Arquivo da tag: câmbio automático

Correio técnico: mudanças no comando da transmissão variam de acordo com a situação em que o carro está

Qual a posição correta para se deixar a alavanca do câmbio automático quando o motorista fica dentro do carro com o motor ligado por muito tempo? – Geraldo Martinho Dal’Col, Cariacica (ES)

Em P, de Parking. O motivo é garantir a segurança, já que esse modo ativa uma trava mecânica que impede a movimentação do carro. Fazer o mesmo ou colocar em Neutro (N) em semáforos não é recomendável.

“O sistema hidráulico que faz as trocas de marcha é pressurizado somente quando o câmbio está em Drive (D). Ao tirar o câmbio de Neutro e imediatamente acelerar, como é comum em saídas de semáforos, o motor gera um tranco na transmissão, podendo danificá-la”, detalha Francisco Satkunas, conselheiro da SAE Brasil.

Ao usar o Parking, porém, é importante acionar o freio de estacionamento antes e garantir que o veículo não está se movimentando, para não sobrecarregar a trava do câmbio.

Estacionar o carro usando somente o Parking pode ocasionar o chamado travamento por torque. Nessa situação, remover a alavanca do modo P fica bem mais difícil, e pode até ser impossibilitada.

Em casos extremos pode ser necessário movimentar o carro no sentido contrário ao da gravidade, usando um reboque, para destravar o comando do câmbio.

CÂMBIO AUTOMÁTICO: SAIBA SE VALE A PENA E OS PRINCIPAIS PROBLEMAS

Na terceira matéria do nosso especial sobre câmbios, enfocamos nos automáticos convencionais que, apesar do aumento de opções, continuam em alta. Tanto que a Chevroletadotou o modelo convencional com seis marchas como padrão para todos os veículos da linha nacional, desde os modelos de entrada Onix e Prisma até os de alta gama, como o Cruze e o SUV Trailblazer.

A facilidade de manutenção também conta a favor do automático em relação aos câmbios de dupla embreagem. O próprio grupo Volkswagen quando decidiu nacionalizar o Audi A3 e Golf, acabaram por adotar o Tiptronic de seis velocidades no lugar do DSG de sete velocidades usado nos importados. Apenas os modelos equipados com motor 2.0 TSI mantiveram a transmissão original.

A Ford é outra que está abandonando o Powershift de dupla embreagem em favor de um automático de seis velocidades, já aplicado no EcoSport 1.5 e 2.0 e aguardado para o Fiesta.

Uma marca que tem feito bastante sucesso entre as montadoras é a japonesa Aisin, que produz o câmbio automático de seis velocidades que equipa diversos modelos da Peugeot (308, 408, 508, 3008 e RCZ), Citroën (C4 Lounge), Fiat Toro Flex, Jeep Renegade e Compass, entre outros. Entre os reparadores, esta é uma caixa de transmissão que tem pouco a dizer, pela robustez e qualidade e foi recentemente adotada também pelos Peugeot 208 e 2008.

Vale lembrar que o Brasil já tem modelos nacionais que se valem de caixas ainda mais modernas, exemplo da transmissão ZF de nove marchas (foto de abertura) aplicada no Jeep Compass 2.0 Flex 4X4 e diesel, como também na Toro Tigershark 2.4.

O funcionamento é bem diferente de uma caixa automatizada, pois não há embreagem, apenas um conversor de torque banhado em óleo capaz de deslizar e conectar efetivamente o motor ao conjunto de transmissão. A construção também é totalmente diferente: um conjunto de engrenagens planetárias forma as marchas e é operado hidraulicamente.

Na prática, o câmbio oferece uma suavidade muito maior nas passagens em relação aos automatizados de monoembreagem, especialmente os mais modernos. Em muitos modelos, recursos como o modo Sport ou trocas sequenciais permitem dar uma pitada a mais de emoção. Somado a isso, os automáticos mais recentes não perdem muito em velocidade de troca em comparação aos velozes câmbios de dupla embreagem.

Problemas comuns e manutenção

Entre os defeitos mais comuns relatados estão trancos, demora no engate das marchas e até travamentos, fazendo com que o câmbio entre em módulo de emergência. “Não são muito complicados de resolver, mas o custo é elevado, na ordem de R$ 7.500, dependendo do caso”, afirma o especialista em transmissão automática, Maurício Carreiro, instrutor da TTR Treinamentos, de São Bernardo do Campo (SP).

Ao contrário da transmissão de seis marchas usada atualmente pela PSA, a caixa automática de quatro marchas AL4 (também conhecida como DP0) utilizada em alguns modelos Renault e nos antigos Citroën C4 e C5, e Peugeot 207, 307 e 407 (e antecessores), é frequentemente relacionada a defeitos. Trancos, patinações, atrasos na troca de marchas, acendimento de luzes de anomalia no painel, entrada em modo de emergência são exemplos.

Carreiro explica que a vida útil das transmissões automáticas está diretamente relacionada ao torque do motor e peso do veículo. “O mesmo câmbio era usado no Citroën C5 e Peugeot 207, porém no primeiro não era raro encontrar problemas aos 25.000 km, enquanto no 207 rodava até 130.000 km sem defeitos”, afirma. “A diferença está no tamanho do motor e peso dos veículos, o C5 com motor 2.0 e quase 2.000 kg, enquanto o 207 com motor 1.4 e pouco mais de 1.100 kg, ambos equipados com uma caixa que suporta menos de 18 kgfm de torque”, explica.

Segundo o especialista, a caixa AL4 não é ruim, somente foi mal utilizada, uma vez que não tem carga relativa de torque, ao suportar no máximo 18 kgfm. “Ao comprar um carro com transmissão automática é preciso ficar atento à relação entre a capacidade de torque do câmbio e o torque do motor mais o peso do veículo. Se for muito próximo, o esforço do câmbio será maior e sua durabilidade menor”, afirma.

Outras transmissões ficaram marcadas por problemas relatados pelos proprietários, exemplo do câmbio 6T70 usado nos antigos Chevrolet Captiva e Ford Fusion, importados do México. Na maioria dos casos, a quebra no anel mola comprometia o funcionamento da caixa, utilizada nas versões V6 de ambos carros. O reparo em oficina terceirizada aproveita a carcaça da transmissão, mas tem que substituir vários componentes afetados pela quebra.

Troca do fluido

Independente do tipo da transmissão escolhida, Carreiro afirma que é imprescindível para o prolongamento da vida útil do câmbio a manutenção preventiva, que resume-se na correta troca do fluido de transmissão, nos prazos previstos. “É importante ficar atento a qualidade do fluido e jamais querer economizar utilizando um muito mais barato, que não atende as especificações do fabricante”, alerta Carreiro.

“Como é um fluido caro, e em alguns veículos chega a usar vários litros, muitos buscam substitutos que infelizmente encurta a vida do câmbio ao invés de prolongar, e quando isso ocorre o prejuízo é alto”, afirma.

Câmbio automático – Ford EcoSport 2.0 – Utilitário esportivo ganha câmbio de dupla embreagem por até R$ 70.890

ecosport-2013-foto-imagemFamília da nova geração do EcoSport está crescendo rápido

A família da nova geração do EcoSport está crescendo rápido. A novidade mais recente é o câmbio automatizado com dupla embreagem e seis velocidades, disponível nas versões SE (63.390 reais) e Titanium (70890 reais).

ecosport-2013-Cambio-PowerShift-foto-imagemCâmbio PowerShift: seis marchas e trocas manuais por meio de botão na alavanca

Diferente do sistema banhado a óleo aplicado em superesportivos, a transmissão PowerShift da Ford é do tipo caixa seca, o que explica o ruído de trepidação típico de disco de embreagem ao trafegar com o Eco sobre paralelepípedo. Ainda assim, traz enorme vantagem diante do conjunto automatizado com embreagem simples, como o que o Chevrolet Agile acaba de receber.

ecosport-2013-Cambio-foto-imagemNovo câmbio só está disponível para o motor 2.0

Para realizar passagens de marcha rapidamente, o PowerShift engata a marcha superior simultaneamente ao desengate da que estava em uso. “É por isso que não se tem o incômodo efeito gangorra típico dos automatizados monoembreagem”, diz Fabio Okano, gerente de engenharia da Ford. Numa tocada esportiva, as trocas podem ser realizadas em 235 milésimos de segundo tanto no modo automático como no sequencial, por meio de um botão na lateral da alavanca seletora do câmbio de seis marchas.

O PowerShift mostrou ser o câmbio correto para o Eco 2.0 – cuja versão FreeStyle com câmbio manual foi avaliada em setembro. Confrontando os números de ambos, dá para notar um empate técnico na prova de aceleração, mas ampla vantagem do segundo nas provas de consumo urbano (7,9 ante 6,7 km/l) e rodoviário (10,4 e 8,8 km/l). Em tempo: o FreeStyle 1.6 manual consumiu 8,6 km/l de etanol na cidade e 10,4 km/l na estrada. Infelizmente, a combinação ideal entre mecânica (Duratec 2.0 e PowerShift) e versão de acabamento (FreeStyle) não será oferecida. Mas a própria gerente de marketing da Ford, Adriana Carradori, reconhece: “Se o consumidor indicar que precisa mesmo de um EcoSport FreeStyle 2.0 Powershift, a versão pode nascer já em 2013”.

Veredicto

Rápido e versatile, o câmbio PowerShift fez com que o motor 2.0 Duratec voltasse a ser encarado como uma boa opção.

Dúvidas sobre câmbio automático e sequencial

Especialista responde às dúvidas sobre câmbio automático.
Saiba também qual a vantagem do câmbio sequencial.

Câmbio manual e automático

Antes item de luxo no país, o câmbio automático começa a se popularizar entre os brasileiros. No último domingo, o G1 explicou como utilizar, de forma correta, esse tipo de câmbio e, entre as diversas dúvidas de leitores, muitos quiseram saber se, em emergência, uma redução de marcha brusca poderia ser feita. A resposta é sim. O especialista Ricardo Lopes da Fonseca explica que basta puxar a alavanca para a próxima posição, que deve ser a 3 ou 2. No caso de o carro contar com câmbio seqüencial, será preciso mover a alavanca para a direita e empurrar em direção ao sinal de menos (-). Confira esta e outras dúvidas dos leitores:

O meu Toyota Corolla é automático, no câmbio tem dois botões. Para engatar a marcha preciso apertar o maior? E quanto ao menor que acende uma luz amarela no painel, para que serve? E posso usá-lo em quais situações?

O botão maior é utilizado para mover a alavanca entre as posições. Sem apertar esse botão a alavanca fica travada, principalmente na posição P, quando parado ou estacionado. Já o botão menor é um dispositivo chamado “overdrive” e é identificado pela sigla O/D. Na prática trata-se de acionar uma sobre marcha, que no caso do Corolla seria a quarta marcha. Pode utilizá-lo o tempo todo ativado, porém para fazer uma ultrapassagem ou pegar uma subida íngreme é recomendável desativar.

Versão 1.8 do Meriva tem opção com transmissão automatizada

No câmbio automático, quando estamos dirigindo em estrada, é possível fazer uma reduzida brusca (em emergência), para reduzir a velocidade?

É possível sim. Nessa condição, o motorista estará com o câmbio posicionado em D (drive). Em situação de emergência que exige uma redução, basta puxar a alavanca para a próxima posição, que deve ser a posição 3 ou 2. No caso de o carro contar com câmbio seqüencial, será preciso mover a alavanca para a direita e empurrar em direção ao sinal de menos (-). Cada empurrada reduz uma marcha.

Qual é a diferença do câmbio automático para o automatizado (este automatizdo, que equipa o Meriva e o novo Linea)?

O cambio automático – como foi descrito na matéria – conta com conversor de torque e circuitos hidráulicos e seu funcionamento é automático. O câmbio eleva e reduz as marchas de acordo com a velocidade e rotação do motor. Já o automatizado preserva a dinâmica do câmbio manual tradicional. Seu funcionamento se dá com a ajuda de embreagem automática e de pequenos servomotores. Assim não tem o pedal da embreagem também. As marchas são engatadas de forma seqüencial, assim o motorista fica o tempo todo mudando-as. No Fiat Stilo, o câmbio conta também com as borboletas atrás do volante. O melhor é o custo, menor quando comparado ao câmbio automático. Ainda tem desempenho e economia compatíveis com os modelos manuais.

No caso de um aclive, como vou conseguir controlar o veículo de câmbio automático, sendo que quando há embreagem o controle segue por ela sem uso de freio de mão? Neste caso, uso a embreagem e o acelerador para segurar o veículo, e no automático?

No automático é sempre importante ficar com o pé no freio. Tanto em subidas quanto descidas. Se você está em um aclive e pára em um cruzamento, por exemplo, o correto é ficar com o pé no freio. Ao arrancar tira-se o pé do freio e acelera. O procedimento é o mesmo que o manual, porém sem a utilização da perna esquerda.

Há alguma relação ou necessidade de se posicionar a alavanca en “N” quando o carro estiver parado devido ao trânsito intenso?

Necessidade não há. O correto é até permanecer em D. Quando o conjunto está em funcionamento, o câmbio está com sistema de lubrificação ativo e assim se permanecer na posição D por um período não tem problema algum. Colocar a alavanca na posição N pode oferecer um pouco mais de conforto em um trânsito pesado e talvez alguma economia de combustível.

Câmbio automático sequencial 

Queria saber o que é câmbio automático sequencial

Esse tipo de câmbio é um modelo automático que pode também ser utilizado na função seqüencial, quando então passa a ser manual, comandado pelo motorista. Porém, esse “manual”, só troca as marchas em seqüência, ou seja, não dá para ir da terceira para quinta sem passar pela quarta.

Gostaria de saber o que significa os sinais de – e + no câmbio automático com o exibido na primeira foto da matéria e quais suas funções.

Os sinais são utilizados quando o câmbio está na posição seqüencial, mais comumente chamado de Tiptronic – nome comercial utilizado pela Audi e Porsche. Essa opção é indicada quando o motorista deseja fazer as trocas manualmente. O carro continua sem a necessidade de embreagem, mas as trocas precisam ser comandadas pelo motorista. O sinal de mais significa que, ao puxar a alavanca para trás, o automóvel vai subindo as marchas. Por exemplo, sai em primeira e o motorista puxa a alavanca e troca para segunda. Assim vai. O sinal de menos é o contrário, para reduzir. Por exemplo, se você está em quarta marcha e deseja fazer uma ultrapassagem, basta empurrar a alavanca para frente, nesse momento o câmbio reduz para terceira marcha.

Existe a possibilidade de o carro com câmbio automático também pegar no tranco (empurrando) ou isso não é recomendável ou impossível de se fazer pelo fato do mesmo não oferecer esta alternativa?

Essa possibilidade não existe. Também, de forma geral não é aconselhada essa prática, mesmo em carros com câmbio manual.

Câmbio automático 

Informe-nos a respeito do sistema de câmbio CVT.

O modelo CVT (Continuously Variable Transmission), conta com relações de marcha continuamente variáveis. A principal diferença entre o câmbio CVT e os automáticos tradicionais é que o CVT não tem engrenagens, apenas duas polias de diâmetro variável unidas por uma correia metálica de alta resistência. Esse sistema permite uma aceleração contínua, sem trancos. Assim parece que o carro nunca troca de marchas.

Posso mudar de marcha, manualmente, durante uma ultrapassagem com o objetivo de aumentar o torque mais rapidamente?

Se estiver na posição D, o motorista pode colocar a alavanca em 3, será uma redução de marchas, assim o carro terá mais força para a ultrapassagem. Porém, os carros automáticos contam com um dispositivo instalado embaixo do acelerador. Chama-se “quick down” e nada mais é que um sensor. Se o motorista precisar de uma redução imediata para fazer uma ultrapassagem, basta dar um pisão no acelerador. Nessa pisada o quick down é acionado e a transmissão faz uma ou duas reduções, conforme o caso, e disponibiliza toda a potência do motor.

Se você estiver trafegando a 80 km/h, e passar a marcha de D (drive) para R (ré) o carro engatará a marcha à ré? É possível também na mesma velocidade passar de D para P (parking)? Nas duas modalidades em caso positivo, o que pode ocorrer com o câmbio?

Em movimento, a ré não entra, pois um dispositivo não permite. Nos modelos mais antigos, se o motorista conseguir fazer esse movimento na alavanca o motor apaga, como um fusível a fim de proteger o motor e a transmissão. Na posição D a alavanca não entra em P. Existe uma trava que impede essa movimentação.

Oficinas especializadas em carros alagados em SP

As fortes chuvas que castigam São Paulo desde o primeiro dia do ano causam transtornos à população e, principalmente, aos motoristas, mas criam um nicho de mercado para prestadores de serviço como mecânicos, lava-rápidos e especialistas em sistemas eletrônicos de veículos.

Cada vez mais, faz parte da propaganda destas oficinas a oferta de um serviço especializado: o de recuperação de carros que foram atingidos por alagamentos. A demanda por este tipo de serviço tem aumentado neste ínício de ano.

O empresário Edgar de Toledo, de 43 anos, tem oficinas de mecânica e funilaria no Imirim, na Zona Norte de São Paulo, e nas avenidas Rebouças e Consolação, na região da Paulista. Nestas duas, ele decidiu estender faixas, anunciando o serviço de recuperação de carros alagados.

“Eu já prestava este serviço havia cinco anos na oficina do Imirim, que tem um espaço maior para receber os carros. Coloquei a faixa na semana com o aumento das chuvas”, disse. Segundo ele, a procura por este tipo de serviço aumentou cerca de 30% em 2010. “No ano passado, recebemos uns nove, dez carros. Só neste período de chuvas já foram 14 carros. E a tendência é aumentar um pouco mais, à medida em que vão conhecendo o serviço. Um fala para o outro e ajuda na divulgação”, afirmou Toledo.

Em suas oficinas, o serviço abrange a parte de tapeçaria, mecânica, elétrica e eletrônica. “Fazemos a parte de limpeza tanto no motor quanto nas partes eletrônicas. Mas qualquer dano mais grave é preciso levar para um especialista. Se o motorista tentou ligar o motor com água dentro dele, os danos são grandes e é preciso levar para uma retífica”, explicou.

Ao prestar este tipo de serviço, o mais importante é saber elaborar o orçamento para poder convencer o cliente. “O preço da mão de obra é fixa, mas tem o custo das peças. Você precisa desmontar tudo, trocar o que for preciso. Por isso, o orçamento tem de ser bem elaborado”,

Na Vila Olímpia, por exemplo, um estabelecimento que funciona como lava-rápido na maior parte do ano vira um centro de recuperação de veículos que ficaram presos em alagamentos nesta época do ano.  No lava-rápido, a limpeza é só da tapeçaria.

Até a segunda-feira (18), o empresário Roberto Forestieri, de 52 anos, dono do lava-rápido, havia sido procurado por 78 motoristas interessados no serviço. Em todo o mês de janeiro em 2009, foram 81 consultas. “Como as chuvas devem continuar, creio que vamos superar esse número de consultas”, disse. Ao menos 30 carros alagados já passaram pelo lava-rápido, quase dois por dia, neste mês.

Uma oficina mecânica no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, por sua vez, se especializou em recuperar módulos eletrônicos de carros alagados. Esses módulos eletrônicos “gerenciam” sistemas importantes do carro, como câmbio automáticotravas elétricas das portas.

Em média, neste período do ano, são ao menos 20 motoristas que contratam o serviço de recuperação. Ao menos, por enquanto, a média vem se mantendo em 2010. “Eu faço o serviço mais complicado. É uma vantagem grande para o cliente que não tem seguro recuperar este módulo. Dependendo do carro, tem módulo que custa R$ 20 mil. E se estragar dois ou três módulos, o seguro pode dar perda total”, disse o empresário Rubens Nogueira Venosa, de 53 anos.

Fonte: G1

Fotos Nova versão do Civic – Modelo LXL o intermediário da linha

A Honda anunciou nesta quarta-feira (14) uma nova versão para o sedã Civic, a LXL. O preço dessa nova versão parte de R$ 66.405. As outras versões tiveram os preços reduzidos, em uma tentativa de diminuir a diferença para o Toyota Corolla, que fechou 2009 em primeiro lugar no ranking de vendas do segmento.

Com câmbio manual e sem bancos de couro, a nova versão está posicionada entre a LXS, que agora custa R$ 65.750, e a EXL (topo de linha), que sai por R$ 85.610. A Honda afirma que 75% da produção do Civic passará a ser da configuração LXL, 15% da versão LXS, 5% da opção EXS e 5% será da versão esportiva do modelo Si.

De fábrica, a novidade traz rodas de 16 polegadas exclusivas, volante com acabamento prata e controle de áudio, abertura do porta-malas pela chave e dois alto-falantes de tons agudos (twitters). A versão LXL poderá vir com revestimento em couro dos bancos, por R$ 68.085, com câmbio automático, por R$ 71.540, e com ambos por R$ 73.200.

A marca japonesa aproveita o lançamento da nova configuração para estrear a direção elétrica progressiva, que a Honda chama de EPS, e um novo ar-condicionado, que segundo a fabricante, é mais eficiente, consome menos potência e ajuda na redução do consumo de combustível. Esses novos equipamentos também serão oferecidos nas outras versões do sedã.

Todas os modelos do Civic trazem de série freios com ABS (antitravamento das rodas) e EBD (distribuição da força de frenagem), barra de proteção nas portas, banco do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e airbag para motorista e passageiro. Sob o capô está o motor 1.8 16V flex, de 140 cv com álcool.

Fonte: G1