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Multa de R$ 5 mil que usar apps de carona

motorista-usando-celular-dirigindo-fotoExistem vários aplicativos e comunidades que se propõem a ajudar pessoas que dão e recebem carona a se encontrarem, a fim de facilitar as viagens de cada uma. De um lado, quem oferece a corrida em geral recebe algum dinheiro (mesmo que só para bancar o combustível), enquanto quem pega a carona deixa o carro em casa ou evita o transporte público.Só que isso é ilegal, de acordo com o advogado Raphael Junqueira. Servidor da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), ele publicou um artigo no Congresso em Foco explicando que esse tipo de atividade pode render até multa, “atualmente acima de R$ 5 mil”.

Junqueira pontua que compete ao Estado autorizar qualquer tipo de transporte remunerado. Mesmo que esses serviços tenham a intenção de melhorar o tráfego (tirando carros das ruas e pessoas do transporte público) e a qualidade do ar (afinal, há menos carros nas ruas), sua exploração não é permitida.

“A sociedade deve compreender que o conceito da denominada carona solidária difere da atividade predatória que vem sendo realizada diariamente por diversos motoristas que retiram passageiros do transporte público mediante remuneração ou qualquer outra vantagem”, diz ele, que continua:

“Na realização da denominada carona solidária não poderá haver qualquer cobrança ou recebimento de vantagem. Ou seja, carona solidária é o ato de transportar pessoa sem auferir qualquer vantagem. Uma mera divisão nos custos de combustível já extingue a solidariedade da carona.”

O advogado ainda diz ser “muito cômodo para um motorista auferir vantagem em seu veículo particular ao se deslocar para o trabalho, escola ou viagem sem recolher os devidos tributos ou se submeter aos rigorosos testes e exames periódicos”, enquanto o prestador regular é obrigado a seguir uma regulamentação.

Carros inteligentes – Uma nova era quando se trata de automação em automóveis

Carro-inteligente-painel-imagem

O mundo automotivo é sempre usado como exemplo por especialistas de automação residencial para explicar porque os sistemas inteligentes estão se tornando tão importantes para os usuários. E, de fato, algumas automações já são tão comuns nos carros que nem as consideramos mais como diferenciais. O vidro elétrico é um claro exemplo disso.

Estamos, no entanto, às vésperas de testemunhar uma nova era quando se trata de automação em automóveis, em que os sistemas deixarão de se basear apenas na parte mecânica e eletrônica e serão muito mais integrados ao mundo exterior, pela internet. As últimas grandes feiras de automóveis pelo mundo mostraram exatamente isso, embora em protótipos que, mesmo quando lançados comercialmente, serão extremamente inacessíveis a quase todos no planeta.

Os preços, no entanto, devem abaixar gradualmente na medida em que empresas invistam em sistemas para carros mais simples e em que as próprias tecnologias de automação se tornem mais populares. Na semana passada, por exemplo, a GM anunciou que já vai integrar aplicativos a determinados carros, ainda neste ano. Um executivo da empresa disse que os automóveis virão de fábrica com alguns apps e, melhor ainda, com a capacidade de baixar, pelo carro, novos softwares para diferentes funções: áudio, vídeo, navegação, GPS, redes sociais, games, integração com smartphones e muito mais.

A empresa está tão interessada nessa fatia de mercado que em janeiro passou a dedicar uma parte da empresa apenas para o desenvolvimento de software e programação de interfaces para usuários. Desde então, atraiu quase 2 mil desenvolvedores independentes, que trabalham para fornecer à montadora norte-americana os mais variados tipos de apps para carros.

Embora os preços não serão exatamente baixos, os carros com essas aplicações já representarão um avanço, em termos de acessibilidade, em relação aos caríssimos modelos apresentados em feiras neste ano.

Regulamentação para aplicativos de táxi em Nova York – Apps de Táxi para operar na cidade devem seguir normas

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, vai regulamentar os aplicativos que ajudam a conseguir um taxi na cidade.

A proposta feita pela Comissão de Taxi e Limousine de Nova York define que as taxas cobradas pelos apps devem ser iguais à da cidade, e eles precisarão de uma licença para operar.

Em relação ao pagamento, os serviços de taxi por apps precisarão aceitar cartões de crédito e dinheiro. A cobrança terá que ficar de acordo com o definido pela cidade e os serviços não poderão cobrar nada além do trajeto feito pelo taxi.

A ideia é que o projeto seja votado em dezembro e entre em vigor no começo de 2012. Segundo o Mashable, os desenvolvedores dos apps de taxi ainda não se pronunciaram sobre a proposta.