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As 9 economias para não fazer no seu carro – Manter o automóvel em boas condições não é barato, mas tentar economizar alguns itens pode ter um grande prejuízo

Fique atento ao escolher o óleo certo para o seu carro

Você já deve ter lido e ouvido muito isso na vida: ter um automóvel não é só por gasolina e andar. Carro demanda não só manutenção regular, como também cuidados até na hora de abastecer e trocar o óleo. Por isso, querer poupar a carteira depois de comprar um veículo pode trazer problemas que farão você coçar o bolso muito mais a médio prazo.

1. Revisões fora das concessionárias
Essa vale principalmente para carros 0 km. É preciso fazer as manutenções obrigatórias nas concessionárias para não perder a garantia de fábrica do veículo. As revisões geralmente são a cada 10.000 km e a maioria das marcas adota política de preço fixo.

Ou seja, os valores podem ser consultados nos sites das montadoras antes mesmo de você comprar o automóvel. Para modelos seminovos e usados que já passaram da garantia, manter as revisões nas revendas valoriza o carro na hora de trocá-lo lá na frente.

2. Manutenção apenas corretiva
Se você tem carro com mais de três anos de uso e já passou da garantia, nada de esperar aparecer problema para levar o carro na oficina. Geralmente, quando o veículo dá sinais, é que o estrago já é grande e a conta para o reparo será maior.

Faça uma revisão no seu seminovo a cada 10.000 km, mesmo que em oficinas independentes. Cheque freios, óleo, velas, fluidos, mangueiras, parte elétrica, pneus e suspensão. Procure mecânicos de confiança e estabelecimentos com equipamentos modernos, para fazer a diagnose correta de eventuais problemas. Se o carro tiver mais de oito anos, aconselha-se fazer manutenção a cada 5.000 km.

3. Óleo fora das especificações
O lubrificante recomendado pelo fabricante do seu carro é sintético e caro? Pois não caia na tentação de trocar por um óleo mais barato e fora das especificações. Um exemplo: usar produto de viscosidade diferente vai comprometer a lubrificação e o bom desempenho do motor.

Isso vai aumentar o atrito entre as peças metálicas, diminuir a vida útil dos componentes do conjunto, afetar o rendimento do motor e aumentar o consumo de combustível. Além disso, contribui para a formação da temida borra do motor que, em casos extremos, pode exigir uma retífica lá na frente.

E nada de só completar, mesmo que com lubrificante com a mesma especificação. Essa mistura de óleo novo e velho acaba por diminuir a capacidade de o produto manter o motor limpo.

4. Acessórios não originais
Quer aquela central multimídia com aquele som de trio elétrico do carnaval baiano em seu carango 0 km que acabou de sair da loja? Faça isso na própria concessionária. Colocar itens não originais ou não homologados pela fábrica faz, de cara, você perder a garantia do carro 0 km.

Além disso, acessórios não originais podem comprometer o próprio funcionamento do veículo. O som mais potente ou o farol de neblina mais irado demandam bateria com outra amperagem, ou podem comprometer toda a parte elétrica do carro. Um spoiler na traseira vai aumentar o consumo de combustível e afetar a dinâmica veicular. Até mesmo aquele “ar instalado”, que é mais barato, não só pode roubar potência a mais do motor, como vai desvalorizar seu automóvel na hora da revenda.

5. Peças recondicionadas
Isso é outra bomba que sai barata na hora de fazer, e depois explode como uma granada de custos. Deve haver muito critério no uso de peças reaproveitadas, recondicionadas ou usadas. Em sistemas de freios, suspensão e direção, é melhor descartar esse tipo de equipamento, assim como nos pneus.

Primeiro, muitas vezes é difícil saber a procedência. Segundo, não se sabe ao certo por quanto tempo aquele item foi usado e de que forma. A durabilidade da peça será mais curta e ela ainda pode comprometer o funcionamento de outros equipamentos do carro.

6. Pneus reaproveitados
Muitos motoristas recorrem à recauchutagem e à remoldagem de pneus para poderem economizar. Mas isso põe em risco não só o pleno funcionamento do carro, como a segurança do proprietário e de seus passageiros.

A recauchutagem é um reparo que reaproveita a carcaça de um pneu danificado, com aplicação de borracha e um processo químico chamado vulcanização ao longo de toda a superfície de contato da peça. Já o pneu remoldad é um processo de troca da borracha da banda de rodagem, ombros e laterais.

Esses pneus reformados têm vida útil menor. Se pneu novo aguenta 60 mil km, os remoldados vão rodar, no máximo, 40 mil km – perda de mais de 30%. Com os recauchutados, é pior: duram a metade que um pneu novo. Além disso, tais pneus não seguem os testes e especificações do fabricante, podendo comprometer o consumo do carro e a dirigibilidade do veículo.

7. Roda desamassada
Não é recomendado consertar rodas de aço se estas estiverem amassadas e a indicação de especialistas é comprar uma peça nova. O desamasso e desempeno não vale para rodas de liga leve. E se houver trincas ou quebra nos aros – dos dois tipos -, o melhor é descartá-los. Isso porque o conserto vai maquiar a parte danificada, mas o defeito pode causar danos na suspensão e nos freios no dia dia. Além disso, a roda pode se quebrar em alta velocidade e causa um acidente fatal!

8. Gasolina barata demais
Vale ficar atento a postos que cobram bem menos pelo litro da gasolina do que a média da vizinhança. Combustível batizado compromete o funcionamento do motor, acelera o desgaste das peças do conjunto e aumenta o consumo de lubrificante e de… combustível.

9. Mentir para o seguro
Não tente fazer um perfil diferente do seu para tentar baratear a apólice. Muita gente omite que o filho vai usar o carro ou que tem garagem no prédio para gastar menos. As companhias de seguro têm mecanismos para avaliar o uso do automóvel e podem negar o pagamento do sinistro.

Todos os carros conectados – Consultoria prevê todos os veículos com internet até 2015

foto-carro-com-internetO analista Jack Bergquist, da consultoria IHS, prevê que todos os carros de grandes montadoras sairão das fábricas até o final de 2014 com algum tipo de conectividade, segundo a BBC.

A despeito da confirmação da aposta, este é um mercado que tem se mostrado promissor. Para a consultoria Machina Research, em 2020 as tecnologias que prometem entretenimento dentro dos veículos representarão 20% do valor do automóvel, isto é, US$ 600 bilhões.

A indústria começa a se mover nesta direção. Na última edição da CES, maior feira de eletrônicos do planeta, a Ford lançou o primeiro programa de desenvolvimento de aplicativos exclusivamente voltado para automotivos.

À época do anúncio, o vice-presidente de engenharia da montadora, Hau Thai-Tang, comentou que “75% dos usuários de smartphones acreditam ser importante conectar seus aparelhos aos carros, e 65% dos clientes disseram que o Sync (programa de mobilidade) foi decisivo na hora da compra do veículo”.

A Intel também está otimista com este mercado. De acordo com a BBC, a empresa diz que o desenvolvimento de tecnologias para carros só perde em volume de negócio para os programas que rodam em tablets e smartphones. Por isso a companhia anunciou investimento de US$ 100 milhões nos próximos cinco anos em empresas que possam oferecer soluções criativas.

Naturalmente Apple, Facebook, Google e outras do ramo de internet estão ansiosas com as oportunidades que surgirão. A empresa da maçã, por exemplo, mantém uma equipe focada em imaginar e desenvolver produtos para serem usados em carros. ‘Se eu estivesse apostando, seria onde eu colocaria meu dinheiro’, analisa o especialista John Leech, da consultoria KPMG.

Tamanha esperança de conectividade, no entanto, vem acompanhada de riscos de acidentes. Enquanto os carros que se autodirigem não viram realidade, os motoristas podem se distrair e causar situações de perigo. “Você pode se empolgar com a experiência e esquecer que está dirigindo. Melhor, mais rápido e mais barato é o que os consumidores querem, mas com segurança”, diz John Ellis, especialista em tecnologia da Ford.

Aplicativo para carro – “Onde parei”?, app para Android ajuda você a encontrar o seu veículo

Estacionar o carro, muitas vezes, pode ser um problema. Lembra ronde estacionou ele é um problema maior ainda, principalmente se você morar em uma cidade grande ou em um local onde tenham muitos veículos. É natural se perder em um estacionamento de shopping por não se lembrar onde estacionou o carro.

Além das dificuldades apresentadas acima, é comum também você precisar controlar o tempo que ele fica na Zona Azul, pois deixar o carro no local depois que o tempo esgotou pode significar multa ou até mesmo ter o automóvel guinchado.

Pensando nisso, desenvolvedores de aplicativos para smartphones criaram programas gratuitos que usam recursos como geolocalização para mostrar onde você deixou seu carro. Por isso, depois de fazer alguns teste, resolvi trazer um desses aplicativos para vocês: Onde parei?.

Como funciona?

Ao parar o carro, basta abrir o aplicativo que ele identificará via GPS o ponto exato onde você se encontra. Com um simples toque na opção “marcar”, o local onde estacionou já está salvo.

Após marcar o local, o sistema irá perguntar, automaticamente, se você gostaria de configurar o tempo de permanência e receber alertas sonoros quando o tempo estiver próximo do fim. Se optar por “sim”, basta programar o alarme. Dessa forma, você poderá acompanhar quanto tempo passou, e não ser pego de surpresa com o preço do estacionamento ou uma multa no parabrisa do carro.

O app também permite que você captura a imagem de algum ponto de referência do local para facilitar sua vida na hora de procurar o carro. Assim, além da geolocalização você terá referências adicionais para lembrar detalhes do ponto onde você estacionou seu veículo.

Tal pai, tal filho – Nuri Sahin jogador do Liverpool dá carro “de gente grande” ao filho de dois anos

Nuri Sahin apresentou nesta sexta-feira as ‘máquinas’ que tem na garagem. O jogador do Liverpool postou uma imagem em seu Facebook dentro de sua SUV da marca Mercedes. Ao lado estava seu filho Ömer, de dois anos, com um carro exatamente igual. A diferença era apenas no tamanho. Pai e herdeiro são parceiros até mesmo quando o assunto é automóvel.

O meia entrou em campo pela Liga Europa nesta quinta. O time inglês acabou vencendo o Anzhi por 1 a 0, gol de Dowing.

Os dois carros lado a lado (Foto: Reprodução)

Nuri Sahin ao lado do filho (Foto: Reprodução)

Carro do Google – Automóveis pilotados por robôs serão realidade em cinco anos

O co-fundador do Google, Sergey Brin, prometeu que até 2017 as pessoas conseguirão se locomover em carros pilotados por robôs. “Podemos contar nos dedos de uma mão o número de anos em que será possível experimentar isso”, disse em evento realizado nessa terça-feira, 25, nos Estados Unidos.

Brin concedeu a declaração enquanto assinava a lei SB 1298, que estabalece normas de segurança para automóveis controlados por robôs nas estradas da Califórnia. O governador do Estado norte-americano, Jerry Brown, deu aval para o tráfego depois de legisladores terem enviado no final de agosto um projeto pedindo a definição de parâmetros e a liberação dos carros autônomos.

O texto foi aprovado de forma unânime pelos políticos, que entenderam que os veículos “oferecem segurança, mobilidade e benefícios comerciais para indivíduos e empresas do estado e de fora”.

Os carros automáticos ganharam notoriedade depois dos experimentos do Google, que inclusive testou o seu com uma pessoa cega, mas também fazem parte dos planos das maiores fabricantes automotivas do mundo.

Com seus protótipos, segundo a CNET, o Google já percorreu mais de 300 kilômetros para testes.

Preços dos carros no Brasil – Automóvel no país custa até 106% mais que lá fora

Na garagem de casa, o carro da família pode ser o mesmo de americanos, europeus, argentinos ou japoneses. Mas o preço certamente é muito diferente. Margem de lucro maior, impostos elevados, altos custos de mão de obra, de logística, de infraestrutura e de matérias-primas, falta de competitividade, forte demanda e um consumidor disposto a pagar um preço alto ajudam a explicar o porquê de o veículo aqui no Brasil chegar a ser vendido por mais do que o dobro que lá fora.

Levantamento em cinco países — Brasil, EUA, Argentina, França e Japão — mostrou que o carro brasileiro é sempre o mais caro. A diferença chega a 106,03% no Honda Fit vendido na França (onde se chama Honda Jazz). Aqui, sai por R$ 57.480, enquanto lá, pelo equivalente a R$ 27.898,99. A distância também é expressiva no caso do Nissan Frontier vendido nos EUA. Aqui, custa R$ 121.390 — 91,31% a mais que os R$ 63.450,06 dos americanos. Há cerca de duas semanas, a “Forbes” ridicularizou o preços no Brasil, mostrando que um Jeep Grand Cherokee básico custa US$ 89.500 (R$ 179 mil) aqui, enquanto, por esse valor, em Miami, é possível comprar três unidades do modelo, que custa US$ 28 mil.

O setor teve o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido. O incentivo terminaria sexta-feira, mas deve ser prorrogada por dois meses.

Especialistas estimam que a margem de lucro das montadoras no Brasil seja pelo menos o dobro que no exterior, por causa de um quadro de pouca concorrência — ainda que já seja o quarto maior mercado de carros do mundo, incluindo caminhões e ônibus, atrás de China, Estados Unidos e Japão. O diretor-gerente da consultoria IHS Automotive no Brasil, Paulo Cardamone, estima ganho de 10% do preço de um veículo no Brasil, enquanto no mundo seria de 5%. Nos EUA, esse ganho é de 3%:

— Lucro de montadora no Brasil é maior que em qualquer lugar do mundo, pelo menos o dobro. O mercado automobilístico no Brasil é protegido, taxam-se os importados e há concentração forte das vendas nas quatro grandes marcas. Lá fora, as maiores têm cerca de 30% do mercado — afirma ele.

Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford — responderam por 81,8% dos 2,825 bilhões de carros vendidos no país em 2011.

— Existe uma demanda grande pelos veículos no Brasil, o que mantém os preços em alta. Se a montadora sabe que há compradores, por que dar desconto? — diz Milad Kalume Neto, gerente de atendimento da consultoria Jato Dynamics do Brasil.

De todo modo, há outros vilões para preços tão elevados. O imposto é, de praxe, apontado como o grande causador. Mas, mesmo descontando as alíquotas, os consumidores nacionais ainda são os que precisariam pagar mais para ter o bem. O preço do Nissan Frontier vendido no Brasil cairia, por exemplo, de R$ 121.390 para R$ 81.209,91, ainda é mais que França e EUA com impostos.

— Não se pode ignorar o custo Brasil, que encarece toda a cadeia produtiva com os problemas de logística e infraestrutura do país, além do custo da mão de obra brasileira — diz José Caporal, consultor da Megadealer, especializada no setor automotivo.

Imposto nos eua é de até 9%

Segundo a Anfavea, a associação das montadoras, os impostos representam cerca de 30% do preço dos veículos, considerando as alíquotas normais do IPI. Nos carros 1.0, os impostos representam 27,1% do preço. Na faixa de veículos entre 1.0 e 2.0, o peso dos impostos é de 30,4% para os que rodam a gasolina e de 29,2% para motores flex e etanol. Acima de 2.0, respondem por 36,4% e 33,1% do preço, respectivamente. Nos EUA, os impostos são de até 9% do preço ao consumidor.

No Brasil, outro fator complicador é o fato de grande parte das compras ser financiada. O consumidor se preocupa mais com o tamanho da parcela que com o preço final do veículo.

— Nosso carro ainda é muito caro, é um absurdo — afirma Adriana Marotti de Mello, professora do Departamento de Administração da FEA/USP.

Acidente de carro – Atriz Lindsay Lohan, dirigindo seu porsche bateu em outro veículo, segundo TMZ


Imagem do carro de Lindsay Lohan após o acidente, publicada pelo site TMZ (Foto: Reprodução)

Lindsay Lohan sofreu um acidente de carro e está internada em hospital em Los Angeles, informou o site TMZ nesta sexta-feira (8).

Segundo a página, especializada em celebridades, Lindsay estava dirigindo seu porshe preto pela Pacific Coast Highway quando bateu seu carro em outro veículo.

O automóvel está bastante danificado, relataram fontes. A janela do lado do passageiro foi quebrada e o para-choque dianteiro estava destruído.

Embora uma ambulância tenha sido chamada no local do acidente, foi outro carro que levou a atriz para o hospital. Informações oficiais sobre estado de saúde da atriz ainda não foram divulgadas. Ela estaria bem, segundo o TMZ. Ela e a assistente foram vistas sangrando e com hematomas.

Ferrari F12 Berlinetta – Carro mais rápido da Ferrari de todos os tempos – Motor v12


A Ferrari apresentou hoje o seu modelo mais aguardado dos últimos anos: a F12berlinetta, GT que chega para assumir o lugar da inônica Ferrari Enzo. E o modelo já se apresenta com um feito único – é a Ferrari mais rápida já criada. Isso mesmo, ela é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,1 segundos, de acordo com os testes realizados pela italiana. Se o piloto não interromper a brincadeira, a aceleração segue até os 200 km/h em mais 5,4 segundos – 1,23 segundo mais rápida do que qualquer outro modelo de rua da Ferrari.

O responsável por isso, em grande parte, é o motor V12 de nova geração. Montado em 65º, o propulsor de 6.262 cc é capaz de desenvolver 740 cavalos de potência a 8.500 rpm e 70,3 kgfm de torque a 6.000 rpm. Ao levar em conta o peso de apenas 1.525 kg da F12berlinetta, é possível calcular uma relação peso-potência de 2,1 kg/cv, o que contribui muito para a velocidade máxima de mais de 340 km/h.

Com 4,61 m de comprimento, 1,94 m de largura e 1,27 m de altura, a F12berlinetta garantiu sua leveza com a adoção de 12 tipos diferentes de ligas na criação do chassis, algumas utilizadas pela primeira vez no setor automotivo, segundo a Ferrari. A estrutura ficou 20% mais rígida, enquanto o peso caiu 70 kg em relação ao último cupê V12 da marca.

A transmissão é automática de dupla embreagem com opções de trocas manuais por borboletas posicionadas atrás do volante, desenvolvida pela equipe de F1 da scuderia. E tão importante quanto acelerar é parar, por isso a F12berlinetta traz os freios a disco de carbono e cerâmica de última geração da Ferrari, que trabalham em conjunto com o sistema de controle de suspensão SCM-E e toda a já tradicional eletrônica de segurança, como ABS, controle de estabilidade, diferencial eletrônico e mais.

O desenho da F12berlinetta foi criado em conjunto entre centro de estilo da marca e o tradicional estúdio de estilo Pininfarina, responsável por vários outros projetos da Ferrari. Seu desenho foi estudado para ser um cuidadoso equilíbrio entre estilo e aerodinâmica, afim de manter as características visuais dos novos modelos V12 da italiana (cuja principal identificação é a grade dianteira) sem sacrificar o desempenho. O resultado é uma redução de downforce nos testes de túnel de vento em relação aos demais V12, com 123 kg atingidos a 200 km/h e coeficiente de arrasto de 0,299. Outra preocupação foi oferecer um espaço interno maior do que os cupês desenvolvidos no passado.

E por falar em interior, um acabamento inédito na linha Ferrari é oferecido, com um novo posicionamento dos controles no console central e nos arredores do painel de instrumentos – sem abandonar a tradicional “Interface Humano Máquina”, utilizada pela Ferrari para criar um cockpit inteiramente voltado para o motorista. Os detalhes foram todos trabalhados artesanalmente, e exaltam o contraste entre a fibra de carbono, alumínio e o couro Frau, distribuídos por todo o interior.

A F12berlinetta fará sua primeira aparição pública no Salão de Genebra, que começa semana que vem. Preços e data do início das vendas deverão ser divulgados no evento.

Confira abaixo o vídeo teste na pista feito por Fernando Alonso e Felipe Massa:

Carro feito artesanalmente – Automóvel mais caro da Aston Martin tem produção quase artesanal


O processo de produção do carro mais caro da Aston Martin, o One-77, demanda uma dinâmica específica, diferente das linhas de montagem atuais e quase artesanal, embora envolva uma tecnologia e mecânica de ponta, segundo informações da revista Wired. Ele custa cerca de US$ 1,74 mi, preço três vezes maior que o V12 Zagato, o segundo veículo mais caro da empresa. Na produção do carro há sete estações de trabalho e os funcionários e peças giram em torno de cada veículo.

Segundo a revista, o projeto começa quando vários componentes essenciais são alinhados na área de montagem, entre eles um monocoque (estrutura que suporta componetes importantes do carro, como um esqueleto) de fibra de carbono fabricado pela canadense Multimatic e um motor V12 de 7.2 l construído pela Cosworth, que também desenvolve motores para Fórmula 1. A montagem do monocoque, que vale cerca de metade do valor do carro, exige um processo de fabricação que demanda seis trabalhadores por três semanas até que fique completo, desde que não ocorra algum problema. Caso isso aconteça, toda a estrutura é descartada e o processo começa novamente.

Quando o chassi do carro é montado e passa pela inspeção final no Canadá, é enviado para a Inglaterra, onde é montada a “pele” de alumínio. Então o chassi e a carroçaria recebem uma pintura de nove camadas. Posteriormente, o carro passa pelas sete etapas de montagem. Nas primeiras, são colocadas cabos e depósitos de combustível e depois o sistema de proteção contra o calor, com equipamentos de ouro. Na quinta fase é colocado o motor. Na sequência o interior do carro é montado, com a instalação de componentes de suspensão. Depois o carro é dirigido para uma área onde as rodas e suspensão são alinhadas usando um laser e os painéis da carroceria são examinados para ajuste e acabamento debaixo de um túnel de luz.

Fonte: Terra

Carro do campeão da UFC – Jon Jones compra seu primeiro automóvel de R$ 1 milhão


Duas semanas depois de garantir o cinturão dos meios pesados do UFC, o americano Jon Jones aproveitou para gastar o dinheiro ganhado com a vitória sobre Quinton “Rampage” Jackson no UFC 135. O lutador de MMA comprou seu primeiro carro, um Continental GT 2012, da Bentley, que custa cerca de R$ 1 milhão.

Jones colocou fotos no Twitter com o novo brinquedo e comentou como se sentiu com o primeiro possante.

“É o dia mais feliz da minha vida. Só não está com o meu logo ainda”, escreveu.

O Continental GT 2012 é um coupé esportivo de luxo, que tem uma potência de 575 cavalos e o torque é de 72 kgfm. Na pista, isso significa que o carro consegue atingir 318 km/h e precisa de apenas 4,6 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h.

Fonte: Extra