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Elantra GATT 2015 – Carro da Hyundai terá nova versão, cores diferenciadas( cinza metálico e vermelho pérola) e preço promocional de R$ 79.990

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A Hyundai CAOA decidiu encerrar a importação de duas versões do Elantra (L876 e L877), mas vai trazer uma nova opção, que tem como destaque melhor conteúdo, novas cores e preço promocional. Ela é chamada de GATT e chega como modelo 2014/2015. O objetivo é bater de frente com os nipo-brasileiros Corolla XEi e Civic EXR.

O primeiro lote chega importado da Coréia do Sul com 1.200 unidades, sendo que o destaque são as cores Cinza Metálico (130 exemplares) e Vermelho Pérola (40), que chegam para medir a receptividade do consumidor, mas não serão mais comercializadas depois disso.

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Em termos de equipamento, o Hyundai Elantra 2015 com pacote GATT vem com ar condicionado dual zone, controles de tração e estabilidade, seis airbags, sensor de estacionamento, cluster Super Vision, direção elétrica Flex Steer, multimídia Android, TV digital, rebatimento elétrico dos retrovisores, rodas de liga leve aro 16 com pneus 205/60 R16, entre outros.

No entanto, em relação à versão que vai embora (L876), o Hyundai Elantra adiciona alguns itens mencionados acima, mas perde teto solar elétrico, câmera de ré, entrada/partida sem chave, pedais de alumínio, banco do motorista com ajuste elétrico e a multimídia Motrex.

O Hyundai Elantra 2015 mantém o propulsor 2.0 16V Flex de 169/178 cv e 20,0/21,5 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol, bem como transmissão automática de seis marchas. O sedã da marca sul-coreana tem preço promocional para venda direta (física e jurídica) de R$ 79.990, mas seu preço sugerido será de R$ 85.095,74.

Novidades da Renault devem estrear ainda em 2015

foto-imagem-sandero A Renault colocou em seu site oficial as páginas de Sandero R.S. e Duster Oroch. Atrações da marca no Salão de Buenos Aires, os modelos serão lançados no mercado brasileiro nos próximos meses. O Sandero R.S será movido por um motor 2.0 16V (o mesmo do Duster, mas recalibrado para entregar 150 cv) acoplado ao câmbio manual de seis marchas. Vários componentes foram preparados pela Renault Sport francesa, incluindo sistema de freios a disco nas quatro rodas, suspensão com molas mais rígidas e escapamento duplo com maior capacidade de exaustão de gases. O hatch fabricado em São José dos Pinhais (PR) virá também com o R.S. Drive, sistema de modo de direção com três opções de condução: Normal, Sport e Race. Externamente, o Sandero R.S. se diferencia pelas rodas de liga leve aro 17 e pelo kit aerodinâmico assinado pela Renault Sport, incluindo spoiler dianteiro, saias laterais e novos para-choques. O interior tem bancos com revestimento exclusivo, volante esportivo e saídas de ar-condicionado com detalhes na cor vermelha. foto-imagem-sandero A Duster Oroch também será feita no Brasil, com lançamento previsto para o fim deste ano. Baseado no Duster, a picape terá as mesmas opções de motorização do SUV (1.6 16V e 2.0 16V), mas ainda não se sabe se a Oroch contará com a opção de transmissão automática de quatro marchas – o diretor de marketing da Renault, Bruno Hohmann, afirmou que a marca ainda estuda esta possibilidade. Uma novidade exibida no site oficial é o extensor de caçamba, ampliando a área útil a ponto de permitir o transporte de uma moto.

Modelo Toyota revela Aygo x-cite 2015 será vendido no mercado europeu

foto-imagem-Toyota-Aygo-x-cite-2015A Toyota revelou neste sábado (30) o seu novo Aygo x-cite 2015, modelo compacto que será comercializado na Europa a partir de junho. O carro, que vem com pintura exclusiva na cor “Cyan Splash”, tem ainda detalhes em “black piano”, rodas de 15 polegadas na cor preta brilhante e, como opcional, o teto e as colunas A podem ser pintadas no mesmo tom.O esquema de pintura em duas cores é usado, também, dentro da cabine, passando por detalhes, estofamento dos bancos, e o painel, que ainda possui algumas partes em cromado. Para empurrar o hatch compacto, o motor é 1.0 de três cilindros VVT-i a gasolina que produz 69 cv de potência e 9,69 mkgf de torque com transmissão manual ou automática x-shift.Com este trem de força o modelo tem consumo médio de 26 km/l de combustível e emite 88 g/km de CO2. Além desta versão x-cite, o Aygo pode ganhar ainda aviso de mudança involuntária de faixa de rodagem e sistema contra colisão iminente que freia o carro de forma automática em uma situação de emergência.foto-imagem-Toyota-Aygo-x-cite-2015

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VOLKSWAGEN AMAROK HIGHLINE 2015

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A Volkswagen Amarok flerta com os carros de passeio mais caros em várias tecnologias, tais como o câmbio automático de oito marchas e a tração integral permanente. A linha 2015 a deixou ainda mais próxima dos carrões. Além da série especial Dark Label, feita sobre a versão intermediária Trendline, a top de linha Highline passou a trazer faróis bixenônio com luzes diurnas em leds e câmera traseira de estacionamento.  Com lançamento previsto para final de abril, a linha 2015 ainda não tem preço oficial. A Dark Label é baseada sobre a Trendline automática de R$ 134.910 e, em razão dos itens extras, deverá ser vendida por R$ 139 mil. Já a Highline deve manter a base de preço da linha 2014, R$ 152.550.

Como é de costume, a nova linha traz novidades para todas versões. A mais importante é o controle de tração e de estabilidade de série para as versões S, SE e Trendline. O pack inclui assistente de partida em rampa e controle automático de descidas. A Trendline também passa a ter regulagem elétrica dos faróis. Todas passam a contar com engate para reboque como opcional.

Com tiragem de 1.000 unidades, a série especial Dark Label vestiu o preto somente nos detalhes, já que as cores incluem branco sólido, prata  e cinza metálicos e, claro, preto perolizado. O nome da edição é justificado pelo tom fosco dos estribos, retrovisores, maçanetas, rodas (as escuras são opcionais) e lanternas escurecidas. Há também santoantônio com barra de proteção para o vidro traseiro. Por dentro, outros itens de personalização dão uma estampa diferente para a versão. Os tapetes ostentam a inscrição Dark Label e trazem presilhas. O melhor fica por conta dos bancos. Nem tanto pelas bordas em couro sintético e sim pela seção central em Alcantara. É aquele tecido artificial aveludado que costuma equipar esportivos, pois o material não deixa o corpo escorregar como o couro convencional e mantém a suavidade ao toque da camurça original.

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São itens estéticos que costumam ser instalados por grande parte dos compradores de picapes médias e sairiam por mais que os estimados R$ 5 mil de diferença, um chamariz de custo-benefício sempre usado por séries limitadas. O pack de opcionais inclui rodas aro 18 com pneus 255/60, rádio com navegador GPS, bloqueio mecânico do diferencial traseiro, pacote com sensores de chuva e de luminosidade e também pneus de uso misto R17 ou R18.

Em novidades, contudo, a Highline eleva a aposta. Os novos faróis bixenônio deram uma aura tecnológica, junto com as luzes de rodagem diurnas em leds. Não há limpadores de faróis, pois a potência de luminosidade os dispensa, mas há regulagem interna de altura. Para combinar, a grade dianteira passou a ser pintada em preto brilhante. Também novas, as rodas aro 19 com pneus 255/55 estava presentes na unidade testada. O sistema de entretenimento agora inclui câmera de ré, que trabalha em conjunto com os sensores dianteiro e traseiro.

IMPRESSÕES AO DIRIGIR
Faróis bixenônio, rodas aro 19, câmera de ré, faróis de neblina capazes de iluminar esquinas ao virar, tudo remete a um automóvel de luxo. Será um opcional exclusivo da Highline, tal como é em outros mercados. O volante é ajustável em altura e profundidade, embora os bancos devam ajustes elétricos pelo preço. O visual também aproxima a Amarok dos automóveis da VW, tal como as regulagens amplas e milimétricas. Ao começar a rodar, essa impressão só é quebrada por constatações óbvias, como o tamanho do veículo, e pela rodagem mais pesada. Não tem jeito, a construção por longarinas é robusta e inclui o tradicional eixo rígido traseiro, conjunto pesado cujo balanço logo se denuncia nos buracos e imperfeições. É uma característica normal em um veículo feito para levar 1.280 l de volume na caçamba ou 1.126 kg de carga total.

Há um ponto, contudo, que a Amarok está bem distante da categoria: a tração integral permanente 4Motion. Ao dispensar o mecanismo temporário, a picape da VW apresenta uma compostura em curvas como normalmente não se vê no segmento. A carroceria pode se inclinar um bocado e o conjunto continua a exibir seu peso de 2.044 kg, porém o comportamento nas trajetórias é neutro, sem saídas de traseira temíveis sobre piso ruim. Durinha nas manobras, a direção hidráulica compensa em altas velocidades, onde a sensação de centro de volante passa consistência. As manobras são rápidas, no que ajuda a direção com taxa de 14,6:1 – mais rápida que muito sedã médio.

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Na pista, o conjunto do motor 2.0 biturbo de 180 cv a 4.000 giros e 42,8 kgfm de torque a 1.750 rpm não demora muito a reagir, no que ajuda muito o câmbio ZF automático de oito marchas – com trocas sequenciais na alavanca e modo esportivo. Até os 100 km/h, a Amarok Highline leva 11,4 segundos. As retomadas são cumpridas com pressa, de 60 a 100 km/h foram 6,6 s. O conjunto de freios a discos ventilados e tambores foi cumpridor. De 80 a 0 km/h, a VW precisou de apenas 26 metros para estancar.

A caixa se adapta rapidamente no modo automático, passar para o sequencial é quase dispensável. O giro a 120 km/h fica em confortáveis 2.000 rpm. Isso ajuda no conforto acústico e na economia. Foram 9,1 km/l de diesel na cidade e 13,1 km/l na estrada.

No fora de estrada, os elfos da eletrônica tomam conta das coisas para você. O bloqueio eletrônico dianteiro se soma ao mecânico traseiro. O blocante traseiro pode ser acionado por botão para dividir 50/50 a força para as rodas de trás. Outro comando permite configurar o carro para o off-road e atua em parâmetros de motor, freios e controles eletrônicos para dar uma mão. Esse sistema aciona o ABS offroad, capaz de bloquear um pouco as rodas em frenagens sobre a terra. Parece um contrassenso, mas isso cria pequenos montinhos para aumentar o atrito e parar a picape em menor espaço.
O controle de velocidade em descidas também faz parte e pode ter a velocidade regulada pela pressão no acelerador. Só não vale passar dos 30 km/h.

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CUSTO-BENEFÍCIO
O preço da Amarok Highline com todos opcionais ficará em torno de R$ 160 mil, o que inclui extras como as rodas de liga-leve aro 19 com pneus 255/55, rádio com GPS, airbags laterais dianteiros (que adicionam a regulagem lombar manual para os bancos da frente), faróis bixenônio, entre outros. Isso a deixa pouco acima das rivais Ford Ranger e Chevrolet S10 mais caras. Embora não esteja entre as três mais vendidas no geral de picapes médias,  isso se dá porque a VW dispensa os motores flex – ela é a terceira mais vendida no nicho diesel.

VALE A COMPRA?
Sim. A linha 2015 tornou a picape mais competitiva e segura. Totalmente equipada, a Amarok continua a ser competitiva em comparação aos modelos rivais top. Se você busca uma picape capaz de passar segurança como um automóvel na maioria das situações e, de quebra, levar carga e enfrentar o offroad de cabeça erguida, a Amarok pode ser o seu carro. Quero dizer, picape.

Aceleramos a versão topo de linha do sedã médio, de R$ 96.900, para conferir se vale levá-lo mesmo com a reestilização prestes a chegar ao país

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Quando chegou ao mercado nacional, no segundo semestre de 2013, a atual geração do Ford Focus Sedan topo de linha custava R$ 89.990. Hoje, o mesmo modelo é tabelado em R$ 96.900. Em maio, a reestilização (já) será apresentada e deixará o design sedã médio finalmente alinhado com o portfólio global da montadora. Após o reajuste de 7,2 % no preço e com o novo visual batendo à porta, será que o Focus vale a compra hoje? Confira em nossa avaliação da versão Titanium Plus 2.0 PowerShift.

Impressões gerais

Ao volante, o Focus se garante como um dos sedãs médios com melhor desempenho na categoria, mas preza mais o conforto do que a diversão. Na pista de testes, ele foi de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos, melhor do que os rivaisToyota Corolla (10,4 s) e Honda Civic (9,9 s). Nesse aspecto, o Volkswagen Jetta Highline ainda leva a briga, com 7 segundos no currículo. Apesar da boa cifra, o Focus peca por dispensar as aletas atrás do volante – segundo da marca, uma imposição da matriz. Há opção de trocas sequenciais por um botão na alavanca do câmbio, mas não é o suficiente para aproveitar os 178 cv que o modelo tem a oferecer, disponíveis a 6.500 rpm. Hoje até alguns veículos de entrada, como o novo Fiat Uno, oferecem esse tipo de dispositivo.

Parece até que a Ford tentou compensar a falta de aletas com o acerto da suspensão independente. Somada à estrutura feita de aço alta resistência, ela é garantia de boa estabilidade. Vale lembrar que o controle de tração e estabilidade são de série no veículo e, segundo a montadora, o pacote será melhorado na reestilização, tornando-se capaz de prever uma derrapagem por meio de sensores.

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Apesar de a suspensão ser um pouco durinha demais para enfrentar a buraqueira, o Focus ainda entrega muita comodidade graças à direção elétrica, que facilita manobras em baixas velocidades, mas enrijece conforme a aceleração aumenta. Com 1.414 kg, o Focus Sedan é mais pesado, por exemplo, do que o Civic, que tem 1.298 kg. Mas é importante ressaltar que o Ford tem mais 28 cv para puxar esses 116 kg de diferença. Falando em peso, o motor 2.0 do modelo tem 22,5 kgfm de torque, o que o faz um carro espertinho, embora as trocas do bom câmbio Powershift de seis velocidades possam ser sentidas.

Custo-benefício

Mercado
Seguro: 4,2%
Cesta de peças: R$ 4.793
Revisões até 30 mil km: R$ 1.128
Garantia: 3 anos
Desvalorização: 8,3% ao ano

Nessa versão, que é a topo de linha, o Focus Sedan esbanja itens de segurança. Há seis airbags, controle de tração e estabilidade, assistente de frenagem, assistente de partida em rampa, fixação Isofix para cadeirinhas infantis, freios ABS com EBD, assistente de emergência, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

Os equipamentos de comodidade também não são poucos. Entre eles, há ar-condicionado digital duas zonas, saídas de ar traseiras, ajuste elétrico para o banco do motorista com seis opções de memorização, volante multifuncional, teto solar, acendimento automático dos faróis, sistema multimídia com tela touchscreen de 8 polegadas e GPS, câmera de ré, piloto automático, sensor de chuva e park assist, que estaciona o carro sozinho (recurso fácil de operar). Todos os apetrechos fazem com que o excesso de comandos na cabine o deixem pouco intuitivo no primeiro contato.

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Em termos de consumo, o três volumes deixa a desejar. Na cidade, cumpriu 6,8 km/l, e na estrada, 11,8 km/l. A média ainda é melhor que a do Civic 2.0, que faz 5,9/ 11,9 km/l nos circuitos urbanos e rodoviários, respectivamente. No espaço, o Focus também não é dos melhores. Com 436 litros (aferidos por AE), seu porta-malas é menor do que os do C4 Lounge e do Corolla. Além disso, a traseira caída deixa quem vai nos bancos de trás um pouco apertado.

Vale a compra?

O novo Focus, que chega ao mercado em meados deste ano, promete inovações interessantes, como o novo Sync e controle eletrônico de estabilidade capaz de prever derrapagens. Por isso, quem puder deve esperar por essa compra. Embora a desvalorização possa aumentar com a renovação do modelo, o Focus Sedan atual vale a compra. O design, tecnologia e segurança embarcados não são o suficiente para deixá-lo defasado. Além disso seus números de manutenção são bons, à parte da cesta de peças salgada.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, comando duplo, flex
Cilindrada: 1.999 cm³
Potência: 170/178 cv a 6.500 rpm
Torque: 21,7/22,5 kgfm a 4.500 rpm
Transmissão/tração: Automatizada de seis marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson na dianteira e independente Multilink na traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira na traseira
Pneus: 215/50 R17
Dimensões: Comprimento 4,534 m; Largura 1,823 m; Altura 1,484 m; Entre-eixos 2,648 m
Capacidades: Tanque 55 l
Peso: 1.414 kg
Porta-malas: 436 litros (aferido por Autoesporte)

Hyundai Azera 3.0 V6 2015 – Desempenho e custo-benefício pesam contra

Azera-2015---Hyundai-3_0-v6-foto-imagemSedã ganhou novidades pontuais e preserva prioridade para o conforto, mas desempenho e custo-benefício pesam contraNão parece, mas o Hyundai Azera mudou em 2015. O sedã ganhou discretos retoques visuais e manteve suas principais características: ele continua sendo um carro com bom motor, mas que preza mesmo pelo conforto dos passageiros. O ótimo espaço interno e pacote de equipamentos completo também se mantêm como marcas do sul-coreano. Mas os números não são seus melhores amigos: tabelado em salgados R$ 148.990, o modelo tem desempenho inferior ao dos principais concorrentes.

Impressões Gerais

A prioridade ao conforto a bordo fica claro logo ao entrar na cabine do Azera. Os bancos e o volante, ambos revestidos de couro, têm ajustes elétricos e se recolhem para facilitar a entrada do motorista. Eles voltam à configuração deixada pelo último condutor assim que o carro é ligado. Caso o veículo seja compartilhado com outras pessoas, é possível guardar na memória o ajuste ideal de cada um.

Para ajustar de outro jeito, grandes botões na lateral da porta – que imitam o desenho de um banco – tornam a tarefa mais intuitiva. Já os ajustes do volante são comandados por um pequeno botão na coluna de direção. Quanto ao espaço, quatro passageiros viajam com espaço de sobra e ainda é possível levar alguém no centro do banco traseiro sem grandes apertos. Ponto positivo, ainda, para o porta-malas de enormes 601 litros, de acordo com nossa aferição.

Equipado com motor 3.0 V6 de 250 cv e 28,8 kgfm, além de câmbio automático de seis velocidades, o Azera não deixa a desejar em trechos urbanos. Apesar do porte avantajado, o sedã não demora a sair da imobilidade, nem perde fôlego em cutucadas no pedal do acelerador. Aplausos também para as trocas de marchas, quase imperceptíveis tanto no modo automático quanto manualmente pela manopla do câmbio. Pena é a ausência de aletas atrás do volante. As suspensões são macias, garantindo suavidade para os passageiros sem tornar o sedã instável.

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Os números de pista, porém, pesam contra o sul-coreano. Ele precisou de 9,6 segundos para chegar a 100 km/h. Suas médias de consumo não são das melhores – foram 7,1 km/l de gasolina na cidade e 11,9 km/l na estrada. Os índices são piores do que os do rival Volkswagen Passat 2.0, que precisou de bons 7,1 s no 0 a 100 km/h e rodou 9,2 km/l e 13,5 km/l, na cidade e na estrada, respectivamente. Ainda, o Honda Accord 2.4 gastou 9,1 s para atingir 100 km/h. O Ford Fusion 2.0 empata na aceleração (9,7 s), mas dá uma lavada no consumo: 13,6 km/l na cidade e 16,8 km/l na estrada. (Confira todos os dados destes e de outros rivais no Comparador Autoesporte)

Itens de série

É nos itens de série que a Hyundai investe para conquistar quem está disposto a gastar tanto pelo carro. E quem quer conforto definitivamente não se arrepende. A lista inclui ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com tela de 8 polegadas, GPS, CD, MP3 e entradas USB, auxiliar e para iPod, além de teto solar panorâmico. Há, ainda, sensores de estacionamento e crepuscular, câmera de ré, faróis de neblina, chave presencial, freio de estacionamento elétrico e controle de velocidade de cruzeiro.

O Azera também oferece alguns mimos para os passageiros. Entre eles, cortina com acionamento elétrico no vidro traseiro e aquecimento do banco do motorista e do volante. Além, claro, dos já citados ajustes elétricos com memória dos bancos e volante. O pacote de segurança inclui nove airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de tração e estabilidade e travas Isofix para cadeirinhas.

Vale a compra?

Não. A relação de custo-benefício do Azera fica comprometida em relação a seus rivais, especialmente quando o assunto é desempenho e manutenção. Alguns concorrentes, como o Honda Accord 2.4 EX (R$ 147.900), também oferecem bons pacotes de equipamento. O senão fica para os airbags – são apenas seis no Accord completo, contra sempre nove no Hyundai – e pela falta de GPS no modelo da Honda. Por outro lado, o Ford Fusion 2.0 EcoBoost Titanium Plus AWD sai por R$ 135 mil e não fica devendo com relação aos principais itens do Azera e adiciona um pacote tecnológico bem mais completo. Desempenho e economia também são superiores. Se itens de série não forem prioridade para você, ainda pesam os custos com seguro, revisões até 30 mil km e cesta de peças do Azera, que são mais elevados em relação a ambos os rivais. O sul-coreano ainda tem índice de desvalorização maior do que o dos concorrentes.

Ficha técnica:
Motor: Dianteiro, transversal, seis cilindros em V, comando duplo, injeção direta, gasolina
Cilindrada: 2.999 cm³
Potência: 250 cv a 6.400 rpm
Torque: 28,8 kgfm a 4.700 rpm
Transmissão/tração: Automática de seis marchas, tração dianteira
Suspensão: Independente, McPherson na dianteira e multilink na traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira
Pneus: 245/45 R18
Dimensões: Comprimento 4,920 m; Largura 1,860 m; Altura 1,470 m; Entre-eixos 2,845 m
Tanque: 70 litros
Peso: 1.581 kg
Porta-malas: 601 litros (aferido por AE)

Modelo Mercedes Classe C Coupe será maior e com desenho modificado em relação ao sedã

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Enquanto a versão sedã da Mercedes Classe C já está à venda as opções conversível e cupê ainda não tiveram suas datas de lançamento reveladas, mas, segundo a revista Auto Motor und Sport, a Classe C Coupe deverá chegar ao mercado em dezembro de 2015, provavelmente ao lado da opção sem teto fixo.

A publicação alemã diz ainda que o carro de apenas duas portas terá a carroceria com linhas retrabalhadas e será dez centímetros mais longa, cinco centímetros mais larga e menos de três centímetros mais baixa do que o sedã, deixando o modelo preparado para receber o tratamento da AMG em 2016.

Nenhuma informação sobre preço e motores foi ventilada ainda.

Bentley mais caro da historia estreia em paris

foto-imagem-bentleyConhecida por seus carros de altíssimo luxo, a Bentley chegou ao limite da ostentação no Salão de Paris. A marca britânica lança por lá o modelo mais caro já feito pela montadora. Trata-se do Mulsanne Speed, sedã que chegará ao mercado europeu por 324 mil euros, cerca de R$ 1 milhão na cotação atual.

O preço lá no alto tem suas justificativas. Diferente da maioria dos carros feitos no mundo, um veículo da Bentley é feito em um processo quase que artesanal, o que claramente encarece muito a fabricação. A pintura, por exemplo, é feita praticamente a mão e esse processo chega a levar cinco dias. Outros detalhes da montagem do automóvel também dispensam o uso de robôs e são feitos por um time de funcionários altamente treinados para tal. Para encarecer ainda mais o sedã, o interior abusa de revestimento em couro e madeiras nobres. Além disso, o nível de customizações que a marca oferece aos clientes é alto, de maneira que é muito difícil produzir um lote padrão.

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Mas se você ainda não está convencido de que o lorde inglês vale essa grana toda, sugerimos que dê uma olhada sob o capô. Mulsanne Speed traz um motor 6.7 V8 fabricado exclusivamente pela Bentley e para a Bentley. Estima-se que cada propulsor é feito por um construtor específico e apenas três ou quatro deles são feitos diariamente.

O resultado é uma máquina de 537 cv de potência e assustadores 112,1 kgf.m de torque, disponíveis logo aos 1.750 giros. Para se ter uma ideia dessa força, o torque é maior que o da LaFerrari, um dos mais icônicos esportivos da escuderia italiana. Segundo a fabricante, o Mulsanne Speed é capaz de atingir os 100 km/h em 4,9 segundos e alcança 305 km/h de velocidade máxima.

Ainda não há informações sobre o lançamento do modelo no Brasil. A última novidade da Bentley por aqui foi a chegada do Continental GT V8 Biturbo, no início deste ano. Na ocasião, a montadora confirmou a estreia do Flying Spur V8 em 2015 e do inédito SUV da marca em 2017.

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VW começara a fabrica VW jeta no Brasil

foto-imagem-jeta-no-brasilA Volkswagen anunciou nesta segunda-feira, 29 de setembro, a produção do novo Jetta no Brasil. O sedã, que atualmente é importado do México, será fabricado na planta Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Segundo a empresa, a produção local complementará o volume de importação do México, “para que a marca possa atender à demanda do modelo no Brasil”. O montante investido nas adequações na linha de montagem faz parte dos R$ 10 bilhões que a VW investirá no Brasil até 2018. A produção será iniciada no primeiro semestre de 2015, com capacidade produtiva anual de 18 mil unidades.

O modelo produzido localmente, aliás, já deve trazer o novo visual lançado há alguns meses nos Estados Unidos (veja foto na abertura desta matéria).

Modelo em questão pode ser a nova Frontier

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A Nissan divulgou nesta segunda-feira (2) um teaser relativo a uma picape. A imagem traz o veículo coberto por um véu translúcido, sendo possível visualizar os faróis, a grade frontal e o para-choque dianteiro do modelo. Junto à foto, um recado, mencionando a data em que o carro será revelado: 11 de junho.

Alguns sites internacionais já estão especulando sobre a identidade do modelo em questão. Por estar inserida na página global da Nissan, a picape em questão pode ser a renovada Frontier. Outra possibilidade ventilada é de que seja a atualização da Titan, cuja apresentação ao público já está confirmada para o Salão de Detroit de 2015.