Arquivo da tag: acidentes

DPVAT menor em 2018 – Seguro obrigatório ficará 35% mais barato, exceto para moto

A taxa do seguro que serve para indenizar vítimas de acidentes será de R$ 41,40 para automóveis e R$ 180,65 no caso das motocicletas

O valor do seguro obrigatório para veículos automotores (DPVAT) ficará mais barato – exceto para motos – em 2018. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. A queda foi de 35% no valor de cada categoria (veja tabela abaixo).

A taxa cobrada para automóveis particulares, táxis e carros de aluguel, passa de 63,69 reais neste ano para 41,43 reais no ano seguinte. O valor para motocicletas (acima de 50 cilindradas) permanece em 180,65 reais.

O seguro obrigatório é pago anualmente junto com o imposto veicular (IPVA), e serve para indenizar vítimas de acidentes automobilísticos. O valor cobrado também é reavaliado anualmente.

Segundo o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha, a manutenção do valor para motos se deve à maior sinistralidade (probabilidade de ocorrência de acidente) nessa categoria. A estimativa é que a arrecadação com o DPVAT seja de 4,745 bilhões de reais em 2018.

 

Três acidentes, sendo um fatal, trouxeram desconfiança sobre a tecnologia autônoma que ainda promete revolucionar o mercado automobilístico

foto-imagem-tecnologia-autônoma

Elon Musk, CEO e fundador da Tesla, revelou, nesta semana a segunda parte de seu “plano de mestre super secreto”. Entre o anúncio da fusão de sua montadora com a SolarCity, fornecedora de painéis e sistemas de energia solar, e o desenvolvimento de caminhões, ônibus, picapes e SUVs elétricos, mais uma vez o sistema de direção autônoma da marca, oAutopilot, foi citado.

Musk afirmou que o sistema há de ser aperfeiçoado – afinal, ainda está em fase de testes – e que “seria moralmente censurável atrasar a sua implementação”. Diante de três – ou dois – acidentes com envolvimento direto do Autopilot nos Estados Unidos a tecnologia passou a ser recebida com certa desconfiança.

O primeiro e mais grave

O primeiro acidente foi registrado no dia 7 de maio, embora tenha sido anunciado apenas no dia 1 de julho. Joshua Brown, empresário do ramo de tecnologia de Ohio e dono de um TeslaModel S, dirigia pela estrada próxima a cidade de Williston, Flórida, quando um grande caminhão, que vinha no sentido aposto, cruzou a sua pista para acessar uma via lateral. O carro de Brown estava com o Autopilot ativado e o sistema, teoricamente, deveria identificar a presença do veículo cruzando a pista e reduzir a velocidade. Mas como o dia estava muito claro e o caminhão era branco, o sistema não o “viu” e passou por baixo da carreta, destruindo toda a parte superior do carro. O Model S ainda seguiu para fora da pista até colidir com um poste e parar. Joshua Brown, de 40 anos, faleceu na hora.

O NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration), órgão norte-americano responsável pela regulamentação do setor de transportes viários, iniciou uma investigação para apurar o que ocorreu no acidente.

Foi culpa do Autopilot?

Menos de uma semana após vir à tona o acidente fatal na Flórida, um dono de uma galeria de arte afirmou ter sobrevivido um capotamento no seu Tesla Model X. Albert Scaglione, de 77 anos, culpou o sistema de direção autônoma pelo acidente. A Tesla afirmou que o piloto automático havia sido desativado 25 segundos antes do acidente, que ocorreu na Pensilvânia, e que o acidente “não teria acontecido caso o Autopilot estivesse ligado.”

A montadora divulgou em detalhes o que aconteceu nos 40 segundos que antecederam o capotamento: depois de 15 segundos de avisos visuais e em áudio para que o motorista reassumisse o comando do carro, o Autopilot começou a se desligar; nos próximos segundos o sistema desligou o som do carro, começou a reduzir a velocidade e continuou a solicitar que o motorista colocasse as mãos no volante; a Tesla afirmou que Scaglione assumiu o comando do veículo apenas 11 segundos antes do acidente; nos últimos 10 segundos, o motorista acelerou, virou para a esquerda, andou por cerca de 300 metros, saiu da pista, colidiu com o muro lateral, perdeu o controle, cortou as duas faixas da pista e atingiu o meio fio antes de capotar.

Scaglione e seu filho se machucaram no acidente e o motorista foi indiciado por direção perigosa pela polícia.

Ouviu, mas não entendeu

O terceiro acidente noticiado em menos de duas semanas ocorreu no estado de Montana, Estados Unidos. Um motorista, que se identificou como Pang, dirigia o Tesla Model X em uma via inadequada para o uso do Autopilot pela ausência de faixas divisórias na pista. A montadora afirmou que o carro emitiu diversos alertas ao condutor sobre as condições perigosas da pista e que ele retomasse o comando do carro. Pang informou que não recebeu tais avisos, mas também disse que o carro se comunicava em inglês, enquanto ele fala apenas mandarim.

O motorista recebeu uma notificação por conduta perigosa no trânsito e a Tesla reiterou que os motoristas devem manter-se alertas e com as mãos no volante para evitar acidentes com o piloto automático ativado.

Estamos prontos pra isso?

Elon Musk afirmou ao Wall Street Journal que, mesmo com todos os acidentes, a Tesla não pretende remover o sistema de direção autônoma de seus automóveis e que irá publicar, em seu blog, um post explicando melhor como o Autopilot funciona.

A posição de Musk não surpreende, já que o seu sistema autônomo, embora esteja ainda em fase de testes, gerou poucos acidentes em mais de 210 milhões de quilometros rodados. E o desenvolvimento de carros com piloto automático já é um passo sem volta para a indústria automobilística, tendo em vista que a Nissan lançou o seu sistema, o ProPilot, e a Chevrolet está testando a sua tecnologia também. Muitas outras montadoras devem seguir por esse caminho também, como a Land Rover e seu sistema autônomo para diferentes terrenos.

A morte de Joshua Brown trouxe uma grande nuvem negra para o, até então, céu de brigadeiro da Tesla, mas pode-se observar que em, pelo menos, dois dos três acidentes, houve falha humana grave. A Tesla insiste que o Autopilot é apenas um assistente de direção em fase de testes e o motorista deve manter as mãos no volante e estar preparado para assumir o controle a qualquer momento, mas você facilmente encontra pela internet pessoas “brincando” com o sistema, testando seu limite ignorando toda orientação.

Não podemos dizer se um carro 100% autônomo ainda é um sonho distante ou se os humanos ainda não estão preparados para lidar com essa tecnologia.

 

Carro com sensor de colisão – Honda anuncia sistema para impedir colisões traseiras

honda-anuncia-sistema-para-impedir-colisoes-traseiras-foto

A Honda desenvolveu uma nova tecnologia que vai ajudar a prevenir acidentes no tráfego pesado das grandes cidades. O City-Brake Active System está pronto para chegar aos carros da companhia e opera apenas em velocidades inferiores a 28 km/h. Seu principal objetivo é evitar colisões de trânsito em cidades, quando é normal que o motorista, distraído, acerta a traseira do veículo da frente.

O sistema funciona identificando riscos iminentes de batidas através de sensores, que monitoram a distância entre os carros, além de dados em tempo real sobre seu comportamento dinâmico, como velocidade, rotação do motor, aceleração e índice de frenagem. A tecnologia da Honda tem recursos para prevenir que, em uma fila de pedágio ou num estacionamento, por exemplo, um aumento de velocidade súbito cause um acidente.

A ferramenta funciona na faixa que vai da imobilidade aos 9 km/h. Quando o sistema observa que o motorista pisou muito fundo no acelerador, e há um carro a menos de 4 m à frente, são emitidos avisos visuais e sonoros. Como último recurso, o sistema consegue diminuir a potência do motor entregue às rodas motrizes para reduzir a aceleração e impedir a colisão.

Sistema de prevenção de acidentes – GM desenvolve sistema Wi-Fi para ajudar motorista a identificar pedestres, ciclista e ruas congestionadas

Os pesquisadores da GM estão em fase final de desenvolvimento de uma rede Wi-Fi que virá integrada aos seus veículos e ajudará o motorista a identificar pedestres, ciclistas e ruas congestionadas. A intenção principal do V2i, segundo a empresa, é evitar acidentes.

Baseado no novo sistema de comunicação Wi-Fi Direct, que permite a comunicação de dispositivos compatíveis sem a necessidade de um ponto de acesso para isso, o projeto irá fornecer avisos prévios aos motoristas sobre veículos lentos, parados, piso escorregadio, vias bloqueadas, má condições de visibilidade etc.

A ideia é permitir que outros sensores e sistemas de alertas já disponíveis em veículos e smartphones de pedestres (por meio de um aplicativo que a GM está desenvolvendo) possam se comunicar e integrar com o V2i, para que haja uma continua troca de informação. Com base nesses dados, os veículos identificariam os possíveis problemas e alertariam os motoristas.

Recall do Kia Optima

Defeito afeta câmbio de transmissão de modelos de 2006 a 2008.
Recall não atinge Brasil; Optima ainda não foi lançado no país.

A Kia está convocando 70 mil proprietários do veículo modelo Optima para repararem um defeito no câmbio de transmissão. Estão envolvidos no recall os modelos 2006 a 2008, fabricados entre setembro de 2005 e junho de 2007.

O recall não afeta o Brasil, já que o Optima ainda não foi lançado no país, apesar de estar previsto para chegar neste ano. O sedã, que substitui o Magentis, foi apresentado no último Salão de SP, em outubro passado.

De acordo com a montadora, em alguns dos veículos, um cabo de transmissão pode ter sido instalado de maneira errada, podendo se romper de forma que o carro permanecerá sempre engatado.

Desta forma, caso o motorista estacione o carro sem puxar o freio de mão, há possibilidade do veículo se mover, o que pode causar uma batida. Até agora, segundo a Kia, o defeito não provocou acidentes.

Fonte: G1

Auto-Escola: Aulas noturnas irão representar 20% das horas/aula já existentes

Lei passa a vigorar a partir da próxima segunda-feira (17).
Mesmo sem acréscimo de aulas, há risco de aumento de preço da CNH.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira (12) a Resolução 347/2010 que determina que 20% das aulas práticas nas autoescolas sejam realizadas no período noturno. A nova norma regulamenta a Lei nº 12.217/2010, que tornou obrigatória a realização de parte da aprendizagem de direção veicular à noite.

A lei passa a vigorar a partir da próxima segunda-feira (17), 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União, e determina que as aulas noturnas sejam incorporadas nas horas/aula já existentes. Ou seja, das 20 horas/aula exigidas para a obtenção da Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quatro serão realizadas à noite. Nos casos de adição ou mudança de categoria, serão três horas/aula das 15 exigidas.

A mudança foi proposta pelo deputado federal Celso Russomanno (PP-SP). O parlamentar defende que a experiência pode reduzir o número de acidentes. Segundo ele, especialistas são unânimes em afirmar que os condutores são responsáveis pela maioria dos acidentes. “O ato de conduzir o veículo à noite exige precauções adicionais, atenção redobrada”, diz Russomanno. “É preciso que o candidato, no processo de treinamento, se submeta a essa circunstância, para não vir a fazê-lo apenas quando lhe tiver sido concedida a permissão para dirigir.”

“Se houver custo operacional, seja com a extensão do horário ou com a contratação de novos instrutores, o repasse para o aluno será inevitável”
Presidente do Sindicato das Auto Motos Escolas e CFCs do Estado de São Paulo

Segundo a Resolução, a comprovação da realização de parte da prática de direção veicular à noite será realizada pelos órgãos e entidades executivos de trânsito dos estados. De acordo com o Denatran, cabe também aos órgãos estaduais estipular se haverá ou não horário específico para a realização das aulas à noite ou se o estado seguirá o definido pela norma que determina o período noturno como aquele entre o pôr do sol e nascer do sol.

De acordo com o presidente do Sindicato das Auto Motos Escolas e CFCs do Estado de São Paulo (Samesp), José Guedes Pereira, apesar das aulas noturnas estarem incluídas na atual carga horária ainda há possibilidade de aumento no valor da CNH caso as autoescolas tenham que estender o horário de funcionamento.

“Se houver custo operacional, seja com a extensão do horário ou com a contratação de novos instrutores, o repasse para o aluno será inevitável”, afirma Guedes. “O Detran terá que definir ainda alguns pontos, entre eles se irá exigir horário para as aulas noturnas em São Paulo, como, por exemplo, das 20h às 22h, e então as autoescolas e centros de formações de condutores terão que refazer suas planilhas.”

Guedes aponta ainda outros pontos que terão que ser definidos, como a realização das aulas à noite no período de horário de verão, que vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. “Será necessário que os órgãos adaptem a lei de acordo com a realidade de cada estado”, afirma.

“Será necessário que os órgãos adaptem a lei de acordo com a realidade de cada estado”
José Guedes Pereira

Em que fase as aulas noturnas devem ser aplicadas é outra discussão. “Nós sugerimos em Brasília que as aulas à noite fossem realizadas nas últimas aulas práticas, quando o aluno já tem pleno domínio do veículo, o que além de garantir a segurança, atende melhor ao propósito da nova lei.”

Apesar de todas as mudanças e indefinições, os sindicatos e autoescolas apoiam as aulas noturnas. “Todo tipo de aprendizado é válido”, afirma o proprietário da autoescola Lisboa, Décio Yokoyama. “Já tive contato com autoescolas da Alemanha e lá, além de aulas noturnas, tem aulas em estrada de terra e rodovia porque dirigir na rodovia é diferente de dirigir na cidade.”

Para o presidente do Samesp, as condições à noite são muito diferentes. “É uma oportunidade para o aluno aprender na prática quando usar o farol baixo, o alto, além de ter mais noção de reflexos”, diz.

Fonte G1

O que é seguro DPVAT e quem tem direito

Seguro obrigatório é pago por motoristas para indenizar vítimas de trânsito.
Valor cobrado anualmente para motos é 36% maior do que para carros.

fotos-imagens-seguro-dpvat-acidente-transito

Todos os anos os donos de veículos são obrigados a pagar junto com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) o chamado DPVAT. Mas a maioria dos motoristas desconhece a finalidade da taxa e os direitos sobre o valor pago.

O seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, ou DPVAT, é obrigatório por lei (6.194/74) e utilizado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos motorizados que circulam por terra ou por asfalto.

Ou seja, toda pessoa que sofre um acidente (seja motorista, passageiro do veículo ou pedestre) tem direito a ser indenizada – independentemente de quem seja a culpa – por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas.

Nos casos de morte, os herdeiros da vítima são indenizados em R$ 13,5 mil. Para invalidez, a indenização é de até R$ 13,5 mil e varia de acordo com a gravidade das sequelas. Em relação às despesas médicas, o valor reembolsado é de até R$ 2.700.

A própria vítima que dá entrada no pedido de indenização ou reembolso. Basta juntar a documentação necessária de acordo com cada caso e levar até o posto de atendimento mais próximo. Quando há vítimas fatais, os parentes que devem fazer o pedido.

As indenizações do Seguro DPVAT são pagas em até 30 dias, após a entrega completa da documentação. Caso o pagamento do seguro DPVAT não esteja em dia, o proprietário do veículo deixa de ter direito à cobertura, mas as vítimas estarão cobertas. Da mesma forma, um pedestre atropelado por um veículo não identificado terá cobertura.

Taxa X Acidentes

A taxa paga pelo DPVAT está diretamente relacionada ao tipo de veículo e o índice de acidentes de cada categoria. Para os carros, o valor pago anualmente é de R$ 93,84, enquanto as motos pagam por ano R$ 259,04. Segundo a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, administradora do seguro, embora as motocicletas representem 25% do total da frota nacional, elas são responsáveis por 56% do acidentes de trânsito e 47% do valor total das indenizações pagas.

De acordo com o último balanço feito pela Seguradora Líder DPVAT, referente ao primeiro semestre de 2009, o número de indenizações pagas aumentou 4,43% em comparação com o mesmo período de 2008, passando de 134 mil para 140 mil vítimas de acidentes de trânsito, um gasto total de R$ 977,5 milhões, dos R$ 3,02 bilhões arrecadados.
Segundo a seguradora, além do pagamento de indenizações, do total arrecadado 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) para despesas com assistência médica dos segurados vitimados em acidentes de trânsito e 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), para campanhas de prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Fonte: G1

Citroën comunica recall de carros ano e modelo C3 2009

Carros-modelo-C3-Recall-Citroen-ano-2009
Monovolume pode apresentar falha no freio de mão

A PSA Peugeot Citroën do Brasil convocou nesta segunda-feira (9) os proprietários de todas as versões do monovolume C3 (ano/modelo 2009) para realizar a substituição do cabo do freio de mão. O recall envolve os carros com numeração de chassis de 9B532464 a 9B535080.

No comunicado, a montadora informa que constatou o risco de acidentes com a possibilidade de destravamento do freio de estacionamento ou a impossibilidade de acionamento do mesmo. A Citroën disponibiliza o site www.citroen.com.br e o telefone 0800 011 8088 para mais informações.

Fonte R7