PSA Peugeot Citroën, revelando oficialmente o seu hatch DS5 com novo visual.As mudanças não são profundas, mas por fora vemos a grade maior com o logo da DS centralizado, em conjunto completado com os dois faróis com luzes de xênon e LED e indicadoras de direção sequenciais, algo que é proveniente do DS3. Nas laterais novos detalhes cromados e, atrás, lanterna com visual redesenhado e ponteiras duplas do escapamento completam a lista de alterações.

Por dentro, um novo painel com tela sensível ao toque que eliminou cerca de 12 botões do carro e o sistema de entretenimento e informação pode reproduzir a tela do smartphone conectado a ele. Os bancos dianteiros possuem modo de massagem e função de memória para os ocupantes, os retrovisores são aquecidos, o áudio é da Denon e o ar-condicionado de duas zonas.

10079577511989867618Entre os sistemas de segurança o DS5 oferece monitoramento dos pontos cegos, alerta de mudança involuntária de faixa, faróis altos automáticos, controle de tração inteligente, head-up display, câmera de ré, assistente de partida de ladeiras e controle de estabilidade, entre outros.

Sob o capô as possibilidades começam com um bloco THP de 165 cavalos com transmissão automática de seis marchas, o BlueHDi de 120 cavalos com câmbio manual de seis velocidades ou, como opcional, a mesma caixa automática já citada para o THP, ou uma edição mais potente do mesmo motor com 180 cavalos e, a topo de linha, com conjunto híbrido com bloco 2.0 litros turbodiesel de 163 cavalos e um motor elétrico de 37 cavalos para garantir tração integral.

O novo DS5 será apresentado oficialmente no próximo dia três de março durante o primeiro dia para a imprensa no Salão de Genebra, na Suíça.

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Proprietários reclamam da dificuldade para fazer o motor do carro funcionar pela manhã com etanol

foto-imagem-palioO receio de o carro não funcionar logo pela manhã tem irritado alguns proprietários de Fiat Palio, que às vezes levam vários minutos para fazer o motor funcionar quando o veículo está abastecido com etanol. É o caso do empresário Gilberto Gimenes Ortin, de Campinas (SP). “Desde a compra, ele sempre deu trabalho para pegar na primeira partida depois de passar algumas horas parado. Com álcool, deixava o motor esquentar por 5 minutos, no mínimo, antes de sair”, conta o dono de um Palio Sporting 2013 1.6 16V. “Levei-o para consertar dez vezes em duas concessionárias e fiquei quase um mês sem o carro. Não conseguiam resolver o defeito.”

Gilberto não é o único com esse tipo de reclamação: recebemos 27 casos de proprietários relatando
dificuldade de partida e falhas no uso quando o motor roda com etanol. “Mesmo com o tanquinho de partida a frio abastecido com gasolina, o carro sofre para pegar”, diz o analista de suporte Andrei Lopes Cabral, de São Paulo (SP), dono de um Palio Attractive 1.0 2014. “Preciso tentar mais de cinco vezes, aguardando alguns segundos entre uma tentativa e outra. Levei o automóvel para a concessionária, que chegou a reprogramar a injeção eletrônica, mas o problema ainda se mantém.”

Segundo alguns desses proprietários, a solução para as falhas está na troca da bomba de combustível. Foi o que aconteceu com Gilberto: “Depois que descobri isso, troquei a peça, e o motor está ligando na primeira vez que viro a chave. Só que a garantia não cobriu e tive de pagar R$ 1 100”.

A justificativa de sete concessionárias Fiat questionadas por nossa reportagem nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo foi a mesma: elas alegam que a causa é o uso de combustível adulterado. Mas a maioria dos donos ouvidos diz que, mesmo trocando de posto, a falha não costuma ser sanada.


O POVO RECLAMA

“Em um ano, tive de trocar a bateria do meu carro duas vezes por causa da dificuldade de dar a partida.”- Nayane da Silva, farmacêutica, Anápolis (GO), dona de um Palio Attractive 1.0 2012

“Sempre que tento ligar o carro de manhã, ou quando ele fica algumas horas parado, preciso tentar no
mínimo três vezes para o motor pegar.” – Nivaldo José Milagres, técnico, Contagem (MG), dono de um Palio 1.0 Attractive 2012

RESPOSTA

A Fiat diz que não tem conhecimento de problemas crônicos de dificuldade de partida em seus carros. “Eventuais reclamações estão ligadas a diversos fatores, tais como qualidade do combustível, precária manutenção do veículo, falta de abastecimento do reservatório de partida a frio, entre outros.”