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Conscientização dos motoristas ao dirigir – Google Maps atenta para perigos de beber e dirigir

google-maps-intervencao-da-staff-tenta-conscientizar-motoristasBebida alcoólica e direção é uma mistura que não combina. Com objetivo de conscientizar os condutores sobre os perigos de dirigir sob o efeito de álcool, o governo tem endurecido o jogo para os motoristas por meio de multas mais altas. Para reforçar esta mensagem em terras cariocas, a pedido da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Staff criou uma intervenção no Google Maps para chamar a atenção dos internautas que navegam no Rio Show, guia de lazer e cultura do jornal O Globo.

O internauta que buscar os endereços de programas que envolvem bebidas alcoólicas, como bares e boates, vai ter sua rota traçada pelo serviço de geolocalização do Google. Porém, com a ação criada pela Staff, no meio do trajeto, ele visualizará a imagem de uma pequena árvore e a seguinte mensagem: “Quando você bebe e dirige pode acabar em outro destino”. Ao clicar no ícone, a mensagem “Se beber não dirija” ficará em evidência. A campanha terá início no dia 10 de janeiro e ficará no ar por um mês.

Álcool no seu carro – Abastecer o motor com etanol é vantajoso em apenas sete estados: GO, MT, MS, PR, PE e Tocantins

Etanol é mais competitivo em GO, MT, MS, PR, PE, SP e Tocantins.
Na semana passada, o álcool combustível era vantajoso em oito estados

Abastecer com etanol em vez de gasolina é vantagem em apenas sete estados, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na semana passada, era vantagem em oito estados.

Hoje, o etanol está competitivo nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Nos estados da Bahia, Ceará, Rondônia e Rio de Janeiro é indiferente a utilização de álcool ou gasolina no tanque. Em 15 estados e no Distrito Federal, o consumidor que opta pela gasolina leva vantagem.

No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, o combustível tem a segunda maior vantagem do Brasil e perde apenas para Goiás. Considerando o preço médio da gasolina de R$ 2,469 por litro em São Paulo, o etanol hidratado é competitivo na região até R$ 1,7283 e, na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 1,616 por litro nesta semana. O preço do etanol subiu 1,2% no estado de São Paulo na semana.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol corresponde a 65,45% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 62,57%, em Mato Grosso de 65,77%, no Paraná de 66,89% e em Mato Grosso do Sul de 67,64%. A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (o preço do etanol é 82,18% do valor da gasolina) e no Amazonas (+ 81,61%).

Fonte Auto Esporte

Vazam dados dos novos motores Tritec da Fiat

Novos propulsores 1.6 e 1.8 equiparão quase toda linha de produtos da montadora

Não foi apenas o novo Uno que teve seus dados revelados neste final de semana. As informações dos novos motores Tritec da Fiat também foram parar na web e foram registradas pelo blog Pit Stop Brasil. A nova família de motores, feita pela FPT, estava sob sigilo absoluto, mas agora foi revelada por completo, com dados de potência e as principais novidades da família de propulsores.

Com um grande investimento em tecnologia, a linha Tritec traz como destaque sua otimização, que facilitará seu uso em diversas plataformas. O motor deverá equipar carros como o Punto, Linea, Idea e o novo Bravo, substituto do Stilo. Tanto o 1.6, como o 1.8 vem equipados com um único comando de válvuvas no cabeçote.

O primeiro rende 115 cv/117 a 5.500 rpm, com a potência máximo abastecido a álcool. O torque fica em 16,2 kgfm e 16,8 kgfm com álcool e gasolina, respectivamente. Ambos chegam a força máxima a 4.500 rpm. Já o 1.8 dispõe de 130 cv e 132 cv a 5.250 rpm. Por fim, o torque deste propulsor é de 18,7 kgfm a 4.500 rpm com o combustível derivado da cana de açucar, contra 17,8 kgm com o derivado do petróleo.

Fonte: AutoEsporte

O que fazer quando o carro a álcool não liga em dias frio

O que fazer no caso de o carro a álcool não querer ligar nos dias frios? O óleo do câmbio pode ser trocado? Antes de ligar o ar-condicionado é preciso esperar o motor aquecer?

O que fazer no caso de o carro a álcool não querer ligar nos dias frios? É verdade que se coloca um pouco de gasolina ajuda?
– Paulo Soares

Quando um carro a álcool demora a pegar em dias frios é sinal de que existe algum problema com o injetor de gasolina. A primeira verificação a fazer é conferir se tem gasolina no reservatório, pois o motorista pode se esquecer de completar ou então, o que é pior, pode ter um vazamento. Sem o auxílio da gasolina, o carro vai demorar a dar partida, mas vai funcionar. A mistura de álcool e gasolina em um carro movido apenas a álcool não é recomendada, mas é verdade sim que um pouco de gasolina adicionada ao tanque favorece a partida. De forma geral, o mais recomendado é manter o sistema de partida a frio em ordem.

Com o ar-condicionado ligado o consumo de combustível aumenta? Quanto?
– Casé
O condicionador de ar instalado nos automóveis aumenta o consumo de combustível sim. Isso porque o compressor do ar-condicionado é movimentado por uma correia acoplada ao motor. Ao ligar o aparelho o motor passa a executar um esforço maior e isso tem como conseqüência uma perda de potência que pode variar entre 4% e 7%, a depender do tipo de motor. Ou seja, na prática um carro com o ar-condicionado ligado tem um aumento do consumo de combustível em torno de 5%.

Ligar o carro com o ar-condicionado ativado tem algum problema?
– Sérgio Benevides
Não há problema algum. Antigamente, na época dos primeiros automóveis equipados com ar-condicionado, isso poderia causar algum transtorno. Atualmente, não tem problema dar partida no carro com o aparelho ligado, já que os veículos modernos possuem sensores que ativam e desativam o sistema em diversas condições. Porém, o motorista precavido sempre liga o motor com todos os componentes elétricos desligados.

Antes de ligar o ar, é verdade que devo esperar o motor aquecer um pouco?
– Betinho Torres
Essa informação não procede. Para ligar o ar-condicionado basta o motor estar em funcionamento. Quanto ao ar quente, este sim precisa que o motor esteja aquecido, uma vez que o calor gerado pelo motor é que vai fornecer o ar quente a ser enviado para dentro do carro.

Com quantos quilômetros deve-se trocar o óleo do motor?
– Lucimário
O óleo do motor deve ser trocado conforme sua especificação. Os modelos mais comuns, com base mineral, têm como recomendação a troca a cada 5 mil quilômetros. Outros, com fórmula semi-sintética a cada 10 mil e os sintéticos a cada 20 mil km. O importante é saber que uma vez adicionado ao motor, o óleo, independente de sua composição, deverá ser trocado ao atingir o limite de quilometragem estipulado pelo fabricante ou a cada seis meses. Isso mesmo, o motorista também deve considerar o tempo para fazer a troca e lembre-se de utilizar apenas o óleo recomendado pelo fabricante. Essa especificação consta no manual do proprietário.

O óleo do câmbio pode ser trocado?
– Diego, Rio de Janeiro
Antigamente era necessário fazer a troca a cada 10 mil quilômetros. Hoje, a composição dos lubrificantes evoluiu bastante, mas ainda assim o câmbio manual deve ser verificado a cada 10 mil quilômetros e se necessário completar. Alguns fabricantes recomendam trocá-lo aos 30 mil, outros, aos 50 mil. O certo então é fazer o que o fabricante do seu carro pede e seguir a recomendação.

Quero comprar um celta VHC, mas não sei o que significa esta sigla.
– Carlinhos
Essa sigla é utilizada pela Chevrolet em alguns de seus modelos, dentre eles o Celta. A sigla vem da expressão em inglês, Very High Compression, ou seja, motor de alta compressão, o que na prática quer indicar um modelo mais potente do que a versão normal.

Vejo comentários que falam de giros, mas o que é isso?
– Maria Tonete
O motor é composto por algumas partes móveis no seu interior. Essas peças fazem um movimento interno para o motor entrar em funcionamento e esse movimento é chamado por giros do motor. Dessa forma, os giros do motor são representador por rotações por minuto (rpm), que quer dizer quantos giros essas peças internas fazem a cada minuto. Então, quando se ouve falar que a rotação do motor está em 5 mil giros, significa que o funcionamento do motor naquele momento está em um regime de 5 mil rotações a cada minuto. Para se ter uma ideia disso na prática, em marcha lenta, ou seja, o motor funcionando, mas o carro parado, a rotação estará entre 1 mil e 1,5 mil giros.

Fonte: G1

Redução do IPI em 2009 – Licenciamento de carros bate recorde no Brasil

No ano passado, foram licenciados 3,14 milhões,11,4% a mais do que em 2008.

O Brasil registrou no ano passado o licenciamento de 3,14 milhões de veículos, o que significa um aumento de 11,4% sobre 2008, maior volume da história do país. Um dos fatores que impulsionou a venda de carros em 2009 foi o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido para veículos zero quilômetro. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Anfavea – associação que representa as montadoras.

Os carros flex – que podem utilizar álcool ou gasolina – tiveram participação de 88,2% no total de licenciamentos no ano passado, seguidos por gasolina (7,4%) e diesel (4,5%). Os importados, no geral, representaram 15,6% dos licenciamentos.

Já a produção de veículos montados e desmontados somou 3,18 milhões de unidades em 2009, uma queda de 15% em relação a 2008 – quando foram produzidos 3,22 milhões de carros de passeio.

As exportações brasileiras de veículos também apresentaram queda em 2009, com recuo de 35,3% em relação a 2008, passando de 734,6 mil para 475 mil. Esse recuo foi puxado, principalmente, pela queda de 58,7% nas vendas externas de máquina agrícolas e recuo de 35,6% na comercialização de carros de passeio. Em valores, as exportações caíram quase que pela metade no período comprado, de US$ 13,9 milhões para US$ 8,2 milhoes.

Emprego

Apesar da redução do IPI, que tinha como objetivo também manter os empregos no setor, as montadoras, no geral, cortaram 2.400 vagas em 2009. Com isso, o nível de emprego no setor automobilístico caiu 1,9% em relação a 2008 – de 126,8 mi para 124,4 mil.

A queda foi mais acentuada na indústria de máquinas agrícolas automotrizes, que reduziu o total de vagas em 9,6% no ano passado. Nas montadoras de carros de passeios, a queda foi bem menor, de 0,7%.

Fonte R7

Governo do Rio reduziu IPVA de carros flex

O governo do Rio de Janeiro reduziu de 4% para 3% o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros flex (movidos tanto a álcool quanto à gasolina). A Lei 5635 foi sancionada na tarde de terça-feira(05) pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do Estado. Entre os objetivos da medida, está o de incentivar o uso de combustíveis menos poluentes no estado, como o etanol. O governo do Rio já estimula há vários anos, também com a redução de IPVA, os veículos movidos a gás natural.

Fonte: UOL

Saiba o que é mito sobre o uso do carro e o que não é

‘Lendas’ vão da lavagem do motor até a cor do veículo.

Quando o assunto é a mecânica dos automóveis o que não falta é mito. Tudo começa quando ouvimos de um amigo, que ouviu de outra pessoa e por aí vai. Por isso, é importante estar atento ao que é realmente verdade e o que não passa de “lenda”.

Andar na banguela

Deixar o carro em ponto morto, a famosa banguela , durante uma descida é uma assunto falado e comentado muitas vezes, mas sempre surge algum motorista com essa dúvida. Saiba que essa não é uma prática segura. Totalmente equivocada, essa prática não é nada recomendável. Apesar de economizar combustível em veículos sem injeção eletrônica, a segurança de motorista e passageiro é comprometida. O carro desengatado não conta com auxílio do freio motor, que contribuiu para uma melhor dirigibilidade e também não exige demais dos freios, que podem superaquecer e vir a apresentar falhas.

Álcool X gasolina

Sobre economia de combustível, o comentário geral aponta que o carro a álcool consome mais do que o mesmo modelo a gasolina. É uma verdade. Primeiro porque a gasolina produz mais energia e, para compensar, o álcool é injetado em maior proporção, além das características da combustão, que requerem mais compressão na versão a álcool. Porém, o motor movido a álcool torna-se mais potente.

Consumo do óleo é menor na cidade

De uma forma geral, a maioria dos motoristas acredita que o consumo do óleo do motor ou mesmo o período de troca do lubrificante na cidade é menor em relação ao uso na estrada. Trata-se de um grande equivoco. Nas rodovias a velocidade é constante, com períodos prolongados de funcionamento, o que proporciona o correto aquecimento e resfriamento do motor, ou seja, nada mais é do que o uso em condições normais. Já na cidade, o veículo faz inúmeras paradas e o motor não funciona como deveria, assim o uso é mais severo.

Outro detalhe é em relação ao nível, tanto do óleo quanto da água do motor. Não é preciso deixar sempre no máximo, mas situado entre a marca de nível mínimo e máximo. Portanto, se o seu carro está com os níveis abaixo do máximo, relaxe, pois está dentro da normalidade.

Lavagem do Motor

Quanto à lavagem de motor, o mito diz que pode trazer problemas. Essa informação é verdadeira. Com a invasão da eletrônica nos motores dos automóveis vieram também algumas restrições, sendo uma delas a lavagem do motor. Não que seja proibido, mas uma lavagem no motor deve ser feita com extremo cuidado e por pessoas habilitadas a esse serviço. A água pode danificar e, em alguns casos, até inutilizar diversos componentes eletrônicos instalados. Já ocorreram diversas panes em decorrência da lavagem do motor sem os devidos cuidados, tanto é que certos postos nem oferecem mais esse tipo de serviço.

Durante a lavagem, alguns postos de combustíveis, principalmente aqueles que ficam em cidades do interior, ainda adotam a pulverização de chassi. Essa pulverização é feita com óleo e a intenção é contribuir para a conservação, mas esse banho de óleo por baixo do carro não é recomendado porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação.

Carro amarelo é mais seguro

Ainda sobre segurança no trânsito, existe o comentário sobre as cores dos veículos, sendo que umas são mais seguras e outras não. Será verdade? Pois saiba que se trata de uma informação verdadeira sim. Embora os tons como o amarelo e o laranja muitas vezes não sejam as cores preferidas dos motoristas, elas se destacam tanto durante o dia quanto à noite. Além disso, nos momentos mais críticos, como os dias de chuva e com neblina, essas cores também se destacam. Contudo, se você não faz a mínima questão de ter um carro nessas cores, também não tem problema. O importante é utilizar corretamente os instrumentos de sinalização.

Cinto de segurança e sinal vermelho

Algumas informações deixam as pessoas na dúvida pelo desuso, como por exemplo, o cinto de segurança para os passageiros do banco traseiro. Ainda são poucas as pessoas que usam e aqueles que não utilizam falam que não é preciso. Pois aí está uma grande mentira. O uso do cinto de segurança é obrigatório sim e para todos os ocupantes do veículo, tanto na cidade quanto na estrada. Consta do Código de Trânsito Brasileiro e sujeita o dono do automóvel a pagar multa e a levar pontos na carteira de habilitação.

O mesmo pode ser atribuído a história de passar semáforo fechado durante a madrugada. Apesar de o risco de assaltos ser elevado, principalmente nas grandes cidades, não existe lei que impeça a autuação por passar em farol vermelho em horário específico. Entretanto, alguns motoristas ainda preferem arriscar a vida e passar o sinal fechado sem tomar conhecimento. Nesse caso, o mais correto é diminuir a velocidade e aproximar-se vagarosamente do cruzamento até que o semáforo fique verde. Além de evitar a multa e os pontos na carteira, você escapa do risco de um acidente.

Fonte: G1